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Considere uma paciente de 62 anos de idade, G3P2C0A1, com menopausa há 10 anos (nega uso de terapia de reposição hormonal), portadora de hipertensão arterial sistêmica bem controlada, em uso de losartana 50 mg/dia, e dislipidemia, em uso de sinvastatina 20 mg/dia, sem outras comorbidades diagnosticadas. Ela comparece à consulta com ginecologista queixando-se de prurido vulvar de longa data, iniciado há um ano e meio. Relata disúria frequente e dor à defecação nos últimos meses. Sem outras queixas no momento, nega sangramentos anormais ou corrimentos de caráter patológico.
Ao exame, a paciente mostra-se em bom estado geral; normocorada; hidratada; PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 80 bpm; e SatO2 = 97% em ar ambiente. Os exames dos aparelhos respiratório e cardiovascular e o abdome não apresentam alterações significativas. À inspeção vulvar, são observadas placas brancas peroladas, com pele adelgaçada e discretas escoriações por coçadura, envolvendo a vulva e o ânus, com padrão em “8”. Também se evidenciam apagamento completo de pequenos lábios e encarceramento de clitóris.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
A biópsia está indicada nos casos de dúvida diagnóstica
ou suspeita da presença de malignidade. No caso da
principal hipótese em questão, o estudo histopatológico
apresentaria epiderme tipicamente adelgaçada e
retraída, com ou sem hiperqueratose, associada a edema
e depósito de fibrina abaixo do epitélio, além de
infiltrado inflamatório linfocítico na derme ou ao longo
da junção dermoepidérmica.
Considere uma paciente de 62 anos de idade, G3P2C0A1, com menopausa há 10 anos (nega uso de terapia de reposição hormonal), portadora de hipertensão arterial sistêmica bem controlada, em uso de losartana 50 mg/dia, e dislipidemia, em uso de sinvastatina 20 mg/dia, sem outras comorbidades diagnosticadas. Ela comparece à consulta com ginecologista queixando-se de prurido vulvar de longa data, iniciado há um ano e meio. Relata disúria frequente e dor à defecação nos últimos meses. Sem outras queixas no momento, nega sangramentos anormais ou corrimentos de caráter patológico.
Ao exame, a paciente mostra-se em bom estado geral; normocorada; hidratada; PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 80 bpm; e SatO2 = 97% em ar ambiente. Os exames dos aparelhos respiratório e cardiovascular e o abdome não apresentam alterações significativas. À inspeção vulvar, são observadas placas brancas peroladas, com pele adelgaçada e discretas escoriações por coçadura, envolvendo a vulva e o ânus, com padrão em “8”. Também se evidenciam apagamento completo de pequenos lábios e encarceramento de clitóris.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O padrão atual para o tratamento da afecção
apresentada nesse caso é a utilização de corticoides
tópicos de alta potência, e uma das principais escolhas é
o proprionato de clobetasol a 0,05%.
Considere uma paciente de 62 anos de idade, G3P2C0A1, com menopausa há 10 anos (nega uso de terapia de reposição hormonal), portadora de hipertensão arterial sistêmica bem controlada, em uso de losartana 50 mg/dia, e dislipidemia, em uso de sinvastatina 20 mg/dia, sem outras comorbidades diagnosticadas. Ela comparece à consulta com ginecologista queixando-se de prurido vulvar de longa data, iniciado há um ano e meio. Relata disúria frequente e dor à defecação nos últimos meses. Sem outras queixas no momento, nega sangramentos anormais ou corrimentos de caráter patológico.
Ao exame, a paciente mostra-se em bom estado geral; normocorada; hidratada; PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 80 bpm; e SatO2 = 97% em ar ambiente. Os exames dos aparelhos respiratório e cardiovascular e o abdome não apresentam alterações significativas. À inspeção vulvar, são observadas placas brancas peroladas, com pele adelgaçada e discretas escoriações por coçadura, envolvendo a vulva e o ânus, com padrão em “8”. Também se evidenciam apagamento completo de pequenos lábios e encarceramento de clitóris.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
A principal hipótese diagnóstica para o caso descrito é
de líquen plano erosivo.
Certa paciente de 37 anos de idade apresenta histórico de perda urinária aos esforços após seu último parto há quatro anos. Ela encontra-se sem comorbidades, sem dificuldade de esvaziamento vesical, mas com queixa de bola na vagina. Ao exame clínico, constatam-se sinais vitais preservados.
POP-Q
Aa +3 | Ba +6 | C -5
---------------------------
gh 3 | pb 3 | CVT 7
----------------------------
Ap -2 |Bp -2 |D -8
A paciente foi tratada com oxibutina 5 mg/dia por um mês, com resposta discreta à incontinência urinária.

