Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 79 anos de idade compareceu à consulta
referindo quadro de perda urinária de início há três meses,
associado à sensação de abaulamento vaginal, perda urinária
aos esforços sem urgeincontinência, sem dificuldade de
esvaziamento vesical associada. Ao exame físico, bom
estado geral, corada, hidratada, acianótica, anictérica e
afebril, PA = 130 mmHg x 90 mmHg, FC = 90 bpm,
SatO2 = 92%, FR = 17 irpm, abdome inocente, sem
descompressão brusca ou defesa, POP-Q simplificado Ba +1,
C -2, Bp -1, CVT 6 cm e perda urinária à manobra de valsava
durante o exame físico. Realizou exame de estudo
urodinâmico com os resultados de fluxometria com curva
sinusoidal, fluxo máximo (Qmax) 15ml/s; Cistometria com
capacidade cistométrica máxima (CCM) de 410ml, presença
de contrações não inibidas do detrusor (CNI) de baixa
amplitude, valsava leak point pressure (VLPP) de 92
cmH2O. Estudo fluxo/pressão com Qmax 14 mL/s, curva
sinusoidal, com pressão do detrusor no fluxo máximo
(PdetQmax) de 30 cmH2O.