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C.V.A., de 45 anos, casado e pai de três filhos, deu entrada, há cinco dias, no pronto-socorro de um hospital geral com fortes dores abdominais. Após a realização do atendimento e dos exames diagnósticos, verificouse que o paciente apresentava colecistite aguda e que necessitava de correção cirúrgica. Hoje, no 1º pós-operatório mediato, o paciente apresenta diagnóstico de enfermagem de dor aguda e desconforto relacionados com a incisão cirúrgica, o posicionamento e o alongamento dos músculos durante a cirurgia.
Neste caso, além das intervenções de enfermagem, administração dos analgésicos prescritos, avaliação do nível da dor, deve-se também
W.C.J., de 75 anos, mãe de cinco filhos que nasceram de parto normal, é viúva há três anos e reside com uma de suas filhas e netos. Fez colpoperineoplatia e cistopexia aos 55 anos e faz tratamento para insuficiência cardíaca congestiva há cinco anos; nos últimos três meses, vem tomando 80 mg de Lasix, todas as manhãs. Reduziu o nível de atividade devido à descompensação cardíaca, com perda de força e comprometimento da mobilidade para as atividades de autocuidado. Tem especial dificuldade com tarefas motoras menores, particularmente, a troca de roupas. Não costuma tirar a roupa à noite e resiste à troca mais de uma ou duas vezes na semana. Com frequência, o enfermeiro de atendimento domiciliar encontra a roupa íntima da paciente e os vestidos molhados de urina. A eliminação de urina costuma ultrapassar 1.000 mL ao dia. A análise de urina tipo 1 revelou ausência de bactérias ou fungos. A paciente relata saber que deve urinar, mas não costuma alcançar o vaso sanitário e que urina grandes quantidades, a intervalos bastante regulares de 2 a 3 horas. Diz que bebe muito café, que não usa café descafeinado e que apresenta ingesta reduzida de líquidos, tentando diminuir a necessidade de urinar.
De acordo com o relato deste caso, após uma investigação completa, o enfermeiro documenta as características definidoras para dois diagnósticos de enfermagem prioritários, quais sejam: déficit no autocuidado para higiene íntima e incontinência urinária do tipo
M.J.N., do sexo masculino, 63 anos, está hospitalizado na clínica médica para tratar de insuficiência cardíaca congestiva descompensada. Paciente informa que há cerca de seis meses foi hospitalizado para tratar de miocardite secundária a uma infecção viral. Em sua prescrição médica, além de outras medicações, está prescrito Digoxina 0,25 mg/dia.
De acordo com o caso relatado, o enfermeiro deve se atentar para o aparecimento de sinais e sintomas indicativos de intoxicação digitálica, como mal-estar, náuseas, além de: