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Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: IFC-SC Prova: IESES - 2014 - IFC-SC - Administrador |
Q650876 Administração Geral
São exemplos de práticas que ajudam as pessoas a se relacionarem no ambiente de trabalho:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: IFC-SC Prova: IESES - 2014 - IFC-SC - Administrador |
Q650875 Administração de Recursos Materiais

Referente à Curva ABC, analise as afirmativas abaixo:

I. A curva ABC é um importante instrumento para o administrador porque ela permite identificar aqueles itens que justificam atenção e tratamento adequados quanto à sua administração.

II. A curva ABC também é conhecida como Análise de Pareto.

III. Obtêm-se a curva ABC através da ordenação dos itens conforme a sua importância relativa. Verifica-se, portanto, que, uma vez obtida as sequência dos itens e sua classificação ABC, disso resulta imediatamente a aplicação preferencial das técnicas de gestão administrativas, conforme a importância dos itens.

IV. A Classe A da curva ABC é o grupo de itens menos importantes, por isso devem ser tratados com uma atenção especial pela administração.

Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: IFC-SC Prova: IESES - 2014 - IFC-SC - Administrador |
Q650874 Contabilidade de Custos
É o índice multiplicador que se aplica sobre o CMV, Custo de Mercadoria Vendida, líquido para determinar o preço de venda. Esse índice, muitas vezes, é determinado de forma empírica ou aleatória, sem qualquer sustentação técnica:
Alternativas
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Q650873 Análise de Balanços
O Índice de Liquidez Corrente se dá pela:
Alternativas
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Q650872 Contabilidade Geral
São exemplos de contas do Ativo Realizável a Longo Prazo e do Passivo Circulante, respectivamente:
Alternativas
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Q650871 Contabilidade Geral

Complete a frase:

Para fins de ____________ e ____________, a contabilidade divide o ______________ em duas partes: _____________ e ______________. No ___________, são reunidos todos os _________ e _____________. No _______________, constam as _______________.

A alternativa correta é:

Alternativas
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Q650870 Análise de Balanços

Relacione a primeira (superior) com a segunda (inferior) coluna:

A. Índice de liquidez imediata

B. Índice de liquidez corrente

C. Índice de liquidez seca

D. Índice de liquidez geral

( ) indica a liquidez econômica de curto prazo para as obrigações no circulante.

( ) indica a liquidez econômica a longo prazo.

( ) indica a capacidade de pagamento imediato das obrigações no circulante.

( ) indica a liquidez econômica a curto prazo, considerando o disponível e os créditos realizáveis a curto prazo.

A alternativa correta é:

Alternativas
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Q650869 Administração Geral
É o tipo de pesquisa que admite que os resultados descritivos não são inteiramente satisfatórios para determinar a relação de causa e efeito. Busca-se a resposta do porquê de um fenômeno. Tem uma abordagem analítica com base em variáveis consideradas como pertencentes à estrutura de um modelo de decisão. Geralmente se usa um grupo experimental e um de controle onde um coleta as informações e o outro avalia os resultados.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: IFC-SC Prova: IESES - 2014 - IFC-SC - Administrador |
Q650868 Economia

Referente à classificação dos mercados, assinale “V” para as afirmativas verdadeiras e “F” para as afirmativas falsas:

( ) Mercado consumidor caracteriza-se por ser composto por pessoas e famílias que compram bens e serviços para uso pessoal.

( ) Mercado revendedor é o mercado composto por pessoas e organizações que adquirem bens ou serviços para serem utilizados na elaboração de outros bens e serviços destinados à venda ou aluguel a terceiros.

( ) Mercado governamental é composto por instituições oficiais da administração pública federal, estadual ou municipal.

( ) Mercado internacional é constituído de consumidores, produtores, revendedores e governos, que compram produtos e serviços; tem como característica a submissão a leis internacionais e acordos comerciais entre países.

( ) Mercado produtor ou industrial é constituído por pessoas e organizações que compram bens ou serviços produzidos por terceiros com o objetivo de revendê-los ou alugá-los.

A alternativa correta é:

