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Analisar o Serviço Social brasileiro em suas orgânicas relações com a questão social e a desigualdade fundante que a constitui, no atual contexto de transformações estruturais e conjunturais que se processam sob a dominância do capital financeiro, é enfrentar uma temática bastante ampla e complexa.
YASBEK, M. C. Serviço Social, Questão Social e Políticas Sociais em
tempos de degradação do trabalho humano, sob o domínio do capital
financeiro. Revista Serviço Social, Londrina, v. 21, n. 1, jul./dez. 2018,
p. 183‐194, com adaptações.
Considerando o fragmento do texto como referência inicial, no que tange ao Estado, à questão social e à sua relação com o Serviço Social, julgue o item a seguir.
Nos contraditórios tempos presentes, a questão social
assume novas configurações e expressões que condensam
múltiplas desigualdades mediadas por disparidades nas
relações de gênero, nas características étnico‐raciais, nas
mobilidades espaciais, nas formações regionais e nas
disputas ambientais, colocando em causa amplos segmentos
da sociedade civil no acesso aos bens da civilização.
Analisar o Serviço Social brasileiro em suas orgânicas relações com a questão social e a desigualdade fundante que a constitui, no atual contexto de transformações estruturais e conjunturais que se processam sob a dominância do capital financeiro, é enfrentar uma temática bastante ampla e complexa.
YASBEK, M. C. Serviço Social, Questão Social e Políticas Sociais em
tempos de degradação do trabalho humano, sob o domínio do capital
financeiro. Revista Serviço Social, Londrina, v. 21, n. 1, jul./dez. 2018,
p. 183‐194, com adaptações.
Considerando o fragmento do texto como referência inicial, no que tange ao Estado, à questão social e à sua relação com o Serviço Social, julgue o item a seguir.
Independentemente de um processo de organização
política e de formação da classe trabalhadora, o
reconhecimento da questão social, no cenário político
da sociedade, tende a consolidar uma relação harmônica
de cooperação e de conciliação de interesses entre a
classe operária, a burguesia e o Estado.
Analisar o Serviço Social brasileiro em suas orgânicas relações com a questão social e a desigualdade fundante que a constitui, no atual contexto de transformações estruturais e conjunturais que se processam sob a dominância do capital financeiro, é enfrentar uma temática bastante ampla e complexa.
YASBEK, M. C. Serviço Social, Questão Social e Políticas Sociais em
tempos de degradação do trabalho humano, sob o domínio do capital
financeiro. Revista Serviço Social, Londrina, v. 21, n. 1, jul./dez. 2018,
p. 183‐194, com adaptações.
Considerando o fragmento do texto como referência inicial, no que tange ao Estado, à questão social e à sua relação com o Serviço Social, julgue o item a seguir.
Uma concepção crítica a respeito do processo de
profissionalização do Serviço Social entende que o
aperfeiçoamento técnico da filantropia e a incorporação
das tradicionais formas de ajuda pelo Estado, aliados à
retração da produção e das relações sociais capitalistas,
constituem as condições sócio-históricas da relação
entre o Serviço Social, a questão social e o Estado.
O estudo aprofundado das relações entre trabalho produtivo e improdutivo, manual e intelectual, material e imaterial, bem como a forma assumida pela divisão sexual do trabalho, a nova configuração da classe trabalhadora, entre vários outros elementos, permitiram recolocar e dar concretude à tese da centralidade da categoria trabalho na formação societal contemporânea.
ANTUNES, Ricardo. Perenidade (e superfluidade) do trabalho: alguns
equívocos sobre a desconstrução do trabalho. In: SILVA, J. F. S. da. [et. al.]
(Orgs.). Sociabilidade burguesa e Serviço Social. Rio de Janeiro: Editora
Lumen Juris, 2013. (Coletânea Nova de Serviço Social), p. 15-27.
No que concerne ao trabalho como categoria fundante da sociabilidade humana, julgue o item a seguir.
Força de trabalho, na perspectiva marxiana,
corresponde ao conjunto de faculdades físicas e
mentais, existentes no corpo e na personalidade viva de
um ser humano, as quais ele põe em ação toda vez que
produz valores-de-uso de qualquer espécie.
O estudo aprofundado das relações entre trabalho produtivo e improdutivo, manual e intelectual, material e imaterial, bem como a forma assumida pela divisão sexual do trabalho, a nova configuração da classe trabalhadora, entre vários outros elementos, permitiram recolocar e dar concretude à tese da centralidade da categoria trabalho na formação societal contemporânea.
ANTUNES, Ricardo. Perenidade (e superfluidade) do trabalho: alguns
equívocos sobre a desconstrução do trabalho. In: SILVA, J. F. S. da. [et. al.]
