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Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1197016 Química
Sobre o efeito estufa, analise:
I. É um processo que ocorre quando a radiação solar refletida pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera.
II. A ocorrência de um agravamento do efeito estufa que desestabilize o equilíbrio energético do planeta, pode acarretar um fenômeno conhecido como aquecimento global.
III. O efeito estufa, embora prejudicial em excesso, é também vital para a vida na terra.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1195819 Engenharia Civil
O tratamento de águas para abastecimento doméstico de uma localidade adota as seguintes etapas/referências em seu procedimento até a distribuição da água tratada: (ETA) Estação de tratamento de água; (EEAB) Estação elevatória de água bruta; (COAG) Coagulação; (DES) Desinfecção; (ECAP) Estação de captação de água; (MEPh) Medição Ph para início do tratamento; (CPh) Correção do Ph; (FLOC) Floculação; (FILT) Filtração; (CSPh) Controle Ph da água tratada; (FL) Fluoretação; (DEC) Decantadores. Assinale a alternativa que apresenta a ordem sequencial lógica para estas etapas:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1195605 Desenho Técnico
Assinale a função de Escala no desenho técnico:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1195424 Design Gráfico
Assinale abaixo, quais são os elementos frequentemente usados no desenho técnico:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1194414 Noções de Informática
Sobre os conceitos relacionados à Internet, assinale um dos principais programas para acesso ao conteúdo da web:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1190156 Química
Um átomo possui 19 prótons, 20 nêutrons e 19 elétrons. Assinale o seu número atômico:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1184555 Mecânica
Suponha que um técnico tenha que desenhar um projeto elétrico de um ambiente de 10 metros de largura por 15 metros de comprimento. Sabe -se que para conseguir desenhar este projeto em uma folha de papel, é necessário fazer uma redução de escala do ambiente. Assinale a afirmativa INCORRETA: (OBS: Largura refere -se ao eixo horizontal e altura ao eixo ve rtical. O desenho poderá ser virado pelo técnico como tentativa de enquadrá-lo.)
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1182473 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em uma ETA, o valor do pH da água tratada deve estar o mais próximo possível de: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1182418 Engenharia Ambiental e Sanitária
Assinale a última fase do tratamento da água bruta:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1181535 Engenharia Florestal
Economia verde
Em pouco mais de dois séculos após a Primeira Revolução Industrial (século 18), a busca por acúmulo de dinheiro ou de capital possibilitou um grande processo de industrialização que, claro, trouxe benefícios incríveis para a humanidade. No entanto, nossa civilização chegou ao limite e atualmente produz mais destruição que riqueza.
Há décadas, cientistas e analistas têm apontado que o nosso avanço econômico é produzido à custa de um preço muito alto. A gigantesca oferta de bens e serviços – inimaginável pelas gerações anteriores – é simplesmente insustentável em termos de meio ambiente.
Desde a publicação, em 1962, do clássico Primavera Silenciosa, da jornalista americana Rachel Carson, o assunto é debatido em diversas reuniões internacionais patrocinadas pela ONU. O Relatório Bruntland – mais conhecido como Nosso Futuro Comum –, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Maior Ambiente em 1987, conceitualiza a ideia de economia sustentável e defende a urgência de sua adoção. Ao contrário da economia predatória, que utiliza os recursos como se fossem infindáveis, a versão sustentável considera o impacto da produção sobre o ambiente, anulando-o. Atualmente, um movimento em favor da economia sustentável vem se desenvolvendo e apresentando propostas alternativas ao atual modelo corporativo que guia a economia. A “economia verde” tem seu espaço e grandes distribuidoras começam a embarcar na tendência.
Na obra Designing the Green Economy the Post industrial Alternative to Corporate Globalization (Planejando a Economia Verde, a Alternativa para a Globalização Corporativa), o autor Brian Milani, do Programa de Negócios e Ambiente, da Faculdade de Estudos Ambientais da Universidade de York, em Toronto (Canadá) define economia verde como a “economia do mundo real – o mundo do trabalho, das necessidades humanas, dos materiais disponíveis na Terra e como todos esses mundos devem se combinar de forma harmoniosa”.
