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Você está de plantão em uma unidade de emergência e inicia o
atendimento de um homem de cor branca metalúrgico, 47 anos,
que se apresenta andando com dificuldade com o auxílio de
muletas.
Queixa-se de uma dor no terço inferior do esterno e no
braço esquerdo, que se estende do ombro até o punho, opressiva,
que iniciou quando estava sentado assistindo à televisão. A dor
persiste por 4 horas com episódio de vômito e evacuação.
Conta que sofrera um acidente de trabalho há 30 dias,
com fratura de um osso da perna direita, tendo sido inclusive
submetido a uma cirurgia no dia seguinte a fratura para colocação
de um “parafuso”.
Desde que começou a usar muletas, vem sentido dor
no braço esquerdo que atribui a má adaptação à órtese, tendo
sido prescrito anti-inflamatório não-hormonal por seu
ortopedista. Conta que já utilizou dois comprimidos do
medicamento, desde o início da dor, sem nenhuma melhora.
Nega diabetes, tabagismo, desconhece seu perfil
lipídico, nega história familiar de doença coronariana e relata
que foi atendido, no ambulatório da empresa, com “pressão alta”,
mas julga ter ficado bom após a medicação então administrada.
Ao exame :
Paciente pálido com sudorese fria, taquipneico.
O exame dos vasos do pescoço não mostra anormalidades:
PA = 190 X 130 mmHg BE = BD deitado;
FC = 110 bpm;
FR = 28 rpm.
Ausculta pulmonar demonstra murmúrio vesicular universalmente
audível, sem ruídos adventícios.
Ictus cordis impalpável:
RCR 3T (B4), discreta hiperfonese de bulhas A2>P2;
Abdômen indolor, sem visceromegalias ou massas palpáveis,
com peristalse presente.
MMIIS – Perna direita com cicatriz cirúrgica.
Os diagnósticos que você mandaria em seu relatório para o outro médico são:
Você está de plantão em uma unidade de emergência e inicia o
atendimento de um homem de cor branca metalúrgico, 47 anos,
que se apresenta andando com dificuldade com o auxílio de
muletas.
Queixa-se de uma dor no terço inferior do esterno e no
braço esquerdo, que se estende do ombro até o punho, opressiva,
que iniciou quando estava sentado assistindo à televisão. A dor
persiste por 4 horas com episódio de vômito e evacuação.
Conta que sofrera um acidente de trabalho há 30 dias,
com fratura de um osso da perna direita, tendo sido inclusive
submetido a uma cirurgia no dia seguinte a fratura para colocação
de um “parafuso”.
Desde que começou a usar muletas, vem sentido dor
no braço esquerdo que atribui a má adaptação à órtese, tendo
sido prescrito anti-inflamatório não-hormonal por seu
ortopedista. Conta que já utilizou dois comprimidos do
medicamento, desde o início da dor, sem nenhuma melhora.
Nega diabetes, tabagismo, desconhece seu perfil
lipídico, nega história familiar de doença coronariana e relata
que foi atendido, no ambulatório da empresa, com “pressão alta”,
mas julga ter ficado bom após a medicação então administrada.
Ao exame :
Paciente pálido com sudorese fria, taquipneico.
O exame dos vasos do pescoço não mostra anormalidades:
PA = 190 X 130 mmHg BE = BD deitado;
FC = 110 bpm;
FR = 28 rpm.
Ausculta pulmonar demonstra murmúrio vesicular universalmente
audível, sem ruídos adventícios.
Ictus cordis impalpável:
RCR 3T (B4), discreta hiperfonese de bulhas A2>P2;
Abdômen indolor, sem visceromegalias ou massas palpáveis,
com peristalse presente.
MMIIS – Perna direita com cicatriz cirúrgica.
PA=120/80 mmHg (deitado) e a FC= 100bpm.
As medidas a serem adotadas são:
Você está de plantão em uma unidade de emergência e inicia o
atendimento de um homem de cor branca metalúrgico, 47 anos,
que se apresenta andando com dificuldade com o auxílio de
muletas.
Queixa-se de uma dor no terço inferior do esterno e no
braço esquerdo, que se estende do ombro até o punho, opressiva,
que iniciou quando estava sentado assistindo à televisão. A dor
persiste por 4 horas com episódio de vômito e evacuação.
Conta que sofrera um acidente de trabalho há 30 dias,
com fratura de um osso da perna direita, tendo sido inclusive
submetido a uma cirurgia no dia seguinte a fratura para colocação
de um “parafuso”.
Desde que começou a usar muletas, vem sentido dor
no braço esquerdo que atribui a má adaptação à órtese, tendo
sido prescrito anti-inflamatório não-hormonal por seu
ortopedista. Conta que já utilizou dois comprimidos do
medicamento, desde o início da dor, sem nenhuma melhora.
Nega diabetes, tabagismo, desconhece seu perfil
lipídico, nega história familiar de doença coronariana e relata
que foi atendido, no ambulatório da empresa, com “pressão alta”,
mas julga ter ficado bom após a medicação então administrada.