(Orgs.). Sociabilidade burguesa e Serviço Social. Rio de Janeiro: Editora
Lumen Juris, 2013. (Coletânea Nova de Serviço Social), p. 15-27.
No que concerne ao trabalho como categoria fundante da sociabilidade humana, julgue o item a seguir.
As novas formas de interpenetração existentes entre as
atividades produtivas e as improdutivas, entre as
atividades fabris e as de serviços, que vêm sendo
reduzidas no mundo contemporâneo, configuram-se
como elementos capazes de demonstrar o modo
contemporâneo da centralidade do trabalho.
O estudo aprofundado das relações entre trabalho produtivo e improdutivo, manual e intelectual, material e imaterial, bem como a forma assumida pela divisão sexual do trabalho, a nova configuração da classe trabalhadora, entre vários outros elementos, permitiram recolocar e dar concretude à tese da centralidade da categoria trabalho na formação societal contemporânea.
ANTUNES, Ricardo. Perenidade (e superfluidade) do trabalho: alguns
equívocos sobre a desconstrução do trabalho. In: SILVA, J. F. S. da. [et. al.]
(Orgs.). Sociabilidade burguesa e Serviço Social. Rio de Janeiro: Editora
Lumen Juris, 2013. (Coletânea Nova de Serviço Social), p. 15-27.
No que concerne ao trabalho como categoria fundante da sociabilidade humana, julgue o item a seguir.
O ser humano, por ser o único animal que fabrica os
próprios instrumentos de trabalho, alarga as suas
potencialidades e pode realizar feitos que não poderia
sem os instrumentos por ele fabricados.
O estudo aprofundado das relações entre trabalho produtivo e improdutivo, manual e intelectual, material e imaterial, bem como a forma assumida pela divisão sexual do trabalho, a nova configuração da classe trabalhadora, entre vários outros elementos, permitiram recolocar e dar concretude à tese da centralidade da categoria trabalho na formação societal contemporânea.
ANTUNES, Ricardo. Perenidade (e superfluidade) do trabalho: alguns
equívocos sobre a desconstrução do trabalho. In: SILVA, J. F. S. da. [et. al.]
(Orgs.). Sociabilidade burguesa e Serviço Social. Rio de Janeiro: Editora
Lumen Juris, 2013. (Coletânea Nova de Serviço Social), p. 15-27.
No que concerne ao trabalho como categoria fundante da sociabilidade humana, julgue o item a seguir.
O ser social, a partir dos avanços e das conquistas que
acumula no domínio e no controle da natureza, alcançou
um nível de desenvolvimento e autonomia que é
independente de sua base natural, que é a vida biológica.
O estudo aprofundado das relações entre trabalho produtivo e improdutivo, manual e intelectual, material e imaterial, bem como a forma assumida pela divisão sexual do trabalho, a nova configuração da classe trabalhadora, entre vários outros elementos, permitiram recolocar e dar concretude à tese da centralidade da categoria trabalho na formação societal contemporânea.
ANTUNES, Ricardo. Perenidade (e superfluidade) do trabalho: alguns
equívocos sobre a desconstrução do trabalho. In: SILVA, J. F. S. da. [et. al.]
(Orgs.). Sociabilidade burguesa e Serviço Social. Rio de Janeiro: Editora
Lumen Juris, 2013. (Coletânea Nova de Serviço Social), p. 15-27.
No que concerne ao trabalho como categoria fundante da sociabilidade humana, julgue o item a seguir.
A cada tempo histórico, as sociedades, mediante as
relações de produção e reprodução social, foram
capazes de atender às demandas pela produção de bens
socialmente necessários por meio do trabalho como
elemento fundante da sociabilidade humana.
Na sociedade burguesa, quanto mais se desenvolve a produção capitalista, mais as relações sociais de produção se alienam dos próprios homens, confrontando-os como potências externas que os dominam.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No tocante à produção e à reprodução das relações sociais na sociedade capitalista, julgue o item a seguir.
Existe uma indissociável relação entre a produção dos
bens materiais e a forma econômico-social em que é
realizada, isto é, a totalidade das relações entre os homens
em uma sociedade historicamente particular, regulada pelo
desenvolvimento das forças produtivas do trabalho social.
Na sociedade burguesa, quanto mais se desenvolve a produção capitalista, mais as relações sociais de produção se alienam dos próprios homens, confrontando-os como potências externas que os dominam.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No tocante à produção e à reprodução das relações sociais na sociedade capitalista, julgue o item a seguir.
O processo de reprodução do capital abrange tanto o
processo direto de produção, quanto a fase de
circulação, isto é, seu ciclo periódico que se repete
sempre de novo e constitui a rotação do capital.
Na sociedade burguesa, quanto mais se desenvolve a produção capitalista, mais as relações sociais de produção se alienam dos próprios homens, confrontando-os como potências externas que os dominam.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No tocante à produção e à reprodução das relações sociais na sociedade capitalista, julgue o item a seguir.
O valor de uso é a forma social do produto do trabalho,
sua capacidade de ser trocado em determinada
proporção por qualquer outro produto, indissociável,
portanto, do fetiche, pois nessa sociedade as relações
humanas assumem a forma de relações entre coisas.
Na sociedade burguesa, quanto mais se desenvolve a produção capitalista, mais as relações sociais de produção se alienam dos próprios homens, confrontando-os como potências externas que os dominam.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No tocante à produção e à reprodução das relações sociais na sociedade capitalista, julgue o item a seguir.
Toda forma de divisão do trabalho confere ao labor a
forma de valor, o qual é uma determinada relação social
tomada como coisa.
Na sociedade burguesa, quanto mais se desenvolve a produção capitalista, mais as relações sociais de produção se alienam dos próprios homens, confrontando-os como potências externas que os dominam.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No tocante à produção e à reprodução das relações sociais na sociedade capitalista, julgue o item a seguir.
O capital, em seu movimento de valorização, produz mais
visibilidade para o trabalho e para a supervalorização do
humano, condizente com a indiferença ante a esfera das
necessidades sociais e dos valores de uso.
No palco da história do século 21, o novo ciclo de expansão do capitalismo transnacional redesenha o mapa do mundo.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
Com base na premissa apresentada no texto, julgue o item a seguir.
A expansão monopolista no Brasil fez-se mantendo, de um
lado, a dominação imperialista e, de outro, a desigualdade
interna do desenvolvimento da sociedade nacional,
aprofundando as disparidades econômicas, sociais e
regionais, na medida em que favorece a concentração
social, regional e racial de renda, prestígio e poder.
No palco da história do século 21, o novo ciclo de expansão do capitalismo transnacional redesenha o mapa do mundo.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
Com base na premissa apresentada no texto, julgue o item a seguir.
Para alguns estudiosos, a transição do capitalismo
competitivo ao monopolista no Brasil ocorreu por
caminhos que fogem ao modelo universal da
democracia burguesa.
No palco da história do século 21, o novo ciclo de expansão do capitalismo transnacional redesenha o mapa do mundo.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
Com base na premissa apresentada no texto, julgue o item a seguir.
A atual inserção do Brasil na divisão internacional do
trabalho, como um país de economia dita emergente em
um mercado mundializado, carrega a história de sua
formação social, imprime um caráter peculiar à organização
da produção, às relações entre o Estado e a sociedade, e
atinge a formação do universo político-cultural das classes,
dos grupos e dos indivíduos sociais.
No palco da história do século 21, o novo ciclo de expansão do capitalismo transnacional redesenha o mapa do mundo.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
Com base na premissa apresentada no texto, julgue o item a seguir.
A especificidade do liberalismo no Brasil possibilitou
que os princípios liberais se forjassem na luta entre a
burguesia ascendente e a classe da aristocracia
latifundiária, cujo resultado se materializou em uma
clássica e ordenada revolução industrial no País.
No palco da história do século 21, o novo ciclo de expansão do capitalismo transnacional redesenha o mapa do mundo.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
Com base na premissa apresentada no texto, julgue o item a seguir.
A transferência de riqueza entre classes e categorias
sociais e entre países está na raiz do aumento do
desemprego crônico, da precariedade das relações de
trabalho, das exigências de contenção salarial, da
flexibilidade das condições e relações de trabalho, além
do desmonte dos sistemas de proteção social.
Na formação social brasileira, um dos traços típicos do desenvolvimento capitalista consistiu precisamente em que se deu sem realizar as transformações estruturais que, noutras formações, constituíram as suas pré-condições.
NETTO, J. P. Ditadura e Serviço Social: uma análise do Serviço Social no
Brasil pós-64. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1996, com adaptações.
Quanto à formação social, política e econômica do Brasil, julgue o item a seguir.
Foi próprio da formação social brasileira que os
segmentos das classes dominantes sempre encontrassem
meios e modos de impedir ou travar a incidência das
forças comprometidas com as classes subalternas nos
processos e nos centros políticos decisórios.
Na formação social brasileira, um dos traços típicos do desenvolvimento capitalista consistiu precisamente em que se deu sem realizar as transformações estruturais que, noutras formações, constituíram as suas pré-condições.
NETTO, J. P. Ditadura e Serviço Social: uma análise do Serviço Social no
Brasil pós-64. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1996, com adaptações.
Quanto à formação social, política e econômica do Brasil, julgue o item a seguir.
O padrão produtivo com base no latifúndio da
monocultura extensiva, tendo em vista a exportação,
permaneceu hegemônico desde o período colonial,
dando o tom e o lugar que o Brasil ocupou na divisão
internacional do trabalho capitalista.