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O planejamento estratégico, na gestão de pessoas, deve incluir o diagnóstico de aspectos intrínsecos e extrínsecos à organização.
Para a definição de políticas e práticas de gestão de pessoas, devem ser consideradas não somente a estratégia empresarial mas também as características da equipe e os demais recursos da organização.
A liderança Laissez-Faire é eficaz quando os subordinados não são dotados de capacidade de auto-organização, gerando desempenho nas tarefas satisfatórias.
Na liderança democrática, os membros da equipe reconhecem devidamente o papel do líder no processo, a tomada de decisão tende a ser mais rápida e a produtividade é elevada.
Na liderança autocrática, as decisões são tomadas de forma demorada e as tarefas são realizadas após os líderes consultarem seus subordinados.
Qualquer indivíduo tem potencial para exercer a liderança e para utilizar todos os seus estilos quando for conveniente, pois não existe um único estilo de liderança a ser adotado permanentemente nas organizações.
As teorias de liderança que defendiam uma abordagem situacional, flexível e rapidamente adaptável às constantes mudanças das organizações evoluíram para uma abordagem que descreve traços e características pessoais necessários aos líderes eficazes bem como ações que eles devem realizar.
Atualmente, a área de gestão de pessoas tem por objetivo governar os comportamentos internos e potencializar o capital humano, com o intuito de inserir ou manter uma mão de obra qualificada no mercado, em função das rápidas mudanças na sociedade.
A era digital e os atuais paradigmas da gestão organizacional ampliaram a atuação da área de gestão de pessoas para qualidade pessoal, qualificações culturais, competências tecnológicas, responsabilidade empresarial e cidadania.
O maior desafio para a gestão de pessoas é a expectativa do trabalhador em relação à maior dedicação do seu tempo ao trabalho, que é uma tendência da sociedade atual.
Diante do cenário atual, a área de gestão de pessoas deve privilegiar a preparação de uma nova geração de trabalhadores e sua transição para a aposentadoria.
A maioria das decisões tomadas nas organizações segue o modelo racional ou de racionalidade.
Estilos de negociação podem variar de acordo com a personalidade e a bagagem cultural de uma pessoa envolvida em uma negociação.
O modelo de interação comunicacional denominada dialógica gera dificuldades para a negociação e para o entendimento dos relacionamentos que a organização pode estabelecer.
Projetos e planos desenvolvidos nas organizações podem afetar muitos grupos com interesses diversos, que são impactados pelas decisões tomadas.
No processo de negociação, a ação de barganhar é interpretada como tática diversionária, sendo dispensável na etapa de solução de problemas.
O sistema de comunicação das organizações inclui redes formais e informais.
A comunicação interna incentiva o diálogo e a troca de informações entre níveis hierárquicos distintos.
Se uma organização é um fenômeno social, então é correto afirmar que uma das suas principais características é a interação humana.
Para melhorar as trocas de informações, o desempenho de atividades e a captação de conhecimentos individuais entre os seus funcionários, a organização deve focar no desenvolvimento das habilidades e responsabilidades das equipes de trabalho sem envolver aspectos de nível emocional.