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A partir do fragmento de texto acima, reproduzido do discurso do deputado Ulysses Guimarães no ato de promulgação da Constituição Federal (CF) em 5/10/1988, assinale a opção correta acerca da Carta Magna e do processo de redemocratização vivido pelo país com o fim do regime militar.
Com a independência do Brasil, foram prejudicados tanto os setores dominantes da ex-colônia, dado o rompimento da ponte estabelecida com a Coroa portuguesa na abertura dos portos brasileiros ao comércio internacional, quanto as elites do Vale do Paraíba, dados os acordos celebrados com a Inglaterra e com Portugal para o reconhecimento do novo Estado, mediante os quais foi renovada a perspectiva de poder da aristocracia açucareira nordestina.
O trecho final do texto sugere que o reconhecimento do Estado nacional brasileiro pelos Estados Unidos da América (EUA) era condição essencial para que outras potências também o fizessem, devido à relevância de Washington no jogo de poder mundial e à amplitude de sua ação internacional na primeira metade do século XIX.
A Inglaterra demorou a reconhecer o Brasil independente, porque, a despeito da importância relativamente pequena do mercado brasileiro para as exportações britânicas e do fim do tráfico africano assegurado pelo governo de D. Pedro I, era forte a resistência das elites locais à renovação dos tratados de 1810, extremamente vantajosos para os ingleses.
O reconhecimento da independência do Brasil, diferentemente do que se verificou com as colônias espanholas na América, ocorreu mediante negociação tripartite, na qual se destacou a mediação da Inglaterra entre metrópole e ex-colônia.
From the passage “He is a man who can never be known in full because almost all that he did, said and thought is lost in the irrecoverable past.” (L.14-16) it can be correctly inferred that the author is of the opinion that the study of history is a futile attempt to reconstruct events from the past.
The author provides the opening paragraph with a cinematic quality for he attempts to create dynamic scenes.
The text is built on images associated with darkness, which suggests that Caravaggio’s life, as well as the quality of his art, was shadowy and shady.
In the second paragraph, the author suggests that information collected under duress is not reliable.
Although the slaves’ songs touched the narrator’s heart, the uncultured quality of their music sometimes annoyed him, as shown in the fragment “The hearing of those wild notes always depressed my spirit” (L.19-20).
The relationship the word “within” (L.13) bears with “without” (L.14) is one of opposition.
In “than the reading of whole volumes” (L.9-10), the omission of the definite article would not interfere with the grammar correction of the sentence.
The fragment “quicken my sympathies for my brethren in bonds” (L.28) means that the narrator is fast when it comes to forging emotional and spiritual bonds with his own real family through music.
To outsiders, the music sung by the slaves would probably sound like babbling.
The narrator believes that his fellow slaves managed to translate their dire predicament into moving tunes.
The author of the text ascribes his nascent political awareness regarding slavery to the tunes he heard the slaves sing.
The music produced by the slaves had the power to incite them to rebel against their appalling condition.



