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I - preocupação com as pessoas.
II - preocupação com a produção.
III - relação de confiança e respeito.
IV - relação entre autoridade e obediência.
V - motivações pessoais.
Dos itens acima:
I - a existência de um referencial comum que estrutura a ação coletiva, fruto da comparação entre experiências e representações dos atores.
II - uma linguagem de trabalho compartilhada com vocabulário comum que permite uma economia cognitiva na ação e uma identidade comum.
III - uma memória coletiva que marca as aprendizagens passadas e orienta as aprendizagens futuras.
IV - um engajamento, uma mobilização subjetiva dos atores orientados para a empresa comum e que integra um tratamento contingencial da atividade.
Dos itens acima:
I - da adaptação da coletividade a mudanças.
II - do confronto de práticas profissionais no contexto de grupos de reflexão.
III - da mobilização de competências coletivas transversais para enfrentar os imprevistos quotidianos.
IV - de experiências, intuição e atitudes proativas no âmbito de instituições públicas.
Dos itens acima:
I - a ancoragem alicerçada.
II - a ancoragem compartilhada.
III - a memória coletiva.
IV - o engajamento coletivo.
Dos itens acima:
I - individuais.
II - coletivas.
III - organizacionais.
IV - relativas ao ambiente.
Dos itens acima:
I - trazer dano à personalidade.
II - trazer dano à dignidade ou à integridade físico-psíquica.
III - pôr em perigo seu emprego.
IV - degradar o ambiente de trabalho.
Dos itens acima:
I - se uma pessoa se tornou vítima, foi porque ela estava predisposta a isto.
II - a vítima só tem interesse para o perverso quando é utilizável, mesmo quando não aceite a sedução.
III - é comum, nos grupos e em empresas, perversos e paranoicos se associarem, duplicando o efeito destruidor sobre a vítima escolhida.
IV - as vítimas também são sacrilizadas.
Dos itens acima:
I - Muito mais que a mensagem direta, o perverso utiliza de preferência uma junção de subentendidos e de não ditos, destinada a criar um mal-entendido, para em seguida explorá-lo em proveito próprio.
PORQUE
II - Em uma troca verbal, um procedimento muito direto leva o parceiro (interlocutor) a denunciar o autoritarismo do agressor, ao contrário de técnicas indiretas que desestabilizam e levam a duvidar da realidade do que acontece.
Sobre as afirmações acima, pode-se dizer que: