Questões de Concurso
Para ses-df
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Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 53 anos de idade, obeso e dislipidêmico, sem uso de medicações contínuas, procurou o pronto-socorro com queixa de dor de forte intensidade em joelho D, iniciada a cerca de dois dias, evoluindo nas últimas 24 horas com aumento do volume, calor local, vermelhidão e discreta restrição à flexão da articulação. O paciente nega febre ou outros sintomas gerais. Fez uso de dipirona, sem grande alívio do quadro álgico.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente idoso, em uso de polifarmácia, está internado para tratamento da hiponatremia hipovolêmica (Na 118 mEq/L) em razão do uso abusivo de diurético tiazídico. Logo após a internação, motivada por alteração leve da consciência, apresentou crise convulsiva tônico-clônica generalizada.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente idoso, em uso de polifarmácia, está internado para tratamento da hiponatremia hipovolêmica (Na 118 mEq/L) em razão do uso abusivo de diurético tiazídico. Logo após a internação, motivada por alteração leve da consciência, apresentou crise convulsiva tônico-clônica generalizada.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente idoso, em uso de polifarmácia, está internado para tratamento da hiponatremia hipovolêmica (Na 118 mEq/L) em razão do uso abusivo de diurético tiazídico. Logo após a internação, motivada por alteração leve da consciência, apresentou crise convulsiva tônico-clônica generalizada.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente idoso, em uso de polifarmácia, está internado para tratamento da hiponatremia hipovolêmica (Na 118 mEq/L) em razão do uso abusivo de diurético tiazídico. Logo após a internação, motivada por alteração leve da consciência, apresentou crise convulsiva tônico-clônica generalizada.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente idoso, em uso de polifarmácia, está internado para tratamento da hiponatremia hipovolêmica (Na 118 mEq/L) em razão do uso abusivo de diurético tiazídico. Logo após a internação, motivada por alteração leve da consciência, apresentou crise convulsiva tônico-clônica generalizada.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 23 anos de idade, diabético tipo 1, durante viagem, teve extravio de bagagem e está há quatro dias sem uso de insulina. Ele procurou o pronto-socorro com queixa de dor abdominal difusa, vômitos e poliúria. Ao exame físico, encontrava-se desidratado ++/4+; com FC = 124 bpm, FR = 31 irpm, padrão de Kussmaul. Aos exames laboratoriais, foram constatados glicemia = 342 mg/dL, pH venoso = 7,1, bicarbonato = 9 mEq/L, com cetonuria fortemente positiva.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 23 anos de idade, diabético tipo 1, durante viagem, teve extravio de bagagem e está há quatro dias sem uso de insulina. Ele procurou o pronto-socorro com queixa de dor abdominal difusa, vômitos e poliúria. Ao exame físico, encontrava-se desidratado ++/4+; com FC = 124 bpm, FR = 31 irpm, padrão de Kussmaul. Aos exames laboratoriais, foram constatados glicemia = 342 mg/dL, pH venoso = 7,1, bicarbonato = 9 mEq/L, com cetonuria fortemente positiva.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 23 anos de idade, diabético tipo 1, durante viagem, teve extravio de bagagem e está há quatro dias sem uso de insulina. Ele procurou o pronto-socorro com queixa de dor abdominal difusa, vômitos e poliúria. Ao exame físico, encontrava-se desidratado ++/4+; com FC = 124 bpm, FR = 31 irpm, padrão de Kussmaul. Aos exames laboratoriais, foram constatados glicemia = 342 mg/dL, pH venoso = 7,1, bicarbonato = 9 mEq/L, com cetonuria fortemente positiva.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 37 anos de idade, paraplégico após trauma raquimedular há dois anos, com diurese por cateterismo vesical intermitente, foi levado pela esposa ao pronto-socorro com relato de febre, sonolência, diminuição do volume urinário com alteração da coloração e odor. À avaliação clínica, apresentava-se hipotenso, taquicárdico, com perfusão periférica lentificada, preenchendo critérios de sepse.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 37 anos de idade, paraplégico após trauma raquimedular há dois anos, com diurese por cateterismo vesical intermitente, foi levado pela esposa ao pronto-socorro com relato de febre, sonolência, diminuição do volume urinário com alteração da coloração e odor. À avaliação clínica, apresentava-se hipotenso, taquicárdico, com perfusão periférica lentificada, preenchendo critérios de sepse.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 37 anos de idade, paraplégico após trauma raquimedular há dois anos, com diurese por cateterismo vesical intermitente, foi levado pela esposa ao pronto-socorro com relato de febre, sonolência, diminuição do volume urinário com alteração da coloração e odor. À avaliação clínica, apresentava-se hipotenso, taquicárdico, com perfusão periférica lentificada, preenchendo critérios de sepse.