Alternativas
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Q650867 Marketing
A análise de cenários é mais eficaz quando se trabalha com três cenários distintos. São eles:
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Q650866 Marketing
A elaboração de cenários é uma ferramenta importante para minimizar as possibilidades de erros das empresas. A condição fundamental para que se possa realizar o planejamento de marketing de uma organização é conhecer profundamente o cenário do ambiente em que está inserida, a fim de formular corretamente as estratégias e com elas alcançar o sucesso. A análise de cenário pode ser do ambiente externo ou do ambiente interno. Referente à análise do ambiente interno, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
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Q650865 Marketing
Uma empresa que planeja realizar uma pesquisa de marketing com o intuito de definir a denominação de produtos ou serviços quer saber:
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Q650864 Administração Geral
Maslow formulou uma teoria da motivação com base no conceito de hierarquia de necessidades que influenciam o comportamento humano. Maslow concebeu essa hierarquia pelo fato de o homem ser uma criatura que expande suas necessidades no decorrer de sua vida. Á medida que o homem satisfaz suas necessidades básicas, outras mais elevadas tomam o predomínio do seu comportamento. Referente às necessidade motivacionais, é correto afirmar:
Alternativas
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Q650863 Administração Geral
Idalberto Chiavenato, no livro Administração de Recursos Humanos (2009, pag. 201), compara a cultura organizacional, onde na parte superior que está acima no nível da água, estão os aspectos visíveis e superficiais ou aspectos formais e abertos. Na parte submersa estão os aspectos invisíveis e profundos ou aspectos informais e ocultos. São exemplos de aspectos informais e ocultos:
Alternativas
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Q650862 Gestão de Pessoas
Complete a frase: Nas organizações de ______________, os ________________ são resolvidos por meio da _______________________________________ e integração dos ___________ de ____________ das ________________ da organização.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: IFC-SC Prova: IESES - 2014 - IFC-SC - Administrador |
Q650861 Gestão de Pessoas
No livro “Administração de Recursos Humanos”, Idalberto Chiavenato (2009, p. 19) cita que a partir do século XX, as organizações passaram por três fases distintas: a era da industrialização clássica, a da industrialização neoclássica e a era da informação. Em se tratando do modo de lidar com as pessoas, a era neoclássica se caracteriza por:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: IFC-SC Prova: IESES - 2014 - IFC-SC - Administrador |
Q650860 Pedagogia

Referente à comparação entre uma organização tradicional e uma organização de aprendizagem, assinale “V” para as afirmativas verdadeiras e “F” para as afirmativas falsas:

( ) Nas organizações tradicionais, a visão é compartilhada e emerge de muitos lugares, mas a cúpula é responsável por assegurar que essa visão existe e deve ser alcançada.

( ) Nas organizações de aprendizagem, no quesito liderança e motivação, o líder tem o papel de definir a visão organizacional, providenciar recompensas e punições adequadas e manter o controle das atividades das pessoas.

( ) Os conflitos nas organizações tradicionais são resolvidos por meio do uso do poder e da influência hierárquica.

( ) Nas organizações de aprendizagem, cada pessoa é responsável pelas atividades de seu cargo e o foco está no desenvolvimento de suas competências individuais.

( ) A formulação e a implementação de ideias ocorrem em todos os níveis da organização de aprendizagem.

A alternativa correta é:

Alternativas
Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: IFC-SC Prova: IESES - 2014 - IFC-SC - Administrador |
Q650857 Legislação Federal

Constituem a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, vinculada ao Ministério da Educação:

I. Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR.

II. Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia.

III. Colégio Pedro II.

IV. Escolas Técnicas Vinculadas às Universidades Federais.

Assinale a alternativa correta

Alternativas
Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: IFC-SC Prova: IESES - 2014 - IFC-SC - Administrador |
Q650848 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão
  PRECISAMOS DE EDUCAÇÃO DIFERENTE DE ACORDO COM A CLASSE SOCIAL 
Por: Gustavo Ioschpe. Em 10/07/2011. Adaptado de: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/precisamos-de-educacao-diferente-de-acordo-com-aclasse-social   Acesso em 20 de janeiro de 2014.

