A complexidade da situação de saúde do grupo de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) e as
evidências de que a orientação sexual e a identidade de
gênero influenciam na determinação social e cultural da
saúde, levou o Ministério da Saúde a instituir, em 2002, a
política nacional de saúde da população LGBT. Segundo
essa política, a condição de LGBT incorre em hábitos corporais ou mesmo práticas sexuais que podem guardar alguma relação com o grau de vulnerabilidade destas pessoas. No entanto, o maior e mais profundo sofrimento dessa população é aquele decorrente da