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 61 anos de idade, sem comorbidades e sem uso de medicações contínuas, procurou o pronto-socorro com queixa de febre, tosse, odinofagia e mialgia, iniciados no dia anterior. Fez uso de dipirona com alívio parcial e transitório da febre e mialgia. Ao exame físico, encontrava-se em bom estado geral, com temperatura axilar = 38,7 ºC; FC = 92 bpm; PA = 120 mmHg x 75 mmHg; FR = 18 irpm, sem sinais de desconforto e SatO2 = 95% em ar ambiente. Foram solicitados radiografia de tórax, hemograma e painel de detecção de vírus respiratórios. Imagem evidenciou infiltrado intersticial em bases pulmonares. Verificou-se também hemograma com discreta leucopenia e painel viral positivo para influenza A.
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 35 anos de idade, com história de tireoidite de Hashimoto, sem outras comorbidades, sem uso de álcool, tabaco ou outras drogas, procurou o pronto-socorro com queixa de aumento progressivo de volume abdominal. Ao exame físico, apresentava-se ictérica ++/4+ em esclera, abdome levemente doloroso difusamente à palpação superficial e sinal do piparote positivo. Foram solicitados exames complementares e realizada paracentese. Constataram-se hemoglobina = 12 g%, leucócitos = 5750/mm³, plaquetas = 91 mil/mm³, AST = 89 U/L, ALT = 78 U/L, fosfatase alcalina = 201 U/L, gama GT = 130 U/L, bilirrubina total = 3,0 mg/dL, bilirrubina direta = 2,1 mg/d, albumina sérica = 2,1 g/dL, INR = 1,9, análise do líquido ascítico com albumina = 0,7 g/dL, 362 polimorfonucleares/mm³, resultado da cultura pendente. A ultrassonografia de abdome superior indicou fígado de dimensões reduzidas, contornos serrilhados e sinais de hipertensão portal. Foi feita a hipótese diagnóstica de cirrose hepática.
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 35 anos de idade, com história de tireoidite de Hashimoto, sem outras comorbidades, sem uso de álcool, tabaco ou outras drogas, procurou o pronto-socorro com queixa de aumento progressivo de volume abdominal. Ao exame físico, apresentava-se ictérica ++/4+ em esclera, abdome levemente doloroso difusamente à palpação superficial e sinal do piparote positivo. Foram solicitados exames complementares e realizada paracentese. Constataram-se hemoglobina = 12 g%, leucócitos = 5750/mm³, plaquetas = 91 mil/mm³, AST = 89 U/L, ALT = 78 U/L, fosfatase alcalina = 201 U/L, gama GT = 130 U/L, bilirrubina total = 3,0 mg/dL, bilirrubina direta = 2,1 mg/d, albumina sérica = 2,1 g/dL, INR = 1,9, análise do líquido ascítico com albumina = 0,7 g/dL, 362 polimorfonucleares/mm³, resultado da cultura pendente. A ultrassonografia de abdome superior indicou fígado de dimensões reduzidas, contornos serrilhados e sinais de hipertensão portal. Foi feita a hipótese diagnóstica de cirrose hepática.
Na pesquisa da etiologia da cirrose da paciente, foram solicitadas sorologias com o resultado a seguir.

Acerca desse perfil sorológico, é correto afirmar que a paciente apresenta hepatite