Questões de Concurso Para ses-pe

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Q3931990 Nutrição
A doença hepática crônica, DHC, cursa com hipovitaminose D. Esta condição é multifatorial. Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma causa para hipovitaminose D na DHC.
Alternativas
Q3931989 Nutrição
Assinale a alternativa CORRETA sobre a causa e condições metabólicas frequentes da síndrome da realimentação.
Alternativas
Q3931988 Nutrição
Avalie os itens sobre as necessidades nutricionais para pacientes pós-traumas:

I. As necessidades energéticas nos diferentes tipos de trauma podem ter um incremento de 10 a 100%.
II. O fornecimento de quantidades excessiva de energia, ultrapassando 35kcal/kg/dia, deve ser evitado para prevenir efeitos indesejáveis tais como hiperglicemia, uremia e hiper osmolaridade.
III. A oferta proteica deve ser reduzida para, no máximo, 1,0g/kg/dia.
IV. A oferta de lipídios, considerando a distribuição dos macronutrientes, pode ser aumentada em casos de estresse grave no pós-trauma.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3931987 Nutrição
Leia o texto abaixo:

Ageusia significa ________________ e tem como consequência possível a deficiência alimentar de _____ e ________

Assinale a alternativa que preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima.
Alternativas
Q3931986 Nutrição
Dentre as recomendações para consumo, são considerados protetores contra a ocorrência da Doença Hepática Gordurosa
NÃO Alcoólica, os seguintes:
Alternativas
Q3931984 Nutrição
O diagnóstico de sarcopenia, segundo European Working Group on Sarcopenia in Older People (EWGSOP2), recomenda a aplicação do SARC-CalF, como critério de identificação de casos prováveis.

Este instrumento utiliza a seguinte medida antropométrica:
Alternativas
Q3931983 Nutrição
A deficiência da Carnitina Palmitoil Transferase II (CPT 2) compromete o metabolismo dos 
Alternativas
Q3931982 Nutrição
O Diabetes Mellitus (DM) é considerado uma doença crônica não transmissível, caracterizada por hiperglicemia, decorrente de deficiência na produção ou na ação da insulina, ou em ambos os mecanismos, ocasionando complicações em curto, médio e longo prazo.

Sobre essas complicações assinale a alternativa INCORRRETA. 
Alternativas
Q3931981 Nutrição
Assinale a alternativa CORRETA sobre a condição de caquexia. 
Alternativas
Q3931979 Nutrição
O planejamento alimentar após a cirurgia bariátrica, seguindo o protocolo estabelecido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica considera

I. 1ª fase – DIETA LÍQUIDA: Esta fase compreende as duas primeiras semanas após a cirurgia e caracteriza-se como uma fase de adaptação.
II. 2ª fase – DIETA PASTOSA: Nesta fase ocorre a inclusão de alimentos na consistência de cremes e purês. O objetivo principal é manter o repouso gástrico e iniciar a transição para dieta branda, onde mastigação exaustiva deverá ocorrer. O tempo médio de duração é de 7 a 10 dias.
III. 3ª fase – DIETA BRANDA: Nesta fase se deve dar preferência aos alimentos cozidos mais nutritivos escolhendo fontes diárias de proteínas e ferro como carnes moídas e desfiadas, cálcio (leite e derivados) e vitaminas (frutas e vegetais cozidos. A duração desta fase, em média, compreende noventa dias.
IV. 4ª fase – DIETA GERAL (normal): quase todos os alimentos começam a ser introduzidos na alimentação diária. Escolher carnes na forma de bifes, filés, assados, cozidos ou grelhados, leite e derivados com baixo teor de gordura, frutas em geral, vegetais folhosos crus ou refogados, grãos como feijões, lentilhas, ervilhas e cereais integrais 

Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3931977 Medicina
 Fraturas bilaterais do istmo ou do pedículo de C2, avulsão do canto inferior de C2 e subluxação/luxação anterior do corpo vertebral de C2 podem ser visualizadas em que tipo de fratura? 
Alternativas
Q3931975 Medicina
 Sobre a avaliação por imagem em uma paciente com suspeita de endometriose, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3931963 Medicina
Jovem de 17 anos, veio encaminhado do Cabo de Santo Agostinho-PE para avaliação com a neurocirurgia de emergência. Tinha história de cefaleia súbita e de forte intensidade, seguida de vômitos, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva na escola há 23h. Genitora informa que o paciente possuía o diagnóstico de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral há 2 anos quando fez investigação de cefaleia crônica e crise convulsiva.

Fazia uso de ácido valproico 250mg 1x/dia e estava aguardando embolização eletiva da MAV. Trouxe laudo de ressonância magnética (RM) e angioressonância magnética (angioRM) de 6 meses atrás com a seguinte informação: presença de MAV frontotemporal profunda direita, acometendo também cápsula interna e gânglios basais do mesmo lado com um grande nidus 6,2 x 6,0 x 5,6 cm, exibindo múltiplos vazios de fluxo. Suas artérias de alimentação são da artéria cerebral média direita e veia de drenagem para a veia cerebral profunda e depois para a veia de Galeno.

Ao exame: entubado, sedado, com midríase fixa bilateral, sem reflexo de tosse e sem reflexo corneopalpebral. Trazia imagem de TC de crânio.



Alguns critérios devem ser observados para se realizar a abertura do protocolo de morte encefálica no caso do paciente acima, EXCETO:
Alternativas
Q3931962 Radiologia
Jovem de 17 anos, veio encaminhado do Cabo de Santo Agostinho-PE para avaliação com a neurocirurgia de emergência. Tinha história de cefaleia súbita e de forte intensidade, seguida de vômitos, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva na escola há 23h. Genitora informa que o paciente possuía o diagnóstico de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral há 2 anos quando fez investigação de cefaleia crônica e crise convulsiva.

Fazia uso de ácido valproico 250mg 1x/dia e estava aguardando embolização eletiva da MAV. Trouxe laudo de ressonância magnética (RM) e angioressonância magnética (angioRM) de 6 meses atrás com a seguinte informação: presença de MAV frontotemporal profunda direita, acometendo também cápsula interna e gânglios basais do mesmo lado com um grande nidus 6,2 x 6,0 x 5,6 cm, exibindo múltiplos vazios de fluxo. Suas artérias de alimentação são da artéria cerebral média direita e veia de drenagem para a veia cerebral profunda e depois para a veia de Galeno.

Ao exame: entubado, sedado, com midríase fixa bilateral, sem reflexo de tosse e sem reflexo corneopalpebral. Trazia imagem de TC de crânio.



 Sobre MAV cerebral, é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Q3931961 Medicina
Jovem de 17 anos, veio encaminhado do Cabo de Santo Agostinho-PE para avaliação com a neurocirurgia de emergência. Tinha história de cefaleia súbita e de forte intensidade, seguida de vômitos, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva na escola há 23h. Genitora informa que o paciente possuía o diagnóstico de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral há 2 anos quando fez investigação de cefaleia crônica e crise convulsiva.

Fazia uso de ácido valproico 250mg 1x/dia e estava aguardando embolização eletiva da MAV. Trouxe laudo de ressonância magnética (RM) e angioressonância magnética (angioRM) de 6 meses atrás com a seguinte informação: presença de MAV frontotemporal profunda direita, acometendo também cápsula interna e gânglios basais do mesmo lado com um grande nidus 6,2 x 6,0 x 5,6 cm, exibindo múltiplos vazios de fluxo. Suas artérias de alimentação são da artéria cerebral média direita e veia de drenagem para a veia cerebral profunda e depois para a veia de Galeno.

Ao exame: entubado, sedado, com midríase fixa bilateral, sem reflexo de tosse e sem reflexo corneopalpebral. Trazia imagem de TC de crânio.



Quais os critérios usados na classificação suplementar de Spetzler-Martin e quantos pontos a MAV cerebral do paciente em questão recebe?
Alternativas
Q3931960 Medicina
Jovem de 17 anos, veio encaminhado do Cabo de Santo Agostinho-PE para avaliação com a neurocirurgia de emergência. Tinha história de cefaleia súbita e de forte intensidade, seguida de vômitos, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva na escola há 23h. Genitora informa que o paciente possuía o diagnóstico de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral há 2 anos quando fez investigação de cefaleia crônica e crise convulsiva.

Fazia uso de ácido valproico 250mg 1x/dia e estava aguardando embolização eletiva da MAV. Trouxe laudo de ressonância magnética (RM) e angioressonância magnética (angioRM) de 6 meses atrás com a seguinte informação: presença de MAV frontotemporal profunda direita, acometendo também cápsula interna e gânglios basais do mesmo lado com um grande nidus 6,2 x 6,0 x 5,6 cm, exibindo múltiplos vazios de fluxo. Suas artérias de alimentação são da artéria cerebral média direita e veia de drenagem para a veia cerebral profunda e depois para a veia de Galeno.

Ao exame: entubado, sedado, com midríase fixa bilateral, sem reflexo de tosse e sem reflexo corneopalpebral. Trazia imagem de TC de crânio.



Quantos pontos e qual grau a MAV cerebral do paciente em questão recebe pela classificação de Spetzler-Martin (SM)? 
Alternativas
Q3931959 Medicina
Jovem de 17 anos, veio encaminhado do Cabo de Santo Agostinho-PE para avaliação com a neurocirurgia de emergência. Tinha história de cefaleia súbita e de forte intensidade, seguida de vômitos, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva na escola há 23h. Genitora informa que o paciente possuía o diagnóstico de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral há 2 anos quando fez investigação de cefaleia crônica e crise convulsiva.

Fazia uso de ácido valproico 250mg 1x/dia e estava aguardando embolização eletiva da MAV. Trouxe laudo de ressonância magnética (RM) e angioressonância magnética (angioRM) de 6 meses atrás com a seguinte informação: presença de MAV frontotemporal profunda direita, acometendo também cápsula interna e gânglios basais do mesmo lado com um grande nidus 6,2 x 6,0 x 5,6 cm, exibindo múltiplos vazios de fluxo. Suas artérias de alimentação são da artéria cerebral média direita e veia de drenagem para a veia cerebral profunda e depois para a veia de Galeno.

Ao exame: entubado, sedado, com midríase fixa bilateral, sem reflexo de tosse e sem reflexo corneopalpebral. Trazia imagem de TC de crânio.



Qual medida mais adequada no momento a se fazer diante desse paciente? 
Alternativas
Q3931958 Medicina
Paciente de 45 anos, sexo masculino, veio encaminhado do município de Canhotinho-PE para parecer da neurocirurgia após alta da cirurgia geral. Estava sem acompanhamento médico e em uso de cateter nasal com O2 6L/min. Tinha relato de queda de motocicleta há 6h, sem uso de capacete e com libação alcoólica.

Exame físico em unidade de trauma: não abria os olhos, falava palavras inapropriadas, localizava a dor à esquerda, escoriações múltiplas em face, ferimento cortocontuso sangrante e não suturado em região temporoparietal direita e anisocoria à direita.

Fez tomografia computadorizada (TC) de crânio que estava alterada e coluna cervical normal. 



Ainda sobre os hematomas epidurais agudos, a rotura da Artéria Meníngea Média (AMM) é frequentemente associada ao surgimento deles.
Qual alternativa está CORRETA sobre essa artéria?
Alternativas
Q3931957 Medicina
Paciente de 45 anos, sexo masculino, veio encaminhado do município de Canhotinho-PE para parecer da neurocirurgia após alta da cirurgia geral. Estava sem acompanhamento médico e em uso de cateter nasal com O2 6L/min. Tinha relato de queda de motocicleta há 6h, sem uso de capacete e com libação alcoólica.

Exame físico em unidade de trauma: não abria os olhos, falava palavras inapropriadas, localizava a dor à esquerda, escoriações múltiplas em face, ferimento cortocontuso sangrante e não suturado em região temporoparietal direita e anisocoria à direita.

Fez tomografia computadorizada (TC) de crânio que estava alterada e coluna cervical normal. 



Diferentemente do caso em questão e em relação aos hematomas epidurais agudos, vários fatores podem levar a uma TAC de crânio não diagnóstica, EXCETO:
Alternativas
Q3931956 Medicina
Paciente de 45 anos, sexo masculino, veio encaminhado do município de Canhotinho-PE para parecer da neurocirurgia após alta da cirurgia geral. Estava sem acompanhamento médico e em uso de cateter nasal com O2 6L/min. Tinha relato de queda de motocicleta há 6h, sem uso de capacete e com libação alcoólica.

Exame físico em unidade de trauma: não abria os olhos, falava palavras inapropriadas, localizava a dor à esquerda, escoriações múltiplas em face, ferimento cortocontuso sangrante e não suturado em região temporoparietal direita e anisocoria à direita.

Fez tomografia computadorizada (TC) de crânio que estava alterada e coluna cervical normal. 



Qual deve ser a conduta imediata e mais apropriada do neurocirurgião diante desse paciente?
Alternativas
Respostas
3001: E
3002: B
3003: D
3004: C
3005: A
3006: B
3007: A
3008: D
3009: D
3010: D
3011: B
3012: C
3013: B
3014: D
3015: C
3016: E
3017: A
3018: A
3019: E
3020: B