(Figura ampliada na página 9)
Realizou-se, também, o estudo urodinâmico apresentado.
No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
A mirabegrona (anticolinérgico de quinta geração) pode
ser utilizada como primeira linha de tratamento da
bexiga hiperativa e possui, como contraindicação, a
hipertensão arterial sistêmica não controlada.
Certa paciente de 37 anos de idade apresenta histórico de perda urinária aos esforços após seu último parto há quatro anos. Ela encontra-se sem comorbidades, sem dificuldade de esvaziamento vesical, mas com queixa de bola na vagina. Ao exame clínico, constatam-se sinais vitais preservados.
POP-Q
Aa +3 | Ba +6 | C -5
---------------------------
gh 3 | pb 3 | CVT 7
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Ap -2 |Bp -2 |D -8
A paciente foi tratada com oxibutina 5 mg/dia por um mês, com resposta discreta à incontinência urinária.

(Figura ampliada na página 9)
Realizou-se, também, o estudo urodinâmico apresentado.
No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O tratamento com anticolinérgico deve ser a primeira
opção ao se tratar de bexiga hiperativa, como no caso
descrito, pois o diagnóstico dessa doença é realizado
por meio do estudo urodinâmico.
Certa paciente de 37 anos de idade apresenta histórico de perda urinária aos esforços após seu último parto há quatro anos. Ela encontra-se sem comorbidades, sem dificuldade de esvaziamento vesical, mas com queixa de bola na vagina. Ao exame clínico, constatam-se sinais vitais preservados.
POP-Q
Aa +3 | Ba +6 | C -5
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gh 3 | pb 3 | CVT 7
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Ap -2 |Bp -2 |D -8
A paciente foi tratada com oxibutina 5 mg/dia por um mês, com resposta discreta à incontinência urinária.

(Figura ampliada na página 9)
Realizou-se, também, o estudo urodinâmico apresentado.
No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
A fisioterapia do assoalho pélvico é indicada como
terapêutica única nesse caso, por se tratar de defeito
esfincteriano, ao invés da indicação do sling de uretra
média.
Certa paciente de 37 anos de idade apresenta histórico de perda urinária aos esforços após seu último parto há quatro anos. Ela encontra-se sem comorbidades, sem dificuldade de esvaziamento vesical, mas com queixa de bola na vagina. Ao exame clínico, constatam-se sinais vitais preservados.
POP-Q
Aa +3 | Ba +6 | C -5
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gh 3 | pb 3 | CVT 7
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Ap -2 |Bp -2 |D -8
A paciente foi tratada com oxibutina 5 mg/dia por um mês, com resposta discreta à incontinência urinária.

(Figura ampliada na página 9)
Realizou-se, também, o estudo urodinâmico apresentado.
No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
As cirurgias de Sling (telas sintéticas de polipropileno
em sua grande maioria) podem ser realizadas nos
quadros de defeito esfincteriano (pressão de perda
acima de 90 cmH20) e podem ser executadas de duas
formas principais: retropúbica ou transobturatória.
Certa paciente de 37 anos de idade apresenta histórico de perda urinária aos esforços após seu último parto há quatro anos. Ela encontra-se sem comorbidades, sem dificuldade de esvaziamento vesical, mas com queixa de bola na vagina. Ao exame clínico, constatam-se sinais vitais preservados.
POP-Q
Aa +3 | Ba +6 | C -5
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gh 3 | pb 3 | CVT 7
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Ap -2 |Bp -2 |D -8
A paciente foi tratada com oxibutina 5 mg/dia por um mês, com resposta discreta à incontinência urinária.

(Figura ampliada na página 9)
Realizou-se, também, o estudo urodinâmico apresentado.
No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
A cirurgia de Burch consiste na colpossuspensão vesical
no ligamento de Cooper, de forma a retornar a bexiga
ao seu estado anatômico.
Certa paciente de 37 anos de idade apresenta histórico de perda urinária aos esforços após seu último parto há quatro anos. Ela encontra-se sem comorbidades, sem dificuldade de esvaziamento vesical, mas com queixa de bola na vagina. Ao exame clínico, constatam-se sinais vitais preservados.
POP-Q
Aa +3 | Ba +6 | C -5
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gh 3 | pb 3 | CVT 7
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Ap -2 |Bp -2 |D -8
A paciente foi tratada com oxibutina 5 mg/dia por um mês, com resposta discreta à incontinência urinária.

(Figura ampliada na página 9)
Realizou-se, também, o estudo urodinâmico apresentado.
No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O estudo urodinâmico sugere hiperatividade detrusora,
com necessidade de tratamento medicamentoso de
tolterodina 2 mg/dia como droga de primeira escolha,
sem nenhuma avaliação prévia.
Certa paciente de 37 anos de idade apresenta histórico de perda urinária aos esforços após seu último parto há quatro anos. Ela encontra-se sem comorbidades, sem dificuldade de esvaziamento vesical, mas com queixa de bola na vagina. Ao exame clínico, constatam-se sinais vitais preservados.
POP-Q
Aa +3 | Ba +6 | C -5
---------------------------
gh 3 | pb 3 | CVT 7
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Ap -2 |Bp -2 |D -8
A paciente foi tratada com oxibutina 5 mg/dia por um mês, com resposta discreta à incontinência urinária.

(Figura ampliada na página 9)
Realizou-se, também, o estudo urodinâmico apresentado.
No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Trata-se de prolapso de parede vaginal anterior grau 3,
também denominada cistocele, com necessidade de
tratamento cirúrgico em razão do quadro de
incontinência associado a prolapso.
Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, no caso clínico descrito e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Os sítios de metástase hematogênica mais comum para
a neoplasia maligna do colo uterino são o pulmão, os
ossos, o fígado e o cérebro, e a disseminação local
ocorre predominantemente para a bexiga e a vagina.
Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, no caso clínico descrito e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O câncer de colo uterino invasor, em seus estágios mais
avançados, leva majoritariamente à compressão ureteral
com posterior insuficiência renal pós-renal, que é a
causa de óbito em grande parte das pacientes que
atingem esses estágios.
Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, no caso clínico descrito e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Se a paciente apresentasse invasão estromal, na biópsia,
de menos de 3 mm de profundidade, o estadiamento
seria 1A1, e a conduta inicial seria de realização de
conização clássica ou cirurgia de alta frequência (CAF).
Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, no caso clínico descrito e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Caso a paciente apresente uma lesão progressiva de alto
grau, a conduta seguinte será a realização de
colposcopia com biópsia e, se confirmado o diagnóstico
de histopatologia de alto grau (NIC2/3), indica-se
histerectomia simples.
Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, no caso clínico descrito e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O câncer de colo uterino é a terceira maior causa de
câncer em mulheres e está intimamente ligado às
infecções do papiloma vírus humano (HPV).
Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, no caso clínico descrito e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O exame de captura híbrida (ou painel de hibridização
celular in situ) deve ser colhido para orientar conduta
frente à citologia alterada.
Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, no caso clínico descrito e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O seguimento do NIC 1 deve ser realizado em seis
meses, sem necessidade de realização de colposcopia.
A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
São complicações tardias frequentes observadas no
seguimento de pacientes com DIP: infertilidade,
gravidez ectópica, dor pélvica crônica, endometriose e
câncer de endométrio.
A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
As pacientes que fazem uso de dispositivo intrauterino
(DIU CuT380 ou SIU-LNG) sempre apresentarão
indicação para removê-lo quando do diagnóstico de
DIP, o que deverá ser programado para após as duas
primeiras doses do esquema terapêutico instituído.
A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
A ausência de resposta clínica após 72 horas de
introdução de antibioticoterapia oral em regime
ambulatorial deve ser manejada com alteração do
esquema antibiótico e seguimento ambulatorial, com
novo retorno em 72 horas para reavaliação.