    No fim do artigo do mês passado, lancei aos nossos congressistas uma sugestão: que façam uma lei determinando que toda escola pública coloque uma placa de boa visibilidade na entrada principal com o seu Ideb. A lógica é simples. Em primeiro lugar, todo cidadão tem o direito de saber a qualidade da escola que seu filho frequenta. Hoje, esse dado está "escondido" em um site do Ministério da Educação. É irrazoável achar que um pai que nem sabe o que é o Ideb vá encontrar esse site. [...]. Em segundo lugar, acredito que essa divulgação pode colaborar para quebrar a inércia da sociedade brasileira em relação às nossas escolas. Essa inércia está ancorada em uma mentira: a de que elas são boas. [...] Ninguém se indigna nem se mobiliza para combater algo que lhe parece estar bem.  
A sugestão desencadeou dois movimentos rápidos, enérgicos e antagônicos. Por um lado, houve grande acolhimento da ideia entre os reformistas. [...] Ao mesmo tempo, a proposta vem sofrendo resistências. As críticas são interessantes: escancaram uma visão amplamente difundida sobre os nossos problemas educacionais que não podemos mais ignorar ou tentar contornar.[...]
    Disporia essa visão em três grupos, que postulam o seguinte: 1. para o aluno pobre, o objetivo principal é estar na escola; se aprender, é um bônus; 2. a finalidade da escola deve ser o bem-estar do professor; 3. é impossível esperar que o aluno pobre, que mora na periferia e vem de família desestruturada, aprenda o mesmo que o de classe média ou alta. Claro, ninguém diz isso abertamente, mas é o corolário do seu pensamento. Vejamos exemplos.
    Grupo 1: "o importante não é o Ideb, mas o fato de ser uma escola inclusiva", pois recebe alunos de áreas de baixa renda etc. Essa é apenas uma manifestação mais tosca e descarada de um sentimento que você já deve ter encontrado em uma roda de conversa quando, por exemplo, alguém defende a escola de tempo integral porque tira a criança da rua ou do contato com seus amigos e familiares. [...] A minha visão de educação é de que a inclusão social se dará justamente por meio do aprendizado dos conteúdos e das competências de que esse jovem precisará para ter uma vida produtiva em sociedade [...]. Muitos educadores acham que seu papel é suprir as carências - de afeto, higiene, valores de vida etc. - manifestadas pelos alunos. Podem não conseguir alfabetizá-los ou ensinar-lhes a tabuada, mas "a educação é muito mais que isso", e há uma grande vantagem: o "muito mais que isso" não é mensurável e ninguém pode dizer se a escola está fracassando ou tendo êxito nessa sua autocriada missão.
    Grupo 2. Ouvimos a todo instante sobre a necessidade de "valorizar o magistério" e "recuperar a dignidade do professor", que é um adulto, que escolheu a profissão que quis trilhar e é pago para exercê-la. Apesar de o aluno ser uma criança e de ser obrigado por lei a cursar a escola, nunca vi ninguém falando na valorização do alunado ou na recuperação de sua dignidade. Por isso, faz-se necessário dizer o óbvio: a educação existe para o aluno. O bom professor (assim como o diretor e os demais funcionários) é uma ferramenta - importantíssima - para o aprendizado. Mas ele é um meio, não um fim em si. Se o professor estiver satisfeito e motivado e o aluno ainda assim não aprender, a escola fracassou. [...] 
    Mas sem dúvida a oposição mais comum vem dos membros do grupo 3, que usam a seguinte palavra mágica: contextualizar. Escreve Pilar Lacerda, secretária da Educação Básica do MEC: "Divulgar o Ideb é necessário. Mas o contexto onde está a escola faz muita diferença nos resultados. Por isso é perigoso (sic) uma comparação ‘fria’ dos resultados". [...] Essa visão é caudatária de um mal que acomete grande parte dos nossos compatriotas: o de achar que o esforço importa mais que o resultado. [...]É mais difícil fazer com que esse aluno, nesse contexto, aprenda o mesmo que outro de boa família? Sem dúvida! O problema dessas escolas não é como os seus resultados ruins são divulgados, se serão servidos frios, quentes ou mornos: o problema são os resultados! [...] Nosso problema não é termos alunos pobres: é que nosso sistema educacional não sabe como ensiná-los, e está mais preocupado em encontrar meios de continuar não enxergando essa deficiência do que em solucioná-la. [...] precisamos que a escola dos pobres ensine mais do que a dos ricos. É difícil? Muito. Mas deve ser a nossa meta. E, se o Brasil como um todo não melhorar seu nível educacional, jamais chegará ao Primeiro Mundo. Esse é o non sequitur desse pensamento dos "contextualizadores": seria necessário nos tornarmos um país de gente rica para que pudéssemos dar educação de qualidade a todos. Mas a verdade é que o salto da educação precisa vir antes: sem educação de qualidade, não teremos desenvolvimento sustentado. Podemos nos enganar com um crescimento econômico puxado pela alta de valor das commodities, mas em algum momento teremos de encarar a realidade: um país não pode ser melhor, mais rico e mais bem preparado do que as pessoas que o compõem.
Identifica-se relação de causa e consequência, respectivamente, no segmento:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: IFC-SC Prova: IESES - 2014 - IFC-SC - Administrador |
Q650846 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão
  PRECISAMOS DE EDUCAÇÃO DIFERENTE DE ACORDO COM A CLASSE SOCIAL 
Por: Gustavo Ioschpe. Em 10/07/2011. Adaptado de: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/precisamos-de-educacao-diferente-de-acordo-com-aclasse-social   Acesso em 20 de janeiro de 2014.

    No fim do artigo do mês passado, lancei aos nossos congressistas uma sugestão: que façam uma lei determinando que toda escola pública coloque uma placa de boa visibilidade na entrada principal com o seu Ideb. A lógica é simples. Em primeiro lugar, todo cidadão tem o direito de saber a qualidade da escola que seu filho frequenta. Hoje, esse dado está "escondido" em um site do Ministério da Educação. É irrazoável achar que um pai que nem sabe o que é o Ideb vá encontrar esse site. [...]. Em segundo lugar, acredito que essa divulgação pode colaborar para quebrar a inércia da sociedade brasileira em relação às nossas escolas. Essa inércia está ancorada em uma mentira: a de que elas são boas. [...] Ninguém se indigna nem se mobiliza para combater algo que lhe parece estar bem.  
A sugestão desencadeou dois movimentos rápidos, enérgicos e antagônicos. Por um lado, houve grande acolhimento da ideia entre os reformistas. [...] Ao mesmo tempo, a proposta vem sofrendo resistências. As críticas são interessantes: escancaram uma visão amplamente difundida sobre os nossos problemas educacionais que não podemos mais ignorar ou tentar contornar.[...]
    Disporia essa visão em três grupos, que postulam o seguinte: 1. para o aluno pobre, o objetivo principal é estar na escola; se aprender, é um bônus; 2. a finalidade da escola deve ser o bem-estar do professor; 3. é impossível esperar que o aluno pobre, que mora na periferia e vem de família desestruturada, aprenda o mesmo que o de classe média ou alta. Claro, ninguém diz isso abertamente, mas é o corolário do seu pensamento. Vejamos exemplos.
    Grupo 1: "o importante não é o Ideb, mas o fato de ser uma escola inclusiva", pois recebe alunos de áreas de baixa renda etc. Essa é apenas uma manifestação mais tosca e descarada de um sentimento que você já deve ter encontrado em uma roda de conversa quando, por exemplo, alguém defende a escola de tempo integral porque tira a criança da rua ou do contato com seus amigos e familiares. [...] A minha visão de educação é de que a inclusão social se dará justamente por meio do aprendizado dos conteúdos e das competências de que esse jovem precisará para ter uma vida produtiva em sociedade [...]. Muitos educadores acham que seu papel é suprir as carências - de afeto, higiene, valores de vida etc. - manifestadas pelos alunos. Podem não conseguir alfabetizá-los ou ensinar-lhes a tabuada, mas "a educação é muito mais que isso", e há uma grande vantagem: o "muito mais que isso" não é mensurável e ninguém pode dizer se a escola está fracassando ou tendo êxito nessa sua autocriada missão.
    Grupo 2. Ouvimos a todo instante sobre a necessidade de "valorizar o magistério" e "recuperar a dignidade do professor", que é um adulto, que escolheu a profissão que quis trilhar e é pago para exercê-la. Apesar de o aluno ser uma criança e de ser obrigado por lei a cursar a escola, nunca vi ninguém falando na valorização do alunado ou na recuperação de sua dignidade. Por isso, faz-se necessário dizer o óbvio: a educação existe para o aluno. O bom professor (assim como o diretor e os demais funcionários) é uma ferramenta - importantíssima - para o aprendizado. Mas ele é um meio, não um fim em si. Se o professor estiver satisfeito e motivado e o aluno ainda assim não aprender, a escola fracassou. [...] 
    Mas sem dúvida a oposição mais comum vem dos membros do grupo 3, que usam a seguinte palavra mágica: contextualizar. Escreve Pilar Lacerda, secretária da Educação Básica do MEC: "Divulgar o Ideb é necessário. Mas o contexto onde está a escola faz muita diferença nos resultados. Por isso é perigoso (sic) uma comparação ‘fria’ dos resultados". [...] Essa visão é caudatária de um mal que acomete grande parte dos nossos compatriotas: o de achar que o esforço importa mais que o resultado. [...]É mais difícil fazer com que esse aluno, nesse contexto, aprenda o mesmo que outro de boa família? Sem dúvida! O problema dessas escolas não é como os seus resultados ruins são divulgados, se serão servidos frios, quentes ou mornos: o problema são os resultados! [...] Nosso problema não é termos alunos pobres: é que nosso sistema educacional não sabe como ensiná-los, e está mais preocupado em encontrar meios de continuar não enxergando essa deficiência do que em solucioná-la. [...] precisamos que a escola dos pobres ensine mais do que a dos ricos. É difícil? Muito. Mas deve ser a nossa meta. E, se o Brasil como um todo não melhorar seu nível educacional, jamais chegará ao Primeiro Mundo. Esse é o non sequitur desse pensamento dos "contextualizadores": seria necessário nos tornarmos um país de gente rica para que pudéssemos dar educação de qualidade a todos. Mas a verdade é que o salto da educação precisa vir antes: sem educação de qualidade, não teremos desenvolvimento sustentado. Podemos nos enganar com um crescimento econômico puxado pela alta de valor das commodities, mas em algum momento teremos de encarar a realidade: um país não pode ser melhor, mais rico e mais bem preparado do que as pessoas que o compõem.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
3321: D
3322: C
3323: A
3324: D
3325: D
3326: B
3327: A
3328: B
3329: D
3330: A
3331: B
3332: A
3333: D
3334: A
3335: B
3336: D
3337: B
3338: X
3339: B
3340: X