Tal alternativa propõe uma mudança de paradigma, pois enfatiza a qualidade em vez da quantidade, a regeneração – de indivíduos, comunidades e ecossistemas –, em vez do acúmulo de riqueza ou de materiais. Para Milani, a economia verde não tem a ver com “valor de troca” ou dinheiro, mas com “valor de uso”.   “A definição industrial ou capitalista de riqueza sempre esteve relacionada ao acúmulo de dinheiro ou de recursos”, escreveu o autor. Quaisquer valores de uso gerados, isto é, benefícios sociais, são secundários, pois o objetivo principal é lucro. “Um mundo pós-industrial precisa de uma economia de qualidade, em que tanto o dinheiro como os materiais tenham um status de meios para se obter um fim”. Nesse sentido, a economia verde considera a necessidade do meio ambiente de forma semelhante à necessidade humana.
A economia industrial foi constituída sobre a depredação do meio e o desperdício de recursos. É, portanto, tremendamente ineficiente. O capitalismo pressupõe que os produtos tenham uma vida útil pequena, para gerar mais consumo. “Não há justificativa para produzirmos uma quantidade tão grande de lixo tóxico ou mais mão-de-obra desqualificada do que qualificada, ou, em momentos de crise, desfazer-se dos funcionários em vez que reduzirmos os recursos para a produção. São ineficiências econômicas que só podem ser corrigidas se usarmos os meios mais eficazes para fazermos tudo”, afirma Milani. De acordo com o economista “verde” Paul Hawken, nossas crises sociais e ambientais não são problemas de gerenciamento, mas de objetivo. “Precisamos consertar o sistema inteiro”.
A implementação da economia verde não é simples. A transformação ecológica está intimamente relacionada à mudança social. Tanto o setor público como o privado devem passar por uma modificação que leve o mercado a expressar valores econômicos e sociais, em vez de buscar a obtenção de lucro a qualquer custo. Como toda mudança de paradigma, esse processo é lento. Milani afirma que o caminho deverá ser percorrido pelas empresas “pioneiras”, que deverão iniciar a mudança da “paisagem econômica” e preparar o terreno para que surjam empresas mais ecológicas e socialmente inclusivas.
Tanto o conteúdo como a forma da economia verde se opõe diametralmente ao modelo industrial corrente. A agricultura orgânica ou sustentável, os produtos fabricados de forma ambientalmente correta, as lâmpadas e os eletrodomésticos que duram mais e consomem menos energia oferecem alternativas viáveis e que não deixam de ser lucrativas. Estas alternativas atraem cada vez mais consumidores e consolidam a economia verde como tendência.
(Revista “Aquecimento Global” – Coleção Especial. Edições 4 e 5. Pág. 14)
Esse texto deve ser considerado como:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1181520 Engenharia Florestal
Economia verde
Em pouco mais de dois séculos após a Primeira Revolução Industrial (século 18), a busca por acúmulo de dinheiro ou de capital possibilitou um grande processo de industrialização que, claro, trouxe benefícios incríveis para a humanidade. No entanto, nossa civilização chegou ao limite e atualmente produz mais destruição que riqueza.
Há décadas, cientistas e analistas têm apontado que o nosso avanço econômico é produzido à custa de um preço muito alto. A gigantesca oferta de bens e serviços – inimaginável pelas gerações anteriores – é simplesmente insustentável em termos de meio ambiente.
Desde a publicação, em 1962, do clássico Primavera Silenciosa, da jornalista americana Rachel Carson, o assunto é debatido em diversas reuniões internacionais patrocinadas pela ONU. O Relatório Bruntland – mais conhecido como Nosso Futuro Comum –, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Maior Ambiente em 1987, conceitualiza a ideia de economia sustentável e defende a urgência de sua adoção. Ao contrário da economia predatória, que utiliza os recursos como se fossem infindáveis, a versão sustentável considera o impacto da produção sobre o ambiente, anulando-o. Atualmente, um movimento em favor da economia sustentável vem se desenvolvendo e apresentando propostas alternativas ao atual modelo corporativo que guia a economia. A “economia verde” tem seu espaço e grandes distribuidoras começam a embarcar na tendência.
