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Leia o Caso Clinico 1 para responder à questão.
Caso Clinico 1
Paciente 46 anos, previamente hígido, encaminhado pelo urologista para avaliação da oncologia clinica devido a tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve com múltiplas metástases ósseas e anatomopatológico de USTR (Ultrassonografia Transretal), compatível com adenocarcinoma de próstata Gleason 5 + 4 em todos os 12 fragmentos analisados. No histérico familiar, existia descrição de primo paterno primeiro grau com sarcoma, 45 anos, vivo e em tratamento oncológico, avô paterno com Glioblastoma, diagnóstico aos 60 anos, falecido, e tia paterna com Leucemia, aos 38 anos, falecida. Foi solicitado teste HRR (recombinação homóloga), tendo apresentado uma mutação patogénica somática no gene TP53 R337H com frequência alélica de 78%.
De acordo com a descrição do caso, a intervenção terapêutica mais útil é
Em um paciente em diálise peritonial que precisa aumentar o volume de ultrafiltração, deve-se
Qual característica histológica define uma biopsia renal em uma paciente com preeclampsia?
Um paciente transplantado renal com nefropatia associada ao BK vírus pode melhorar a sua função renal com
Leia o caso a seguir.
Um paciente formador de cálculos renais que tem vários parentes com o mesmo problema apresenta cristais hexagonais no exame de urina.
A provável causa metabólica da formação desses cálculos é
Leia o caso clinico a seguir.
Paciente de 63 anos, do sexo masculino, procura o serviço médico queixando de tremor que dificulta a alimentação, pois piora no momento de aproximar o garfo ou o copo da boca. Conta que está mais lento para caminhar e que cai com facilidade. Relata que esses sintomas tiveram inicio há mais de seis meses, mas eram bem mais leves. Possui hipertensão arterial controlada, diabetes mellitus, transtorno de depressão, de ansiedade e insônia. Faz uso regular de losartana 50 mg duas vezes ao dia, metformina 850 mg no almoço e jantar e paroxetina 20 mg pela manhã e haloperidol 10 mg à noite. Ao exame, apresenta pressão arterial 122 x 83 mmHg; frequência cardíaca de 89 batimentos por minuto; glicemia capilar de 98 mg/dl. Tem tremor de repouso, com baixa frequência e alta amplitude, piora em membro superior direito; rigidez plástica, com sinal da roda denteada no mesmo membro; caminha com pequenos passos na “postura do esquiador” e tem instabilidade postural. Sem outras alterações no exame geral e neurológico.
Baseando-se na queixa principal do paciente, qual medicação deve ser retirada e substituída no tratamento medicamentoso deste paciente?
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Paciente de 72 anos, do sexo feminino, com hipertensão bem controlada com medicações, apresenta perda súbita de forca e sensibilidade no hemicorpo esquerdo e é levada à emergência de um hospital, onde realiza uma tomografia computadorizada de crânio, sem alterações, com intervalo de uma hora desde o inicio dos seus sintomas.
Conforme as boas praticas de tratamento, a equipe devera contraindicar a trombólise venosa com alteplase caso a paciente tenha
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Paciente de 57 anos, do sexo feminino, procura o serviço com queixa de fadiga. Conta que há 8 meses apresentou cansaço aos esforços e que agora tem dificuldade para subir escadas, para estender roupas no arame, lavar e pentear os cabelos, mas percebe períodos de melhora após repouso. Nega perda de peso e desconhece outras doenças. Seu exame físico geral é normal e a perda de força só se torna perceptível nas provas do exame neurológico que provocam fadiga muscular. O restante do exame neurológico é normal. Ela realizou exame de eletroneuromiografia (ENMG), que demonstrou condução sensitiva normal e condução motora alterada, com potenciais musculares compostos de baixa amplitude, os quais aumentaram sua amplitude em mais de 100% após estimulação repetitiva de alta frequência (30 Hz) em todos os músculos avaliados.
Nesse caso, o anticorpo a ser dosado e que confirma a hipótese diagnóstica é o anticorpo
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Paciente de 35 anos, do sexo feminino, procura o serviço médico relatando cerca de quatro episódios semanais de cefaleia pulsátil, de forte intensidade que duram até um dia, predominando do lado direito da cabeça, melhorando com repouso em ambiente escuro e silencioso, as vezes necessitando do uso de dipirona. As crises de dor são acompanhadas de náuseas, já tendo ocorrido vômitos. Conta que esses episódios se iniciaram na adolescência durante o período menstrual, mas há dois meses se tornaram muito frequentes, após o inicio de dieta para o controle de peso. Relata ter asma desde a infância, com uso de salbutamol inalatório só quando tem falta de ar. No exame físico, a paciente apresenta altura de 1,6 m, peso de 92 Kg e sibilos ocasionais na ausculta pulmonar e extrassístoles na ausculta cardíaca. No restante, os exames físico e neurológico não apresentavam outras alterações. Um eletrocardiograma realizado apresentou um aumento no intervalo QT e a radiografia de tórax foi normal.
Nesse caso, além das medidas para tratamento da dor durante os episódios de cefaleia, essa paciente necessita de tratamento profilático com
Analise o caso a seguir.
Paciente de 32 anos com câncer de mama triplo negativo, cT3NO, submetida à quimioterapia neoadjuvante seguida de mastectomia + BLS, com inserção de prótese expansora. Concluiu a radioterapia adjuvante há 60 dias. Comparece ao consultório com relato de dor e ferida na mama acometida há cerca de sete dias, com saída de secreção serosa, sem febre ou outros sintomas.

A intervenção terapêutica recomendada para esse caso é a
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Uma paciente de 39 anos, primigesta e sem comorbidades, com 26 semanas de gestação, foi diagnosticada com câncer de mama localmente avançado. O estadiamento foi T4dN1MO e a imunoistoquímica revelou fenótipo triplo negativo.
Diante do quadro descrito, a conduta terapêutica recomendada é
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Paciente de 65 anos apresenta fluxo espontâneo, hemático, uniductal e unilateral na mama esquerda. Ao exame clínico, possui ponto do gatilho às 3 horas. Apresenta mamografias e ultrassonografia das mamas normais.
Diante do quadro descrito, a conduta recomendada é
Analise o caso a seguir.
Recém-nascida (RN) do sexo feminino, com 10 dias de vida é levada ao consultório com aumento unilateral da mama direita, sem outras queixas (vide abaixo). A mãe nega comorbidades clinicas ou alterações durante a gestação e o parto.

A conduta recomendada para esse caso é a
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Paciente de 60 anos, com antecedente de lesão medular em T12, evoluindo com paraplegia. Apresenta lesão por pressão em região sacral com exposição de tecido subcutâneo, músculo e tendão e em região calcânea direita com formação de bolha local.
Considerando a descrição, a lesão poderá ser classificada como
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Paciente feminina, 14 anos, foi internada apresentando história de icterícia há 1 mês e desconforto em hipocôndrio direito. Possui antecedente pessoal de diabetes mellitus tipo 1. Ao exame físico apresentava ictérica ++/4, com hepatomegalia, sem sinais de ascite. Exames laboratoriais: TGO 700, TGP 850, FA 315, gamaGT 400, bilirrubinas totais = 7,0. Anti HCV negativo, HBsAg negativo, anti-HBc negativo, Anti-HBs positivo, anti LKM1 positivo 1/160, FAN negativo, eletroforese de proteínas com elevação de gamaglobulinas. Realizada biópsia hepática, identificando-se infiltrado linfoplasmocitário intenso invadindo a placa limitante do espaço porta (Hepatite de interface), além de septos de fibrose esboçando nódulos de regeneração.
A principal hipótese diagnóstica é
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Paciente masculino, 56 anos, portador de Cirrose de etiologia metabólica, deu entrada no pronto socorro relatando episódio de hematêmese volumosa há cerca de 12 horas, seguido por vários episódios de melena. Trouxe resultado de endoscopia realizada há 3 meses, que mostrava varizes esofágicas de grosso calibre, com múltiplos sinais vermelhos, época em que iniciou uso profilático de propranolol. O paciente encontra-se orientado, lúcido, descorado, levemente ictérico, com ascite moderada, PA 90/50 mmHg, FC 110 bpm. Os primeiros exames revelam Hb 8,1 mg/dl e plaquetas 42.000.
Qual é a conduta mais apropriada que deve ser adotada pelo médico da emergência?