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Uma paciente de 34 anos procura atendimento queixando-se de dor na face lateral do punho direito, especialmente ao movimentar o polegar e realizar atividades como segurar o filho no colo. Ao exame físico, observa-se dor exacerbada ao desvio ulnar do punho com o polegar em adução.
Qual é o procedimento indicado para confirmar o diagnóstico de tendinite de De Quervain?
Paciente masculino, 46 anos, tabagista com carga de 30 maços/ano, procura atendimento por dispneia e tosse seca progressivas há 6 meses. Trabalha há 15 anos com jateamento de areia. A radiografia de tórax revela múltiplos nódulos pulmonares de 3 a 5 mm, com predomínio nos lobos superiores, calcificação em alguns nódulos e linfonodos hilares. A espirometria apresenta os seguintes resultados:
• VEF1/CVF pré-broncodilatador: 0,6; pós-broncodilatador: 0,65;
• CVF pré-broncodilatador: 3,82 L (81% do predito); pós-broncodilatador: 3,8 L (80% do predito);
• VEF1 pré-broncodilatador: 2,3 L (51% do predito); pós-broncodilatador: 2,5 L (54% do predito).
Com base nos achados clínicos, radiológicos e funcionais, quais são os diagnósticos do caso?
Paciente do sexo feminino, 28 anos, com diagnóstico de asma desde a infância, melhora do quadro clínico na adolescência, mas recidiva há 2 anos, procura atendimento referindo piora dos sintomas nas últimas 4 semanas. Relata episódios diários de tosse seca e sensação de aperto no peito, que ocorrem principalmente à noite e a fazem despertar 2 a 3 vezes por semana. Também descreve limitação para realizar atividades físicas, como subir escadas ou carregar peso, além de uso de medicação de resgate 3 vezes por semana. Está em tratamento com budesonida em baixa dose, com técnica inalatória adequada e boa adesão ao tratamento.
Nesse caso, por se tratar de asma não controlada, deve-se
Paciente do sexo feminino, 53 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e doença arterial coronariana (DAC), é admitida no pronto-socorro com relato de febre, tosse e escarro amarelado há cerca de 3 dias. Ao exame físico, estava lúcida e orientada no tempo e no espaço, com frequência respiratória (FR) de 25 irpm, saturação de oxigênio (SatO₂) de 95%, frequência cardíaca (FC) de 95 bpm, pressão arterial (PA) de 135x95 mmHg, frêmito toracovocal (FTV) aumentado e estertores finos em base pulmonar direita. A radiografia de tórax revelou consolidação em lobo inferior direito. Relata alergia a amoxicilina.
Diante da hipótese de pneumonia adquirida na comunidade (PAC), o tratamento para o caso clínico apresentado deverá:
Paciente do sexo feminino, 32 anos, portadora de linfangioleiomiomatose, chega ao pronto-socorro com dor súbita no hemitórax esquerdo de início há 1 hora, ventilatório-dependente, associada a dispneia progressiva. A tomografia de tórax de controle realizada há 2 meses apresentou cistos de paredes finas com conteúdo gasoso difusos pelo parênquima pulmonar. Ao exame físico, ela apresenta expansibilidade diminuída, frêmito toracovocal diminuído, timpanismo e murmúrio vesicular abolido em hemitórax esquerdo, além de FR de 25 irpm, FC de 110 bpm, PA de 85x55 mmHg, saturação periférica de O₂ de 90% em ar ambiente e cianose nas extremidades das mãos.
Nesse caso, o diagnóstico e conduta apropriados respectivamente são:
Um homem de 62 anos, tabagista (fuma cerca de 25 cigarros por dia desde os 15 anos de idade), procura atendimento médico com o desejo de parar de fumar. Ele relata que fuma o primeiro cigarro logo ao acordar, fuma mais durante a manhã e sente dificuldade em controlar a vontade de fumar em locais proibidos ou quando está doente.
São opções consideradas eficazes para a cessação do tabagismo nesse caso
Homem de 41 anos de idade, em situação de privação de liberdade, sem comorbidades prévias, procura atendimento médico com queixas de tosse pouco produtiva há 6 semanas com expectoração amarelo-clara, febre em média 38°C principalmente no fim da tarde e perda ponderal de 4 kg no período (pesava 75 kg anteriormente). Ao exame físico, apresentou FR de 19 irpm, FC 100 bpm, PA de 128x78 mmHg, temperatura axilar de 38,2°C, além de estertores grossos na região interescapulo-vertebral direita.
Qual é a conduta apropriada nesse caso?
Uma jovem vem encaminhada do hematologista para investigação de síndrome nefrótica. A jovem tem diagnóstico recente de linfoma de Hodgkin.
Qual provável histologia será encontrada em uma biópsia renal dessa paciente?
Jovem gestante com diagnóstico de pré-eclâmpsia é internada na UTI obstétrica em anasarca, com PA 170x90, epigastralgia e turvação visual.
Para evitar que o quadro se complique e evolua para eclâmpsia, além da avaliação imediata da obstetrícia e das drogas para controle pressórico, qual medicamento deve ser prontamente iniciado?
Um paciente foi encaminhado ao ambulatório de nefrologia pela equipe de urologia por ter uma história de muitos cálculos urinários e de muitas cirurgias para retirada deles. O paciente não tem histórico familiar de formadores de cálculos e sua anamnese não acrescenta nada de especial, exceto o fato de que ele tem diarreia crônica após uma ressecção intestinal por retocolite ulcerativa.
Qual é o mecanismo envolvido na formação de cálculos desse paciente?
Um residente de Nefrologia está se preparando para implantar um cateter de hemodiálise em um paciente com doença renal crônica severamente urêmico. O cateter é implantado sem intercorrências e logo após ele resolve aplicar um bólus de bicarbonato de sódio pelo próprio cateter, visando amenizar a acidose metabólica do paciente antes de começar a hemodiálise. Após alguns segundos, subitamente, o paciente começa a apresentar movimentos de tetania.
Qual medicação pode resolver esse quadro
Paciente do sexo masculino, destro, idoso e com antecedentes de HAS, é levado ao pronto-socorro com descrição de “confusão mental” de rápida instalação. A Tomografia Computadorizada do Crânio mostrou a presença de hipodensidade na topografia dos lobos parietal e temporal esquerdos, com sinais de edema. A realização de Ressonância Craniana ratificou a presença de infarto parieto-temporal esquerdo.
Quais são os sinais neurológicos esperados na avaliação desse paciente?
Paciente portador de epilepsia, chega ao ambulatório de Neurologia com os familiares descrevendo crises tônico clônicas bilaterais. O paciente descreve que antes da perda da consciência e dos movimentos tônicos clônicos apresenta dificuldade para expressar seu pensamento pela fala, com fala não fluente ou ausência de fala, durando poucos segundos.
Diante dessa fenomenologia, onde se espera localizar o foco epiléptico?