Na obra Designing the Green Economy the Post industrial Alternative to Corporate Globalization (Planejando a Economia Verde, a Alternativa para a Globalização Corporativa), o autor Brian Milani, do Programa de Negócios e Ambiente, da Faculdade de Estudos Ambientais da Universidade de York, em Toronto (Canadá) define economia verde como a “economia do mundo real – o mundo do trabalho, das necessidades humanas, dos materiais disponíveis na Terra e como todos esses mundos devem se combinar de forma harmoniosa”.
Tal alternativa propõe uma mudança de paradigma, pois enfatiza a qualidade em vez da quantidade, a regeneração – de indivíduos, comunidades e ecossistemas –, em vez do acúmulo de riqueza ou de materiais. Para Milani, a economia verde não tem a ver com “valor de troca” ou dinheiro, mas com “valor de uso”.   “A definição industrial ou capitalista de riqueza sempre esteve relacionada ao acúmulo de dinheiro ou de recursos”, escreveu o autor. Quaisquer valores de uso gerados, isto é, benefícios sociais, são secundários, pois o objetivo principal é lucro. “Um mundo pós-industrial precisa de uma economia de qualidade, em que tanto o dinheiro como os materiais tenham um status de meios para se obter um fim”. Nesse sentido, a economia verde considera a necessidade do meio ambiente de forma semelhante à necessidade humana.
A economia industrial foi constituída sobre a depredação do meio e o desperdício de recursos. É, portanto, tremendamente ineficiente. O capitalismo pressupõe que os produtos tenham uma vida útil pequena, para gerar mais consumo. “Não há justificativa para produzirmos uma quantidade tão grande de lixo tóxico ou mais mão-de-obra desqualificada do que qualificada, ou, em momentos de crise, desfazer-se dos funcionários em vez que reduzirmos os recursos para a produção. São ineficiências econômicas que só podem ser corrigidas se usarmos os meios mais eficazes para fazermos tudo”, afirma Milani. De acordo com o economista “verde” Paul Hawken, nossas crises sociais e ambientais não são problemas de gerenciamento, mas de objetivo. “Precisamos consertar o sistema inteiro”.
A implementação da economia verde não é simples. A transformação ecológica está intimamente relacionada à mudança social. Tanto o setor público como o privado devem passar por uma modificação que leve o mercado a expressar valores econômicos e sociais, em vez de buscar a obtenção de lucro a qualquer custo. Como toda mudança de paradigma, esse processo é lento. Milani afirma que o caminho deverá ser percorrido pelas empresas “pioneiras”, que deverão iniciar a mudança da “paisagem econômica” e preparar o terreno para que surjam empresas mais ecológicas e socialmente inclusivas.
Tanto o conteúdo como a forma da economia verde se opõe diametralmente ao modelo industrial corrente. A agricultura orgânica ou sustentável, os produtos fabricados de forma ambientalmente correta, as lâmpadas e os eletrodomésticos que duram mais e consomem menos energia oferecem alternativas viáveis e que não deixam de ser lucrativas. Estas alternativas atraem cada vez mais consumidores e consolidam a economia verde como tendência.
(Revista “Aquecimento Global” – Coleção Especial. Edições 4 e 5. Pág. 14)
“É, portanto, tremendamente ineficiente.” ( 8º§) A palavra “ineficiente” significa “ineficaz”. De acordo com o texto, o significado oposto para essa palavra é:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CESAN
Q1239201 Engenharia Ambiental e Sanitária
Julgue o próximo item, com relação à prevenção e ao controle de poluição das águas e do meio ambiente. 
O depósito de resíduos sólidos produzidos em uma cidade, desde que devidamente coberto para evitar-se o contato de animais, pode ser efetuado diretamente sobre o solo. 

Alternativas
Ano: 2005 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CESAN
Q1238996 Engenharia Ambiental e Sanitária
Nos sistemas de abastecimento de água, a garantia da distribuição é um dos requisitos para a caracterização de um serviço de qualidade. Para se controlar a qualidade da água realizam-se campanhas de medição com a finalidade de registrarem as pressões em locais selecionados. A respeito desse assunto, julgue os itens a seguir.
