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Uma mulher de 64 anos foi atendida no ambulatório de neurologia com relato de história de quedas iniciados há um ano que progrediram ao longo do tempo. Ela relatou que cai repentinamente, sem um gatilho. Percebeu também dificuldade em descer escadas. No exame do olhar primário, ela tinha nistagmo sutil. O pescoço dela estava hiperestendido e tinha dificuldade para flexioná-lo. Apresentou visão vertical prejudicada, predominantemente quando olhava para baixo. No entanto, na manobra óculocefálica vertical, os movimentos dos olhos para baixo eram normais. Foi vista rigidez leve bilateral nas extremidades superiores. No Pull test (o examinador puxa o paciente para trás, instruindo o paciente a dar um passo para trás e evitar cair), ela teve retropulsão significativa e teria caído se não tivesse sido amparada pelo examinador.
Qual é o diagnóstico mais provável nesta paciente?
Paciente submetido a transplante de coração há cerca onze meses, mantendo-se com intensa imunossupressão por rejeição do enxerto. Retorna para consulta com história de febre persistente, hipertrofia de tonsilas palatinas, diarreia e linfonodomegalia cervical progressiva de cerca de 6 cm, de início recente. Paciente foi submetido a biópsia linfonodal, cuja avaliação do hematopatologista sugere doença linfo-proliferativa pós transplante de característica monomórfica.
Considerando a frequência de subtipos histológicos, qual neoplasia espera-se observar na imuno-histoquímica?
Paciente jovem com leucemia mieloide aguda apresentou, em exames do diagnóstico, a presença da mutação do gene FLT3 com duplicação interna em tandem. Após indução e consolidação, paciente encontra-se em remissão da doença e em bom estado geral.
Nesse caso, qual terapia deve ser indicada?
Paciente de 35 anos, do sexo masculino, etilista, relata libação alcoólica há dois dias, evoluindo com vômitos de repetição, sem hematêmese. Evoluiu hoje com dor torácica, retroesternal de forte intensidade e dispneia. Chega ao pronto atendimento e, ao exame físico, percebido enfisema subcutâneo moderado em parede torácica, e palpação de abdome sem grandes alterações.
Nesse caso, qual deve ser a hipótese diagnóstica?
Paciente com imagem nodular em pâncreas, encaminhado para avaliação. Durante anamnese, observada presença de diagnóstico recente de diabetes mellitus, colecistectomia há um mês por colelitíase e diarreia há um ano, que melhora com jejum, de aspecto amarelado, gordurosas, que boia no vaso sanitário.
Nesse caso, qual exame laboratorial é imprescindível de ser realizado?
Paciente do sexo masculino, veio encaminhado do ambulatório de Infectologia após atingir resposta virológica sustentada no tratamento de Hepatite C. Na revisão do prontuário, observa-se elastografia transitória revelando F4, plaqueta 102.000 / µL e histórico de doença arterial periférica obstrutiva grave. Nega etilismo, diabetes mellitus ou dislipidemia. Ao calcular Child constata-se ser Child A; e ter IMC de 21 kg/m². Relata nunca ter feito endoscopia.
De acordo com as recomendações do Consenso de Baveno VI, qual deve ser a conduta adotada?
Paciente apresenta quadro de distensão abdominal, flatulência e diarreia de longa data. Vem com um exame solicitado por outro colega para sua interpretação.
Estudo realizado após ingestão de 25 gramas de Lactose. O H2 do ar expirado é dosado a cada 15 minutos na primeira hora e depois a cada 30 minutos na segunda e terceira hora.
Os resultados são expressos em ppm (partes por milhão). Dados:
A paciente apresentou-se assintomática durante todo exame.
Qual deve ser a conclusão diagnóstica referente a esse exame especificamente?
Paciente de 47 anos, há cerca de três meses com quadro de epigastralgia, plenitude pós-prandial, saciedade precoce e diarreia. Após avaliação clínica, realizou endoscopia digestiva alta que revelou como principais achados úlceras gástricas (duas de antro e três de corpo), A2 Sakita. Realizadas biópsias das lesões ulceradas e do tecido adjacente de corpo e antro; descartada etiologia maligna das lesões e detectada presença de H. pylori.
Nesse caso, qual deve ser a conduta?
Doença do Refluxo Gastroesofágico (DGRE) tem uma prevalência mundial estimada de 8% – 33%, envolve todas as faixas etárias e ambos os sexos e tem um preço estimado em > US $ 9 – US $ 10 bilhões/ano apenas nos EUA, em grande parte relacionado ao uso dos inibidores da bomba de prótons (IBP) e aos testes diagnósticos.
Gyawali CP, Kahrilas PJ, Savarino E, et al. Modern diagnosis of GERD: the Lyon Consensus Gut 2018;67:1351-1362. Disponível em: https:// gut.bmj.com/content/gutjnl/67/7/1351.full.pdf. Acesso em 23 out. 2021.
Nesse contexto, no momento da escolha do método diagnóstico que deverá ser realizado, deve-se levar em consideração que: