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Q4383207 Não definido
O caso hipotético contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


“Um agrônomo elaborou uma relação matemática que informa a taxa de colonização de fungos ‘F’ em uma plantação de tomates em função da temperatura média durante o período entre o plantio e a colheita, denominada ‘T’. A expressão obtida foi:  Q16_17.png (141×56) em que a temperatura é medida em graus Celsius e a taxa é a porcentagem da plantação que foi acometida pela colonização de fungos.”
Para uma temperatura média de 36° C, qual será a taxa de colonização de fungos encontrada, conforme a expressão do agrônomo?
Alternativas
Q4383206 Não definido
Uma determinada escola oferta as três séries do ensino médio: primeiro, segundo e terceiro anos. As quantidades de alunos no primeiro, segundo e terceiro anos são diretamente proporcionais a 10, 9 e 8, respectivamente. Considerando que a diferença do número de alunos no primeiro e no terceiro anos é 108, é possível concluir que o número de alunos dessa escola está compreendido entre:
Alternativas
Q4383205 Não definido
Sobre um rio de margens paralelas foi construída uma ponte PA, cujo comprimento é 32 metros. Devido a problemas estruturais nessa ponte, foi necessário construir uma segunda ponte PB, conforme a figura: 

Q14.png (272×137)

Levando em consideração que o problema em PA foi identificado a 8 metros, medidos ao longo da ponte e que o ponto correspondente na outra ponte está a 10 metros, qual será o comprimento da ponte PB sobre esse rio?
Alternativas
Q4383204 Não definido
Um professor de matemática possui um cofre em sua residência, que contém uma senha de três dígitos. A fim de aumentar a segurança do cofre, foi instalado um painel que gera, periodicamente, duas matrizes A e B, compostas por números inteiros; a senha é obtida através do produto A x B. Em determinado momento, o painel apresentou a configuração da figura, em que estão representadas as matrizes A, B e a forma de se calcular a senha:

Q13.png (267×107)

Considerando as informações, assinale o módulo do produto dos elementos que formam a senha do cofre nessa apresentação.
Alternativas
Q4383203 Não definido
Considere um triângulo que possui um ângulo interno de 90°; os seus lados A, B e C são dados em centímetros: lado A = 3x; lado B = 3x + 1; e, lado C = 3x/2  -1.  Qual é o valor do perímetro desse triângulo? 
Alternativas
Q4383202 Não definido
Márcia é professora de Educação Básica e trabalha 28 horas por semana. Esse tempo de trabalho é dividido entre as atividades de planejamento, de correção das atividades aplicadas e de ministrar aulas, sendo que o tempo gasto para corrigir as atividades equivale à metade do tempo de planejamento; a soma dos tempos de planejamento e correção as atividades equivale a 3/4 do tempo que Márcia trabalha ministrando aulas. De acordo com tais informações, quantas horas Márcia trabalha semanalmente lecionando?
Alternativas
Q4383201 Não definido
Em um poliedro convexo, o número de arestas supera o número de faces em 19 unidades; a quantidade de vértices representa o triplo do número de faces. Quantas faces esse poliedro possui?
Alternativas
Q4383200 Não definido
O cone de revolução apresentado possui volume igual a 471 litros e raio 50 cm. 

Q9.png (192×190)

Considerando que o desenho está fora de escala e que π = 3,14, qual é a altura “h” do cone?
Alternativas
Q4382855 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A Gramática: conhecimento e ensino


    Uma das perguntas que um professor de língua pátria se faz constantemente é, com certeza, o que significa, em termos operacionais, gramática, e, a partir daí, o que representa, em sala de aula, ensinar gramática.

    Não é necessária muita argumentação para que se assegure que ensinar eficientemente a língua – e, portanto, a gramática – é, acima de tudo, propiciar e conduzir a reflexão sobre o funcionamento da linguagem, e de uma maneira, afinal, óbvia: indo pelo uso linguístico, para chegar aos resultados de sentido. Afinal, as pessoas falam – exercem a linguagem, usam a língua – para produzir sentidos, e, desse modo, estudar gramática é, exatamente, pôr sob exame o exercício da linguagem, o uso da língua, afinal, a fala. 

    Isso significa que a escola não pode criar no aluno a falsa e estéril noção de que falar e ler ou escrever não têm nada que ver com gramática.

     E volto ao primeiro ponto, o que constitui a chave da questão, que é a noção do que seja gramática, e, então, do que seja a atividade de “ensinar” gramática.

     [...] 

    Falar e escrever bem é, acima de tudo, ser bem-sucedido na interação. E isso ocorre de maneiras bastante diferentes, como diferentes forem as situações de comunicação e as funções privilegiadamente ativadas: é levar alguém a agir, se era isso o que o falante pretendia (e agir do modo como ele pretendia), é fazer alguém acreditar, se isso era o necessário no momento (e, como o que está em questão não é a ética, podemos até dizer: acreditar “entendendo”, se isso convinha, ou até acreditar “não entendendo”, se era o que convinha), e assim por diante; ou é, afinal, por exemplo, obter apenas fruição do interlocutor, se a predominância da “função poética” era pretendida.


(NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática: conhecimento e ensino. In: Língua Portuguesa em debate. José Carlos de Azeredo (Org.). Ed. Vozes Ltda. Fragmento.)
Quanto à “função poética” da língua citada no último parágrafo do texto, pode-se afirmar que:

I. Está centrada na própria mensagem.
II. Valoriza a informação pela forma como é veiculada.
III. Veicula sentimentos, emoções e julgamentos do emissor.
IV. Emprega expressões que mantêm o contato com o interlocutor.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q4382854 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A Gramática: conhecimento e ensino


    Uma das perguntas que um professor de língua pátria se faz constantemente é, com certeza, o que significa, em termos operacionais, gramática, e, a partir daí, o que representa, em sala de aula, ensinar gramática.

    Não é necessária muita argumentação para que se assegure que ensinar eficientemente a língua – e, portanto, a gramática – é, acima de tudo, propiciar e conduzir a reflexão sobre o funcionamento da linguagem, e de uma maneira, afinal, óbvia: indo pelo uso linguístico, para chegar aos resultados de sentido. Afinal, as pessoas falam – exercem a linguagem, usam a língua – para produzir sentidos, e, desse modo, estudar gramática é, exatamente, pôr sob exame o exercício da linguagem, o uso da língua, afinal, a fala. 

    Isso significa que a escola não pode criar no aluno a falsa e estéril noção de que falar e ler ou escrever não têm nada que ver com gramática.

     E volto ao primeiro ponto, o que constitui a chave da questão, que é a noção do que seja gramática, e, então, do que seja a atividade de “ensinar” gramática.

     [...] 

    Falar e escrever bem é, acima de tudo, ser bem-sucedido na interação. E isso ocorre de maneiras bastante diferentes, como diferentes forem as situações de comunicação e as funções privilegiadamente ativadas: é levar alguém a agir, se era isso o que o falante pretendia (e agir do modo como ele pretendia), é fazer alguém acreditar, se isso era o necessário no momento (e, como o que está em questão não é a ética, podemos até dizer: acreditar “entendendo”, se isso convinha, ou até acreditar “não entendendo”, se era o que convinha), e assim por diante; ou é, afinal, por exemplo, obter apenas fruição do interlocutor, se a predominância da “função poética” era pretendida.


(NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática: conhecimento e ensino. In: Língua Portuguesa em debate. José Carlos de Azeredo (Org.). Ed. Vozes Ltda. Fragmento.)
De acordo com o último parágrafo do texto: 
Alternativas
Q4382853 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A Gramática: conhecimento e ensino


    Uma das perguntas que um professor de língua pátria se faz constantemente é, com certeza, o que significa, em termos operacionais, gramática, e, a partir daí, o que representa, em sala de aula, ensinar gramática.

    Não é necessária muita argumentação para que se assegure que ensinar eficientemente a língua – e, portanto, a gramática – é, acima de tudo, propiciar e conduzir a reflexão sobre o funcionamento da linguagem, e de uma maneira, afinal, óbvia: indo pelo uso linguístico, para chegar aos resultados de sentido. Afinal, as pessoas falam – exercem a linguagem, usam a língua – para produzir sentidos, e, desse modo, estudar gramática é, exatamente, pôr sob exame o exercício da linguagem, o uso da língua, afinal, a fala. 

    Isso significa que a escola não pode criar no aluno a falsa e estéril noção de que falar e ler ou escrever não têm nada que ver com gramática.

     E volto ao primeiro ponto, o que constitui a chave da questão, que é a noção do que seja gramática, e, então, do que seja a atividade de “ensinar” gramática.

     [...] 

    Falar e escrever bem é, acima de tudo, ser bem-sucedido na interação. E isso ocorre de maneiras bastante diferentes, como diferentes forem as situações de comunicação e as funções privilegiadamente ativadas: é levar alguém a agir, se era isso o que o falante pretendia (e agir do modo como ele pretendia), é fazer alguém acreditar, se isso era o necessário no momento (e, como o que está em questão não é a ética, podemos até dizer: acreditar “entendendo”, se isso convinha, ou até acreditar “não entendendo”, se era o que convinha), e assim por diante; ou é, afinal, por exemplo, obter apenas fruição do interlocutor, se a predominância da “função poética” era pretendida.


(NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática: conhecimento e ensino. In: Língua Portuguesa em debate. José Carlos de Azeredo (Org.). Ed. Vozes Ltda. Fragmento.)
Considerando-se o emprego da conjunção “portanto” em “(...) língua – e, portanto, a gramática – (...)” (2º§) pode-se afirmar, de acordo com o contexto, que:
Alternativas
Q4382852 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A Gramática: conhecimento e ensino


    Uma das perguntas que um professor de língua pátria se faz constantemente é, com certeza, o que significa, em termos operacionais, gramática, e, a partir daí, o que representa, em sala de aula, ensinar gramática.

    Não é necessária muita argumentação para que se assegure que ensinar eficientemente a língua – e, portanto, a gramática – é, acima de tudo, propiciar e conduzir a reflexão sobre o funcionamento da linguagem, e de uma maneira, afinal, óbvia: indo pelo uso linguístico, para chegar aos resultados de sentido. Afinal, as pessoas falam – exercem a linguagem, usam a língua – para produzir sentidos, e, desse modo, estudar gramática é, exatamente, pôr sob exame o exercício da linguagem, o uso da língua, afinal, a fala. 

    Isso significa que a escola não pode criar no aluno a falsa e estéril noção de que falar e ler ou escrever não têm nada que ver com gramática.

     E volto ao primeiro ponto, o que constitui a chave da questão, que é a noção do que seja gramática, e, então, do que seja a atividade de “ensinar” gramática.

     [...] 

    Falar e escrever bem é, acima de tudo, ser bem-sucedido na interação. E isso ocorre de maneiras bastante diferentes, como diferentes forem as situações de comunicação e as funções privilegiadamente ativadas: é levar alguém a agir, se era isso o que o falante pretendia (e agir do modo como ele pretendia), é fazer alguém acreditar, se isso era o necessário no momento (e, como o que está em questão não é a ética, podemos até dizer: acreditar “entendendo”, se isso convinha, ou até acreditar “não entendendo”, se era o que convinha), e assim por diante; ou é, afinal, por exemplo, obter apenas fruição do interlocutor, se a predominância da “função poética” era pretendida.


(NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática: conhecimento e ensino. In: Língua Portuguesa em debate. José Carlos de Azeredo (Org.). Ed. Vozes Ltda. Fragmento.)
Sobre os efeitos de sentido em relação ao tipo de sujeito é correto afirmar que ainda que haja explicitação do sujeito, o uso de termos genéricos contribui para que o grau de comprometimento do enunciado diminua. Tal ocorrência pode ser observada nos trechos:

I. “que um professor de língua pátria se faz” (1º§)
II. “para que se assegure que ensinar eficientemente a língua” (2º§)
III. “Afinal, as pessoas falam – exercem a linguagem, usam a língua” (2º§)

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q4382851 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A Gramática: conhecimento e ensino


    Uma das perguntas que um professor de língua pátria se faz constantemente é, com certeza, o que significa, em termos operacionais, gramática, e, a partir daí, o que representa, em sala de aula, ensinar gramática.

    Não é necessária muita argumentação para que se assegure que ensinar eficientemente a língua – e, portanto, a gramática – é, acima de tudo, propiciar e conduzir a reflexão sobre o funcionamento da linguagem, e de uma maneira, afinal, óbvia: indo pelo uso linguístico, para chegar aos resultados de sentido. Afinal, as pessoas falam – exercem a linguagem, usam a língua – para produzir sentidos, e, desse modo, estudar gramática é, exatamente, pôr sob exame o exercício da linguagem, o uso da língua, afinal, a fala. 

    Isso significa que a escola não pode criar no aluno a falsa e estéril noção de que falar e ler ou escrever não têm nada que ver com gramática.

     E volto ao primeiro ponto, o que constitui a chave da questão, que é a noção do que seja gramática, e, então, do que seja a atividade de “ensinar” gramática.

     [...] 

    Falar e escrever bem é, acima de tudo, ser bem-sucedido na interação. E isso ocorre de maneiras bastante diferentes, como diferentes forem as situações de comunicação e as funções privilegiadamente ativadas: é levar alguém a agir, se era isso o que o falante pretendia (e agir do modo como ele pretendia), é fazer alguém acreditar, se isso era o necessário no momento (e, como o que está em questão não é a ética, podemos até dizer: acreditar “entendendo”, se isso convinha, ou até acreditar “não entendendo”, se era o que convinha), e assim por diante; ou é, afinal, por exemplo, obter apenas fruição do interlocutor, se a predominância da “função poética” era pretendida.


(NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática: conhecimento e ensino. In: Língua Portuguesa em debate. José Carlos de Azeredo (Org.). Ed. Vozes Ltda. Fragmento.)
Considerando que o emprego dos sinais de pontuação é de extrema importância, assinale a reescrita que mantém a correção gramatical do trecho: “Falar e escrever bem é, acima de tudo, ser bem-sucedido na interação.” (5º §)
Alternativas
Q4382850 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A Gramática: conhecimento e ensino


    Uma das perguntas que um professor de língua pátria se faz constantemente é, com certeza, o que significa, em termos operacionais, gramática, e, a partir daí, o que representa, em sala de aula, ensinar gramática.

    Não é necessária muita argumentação para que se assegure que ensinar eficientemente a língua – e, portanto, a gramática – é, acima de tudo, propiciar e conduzir a reflexão sobre o funcionamento da linguagem, e de uma maneira, afinal, óbvia: indo pelo uso linguístico, para chegar aos resultados de sentido. Afinal, as pessoas falam – exercem a linguagem, usam a língua – para produzir sentidos, e, desse modo, estudar gramática é, exatamente, pôr sob exame o exercício da linguagem, o uso da língua, afinal, a fala. 

    Isso significa que a escola não pode criar no aluno a falsa e estéril noção de que falar e ler ou escrever não têm nada que ver com gramática.

     E volto ao primeiro ponto, o que constitui a chave da questão, que é a noção do que seja gramática, e, então, do que seja a atividade de “ensinar” gramática.

     [...] 

    Falar e escrever bem é, acima de tudo, ser bem-sucedido na interação. E isso ocorre de maneiras bastante diferentes, como diferentes forem as situações de comunicação e as funções privilegiadamente ativadas: é levar alguém a agir, se era isso o que o falante pretendia (e agir do modo como ele pretendia), é fazer alguém acreditar, se isso era o necessário no momento (e, como o que está em questão não é a ética, podemos até dizer: acreditar “entendendo”, se isso convinha, ou até acreditar “não entendendo”, se era o que convinha), e assim por diante; ou é, afinal, por exemplo, obter apenas fruição do interlocutor, se a predominância da “função poética” era pretendida.


(NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática: conhecimento e ensino. In: Língua Portuguesa em debate. José Carlos de Azeredo (Org.). Ed. Vozes Ltda. Fragmento.)
Considerando os 1º e 2º parágrafos do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Os questionamentos citados no 1º§ são abordados no 2º§ na expressão do ponto de vista da autora.
( ) A articulista mostra-se contrária à tipologia argumentativa referente à abordagem de assuntos relevantes.
( ) A autora utiliza como recurso da argumentação, na introdução do texto, a exposição de questionamentos próprios a respeito da temática textual.
( ) Os questionamentos apresentados na introdução do texto são perguntas diretas, retóricas e objetivas, cujo propósito é propiciar ao interlocutor a possibilidade de refletir acerca do assunto em questão.

A sequência está correta em
Alternativas
Q4382849 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A Gramática: conhecimento e ensino


    Uma das perguntas que um professor de língua pátria se faz constantemente é, com certeza, o que significa, em termos operacionais, gramática, e, a partir daí, o que representa, em sala de aula, ensinar gramática.

    Não é necessária muita argumentação para que se assegure que ensinar eficientemente a língua – e, portanto, a gramática – é, acima de tudo, propiciar e conduzir a reflexão sobre o funcionamento da linguagem, e de uma maneira, afinal, óbvia: indo pelo uso linguístico, para chegar aos resultados de sentido. Afinal, as pessoas falam – exercem a linguagem, usam a língua – para produzir sentidos, e, desse modo, estudar gramática é, exatamente, pôr sob exame o exercício da linguagem, o uso da língua, afinal, a fala. 

    Isso significa que a escola não pode criar no aluno a falsa e estéril noção de que falar e ler ou escrever não têm nada que ver com gramática.

     E volto ao primeiro ponto, o que constitui a chave da questão, que é a noção do que seja gramática, e, então, do que seja a atividade de “ensinar” gramática.

     [...] 

    Falar e escrever bem é, acima de tudo, ser bem-sucedido na interação. E isso ocorre de maneiras bastante diferentes, como diferentes forem as situações de comunicação e as funções privilegiadamente ativadas: é levar alguém a agir, se era isso o que o falante pretendia (e agir do modo como ele pretendia), é fazer alguém acreditar, se isso era o necessário no momento (e, como o que está em questão não é a ética, podemos até dizer: acreditar “entendendo”, se isso convinha, ou até acreditar “não entendendo”, se era o que convinha), e assim por diante; ou é, afinal, por exemplo, obter apenas fruição do interlocutor, se a predominância da “função poética” era pretendida.


(NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática: conhecimento e ensino. In: Língua Portuguesa em debate. José Carlos de Azeredo (Org.). Ed. Vozes Ltda. Fragmento.)
De acordo com o emprego e contexto em que as palavras aparecem no texto é possível identificar diferentes classificações e funções. Considerando a afirmação anterior, analise o emprego da palavra “se” nos trechos destacados a seguir:

I. “Uma das perguntas que um professor de língua pátria se faz [...]” – conjunção coordenativa
II. “Não é necessária muita argumentação para que se assegure [...]” – índice de indeterminação do sujeito
III. “[...] é levar alguém a agir, se era isso o que o falante pretendia [...]” – conjunção subordinativa

A correspondência está correta apenas em
Alternativas
Q4382848 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A Gramática: conhecimento e ensino


    Uma das perguntas que um professor de língua pátria se faz constantemente é, com certeza, o que significa, em termos operacionais, gramática, e, a partir daí, o que representa, em sala de aula, ensinar gramática.

