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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: IF-RN
Q1194670 Química
Em um laboratório de ciências, a limpeza do material de vidro é fundamental para garantir o bom desenvolvimento das atividades experimentais. Durante uma atividade prática, foram realizados alguns procedimentos relacionados com a limpeza da vidraria, detalhados a seguir:   I Para preparar soluções e diluições, todas as lavagens das vidrarias foram feitas com água da torneira.   II O material volumétrico foi seco à temperatura ambiente, e o não volumétrico foi levado à estufa.   III Os frascos usados para estocar ou medir reagente foram lavados com pequenas porções deste, as quais foram posteriormente desprezadas.  IV Foi usada uma solução sulfocrômica de coloração esverdeada. 
Os procedimentos que revelam práticas INADEQUADAS no laboratório de ciências estão presentes nos itens 
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: IF-RN
Q1188920 Química
A titulação de uma solução é um procedimento que permite determinar a concentração desconhecida de uma solução. Considere que, na titulação de 80 mL de solução de hidróxido de potássio (KOH), são usados 60 mL de uma solução de ácido clorídrico (HCl) de concentração 0,1 mol/L. A concentração da solução de hidróxido de potássio é 
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: IF-RN
Q1183010 Português
Há vida fora da Terra? 
1º Em 15 de agosto de 1977, um radiotelescópio do Instituto Seti (“Busca por Inteligência Extraterrestre”, na sigla em inglês), nos EUA, captou uma mensagem estranha. Foi um sinal de rádio que durou apenas 72 segundos, só que muito mais intenso que os ruídos comuns vindos do Cosmo. Ao analisar as impressões em papel feitas pelo aparelho, o cientista Jerry Ehman tomou um susto. O sistema captara um sinal 30 vezes mais forte que o normal. Seria alguma civilização tentando fazer contato? Ehman ficou tão impressionado que circulou os dados do computador e escreveu ao lado: “Wow!”. O caso ficou conhecido como Wow signal (sinal “uau”!), e até hoje é o episódio mais marcante na busca por inteligência extraterrestre. O Seti e outras instituições tentaram detectar o sinal várias vezes depois, mas ele nunca foi encontrado. 
2º Mesmo assim, hoje, muitos cientistas acreditam que o contato com extraterrestres é mera questão de tempo. “Numa escala de 1 (pouco provável) a 10 (muito provável), eu diria que nossa chance de fazer contato com ETs em meados deste século é 8”, acredita o físico Michio Kaku, da City College de Nova York. Esse otimismo tem justificativa. “Pelo menos 25% das estrelas têm planetas. E, dessas estrelas, pelo menos a metade tem planetas semelhantes à Terra”, explica o físico Marcelo Gleiser. Isso significa que, na nossa galáxia, podem existir até 10 bilhões de planetas parecidos com o nosso. Uma quantidade imensa. Ou seja: pela lei das probabilidades, é muito possível que haja civilizações alienígenas. O satélite Kepler, da Nasa, já catalogou 2740 planetas parecidos com a Terra, onde água líquida e vida talvez possam existir. Um dos mais “próximos” é o Kepler 42d, a 126 anos-luz do Sol (um ano-luz equivale a 9,5 trilhões de quilômetros). 
3º Kaku acredita que, para civilizações muito avançadas, essa distância não seria um problema – pois elas poderiam manipular o espaço-tempo e utilizar portais no Cosmos, como nos filmes de ficção científica. Ok, mas então por que até hoje esse pessoal não veio aqui? “Se são mesmo tão avançados, talvez não estejam interessados em nós”, opina Kaku. “É como a gente ir a um formigueiro e dizer às formigas: ‘Levem-nos a seu líder!’.” Para outros cientistas, contudo, a existência de civilizações avançadas é mera especulação. E explicar por que elas não colonizaram a Terra já é querer dar uma de psicólogo de aliens
4º Tudo bem que existem bilhões de terras por aí. E que a probabilidade de existir vida lá fora é muito grande. Mas não significa que seja vida inteligente. “Você pode ter um planeta cheio de vida, mas formada por amebas e outros seres unicelulares”, acredita Gleiser. Afinal, com a Terra foi assim. A vida aqui existe há cerca de 3,5 bilhões de anos. Mas durante quase todo esse tempo (3 bilhões de anos), só havia seres unicelulares: as cianobactérias, também chamadas de algas verdes e azuis. 
