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1) Para células de bactérias Gram negativas é necessária a clivagem da espessa camada de peptideoglicana presente na parede celular com a enzima lisozima. 2) O RNA pode ser removido pelo uso de uma solução de fenol/clorofórmio. 3) O gradiente de cloreto de césio (CsCl) pode ser utilizada para remoção de RNA e proteínas.
4) A pureza de uma amostra de DNA pode ser avaliada por espectrofotometria por meio da leitura da absorbância determinando a relação entre A260/A280. 5) A lise da bactéria Escherichia coli pode ser realizada pela ação de um detergente aniônico e substâncias alcalinas
Estão corretas:
1) Um citômetro de fluxo é um sistema constituído por 5 elementos: fonte de radiação, uma câmara de fluxo, unidades de filtros ópticos, fotodíodos ou fotomultiplicadores e uma unidade de processamento dos sinais. 2) A citometria de fluxo quando utilizada em células cancerígenas, analisa se há alterações na sua taxa normal de DNA . 3) A limitação da técnica de citometria é a impossibilidade da combinação de vários fluorocromos para diferenciação de subpopulações numa determinada população, correspondentes a diferentes níveis de funcionalidade das células (ativas ou em apoptose). 4) A citometria de fluxo possibilita analisar o conteúdo de DNA, mas há limitações em relação ao RNA. 5) Na técnica de citometria de fluxo, é possível definir qual a posição do ciclo celular na célula.
Estão corretas, apenas:
1) Os mecanismos de descarte de resíduos sólidos domésticos ou do setor industrial têm sido incipientes no Brasil. 2) O aumento populacional e as desigualdades entre o urbano e o rural facilitaram as políticas ambientais de consumo de água e, consequentemente, a emissão de resíduos sólidos. 3) As políticas públicas de tratamento de resíduos exercidas no Brasil facultam à indústria a construção de manutenção de estações de tratamento de efluentes. 4) A crise urbana está relacionada, principalmente, com a contaminação de mananciais superficiais e subterrâneos em razão do inadequado atendimento de serviços de saneamento. 5) Nas áreas urbanas, o esgotamento sanitário contribui para a propagação de doenças e vetores, tendo consequências na saúde e no abastecimento de água para a população.
Estão corretas, apenas:
1) Bromélias x Plantas 2) Tubarão x Peixe-piloto 3) Cupim X Protozoário 4) Leão x Zebra,
a associação correta é:
1) No ciclo do carbono, as bactérias são responsáveis pela ciclagem de compostos orgânicos e pela nitrificação no ciclo do nitrogênio. 2) A poluição ambiental, principalmente, dos combustíveis fósseis auxilia a ciclagem dos nutrientes no ciclo do carbono. 3) Os ciclos biogeoquímicos estão relacionados com processos geológicos, hidrológicos e biológicos, sendo o movimento cíclico de um determinado elemento químico. 4) No ciclo do enxofre os fungos são responsáveis pela formação da chuva ácida. 5) Os vegetais e os animais participam do ciclo do carbono com a função de produtores e decompositores da matéria orgânica.
Estão corretas, apenas:
Assinale a alternativa que apresenta os pesos corretos de cada componente
Texto 2
Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=Mafalda+e+os+dilemas+da+vida. Acesso em: 15
out. 2016. Adaptado.
Texto 1
A família dos porquês
A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelou-se uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.
Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma má-formação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.
A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.
No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?
In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo:
Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado.
Texto 1
A família dos porquês
A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelou-se uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.
Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma má-formação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.
A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.
No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?
In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo:
Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado.
1) No trecho: “o ‘porque’ causa, o explicativo e o indicador de argumento” (1º parágrafo), a ausência da palavra ‘porque’ nos segmentos sublinhados compromete a leitura desse trecho. 2) Quanto às formas verbais sublinhadas no trecho: “O pensamento científico revelou-se uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês” (1º parágrafo), a ordem desses elementos adicionados indica aumento progressivo do efeito de tensão. 3) Em: “A explicação do médico é irretocável, mas seria essa a resposta ao ‘por quê’ do pai inconsolável?” (3º parágrafo), a substituição de ‘mas’ por ‘e’ não interferiria na argumentação. 4) No trecho: “No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida” (4º parágrafo) está explicitada uma relação semântica de comparação.
Estão corretas, apenas: