Questões de Concurso
Para ses-df
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Uma gestante de 40 anos de idade, G2P1A0, IG de 28 semanas, teve diagnóstico de hepatite B apenas no terceiro trimestre, exame carga viral HBV > 210 000 UI/mL.
Como poderá ser feito a profilaxia para transmissão vertical de forma mais efetiva?
Uma gestante de 40 anos de idade, G2P1A0, iniciou pré- natal com 8 semanas, e em rastreio de infecções no primeiro trimestre não houve identificação de nenhuma alteração. Retornou com 24 semanas trazendo o exame HBsAg reagente.
Quais exames complementares devem ser solicitados para avaliar a indicação de tratamento para hepatite B, segundo recomendação do Ministério da Saúde do Brasil?
Uma paciente de 38 anos de idade, gestante de 38 semanas, tem diagnóstico prévio a gestação de vírus da imunodeficiência humana, iniciou tratamento durante a gestação com boa adesão. Foi levado ao pronto-socorro com 3 cm de dilatação e três contrações a cada 10 minutos. Traz exames colhidos com 34 semanas apresentando os seguintes resultados: Carga viral HIV = 900 cópias/mL, LT – CD4 + = 400 céls/mm3.
Em relação ao parto dessa paciente, assinale a alternativa correta.
Uma paciente de 25 anos de idade, gestante de 28 semanas, iniciou o pré-natal no primeiro trimestre com resultado de teste rápido para sífilis negativo. Compareceu à consulta de rotina de pré-natal e seu teste rápido veio positivo. Após realizar VDRL com resultado 1/16, a paciente fez o tratamento adequado segundo as recomendações do Ministério da Saúde do Brasil.
O médico deverá retratar essa paciente se, após
Uma paciente de 23 anos de idade, está gestante de 28 semanas, iniciou o pré-natal no primeiro trimestre com resultado de teste rápido para sífilis negativo. Compareceu à consulta de rotina de pré-natal e seu teste rápido veio positivo. Realizou VDRL com resultado 1/16. Em seu prontuário, consta alergia à amoxicilina que evoluiu para choque anafilático.
Nesse caso, como se deve proceder ao tratamento?
Uma paciente de 21 anos de idade, gestante de 28 semanas, iniciou o pré-natal no primeiro trimestre e teve resultado de teste rápido para sífilis com resultado negativo. Compareceu à consulta de rotina de pré-natal e seu teste rápido veio positivo. Realizou VDRL com resultado 1/8.
Qual a melhor conduta no momento para essa paciente?
Caso clínico para responder a questão
Uma paciente 13 anos de idade, com quadro de lesão ulcerada em região vulvar de início súbito associado à dor local e presença de secreção de aspecto violáceo. A paciente negou sexarca, sem linfonodomegalia associada.
Caso clínico para responder a questão
Uma paciente de 16 anos de idade procura o serviço de ginecologia, acompanhada pela mãe, por não haver ainda apresentado a primeira menstruação. Nega qualquer comorbidade diagnosticada, nega uso crônico de medicações ou antecedentes cirúrgicos e dor pélvica cíclica. Ainda não apresentou sexarca. Apresenta desenvolvimento mamário discreto (Tanner M3), e pelos axilares e pubianos escassos (Tanner P2). Ao exame físico, apresenta vulva sem alterações, com hímen íntegro exibindo perfuração fisiológica.
Caso clínico para responder a questão
Uma paciente de 16 anos de idade procura o serviço de ginecologia, acompanhada pela mãe, por não haver ainda apresentado a primeira menstruação. Nega qualquer comorbidade diagnosticada, nega uso crônico de medicações ou antecedentes cirúrgicos e dor pélvica cíclica. Ainda não apresentou sexarca. Apresenta desenvolvimento mamário discreto (Tanner M3), e pelos axilares e pubianos escassos (Tanner P2). Ao exame físico, apresenta vulva sem alterações, com hímen íntegro exibindo perfuração fisiológica.
Caso clínico para responder a questão
Uma paciente de 52 anos de idade compareceu à consulta ginecológica com queixa principal de fogachos, sudorese noturna, irritabilidade e ressecamento vaginal. Refere menopausa aos 48 anos de idade sem nunca ter realizado terapia hormonal ou não hormonal para os sintomas apresentados. Informa antecedente de hipertensão arterial sistêmica bem controlada, em uso de losartana 50 mg/dia. Trouxe exames já realizados no último mês, com mamografia como: resultado BIRADS-2 (às custas de calcificações benignas esparsas); ultrassonografia transvaginal sem alterações; colpocitologia oncótica revelando células glandulares atípicas (AGC); exames laboratoriais revelando glicemia de jejum = 85 mg/dL, HBA1C = 5,4%, HDL = 40 mmol/L, LDL = 135 mmol/L,TGL = 98 mg/dL.