5º Além disso, não basta o tempo passar para que as formas de vida se tornem complexas e inteligentes. A função essencial da vida é se adaptar bem ao ambiente onde ela está. A vida só muda – na esteira de alguma mutação genética – se uma mudança ambiental exigir que ela mude. Assim, se o ambiente não mudar e a vida estiver bem adaptada, as mutações genéticas que, em geral, aparecem ao longo de gerações não vão fazer diferença. Tudo depende da história de cada planeta. Se o asteroide que matou os dinossauros há 65 milhões de anos não tivesse caído aqui na Terra, e os dinossauros não tivessem sido extintos, não estaríamos aqui. 
6º “Não temos nenhuma prova ou argumento forte sobre a existência de vida inteligente fora da Terra”, diz Gleiser. “Existe vida? Certamente. Mas como não entendemos bem como a evolução varia de planeta para planeta, é muito difícil prever ou responder se existe ou não vida inteligente fora daqui”, completa. “Se existe, a vida inteligente fora da Terra é muito rara.” Decepcionante.
7º Mas antes de lamentar a solidão da humanidade no Cosmos, saiba que ela pode ser uma boa notícia. Porque, se aliens inteligentes realmente existirem, não serão necessariamente bondosos. “Se eles algum dia nos visitarem, acho que o resultado será o mesmo que quando Cristóvão Colombo chegou à América. Não foi bom para os índios nativos”, afirmou, certa vez, o físico Stephen Hawking. 
Disponível em:> http://super.abril.com.br/ciencia/ha-vida-fora-da-terra-2/>. Acesso em: 7 jul. 2017. [Adaptado] 
No último parágrafo, a ideia de que a solidão da humanidade no Cosmos pode ser uma boa notícia fundamenta-se em uma 
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: IF-RN
Q1182984 Português
Há vida fora da Terra? 
1º Em 15 de agosto de 1977, um radiotelescópio do Instituto Seti (“Busca por Inteligência Extraterrestre”, na sigla em inglês), nos EUA, captou uma mensagem estranha. Foi um sinal de rádio que durou apenas 72 segundos, só que muito mais intenso que os ruídos comuns vindos do Cosmo. Ao analisar as impressões em papel feitas pelo aparelho, o cientista Jerry Ehman tomou um susto. O sistema captara um sinal 30 vezes mais forte que o normal. Seria alguma civilização tentando fazer contato? Ehman ficou tão impressionado que circulou os dados do computador e escreveu ao lado: “Wow!”. O caso ficou conhecido como Wow signal (sinal “uau”!), e até hoje é o episódio mais marcante na busca por inteligência extraterrestre. O Seti e outras instituições tentaram detectar o sinal várias vezes depois, mas ele nunca foi encontrado. 
2º Mesmo assim, hoje, muitos cientistas acreditam que o contato com extraterrestres é mera questão de tempo. “Numa escala de 1 (pouco provável) a 10 (muito provável), eu diria que nossa chance de fazer contato com ETs em meados deste século é 8”, acredita o físico Michio Kaku, da City College de Nova York. Esse otimismo tem justificativa. “Pelo menos 25% das estrelas têm planetas. E, dessas estrelas, pelo menos a metade tem planetas semelhantes à Terra”, explica o físico Marcelo Gleiser. Isso significa que, na nossa galáxia, podem existir até 10 bilhões de planetas parecidos com o nosso. Uma quantidade imensa. Ou seja: pela lei das probabilidades, é muito possível que haja civilizações alienígenas. O satélite Kepler, da Nasa, já catalogou 2740 planetas parecidos com a Terra, onde água líquida e vida talvez possam existir. Um dos mais “próximos” é o Kepler 42d, a 126 anos-luz do Sol (um ano-luz equivale a 9,5 trilhões de quilômetros). 
3º Kaku acredita que, para civilizações muito avançadas, essa distância não seria um problema – pois elas poderiam manipular o espaço-tempo e utilizar portais no Cosmos, como nos filmes de ficção científica. Ok, mas então por que até hoje esse pessoal não veio aqui? “Se são mesmo tão avançados, talvez não estejam interessados em nós”, opina Kaku. “É como a gente ir a um formigueiro e dizer às formigas: ‘Levem-nos a seu líder!’.” Para outros cientistas, contudo, a existência de civilizações avançadas é mera especulação. E explicar por que elas não colonizaram a Terra já é querer dar uma de psicólogo de aliens
4º Tudo bem que existem bilhões de terras por aí. E que a probabilidade de existir vida lá fora é muito grande. Mas não significa que seja vida inteligente. “Você pode ter um planeta cheio de vida, mas formada por amebas e outros seres unicelulares”, acredita Gleiser. Afinal, com a Terra foi assim. A vida aqui existe há cerca de 3,5 bilhões de anos. Mas durante quase todo esse tempo (3 bilhões de anos), só havia seres unicelulares: as cianobactérias, também chamadas de algas verdes e azuis. 
5º Além disso, não basta o tempo passar para que as formas de vida se tornem complexas e inteligentes. A função essencial da vida é se adaptar bem ao ambiente onde ela está. A vida só muda – na esteira de alguma mutação genética – se uma mudança ambiental exigir que ela mude. Assim, se o ambiente não mudar e a vida estiver bem adaptada, as mutações genéticas que, em geral, aparecem ao longo de gerações não vão fazer diferença. Tudo depende da história de cada planeta. Se o asteroide que matou os dinossauros há 65 milhões de anos não tivesse caído aqui na Terra, e os dinossauros não tivessem sido extintos, não estaríamos aqui. 
6º “Não temos nenhuma prova ou argumento forte sobre a existência de vida inteligente fora da Terra”, diz Gleiser. “Existe vida? Certamente. Mas como não entendemos bem como a evolução varia de planeta para planeta, é muito difícil prever ou responder se existe ou não vida inteligente fora daqui”, completa. “Se existe, a vida inteligente fora da Terra é muito rara.” Decepcionante.
7º Mas antes de lamentar a solidão da humanidade no Cosmos, saiba que ela pode ser uma boa notícia. Porque, se aliens inteligentes realmente existirem, não serão necessariamente bondosos. “Se eles algum dia nos visitarem, acho que o resultado será o mesmo que quando Cristóvão Colombo chegou à América. Não foi bom para os índios nativos”, afirmou, certa vez, o físico Stephen Hawking. 
Disponível em:> http://super.abril.com.br/ciencia/ha-vida-fora-da-terra-2/>. Acesso em: 7 jul. 2017. [Adaptado] 
Leia o trecho a seguir. 
A função essencial da vida é se adaptar bem ao ambiente onde ela está. A vida só muda – na esteira de alguma mutação genética – se uma mudança ambiental exigir que ela mude. 
A leitura do trecho permite afirmar que as mutações da vida
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: IF-RN
Q1182976 Português
Há vida fora da Terra? 
1º Em 15 de agosto de 1977, um radiotelescópio do Instituto Seti (“Busca por Inteligência Extraterrestre”, na sigla em inglês), nos EUA, captou uma mensagem estranha. Foi um sinal de rádio que durou apenas 72 segundos, só que muito mais intenso que os ruídos comuns vindos do Cosmo. Ao analisar as impressões em papel feitas pelo aparelho, o cientista Jerry Ehman tomou um susto. O sistema captara um sinal 30 vezes mais forte que o normal. Seria alguma civilização tentando fazer contato? Ehman ficou tão impressionado que circulou os dados do computador e escreveu ao lado: “Wow!”. O caso ficou conhecido como Wow signal (sinal “uau”!), e até hoje é o episódio mais marcante na busca por inteligência extraterrestre. O Seti e outras instituições tentaram detectar o sinal várias vezes depois, mas ele nunca foi encontrado. 
2º Mesmo assim, hoje, muitos cientistas acreditam que o contato com extraterrestres é mera questão de tempo. “Numa escala de 1 (pouco provável) a 10 (muito provável), eu diria que nossa chance de fazer contato com ETs em meados deste século é 8”, acredita o físico Michio Kaku, da City College de Nova York. Esse otimismo tem justificativa. “Pelo menos 25% das estrelas têm planetas. E, dessas estrelas, pelo menos a metade tem planetas semelhantes à Terra”, explica o físico Marcelo Gleiser. Isso significa que, na nossa galáxia, podem existir até 10 bilhões de planetas parecidos com o nosso. Uma quantidade imensa. Ou seja: pela lei das probabilidades, é muito possível que haja civilizações alienígenas. O satélite Kepler, da Nasa, já catalogou 2740 planetas parecidos com a Terra, onde água líquida e vida talvez possam existir. Um dos mais “próximos” é o Kepler 42d, a 126 anos-luz do Sol (um ano-luz equivale a 9,5 trilhões de quilômetros). 
