Questões de Concurso
Para unirio
Foram encontradas 3.376 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Texto 1
Bons motivos para não se levar tão a sério e fazer sua criança interior aflorar
Jogos de mesa, mímica, queimada, palavras-cruzadas: brincar pode ser qualquer atividade de lazer sem compromisso com a performance, só pela diversão. Na infância, a gente se sente livre para explorar esse lado lúdico sem medo do julgamento.
À medida que a vida adulta se aproxima, cresce a pressão para abandonar esse tipo de prazer e adotar uma postura mais séria. Além disso, em meio a rotinas aceleradas, reservar um tempo para a brincadeira não só é difícil, como muitas vezes parece uma perda de tempo.
Estudos recentes indicam que esse hábito pode trazer vários benefícios para a saúde, além de tornar a vida mais leve e plena.
Raiz do problema
Segundo o psiquiatra norte-americano Stuart Brown, autor de “Play: How it Shapes the Brain, Opens the Imagination, and Invigorates the Soul” (Como brincar molda o cérebro, abre a imaginação e revigora a alma), os altos índices de melancolia de hoje — refletidos no aumento de transtornos como depressão e ansiedade — estão ligados à supressão do instinto natural de brincar.
“O oposto de brincar não é o trabalho, é a depressão. O déficit de brincadeiras entre adultos está se tornando uma crise de saúde pública”, disse em entrevista à revista National Geographic.
De acordo com um relatório publicado pela Lego em 2022, 93% dos adultos afirmam se sentir estressados regularmente. Entre eles, 86% dizem que brincar ou interagir com brinquedos ajuda a aliviar a tensão. Durante esses momentos, as preocupações do trabalho e da rotina ficam em segundo plano, e exercitamos algo cada vez mais raro: a atenção plena. Ao nos conectarmos com o presente, também conseguimos escutar melhor nós mesmos — com mais calma, leveza e presença.
Quando feito em grupo, o ato de brincar pode ser um antídoto contra a solidão. E mais: fortalece os laços sociais. Afinal, muitas vezes, durante essas atividades lúdicas, aprendemos a compartilhar, negociar, lidar com regras, respeitar o espaço do outro e mediar conflitos — habilidades sociais essenciais para a convivência.
Segundo Brown, brincar ainda é uma forma eficiente de desenvolver a adaptabilidade, a inteligência, a criatividade e a capacidade de resolução de problemas. Para ele, em tempos difíceis, precisamos disso mais do que nunca, pois reforça nossa aptidão de lidar com o inesperado.
Os ‘kidults’
Junção das palavras “kid” (criança) e “adult” (adulto), o termo “kidult” é usado hoje para definir os adultos que compram, colecionam e se envolvem com brinquedos, personagens e itens que normalmente seriam voltados para o público infantil.
Esse universo está cada vez mais longe de ser um nicho pequeno. De acordo com dados da empresa de pesquisa WGSN, o mercado dos brinquedos colecionáveis foi estimado em US$ 12,5 bilhões em 2021 (R$ 6,6 bilhões, sem correção da inflação) e pode chegar a US$ 35,3 bilhões até 2032 (R$ 18,8 bilhões).
Só nos Estados Unidos, pessoas entre 19 e 99 anos representaram 17,3% das vendas de brinquedos em 2023, segundo a Business Insider.
Mais do que passatempo, os brinquedos oferecem refúgio. Em tempos de burnout e sobrecarga emocional, funcionam como uma ponte de volta aos momentos leves da infância — e, por isso, têm ganhado espaço em um mercado cada vez mais guiado pela nostalgia. Filmes como Barbie e Lilo & Stitch são apenas alguns exemplos dessa tendência.
Entre os favoritos dos kidults, estão clássicos como os bonecos Funko, as peças de Lego e as famosas action figures. E também os hypados monstrinhos Labubu e os bebês reborn.
