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Competent digital reading involves mastering the skills needed to cope with these characteristics: navigation of hypertext documents (e.g. selection of what sources to read, how to sequence the reading), understanding and integrating different sources of information (e.g. connecting information from different web pages) and evaluation of information (e.g. evaluating the quality of the claims in a web page) (Salmerón et al., 2018).
Com base na imagem acima, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Os autores argumentam que a leitura digital demanda habilidades extras se comparada com a leitura tradicional.
( ) A competência de navegação demanda uma busca ativa por informações online que se alinhem com o objetivo de leitura e pesquisa, o que automaticamente implica a utilização da estratégia de leitura scanning.
( ) A competência de integração não demanda que sejam integradas informações de diferentes modalidades.
( ) A competência de avaliação se restringe à verificação de notícias falsas contidas nas páginas da web.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Leia o trecho a seguir:
Em uma sociedade marcadamente grafocêntrica, as habilidades de ler e escrever com proficiência são condições essenciais para que os indivíduos atendam às demandas sociais cotidianas. Desde os bate-papos entre familiares, hoje acontecendo via aplicativos digitais, à produção da redação em exames seletivos para entrada na universidade, a condição de ser bem-sucedido nas relações sociais é o uso de estratégias que envolvem não apenas a compreensão e o domínio das convenções da escrita, mas, sobretudo, das condições pragmáticas de funcionamento da língua via textos verbais e multimodais (Almeida; Alves, 2021).
Com base no texto acima, qual é o foco central do texto em relação às habilidades de leitura e escrita
em uma sociedade grafocêntrica?
O leitor ubíquo
Do leitor movente, o leitor ubíquo herdou a capacidade de ler e transitar entre formas, volumes, massas, interações de forças, movimentos, direções, traços, cores, luzes que se acendem e se apagam, enfim esse leitor cujo organismo mudou de marcha, sincronizando-se ao nomadismo próprio da aceleração e burburinho do mundo no qual circula em carros, transportes coletivos e velozmente a pé. Ao mesmo tempo em que está corporalmente presente, perambulando e circulando pelos ambientes físicos – casa, trabalho, ruas, parques, avenidas, estradas –, lendo os sinais e signos que esses ambientes emitem sem interrupção, esse leitor movente, sem necessidade de mudar de marcha ou de lugar, é também um leitor imersivo. Ao leve toque do seu dedo no celular, em quaisquer circunstâncias, ele pode penetrar no ciberespaço informacional, assim como pode conversar silenciosamente com alguém ou com um grupo de pessoas a vinte centímetros ou a continentes de distância. O que lhe caracteriza é uma prontidão cognitiva ímpar para orientar-se entre nós e nexos multimídia, sem perder o controle da sua presença e do seu entorno no espaço físico em que está situado. Que tipo de mente, de sistema nervoso central, de controle motor, de economia da atenção estão aí postos em ato? Não há dúvida de que a mente é distribuída, capaz de processar, paralela e conjuntamente, informações de ordens diversas, dando a elas igual magnitude, tanto as informações que provêm da situação ao seu redor quanto aquelas miniaturizadas que estão ao alcance dos dedos e que são rastreadas com acuidade visual veloz e quase infalível, como se os olhos adivinhassem antes de ver. As ações reflexas do sistema nervoso central, por sua vez, ligam eletricamente o corpo ao ambiente tanto físico quanto cyber em igualdade de condições. Com isso, dissolvem-se quaisquer fronteiras entre o físico e o virtual. O controle motor reage, em frações de segundos e sem solavancos ou descontinuidades, aos estímulos que vêm do mundo ao redor e do mundo informacional. A atenção é irremediavelmente uma atenção parcial contínua. Quer dizer, a atenção responde ao mesmo tempo a distintos focos sem se demorar reflexivamente em nenhum deles. Ela é continuamente parcial. Esse é o perfil cognitivo do leitor ubíquo.
(Disponível em:https://www.revistaensinosuperior.gr.unicamp.br/artigos/desafios-da-ubiquidade-para-aeducacao).
I. Segundo a autora do texto, o leitor ubíquo é capaz de ler um texto digital da mesma forma que lê um texto impresso, sem prejuízos cognitivos.
II. A autora afirma que a mente se adapta à multimodalidade inerente ao espaço de leitura do leitor ubíquo.
III. A autora pressupõe que o sistema cognitivo sofre como resultado do espaço de leitura ubíqua.
Quais estão corretas?
Considerando a questão, qual é a melhor estratégia de leitura para chegar à resposta correta (alternativa A)?
Leia a tirinha a seguir:

Considerando a multiplicidade de fatores que constituem a coerência textual, assinale a alternativa
INCORRETA.
A pedagogia dos multiletramentos é uma proposta/movimento educacional desenvolvida pelo Grupo de Nova Londres (New London Group) – GNL entre 1995 e 1996. Diferente de um método ou abordagem de ensino, essa pedagogia é voltada para uma educação apropriada para contemporaneidade, especialmente uma educação linguística. De acordo com o GNL, o século XXI é atravessado por múltiplas linguagens e culturas, o que demanda dos indivíduos variados letramentos e/ou maneiras de interagir, ou seja, multiletramentos (Fonte: Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp).
I. A prática situada (situated practice) se preocupa em contextualizar o ensino para aproximar os estudantes das práticas pedagógicas.
II. A instrução explícita (overt instruction) envolve a apresentação clara e direta dos conceitos e da metalinguagem essenciais para que os estudantes possam compreender e analisar de forma mais aprofundada as práticas e os objetos de aprendizagem.
III. O enquadramento crítico (critical framing) e a prática transformadora (transformed practice) são conceitos sinônimos, de acordo com a proposta do GNL, em que os estudantes aplicam seus conhecimentos ressignificados no mundo real.
Quais estão corretas?
Alguns conceitos parecem já não atender às perspectivas de compreensão de uma língua que “viralizou” e se tornou “miscigenada”, como é o caso do conceito de língua estrangeira, fortemente criticado por seu viés eurocêntrico. Outras terminologias, mais recentemente propostas, também provocam um intenso debate no campo, tais como inglês como língua internacional, como língua global, como língua adicional, como língua franca, dentre outras. Em que pese as diferenças entre uma terminologia e outra, suas ênfases, pontos de contato e eventuais sobreposições, o tratamento dado ao componente na BNCC prioriza o foco da função social e política do inglês e, nesse sentido, passa a tratá-la em seu status de língua franca (Brasil, 2018).
Considerando a perspectiva atual do ensino de inglês, assinale a alternativa INCORRETA.
Reading a text does not imply that it does not have many unitary meanings potentially accessible to all. It rather allows a variety of interpretation by different readers, governed by factors such as purpose, background knowledge, and the relationship between the reader and the text (Nuttall, 1996; Aebersold & Field, 1997). From this perspective, reading is understood to be a complex cognitive process in which reader and text interact to (re)create meaningful discourse (Araújo, 2005).