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Na interdisciplinaridade, há um intercâmbio dos diferentes saberes e competências técnicas, em que os profissionais envolvidos discutem seus conhecimentos e condições de contribuição.
Em uma equipe interdisciplinar, espera-se que médicos e enfermeiros invistam no aprimoramento de suas condições de comunicação com os profissionais não médicos tanto quanto investem em suas habilidades técnico-instrumentais.
A assistência à saúde requer equipes multiprofissionais nas quais os procedimentos e técnicas utilizadas em cada etapa da assistência demandam a ação de um profissional específico, sem o que o tratamento fica inviável.
Ao atender a um paciente cujas condições de saúde estejam fora de seu repertório técnico, o psicólogo deve encaminhá-lo para um profissional em condições de viabilizar o atendimento como necessário.
O psicólogo que souber ou testemunhar a transgressão do código de ética profissional por parte de colegas psicólogos em equipes multiprofissionais deve manter sigilo acerca do assunto e aguardar que o comitê de ética institucional adote as medidas cabíveis, caso tome conhecimento dos fatos.
O atendimento psicológico a um paciente que está sendo assistido por um colega só é permitido quando houver encaminhamento expresso, um pedido de parecer técnico ou em caso de emergência.
Em equipes interdisciplinares, o psicólogo precisa usar prontuário único e disponibilizar todas as informações colhidas, enquanto, em equipes multidisciplinares, o caráter sigiloso deve ser enfatizado e apenas informações essenciais podem ser compartilhadas.
As definições conceituais de psicologia hospitalar, de medicina comportamental e de psicologia da saúde delimitam diferenças importantes nos objetivos, objetos de estudo e técnicas interventivas entre psicólogos que atuam em contextos médico-hospitalares.
O modelo biomédico de saúde é o sustentáculo teórico da psicologia da saúde, visto que entende o adoecimento e a cura como um processo mediado por variáveis físicas, psicológicas e sociais.
A medicina psicossomática entende o adoecimento como um processo multifatorial, em que o aspecto cultural, o afetivo e o biológico desempenham papel essencial.
A medicina psicossomática tem fundamentação teórica de base psicanalítica e surgiu na medicina, exercida por médicos, na busca de um entendimento do processo de adoecimento e cura mais satisfatório do que se tinha até aquele momento.
A psicologia médica, gerada no contexto da medicina psicossomática, é uma subárea da psicologia da saúde onde apenas profissionais médicos atuam.
O aumento crescente no número de sobreviventes portadores de doenças crônicas é um dos fatores que justificam a prática psicológica no contexto médico-hospitalar.
A presença de fonte de infecção é condição suficiente para que ocorra a transmissão de infecções em ambiente hospitalar.
Manter abertas as portas e as janelas dos quartos de pacientes portadores de doenças transmitidas pelo ar, para favorecer a ventilação do ambiente, é uma das precauções a serem tomadas a fim de evitar infecções.
A integralidade da assistência, que compreende as ações e os serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, é exigida somente no nível básico de assistência.
O SUS deve executar ações de vigilância epidemiológica, de vigilância sanitária, de saúde do trabalhador e de assistência terapêutica integral, incluindo a farmacêutica.
Para pacientes com elevado risco nutricional, não sendo possível utilizar a via digestiva, adota-se a terapia nutricional parenteral, que deve ser mantida mesmo na vigência de instabilidade hemodinâmica.
São indicadores de risco nutricional tumores localizados no estômago, esôfago, pâncreas, faringe, laringe e pulmão.
Independentemente dos resultados da contagem de linfócitos T-CD4, pacientes infectados pelo HIV que estejam sintomáticos devem receber a TARV, ainda que essa terapia provoque alterações no metabolismo de glicose e de lipídeos.