Hora de brincar
Em entrevista ao The New York Times, a professora Meredith Sinclair, autora do livro “Well Played: The Ultimate Guide to Awakening Your Family’s Playful Spirit” (Bem jogado: o guia para acordar o espírito brincalhão da sua família), sugere um jeito simples de reencontrar o prazer de brincar: lembrar do que fazia você feliz na infância. Pode ser algo tão simples quanto massinha de modelar, jogar stop com amigos ou correr atrás de uma bola no parque. O importante é deixar de lado a preocupação com o olhar alheio.
Brincar também passa por fazer algo sem a intenção de postar ou de gerar engajamento — algo que, convenhamos, anda cada vez mais raro. Embora compartilhar nas redes o que tem feito você se divertir seja legal, inclusive para inspirar outras pessoas, viver uma experiência só para si pode ser um exercício bem poderoso.
Na vida adulta, brincar raramente acontece por acaso. Por isso, vale reservar um tempo na agenda. Dedicar alguns minutos do dia a algo leve, só por prazer, pode ser justamente o que falta para sua rotina ficar um pouco mais solar.
Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/bons-motivospara-nao-se-levar-tao-a-serio-e-fazer-sua-crianca-interioraflorar.shtml. Acesso em: 23 dez. 2025.
As perspectivas de avaliação apresentadas acima, tratam, respectivamente, de avaliação
Considerando-se a Empresa como essencialmente um espaço educativo, estruturado como uma associação de pessoas em torno de uma atividade com objetivos específicos e, portanto, como um espaço também aprendente, cabe à Pedagogia a busca de estratégias e metodologias que garantam uma melhor aprendizagem/apropriação de informações e conhecimentos.
HOLTZ, Maria Luiza Marins. Lições de pedagogia empresarial. Socrocaba – SP. MH Assessoria Empresarial Ltda, 2006. Adaptado.
Desse modo, coaduna-se com essas proposições a ideia que aponta a aprendizagem como um processo de mudanças
O planejamento é uma ação que compreende, fundamentalmente, a realidade
LIBÂNEO, Jose Carlos. Pedagogia e pedagogos para quê? – 10. Ed. São Paulo – SP: Cortez, 2008. Adaptado.
Apesar de não estar restrita à escola, a prática pedagógica tem uma especificidade que se caracteriza por apresentar caráter
Nesse contexto, na elaboração do Projeto Político Pedagógico, esse gestor
Para alcançar a realização desse princípio, a gestão democrática deve usar como ferramenta um
Sendo assim, ao implementar o Planejamento Participativo, o gestor abandonará as decisões que eram tomadas de modo
Desse modo, uma gestão que trabalhe a partir do Planejamento Participativo, a avaliação educacional deve estar articulada com o(a)
Nesse desenvolvimento das relações humanas saudáveis, com foco no crescimento do grupo e no desenvolvimento organizacional, os líderes devem evitar ações de
Na situação descrita, o jovem servidor liderou a equipe de um modo característico de uma liderança
A integração de um grupo não é tarefa simples. Pelo contrário, surgem nas organizações diversos conflitos, dentre os quais se destaca, principalmente, o fato de as áreas funcionais da organização buscarem resultados e focos distintos. Por exemplo, a área financeira foca em reduzir custos, enquanto a comercial visa a ampliar vendas, valendo-se de maiores despesas de propaganda.
Nesse caso, a integração grupal é prejudicada por existir
Nesse contexto, qual critério de criação de equipes sustenta a orientação apresentada?
ESTEBAN, M. T. A avaliação no processo ensini/aprendizagem: os desafios postos pelas múltiplas faces do cotidiano. Revista Brasileira de Educação, Jan./Fev/Mar/abril, 2002, n.19, p.134. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n19/n19a10.pdf>. Acesso em: 20 ago. 2019. Adaptado.
Considerando o texto acima, a avaliação proposta pela professora tem como base a(o)
Tais aspectos visam a garantir a seguinte finalidade da escola:
Dessa forma, considerando-se esses importantes aspectos do trabalho de planejamento, será ampliada a dinâmica da