    Não é necessária muita argumentação para que se assegure que ensinar eficientemente a língua – e, portanto, a gramática – é, acima de tudo, propiciar e conduzir a reflexão sobre o funcionamento da linguagem, e de uma maneira, afinal, óbvia: indo pelo uso linguístico, para chegar aos resultados de sentido. Afinal, as pessoas falam – exercem a linguagem, usam a língua – para produzir sentidos, e, desse modo, estudar gramática é, exatamente, pôr sob exame o exercício da linguagem, o uso da língua, afinal, a fala. 

    Isso significa que a escola não pode criar no aluno a falsa e estéril noção de que falar e ler ou escrever não têm nada que ver com gramática.

     E volto ao primeiro ponto, o que constitui a chave da questão, que é a noção do que seja gramática, e, então, do que seja a atividade de “ensinar” gramática.

     [...] 

    Falar e escrever bem é, acima de tudo, ser bem-sucedido na interação. E isso ocorre de maneiras bastante diferentes, como diferentes forem as situações de comunicação e as funções privilegiadamente ativadas: é levar alguém a agir, se era isso o que o falante pretendia (e agir do modo como ele pretendia), é fazer alguém acreditar, se isso era o necessário no momento (e, como o que está em questão não é a ética, podemos até dizer: acreditar “entendendo”, se isso convinha, ou até acreditar “não entendendo”, se era o que convinha), e assim por diante; ou é, afinal, por exemplo, obter apenas fruição do interlocutor, se a predominância da “função poética” era pretendida.


(NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática: conhecimento e ensino. In: Língua Portuguesa em debate. José Carlos de Azeredo (Org.). Ed. Vozes Ltda. Fragmento.)
“A ordem das palavras na frase não é aleatória. Algumas inversões podem tornar o enunciado agramatical; outras podem alterar totalmente o seu sentido.” Em relação ao assunto tratado no texto, a afirmativa anterior está:
Alternativas
Q4382847 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A Gramática: conhecimento e ensino


    Uma das perguntas que um professor de língua pátria se faz constantemente é, com certeza, o que significa, em termos operacionais, gramática, e, a partir daí, o que representa, em sala de aula, ensinar gramática.

    Não é necessária muita argumentação para que se assegure que ensinar eficientemente a língua – e, portanto, a gramática – é, acima de tudo, propiciar e conduzir a reflexão sobre o funcionamento da linguagem, e de uma maneira, afinal, óbvia: indo pelo uso linguístico, para chegar aos resultados de sentido. Afinal, as pessoas falam – exercem a linguagem, usam a língua – para produzir sentidos, e, desse modo, estudar gramática é, exatamente, pôr sob exame o exercício da linguagem, o uso da língua, afinal, a fala. 

    Isso significa que a escola não pode criar no aluno a falsa e estéril noção de que falar e ler ou escrever não têm nada que ver com gramática.

     E volto ao primeiro ponto, o que constitui a chave da questão, que é a noção do que seja gramática, e, então, do que seja a atividade de “ensinar” gramática.

     [...] 

    Falar e escrever bem é, acima de tudo, ser bem-sucedido na interação. E isso ocorre de maneiras bastante diferentes, como diferentes forem as situações de comunicação e as funções privilegiadamente ativadas: é levar alguém a agir, se era isso o que o falante pretendia (e agir do modo como ele pretendia), é fazer alguém acreditar, se isso era o necessário no momento (e, como o que está em questão não é a ética, podemos até dizer: acreditar “entendendo”, se isso convinha, ou até acreditar “não entendendo”, se era o que convinha), e assim por diante; ou é, afinal, por exemplo, obter apenas fruição do interlocutor, se a predominância da “função poética” era pretendida.


(NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática: conhecimento e ensino. In: Língua Portuguesa em debate. José Carlos de Azeredo (Org.). Ed. Vozes Ltda. Fragmento.)
Pode-se afirmar que o título do texto indica:
Alternativas
Q4382846 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A Gramática: conhecimento e ensino


    Uma das perguntas que um professor de língua pátria se faz constantemente é, com certeza, o que significa, em termos operacionais, gramática, e, a partir daí, o que representa, em sala de aula, ensinar gramática.

