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Leia o relato do caso a seguir.
Durante atendimento, o psicólogo detecta sintomas importantes na paciente. Esta se mostra com falta de empatia; indecisão; pensamento e comunicação simples e concretos; aparência distante e fria; com grande dificuldade de usar uma linguagem apropriada para expressar e descrever sentimentos, e para diferenciá-los de sensações corporais. Demonstra dificuldade em manter relações interpessoais, bem como de reconhecer e responder às emoções dos outros, incluindo tom de voz e expressões faciais.
Segundo Valente (in Rodrigues et al., 2020), esses são sintomas indicativos de
Analise a figura a seguir que retrata o que George Engel (1967) considera sobre as interações psicossomáticas.

Fonte: Psicologia da saúde hospitalar: Uma abordagem psicossomática. São Paulo: Manole, 2020, pág. 20.
Rodrigues et al. (2020) assumem a mesma posição quando falam de interação mente e corpo e consideram que
Leia o relato do caso a seguir.
G. chega ao consultório psicológico relutante e por insistência da esposa. Está chateado com ela, acha que sua esposa duvida de seu sofrimento, mas são 17 anos de casamento e sua família é a coisa mais importante que tem. Conta que é trabalhador da construção civil e sofreu um acidente de trabalho que levou à fratura do fêmur. Foi necessário uma cirurgia e meses de fisioterapia. Foi encostado pelo INSS por um período, mas há alguns meses o perito suspendeu seu benefício e o declarou apto ao trabalho. Só que G. ainda sente fortes dores. Inicialmente, seu médico preencheu novo relatório e ele entrou com recurso que foi negado. Enquanto corria o recurso, seu médico realizou vários exames, prescreveu mais sessões de fisioterapia e, há duas semanas, o informou que concorda com o perito, considerando-o apto ao trabalho, já que os exames não mostraram nenhuma lesão que justifique a dor. Também o encaminhou ao psiquiatra. G. só marcou a consulta com o psiquiatra e o psicólogo pela insistência da esposa. Entende que ela esteja sobrecarregada por ter precisado voltar ao mercado de trabalho, já que a renda da família foi comprometida com a suspensão do seguro saúde. Tem a intenção de dar continuidade ao processo terapêutico, mas confidenciou que contratou um advogado. Pretende processar o INSS e a empresa em que trabalhava.
Diante da experiência de G., qual hipótese terapeuta pode ser formulada?
Leia o relato do caso a seguir.
D. tinha 16 anos quando estava indo com os amigos a uma apresentação de sua banda favorita contra a vontade de seus pais, no dia em que sua mãe se submetera a uma cirurgia. Momentos antes de cruzar os portões, D. parou assustado e gritou que não conseguia enxergar nada. Socorrido por seus amigos que tentaram levá-lo a um local mais calmo, não conseguiu mover as pernas e precisou ser carregado. Logo em seguida, começou a gritar que seu corpo estava pegando fogo e que isso significava que algo horrível havia acontecido com sua mãe. Desesperados, seus amigos ligaram para sua família e o adolescente foi se acalmando aos poucos enquanto conversava com a mãe ao telefone. O pai veio buscá-lo e achou prudente levá-lo a um pronto-socorro, mas os médicos não puderam achar nada de errado e todos os sintomas já haviam sumido. Hoje D. está com 48 anos e nada assim jamais se repetiu. A banda voltou à cidade três anos depois e os amigos puderam finalmente assistir à apresentação pela primeira vez. Aliás, são amigos até hoje e, de vez em quando, lembram do ocorrido que acabou por se tornar uma anedota entre eles.
Em psicopatologia, como se chama a situação descrita?
Leia a seguir a transcrição do dilema de Heinz.
Uma mulher com câncer está em fase terminal. Um farmacêutico descobriu um medicamento que os médicos acreditam que pode salvá-la, porém está cobrando 2000 reais por uma pequena dose – 10 vezes o que o medicamento custa para ser fabricado. O marido da paciente, Heinz, pede dinheiro emprestado, mas consegue reunir apenas metade do valor. Ele implora ao farmacêutico para lhe vender o medicamento por 1000 reais ou deixá-lo pagar o restante depois. O farmacêutico recusa, dizendo “Eu descobri o medicamento e vou ficar rico com ele.” Heinz desesperado arromba a loja e rouba o medicamento.
A teoria de desenvolvimento moral de Lawrence Kohlberg (1969) descreve três níveis de raciocínio moral, cada um com dois estágios. Na teoria do autor, é o raciocínio que está por trás da resposta a um dilema moral e não a resposta em si que indica o estágio de desenvolvimento. O nível III, moralidade pós-convencional, estágio 5, caracteriza-se por:
Leia o relato do caso a seguir.
Dois irmãos ganham um saco de 200 gramas de pipoca cada. Mesmo com o cuidado da mãe em comprar sacos de pipoca iguaizinhos, o mais novo veio chorando, porque seu irmão disse que tinha mais do que ele. Para a mãe, foi fácil identificar a razão da confusão. Apesar de terem a mesma quantidade, o irmão mais velho havia escolhido despejar suas pipocas num vasilhame alto e estreito e o mais novo, num vasilhame baixo e largo.
Segundo os aspectos imaturos do pensamento pré-operatório, de acordo com Jean Piaget, trata-se de um relato de caso de limitação em
Leia o relato do caso a seguir.
T. está no 3º ano do ensino médio, e, diferente de uma considerável parte de seus colegas, não está estressado com a escolha profissional. Já sabe o que deseja ser, sempre soube. Fará faculdade de engenharia civil como seu pai, os dois irmãos mais velhos e seu avô, antes deles. Aliás, este último foi o responsável por fundar a construtora da família, uma empresa de pequeno porte que vem crescendo no mercado local. A família está feliz com a decisão de T. e isso o deixa ainda mais satisfeito.
Considerando as pesquisas de Marcia (1966, 1980, apud Papalia e Feldman, 2013), a vivência de T. representa qual estado de identidade?
Leia o relato do caso a seguir.
S. havia ganhado de sua madrinha no último aniversário um daqueles kits médicos de brinquedo, mas não se interessou pelo presente e o deixou esquecido. Isso mudou duas semanas atrás quando a menina retornou do hospital após internação de 24 horas para uma amigdalectomia. Desde então, S. fez de Quico, seu cachorro de pelúcia favorito, seu paciente e passa horas simulando os mais diversos procedimentos: afere pressão, examina pulmão, realiza cirurgias, punções venosas, etc. É também muito criativa em sua performance. Na ausência de abaixador de língua, utiliza a tesoura para essa função, usa o estetoscópio por vezes como suporte de soro e transformou uma caixa de sapato em uma mesa de cirurgia.
Segundo Jean Piaget, as habilidades cognitivas demonstradas por S. em seu brincar são desenvolvidas em qual estágio?