Não há riscos de contaminação da água se a pressão em dado ponto da rede for inferior à atmosférica.
Alternativas
Ano: 2005 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CESAN
Q1238746 Direito Administrativo
Licitações e contratos de órgãos da administração pública são regidos pela Lei n.º 8.666/1993. Em relação a essa lei, julgue o item seguinte.
É facultado ao órgão público o fracionamento de compras e serviços em lotes menores, o que possibilita a dispensa de licitação. 
Alternativas
Ano: 2005 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CESAN
Q1238432 Medicina
A ocorrência de perda auditiva depende de fatores ligados ao indivíduo, às características do ruído e do ambiente e ao tipo de exposição. A respeito desse tema, julgue o item subseqüente.

O exame padrão para avaliação audiológica ocupacional é a logo audiometria.
Alternativas
Ano: 2005 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CESAN
Q1238414 Medicina
A ocorrência de perda auditiva depende de fatores ligados ao indivíduo, às características do ruído e do ambiente e ao tipo de exposição. A respeito desse tema, julgue o item subseqüente.

Infecções virais, traumatismo de crânio e neurinoma do nervo acústico estão entre as patologias que podem mimetizar perda auditiva induzida por ruído ocupacional. 

Alternativas
Ano: 2005 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CESAN
Q1238305 Engenharia Mecânica
Licitações e contratos de órgãos da administração pública são regidos pela Lei n.º 8.666/1993. Em relação a essa lei, julgue o item seguinte.
O projeto básico, o orçamento detalhado e a minuta de contrato são itens obrigatórios do edital de licitação para execução de obra de engenharia.
Alternativas
Ano: 2005 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CESAN
Q1237540 Matemática
Maria fez um empréstimo de R$ 10.000,00 à taxa de juros simples de 15% ao mês. Algum tempo depois, não tendo pago qualquer parcela desse empréstimo, Maria contraiu um novo, de valor igual a R$ 20.000,00, à taxa de juros simples de 12% ao mês e, com esse novo montante, quitou imediatamente o primeiro empréstimo e ficou com o restante do dinheiro. 15 meses após ter contraído o primeiro empréstimo, sem ter pago, até então, qualquer parcela relativa ao segundo empréstimo, Maria quitou-o. No total, Maria pagou R$ 31.500,00 de juros relativos aos dois empréstimos.
Com base na situação hipotética apresentada acima, julgue o item seguinte.
Considerando-se juros mais principal, Maria pagou mais de R$ 42.000,00 pelo segundo empréstimo.
Alternativas
Ano: 2005 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CESAN
Q1237501 Matemática
Um capital C foi investido por um período de 5 meses em uma aplicação financeira que paga juros simples e resultou em um montante de R$ 2.700,00. O mesmo capital foi investido por um período de 10 meses em uma segunda aplicação financeira que também paga juros simples e resultou em um montante de R$ 3.400,00.
Na situação hipotética acima, supondo que a taxa mensal de juros simples praticadas nas aplicações citadas seja a mesma, julgue o item subseqüente.
A taxa mensal de juros empregada nas aplicações citadas é inferior a 8%.
Alternativas
Ano: 2005 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CESAN
Q1237474 Matemática
Um capital C foi investido por um período de 5 meses em uma aplicação financeira que paga juros simples e resultou em um montante de R$ 2.700,00. O mesmo capital foi investido por um período de 10 meses em uma segunda aplicação financeira que também paga juros simples e resultou em um montante de R$ 3.400,00.
Na situação hipotética acima, supondo que a taxa mensal de juros simples praticadas nas aplicações citadas seja a mesma, julgue o item subseqüente.
O capital C investido era superior a R$ 2.100,00.
Alternativas
Respostas
41: E
42: E
43: D
44: A
45: C
46: A
47: C
48: C
49: C
50: C
51: D
52: E
53: E
54: E
55: E
56: C
57: C
58: C
59: C
60: E