    Não é necessária muita argumentação para que se assegure que ensinar eficientemente a língua – e, portanto, a gramática – é, acima de tudo, propiciar e conduzir a reflexão sobre o funcionamento da linguagem, e de uma maneira, afinal, óbvia: indo pelo uso linguístico, para chegar aos resultados de sentido. Afinal, as pessoas falam – exercem a linguagem, usam a língua – para produzir sentidos, e, desse modo, estudar gramática é, exatamente, pôr sob exame o exercício da linguagem, o uso da língua, afinal, a fala. 

    Isso significa que a escola não pode criar no aluno a falsa e estéril noção de que falar e ler ou escrever não têm nada que ver com gramática.

     E volto ao primeiro ponto, o que constitui a chave da questão, que é a noção do que seja gramática, e, então, do que seja a atividade de “ensinar” gramática.

     [...] 

    Falar e escrever bem é, acima de tudo, ser bem-sucedido na interação. E isso ocorre de maneiras bastante diferentes, como diferentes forem as situações de comunicação e as funções privilegiadamente ativadas: é levar alguém a agir, se era isso o que o falante pretendia (e agir do modo como ele pretendia), é fazer alguém acreditar, se isso era o necessário no momento (e, como o que está em questão não é a ética, podemos até dizer: acreditar “entendendo”, se isso convinha, ou até acreditar “não entendendo”, se era o que convinha), e assim por diante; ou é, afinal, por exemplo, obter apenas fruição do interlocutor, se a predominância da “função poética” era pretendida.


(NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática: conhecimento e ensino. In: Língua Portuguesa em debate. José Carlos de Azeredo (Org.). Ed. Vozes Ltda. Fragmento.)
Partindo do pressuposto de que a coesão textual é imprescindível para que haja conexão entre os enunciados permitindo a comunicação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4382845 Não definido
    [...]
    E Cordulina, botando a vergonha de lado, com o Duquinha no quadril – que as privações tinham desensinado de andar, e agora mal engatinhava – dirigia-se às casas, pedindo um leitinho para dar ao filho, um restinho de farinha ou de goma pra fazer uma papa...
     A pobre da burra, que vinham sustentando Deus sabe como, com casca de pau e sabugos de monturo, foi emagrecendo, descarnando, até ficar uma dura armação de ossos, envolvida num couro sujo, esburacado de vermelho.
    Chico Bento julgou melhor trocá-la por qualquer cinco mil réis, do que ser forçado a abandoná-la por aí, meio morta, em algum pedaço de caminho.
(QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. 33. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1984. Fragmento.)

Escritores como Rachel de Queiroz optaram por retratar as misérias humanas, principalmente, no sertão do Nordeste, conforme observado no fragmento anterior. O referido grupo pode ser reconhecido como autores pertencentes à: 
Alternativas
Q4382844 Não definido
“Uma noite destas, vindo da cidade para o Engenho Novo, encontrei num trem da Central um rapaz aqui do bairro, que eu conheço de vista e de chapéu. Cumprimentou-me, sentou-se ao pé de mim, falou da lua e dos ministros, e acabou recitando- -me versos. A viagem era curta, e os versos pode ser que não fossem inteiramente maus. Sucedeu, porém, que, como eu estava cansado, fechei os olhos três ou quatro vezes; tanto bastou para que ele interrompesse a leitura e metesse os versos no bolso.”

(Machado de Assis. Dom Casmurro. Disponível em: www.dominiopublico. gov.br. Com adaptações.)

O trecho anterior dá início ao romance Dom Casmurro, obra de Machado de Assis. Considerando a estética literária a qual pertence esta obra, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Respostas
3481: B
3482: A
3483: D
3484: B
3485: C
3486: B
3487: D
3488: D
3489: A
3490: C
3491: A
3492: A
3493: A
3494: D
3495: B
3496: A
3497: C
3498: B
3499: D
3500: B