Ao exame :
Paciente pálido com sudorese fria, taquipneico.
O exame dos vasos do pescoço não mostra anormalidades:
PA = 190 X 130 mmHg BE = BD deitado;
FC = 110 bpm;
FR = 28 rpm.
Ausculta pulmonar demonstra murmúrio vesicular universalmente
audível, sem ruídos adventícios.
Ictus cordis impalpável:
RCR 3T (B4), discreta hiperfonese de bulhas A2>P2;
Abdômen indolor, sem visceromegalias ou massas palpáveis,
com peristalse presente.
MMIIS – Perna direita com cicatriz cirúrgica.
PA = 140 / 90 mmHg e FC= 90 bpm. A enfermeira lhe entrega o eletrocardiograma que mostra supradesnivelamento de ST de 0,2 mV de V1 a V6 além de D1 e aVL.
A próxima conduta será:
Você está de plantão em uma unidade de emergência e inicia o
atendimento de um homem de cor branca metalúrgico, 47 anos,
que se apresenta andando com dificuldade com o auxílio de
muletas.
Queixa-se de uma dor no terço inferior do esterno e no
braço esquerdo, que se estende do ombro até o punho, opressiva,
que iniciou quando estava sentado assistindo à televisão. A dor
persiste por 4 horas com episódio de vômito e evacuação.
Conta que sofrera um acidente de trabalho há 30 dias,
com fratura de um osso da perna direita, tendo sido inclusive
submetido a uma cirurgia no dia seguinte a fratura para colocação
de um “parafuso”.
Desde que começou a usar muletas, vem sentido dor
no braço esquerdo que atribui a má adaptação à órtese, tendo
sido prescrito anti-inflamatório não-hormonal por seu
ortopedista. Conta que já utilizou dois comprimidos do
medicamento, desde o início da dor, sem nenhuma melhora.
Nega diabetes, tabagismo, desconhece seu perfil
lipídico, nega história familiar de doença coronariana e relata
que foi atendido, no ambulatório da empresa, com “pressão alta”,
mas julga ter ficado bom após a medicação então administrada.
Ao exame :
Paciente pálido com sudorese fria, taquipneico.
O exame dos vasos do pescoço não mostra anormalidades:
PA = 190 X 130 mmHg BE = BD deitado;
FC = 110 bpm;
FR = 28 rpm.
Ausculta pulmonar demonstra murmúrio vesicular universalmente
audível, sem ruídos adventícios.
Ictus cordis impalpável:
RCR 3T (B4), discreta hiperfonese de bulhas A2>P2;
Abdômen indolor, sem visceromegalias ou massas palpáveis,
com peristalse presente.
MMIIS – Perna direita com cicatriz cirúrgica.
arquitetura ou em qualquer outra coisa, é sempre um auto-
retrato; e quanto mais ele tentar esconder-se, mais seu caráter
se revelará, contra sua vontade.”
(S. Butler)
arquitetura ou em qualquer outra coisa, é sempre um auto-
retrato; e quanto mais ele tentar esconder-se, mais seu caráter
se revelará, contra sua vontade.”
(S. Butler)
arquitetura ou em qualquer outra coisa, é sempre um auto-
retrato; e quanto mais ele tentar esconder-se, mais seu caráter
se revelará, contra sua vontade.”
(S. Butler)
As duas ocorrências do vocábulo SE, no trecho acima são vistas como:
arquitetura ou em qualquer outra coisa, é sempre um auto-
retrato; e quanto mais ele tentar esconder-se, mais seu caráter
se revelará, contra sua vontade.”
(S. Butler)
arquitetura ou em qualquer outra coisa, é sempre um auto-
retrato; e quanto mais ele tentar esconder-se, mais seu caráter
se revelará, contra sua vontade.”
(S. Butler)
(O Globo, 12-07-2009).
Nesse texto, muitos vocábulos substituem elementos anteriormente citados, a fim de se evitarem as repetições deselegantes. A alternativa abaixo que indica corretamente o antecedente referido é:
(O Globo, 12-07-2009)
A afirmação correta sobre esse pequeno texto é:
(O Globo, 14-07-2009)
Após a leitura desse pequeno texto pode-se inferir que:
“Uma casa com 204 copeiros. Pelo menos 20,4% dos 3.500 funcionários terceirizados do Senado são copeiros ou contínuos. Dá mais de sete para cada um dos 81 senadores. No total, são 717, sendo 204 copeiros e 513 contínuos, que custam ao Senado R$2.400 por mês, cada um.”
Não há dúvida de que a notícia tem um tom crítico, condenando o Senado; o argumento em que se apoia essa crítica é de base estatística (a distorção de mais de sete funcionários para cada senador), mas apresenta uma falha, que é a de:
“Uma plateia com devoção impermeável”
Como outras manchetes, essa também tem duplo significado, construído pelo adjetivo “impermeável” que, nesse caso, pode significar: