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Redigir um documento oficial com a norma padrão da língua portuguesa não significa utilizar linguagem rebuscada ou termos técnicos restritos a um determinado grupo social. O uso da norma padrão visa conferir impessoalidade às comunicações oficiais e informar com o máximo de clareza e concisão.
A formalidade das comunicações oficiais não se limita ao emprego adequado dos pronomes de tratamento, devendo-se observar, também, a polidez, a civilidade e a obediência às regras de impessoalidade e ao padrão culto da linguagem.
Caso o ministro titular do MDIC queira informar o presidente da República acerca de assunto relacionado ao comércio exterior, deverá fazê-lo por meio da exposição de motivos, a qual obedece às orientações do padrão ofício e é emitida obrigatoriamente com formulário de anexo.
Para comunicação entre unidades administrativas do MDIC, há dois expedientes do padrão ofício indicados: o memorando, em caso de assuntos urgentes; ou o ofício, quando se tratar de exposição de projetos, ideias e diretrizes.
As comunicações assinadas pelo ministro titular do MDIC devem trazer o nome e o cargo, abaixo do local de assinatura, conforme o modelo a seguir.
(espaço para assinatura)
NOME
Ministro de Estado do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior
No texto, a oração “que ele não se chamava de ‘operário’ e sim de ‘metalúrgico’” (l.2-3) e a expressão “um pouco de dinheiro (l.13-14) exercem a mesma função sintática.
O sentido original do texto seria mantido caso fosse inserida vírgula imediatamente antes do pronome “que”, em “pegar barras de metal que vinham deslizando” (l.10).
No trecho “porque também tinha orgulho de ser datilógrafa” (l.4-5), seriam mantidos a correção gramatical e o sentido original do texto se o termo “porque” fosse substituído pelo vocábulo porquanto.
O sentido original do texto e a sua clareza seriam mantidos caso o pronome “dele” (l.4) fosse substituído por sua.
Infere-se do texto que, nos últimos anos, a sociedade tem-se tornado mais violenta devido à valorização de trabalhos nos quais predominam o conhecimento científico e o tecnológico.
Depreende-se da argumentação do autor que a preguiça humana é essencialmente responsável por processos mentais elaborados e, por isso, constitui a principal característica do trabalhador moderno.
Sem prejuízo para a correção gramatical e o sentido original do texto, poderia ser inserida a expressão do modo ou a expressão da maneira imediatamente após a forma verbal “resistem” (l.23).
No trecho “a obrigação de sonhar” (l.16), a correção gramatical seria mantida se a preposição “de” fosse substituída por em.
O emprego do sinal indicativo de crase em “à capacidade” (l.3-4) e “à possibilidade” (l.4) justifica-se pela regência da forma verbal “relaciona-se” (l.2) e pela presença de artigo definido feminino.
Seriam mantidos o sentido do texto e a correção gramatical caso o termo “contudo” (l.9) fosse substituído por todavia.
Conclui-se do texto que o faturamento e o nível de emprego das empresas brasileiras não refletem a desindustrialização sistemática que ocorre no país desde 2009.
Nos trechos ‘pois, na verdade, é importadora’ (l.22) e ‘e, com certeza, no setor de bens de capital’ (l.24), as vírgulas foram empregadas para isolar apostos explicativos
No trecho “à medida que as fabricantes, a partir dos anos 90 do século passado, tornavam-se principalmente montadoras de itens importados” (l.19-21), a expressão “à medida que” introduz uma oração que exprime ideia de conformidade.
O emprego do acento gráfico nos vocábulos “índice” e “período” justifica-se com base na mesma regra de acentuação gráfica
No trecho ‘que podemos chamar de silenciosa’ (l.15-16), o termo ‘de silenciosa’ denota uma qualidade atribuída ao complemento direto da forma verbal ‘chamar’, função exercida pelo pronome ‘que’