3º Kaku acredita que, para civilizações muito avançadas, essa distância não seria um problema – pois elas poderiam manipular o espaço-tempo e utilizar portais no Cosmos, como nos filmes de ficção científica. Ok, mas então por que até hoje esse pessoal não veio aqui? “Se são mesmo tão avançados, talvez não estejam interessados em nós”, opina Kaku. “É como a gente ir a um formigueiro e dizer às formigas: ‘Levem-nos a seu líder!’.” Para outros cientistas, contudo, a existência de civilizações avançadas é mera especulação. E explicar por que elas não colonizaram a Terra já é querer dar uma de psicólogo de aliens
4º Tudo bem que existem bilhões de terras por aí. E que a probabilidade de existir vida lá fora é muito grande. Mas não significa que seja vida inteligente. “Você pode ter um planeta cheio de vida, mas formada por amebas e outros seres unicelulares”, acredita Gleiser. Afinal, com a Terra foi assim. A vida aqui existe há cerca de 3,5 bilhões de anos. Mas durante quase todo esse tempo (3 bilhões de anos), só havia seres unicelulares: as cianobactérias, também chamadas de algas verdes e azuis. 
5º Além disso, não basta o tempo passar para que as formas de vida se tornem complexas e inteligentes. A função essencial da vida é se adaptar bem ao ambiente onde ela está. A vida só muda – na esteira de alguma mutação genética – se uma mudança ambiental exigir que ela mude. Assim, se o ambiente não mudar e a vida estiver bem adaptada, as mutações genéticas que, em geral, aparecem ao longo de gerações não vão fazer diferença. Tudo depende da história de cada planeta. Se o asteroide que matou os dinossauros há 65 milhões de anos não tivesse caído aqui na Terra, e os dinossauros não tivessem sido extintos, não estaríamos aqui. 
6º “Não temos nenhuma prova ou argumento forte sobre a existência de vida inteligente fora da Terra”, diz Gleiser. “Existe vida? Certamente. Mas como não entendemos bem como a evolução varia de planeta para planeta, é muito difícil prever ou responder se existe ou não vida inteligente fora daqui”, completa. “Se existe, a vida inteligente fora da Terra é muito rara.” Decepcionante.
7º Mas antes de lamentar a solidão da humanidade no Cosmos, saiba que ela pode ser uma boa notícia. Porque, se aliens inteligentes realmente existirem, não serão necessariamente bondosos. “Se eles algum dia nos visitarem, acho que o resultado será o mesmo que quando Cristóvão Colombo chegou à América. Não foi bom para os índios nativos”, afirmou, certa vez, o físico Stephen Hawking. 
Disponível em:> http://super.abril.com.br/ciencia/ha-vida-fora-da-terra-2/>. Acesso em: 7 jul. 2017. [Adaptado] 
Mesmo assim, hoje, muitos cientistas acreditam que o contato com extraterrestres é mera questão de tempo. “Numa escala de 1 (pouco provável) a 10 (muito provável), eu diria que nossa chance de fazer contato com ETs em meados deste século é 8”, acredita o físico Michio Kaku, da City College de Nova York. 
No trecho há 
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Q948007 Veterinária
Os Tripanossomas são um gênero de protozoários hemoflagelados constituído por centenas de espécies distribuídas em todo mundo. Entretanto, poucas são responsáveis por séria morbidade e mortalidade em animais e humanos. Essas espécies são parasitas heteróxenos, uma vez que os seus ciclos de vida passam por uma fase intermediária num hospedeiro invertebrado chamado vetor. A espécie de tripanossoma cuja multiplicação e transformação ocorrem no intestino do vetor e as formas infectantes migram para o reto e saem com as fezes é
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Q948006 Veterinária
A Dirofilariose é uma zoonose causada por nematódeos do gênero Dirofilaria . Esse gênero apresenta dois subgêneros, Dirofilaria (Dirofilaria immitis) e Notchtiella (Dirofilaria tenuis, D. repens e D. ursi), e ambos possuem parasitas capazes de infectar o ser humano. O cão , ocasionalmente o gato e raramente o ser humano são hospedeiros definitivos de D. immitis. Os sinais clínicos da infecção maciça por Dirofilaria immitis em cães são:
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Q948005 Veterinária
A brucelose é uma antropozonose conhecida desde épocas remotas. A doença em bovinos é causada pela Brucella abortus. Em rebanhos afetados a brucelose pode resultar em diminuição da fertilidade, redução na produção de leite, abortamentos e degeneração testicular em touros. Sobre a brucelose bovina é correto afirmar:
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Q948004 Veterinária
Infecções pelo gênero Salmonela em animais de produção e companhia estão associadas à grande variedade de manifestações clínicas entéricas e extraentéricas . Diferentes sorotipos do mocrorganismo têm sido identificados em animais com salmonelose. Não existe espécie - especificidade na infecção dos animais pelos mais de dois mil diferentes sorotipos descritos para o microrganismo, embora evidências apontem certa seletividade de determinados sorotipos nas infecções animais. Sobre esses microrganismos , é correto afirmar:
