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A icterícia é o sinal ou sintoma mais comum da colecistite calculosa aguda.
A colangite esclerosante primária tem forte associação com a retocolite ulcerativa, mas isso não aumenta o risco de esses pacientes desenvolverem colangiocarcinoma, quando comparados à população em geral, ou seja, os que não tenham essa doença.
A ressecção do íleo terminal e a perda ponderal rápida são alguns dos fatores de risco para o desenvolvimento de cálculos biliares.
A dosagem de marcadores tumorais no sangue, destacadamente o antígeno carcinoembrionário (CEA), representa a melhor estratégia de rastreamento populacional, por ser pouco invasivo e de baixo custo.
Ao se compararem os prognósticos de pacientes com câncer colorretal com mesmo estadiamento, o prognóstico pós-operatório de um paciente com câncer colorretal hereditário não relacionado com a polipose (HNPCC), ou síndrome de Lynch, é melhor que o de um paciente que não possua essa síndrome.
Os genes de supressão tumoral, os genes de reparo do não pareamento do DNA (ácido desoxirribonucleico) e os proto-oncogenes contribuem para o aparecimento da neoplasia colorretal de caráter hereditário, não estando relacionados com o câncer esporádico.
Caso haja suspeita de pneumotórax no paciente em questão, a eventual drenagem em selo d’água deve ser postergada até que seja feita a intubação orotraqueal e o paciente tenha sido colocado em respiração mecânica.
Se, durante o exame neurológico do paciente citado, verificar-se ausência de reflexos, especificamente dos reflexos sacrais, como o bulbocavernoso, tem-se indicada a presença de choque medular e o prognóstico de que o grau real da lesão anatômica pode ser menor que o inicialmente constatado.
O grau do nível de consciência do referido paciente deve ser avaliado rapidamente com base na escala de coma de Glasgow, na qual são pesquisadas a melhor resposta verbal, a melhor resposta motora e a abertura ocular.
As principais vantagens do exame ultrassonográfico em relação à tomografia computadorizada para avaliação de possível trauma abdominal no referido paciente são: menor custo e possibilidade de realização do exame na própria sala de atendimento de emergência.
De acordo com a ASA (American Society of Anesthesiologists), esse paciente é classificado, quanto ao estado físico, como ASA I, pois a doença sistêmica que apresenta é leve e está compensada.
Em casos semelhantes ao apresentado, geralmente é permitido ao paciente, durante o período perioperatório, continuar utilizando as medicações anti-hipertensivas.
Nesse paciente, o uso do anestésico inalatório halotano promove o aumento da pressão arterial, por provocar aumento da resistência vascular sistêmica.
ambulatorial, relatou ter observado, há um mês, uma úlcera na
região pré-tibial esquerda, que vem aumentando progressivamente
de tamanho. Informou também fazer acompanhamento médico em
razão de miocardiopatia isquêmica grave e fibrilação atrial crônica
(em uso de amiodarona). A investigação possibilitou confirmar o
diagnóstico de leishmaniose tegumentar americana.
Considerando esse caso clínico, julgue o seguinte item.
ambulatorial, relatou ter observado, há um mês, uma úlcera na
região pré-tibial esquerda, que vem aumentando progressivamente
de tamanho. Informou também fazer acompanhamento médico em
razão de miocardiopatia isquêmica grave e fibrilação atrial crônica
(em uso de amiodarona). A investigação possibilitou confirmar o
diagnóstico de leishmaniose tegumentar americana.
Considerando esse caso clínico, julgue o seguinte item.
ambulatorial, relatou ter observado, há um mês, uma úlcera na
região pré-tibial esquerda, que vem aumentando progressivamente
de tamanho. Informou também fazer acompanhamento médico em
razão de miocardiopatia isquêmica grave e fibrilação atrial crônica
(em uso de amiodarona). A investigação possibilitou confirmar o
diagnóstico de leishmaniose tegumentar americana.
Considerando esse caso clínico, julgue o seguinte item.
emergência de um hospital terciário, com relato de cefaleia intensa
iniciada há cerca de 1 hora, negava febre e outras comorbidades.
No exame clínico, apresentou pressão arterial de
140 mmHg × 90 mmHg, frequência cardíaca de 90 bpm, frequência
respiratória de 20 irpm e presença de rigidez de nuca, com escore
de 15 pontos na escala de coma de Glasgow. Uma tomografia
computadorizada do crânio definiu o diagnóstico de hemorragia
subaracnoide.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item abaixo.
emergência de um hospital terciário, com relato de cefaleia intensa
iniciada há cerca de 1 hora, negava febre e outras comorbidades.
No exame clínico, apresentou pressão arterial de
140 mmHg × 90 mmHg, frequência cardíaca de 90 bpm, frequência
respiratória de 20 irpm e presença de rigidez de nuca, com escore
de 15 pontos na escala de coma de Glasgow. Uma tomografia
computadorizada do crânio definiu o diagnóstico de hemorragia
subaracnoide.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item abaixo.
emergência de um hospital terciário, com relato de cefaleia intensa
iniciada há cerca de 1 hora, negava febre e outras comorbidades.
No exame clínico, apresentou pressão arterial de
140 mmHg × 90 mmHg, frequência cardíaca de 90 bpm, frequência
respiratória de 20 irpm e presença de rigidez de nuca, com escore
de 15 pontos na escala de coma de Glasgow. Uma tomografia
computadorizada do crânio definiu o diagnóstico de hemorragia
subaracnoide.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item abaixo.
médico, relatando dispneia progressiva há três anos, associada à
tosse produtiva persistente ao longo desse período. Há quatro dias,
observou aumento da quantidade de secreção e alteração do seu
aspecto, tornando-se amarelada e espessa. Negou ter tido febre e
informou ser tabagista com carga tabágica de 50 maços/ano e ter
diagnóstico prévio de hiperplasia benigna de próstata. Ao exame
clínico, o paciente apresentava-se levemente dispneico, com
frequência respiratória de 20 irpm, frequência cardíaca de 90 bpm
e saturação de oxigênio de 94% (ar ambiente). Na ausculta
respiratória, foram constatados sibilos tele-expiratórios difusos,
esparsos, em toda a região dorsal. O hemograma era normal e não
se observaram alterações significativas na radiografia de tórax.
Considerando os dados clínicos e laboratoriais, o médico optou por
tratar esse paciente com amoxicilina (associado ao clavulanato), por
via oral, com inalações com brometo de ipratrópio e com
prednisona por via oral, por três dias, até nova reavaliação.
O paciente iniciou o tratamento prescrito e retornou ao hospital em
razão de dificuldades para urinar e retenção urinária.
Com base nas informações desse caso clínico, julgue o item
subsequente.