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Q948003 Veterinária
Nos mamíferos, artéria, veia e nervo femorais formam um importante feixe vásculo-nervoso localizado na face interna da coxa, denominado trígono femoral. A artéria femoral é a estrutura palpável mais importante dessa região. Essa artéria é uma importante opção para avaliação da circulação. O músculo que forma um abaulamento discreto, na face medial da coxa, que guia os dedos imediatamente a artéria femoral é o
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Q948002 Veterinária
O conhecimento da morfologia intestinal dos animais tem grandes implicações no desenvolvimento e adequação da alimentação, e também, para estudos fisiológicos, parasitológicos e patológicos. O ceco é um segmento intestinal de fundo cego, que se origina na junção do íleo e cólon. A anatomia desse segmento varia significativamente entre os animais domésticos e está intimamente relacionada com a função desse órgão. Nos cães , por exemplo, o ceco é
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Q948001 Veterinária
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um arbovírus do gênero Flavivírus, transmitido por vetores artrópodes, que possui dois ciclos epidemiológicos distintos de transmissão: silvestre e urbano. O principal vetor e reservatório da febre amarela na forma urbana é
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Q948000 Veterinária
Considere os seguintes sinais clínicos: febre alta, depressão, corrimento nasal, tosse, lesões nodulares no tecido subcutâneo que evoluem para úlceras e, após a cicatrização, formam lesões em formato de estrela, aparecendo com maior frequência na fase crônica da doença. Esses sinais estão relacionados à enfermidade
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Q947999 Veterinária
Determinantes da doença são quaisquer características que afetem a saúde de uma população. O conhecimento deles facilita a identificação das categorias de animais que estão particularmente em risco de desenvolver a doença. Os determinantes são classificados em primários e secundários, intrínsecos e extrínsecos e associados ao hospedeiro, ao agente ou ao meio ambiente. Um possível determinante intrínseco para prurido canino é
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Q947998 Veterinária
O reconhecimento materno da gestação é o período em que o concepto finaliza a sua presença para a mãe. Esse é um importante momento da gestação, que pode ser decisivo para o seu progresso. A finalização acontece em vários momentos no decorrer da gest ação, sendo vital em algumas espécies a intervenção do embrião para a manutenção do corpo lúteo, mediante a atenuação da secreção luteínica de prostaglandina F2 α. Em espécies domésticas, o reconhecimento materno da prenhez, por meio da ação do interferon t au (INFτ) que é uma proteína sintetizada pelas células trofoblásticas do blastocisto, ocorre em
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Q947997 Veterinária
O corpo lúteo é uma glândula temporária formada a partir da ovulação de um folículo ovariano, e a progesterona, a sua principal secreção, é um hormônio esteroide, que controla importantes funções reprodutivas nos mamíferos.
Em bovinos, as ações desse hormônio estão relacionadas com
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Q947996 Veterinária
Um produto indicado para o tratamento da leishmaniose visceral de cães autorizado pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento e Ministério da Saúde é
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Q947995 Veterinária
O controle de roedores é feito, basicamente, aplicando-se iscas ou substâncias tóxicas em suas tocas ou nos ambientes infestados. A esses produtos dá-se o nome de raticidas ou rodenticidas. Atualmente, no Brasil, o único rodenticida permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é
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Q947994 Veterinária
No Brasil, o vírus da raiva apresenta sete variantes antigênicas (AgV) distintas. O trabalho a ser desenvolvido pelos serviços de vigilância de zoonoses deve considerar a situação epidemiológica de cada região e estado, quanto à presença da(s) variante(s) circulante(s), para determinar as medidas de controle a serem tomadas. Essas medidas pressupõem que
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Q947993 Veterinária
Os felídeos silvestres ou domésticos pertencem a um dos grupos de animais mais apreciados pelos humanos. São admirados pela sua beleza e imponência, sobretudo os grandes felídeos que são os maiores predadores terrestres. Como carnívoros, os gatos domésticos dependem de nutrientes encontrados no tecido animal.
Sobre os gatos domésticos, é correto afirmar:
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Respostas
1241: D
1242: C
1243: C
1244: D
1245: A
1246: B
1247: C
1248: C
1249: B
1250: A
1251: D
1252: B
1253: D
1254: B
1255: D
1256: B
1257: A
1258: B
1259: C
1260: A