Foram encontradas 6.408 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Conforme o texto, os historiadores, ao resumir as transformações por que passam os povos, tratam algumas “convulsões de superfície” com exagero.
A revolução de que trata o texto é comparável às antigas revoluções palacianas, dois tipos de acontecimentos históricos familiares aos conhecedores da história europeia.
Sem prejuízo do sentido original e da correção gramatical do texto, o último período poderia ser reescrito da seguinte forma: A grande revolução brasileira é um processo lento e não um fato a se registrar em um instante preciso que dura pelo menos três quartos de século.
Os termos “estes” (l.22) e “destas” (l.23) referem-se, respectivamente, a “tais movimentos” (l.20) e “eleições presidenciais” (l.21).
Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido do texto, a expressão “é certo” (l.9) poderia ser substituída por corretamente
A oração iniciada pela forma verbal “estabelecendo” (l.5) restringe a referência de “elo”
A queda nas taxas de população absoluta japonesa é explicada pela queda nas taxas de fecundidade do país e pelo envelhecimento populacional; já a queda nas taxas de fecundidade é justificada tão somente pelo envelhecimento populacional
A queda da população absoluta do Japão é fator preocupante para a economia mundial e para a asiática, visto que o mercado interno japonês, apesar da sua qualidade de consumo, sofre também retração.
A queda nas taxas de natalidade do Japão é explicada não pela melhora na qualidade de vida e de renda desse país, mas pela emigração de japoneses em direção à Europa e à América Latina
A atual crise mundial reflete-se em quase todo o crescimento natural no globo terrestre, e o Japão não foge a essa lógica, o que explica a queda da população absoluta japonesa para as próximas décadas
Brasil e Japão mantêm extenso programa de cooperação técnica e científico-tecnológica em diversas áreas, como evidencia a realização de expedição oceanográfica nipo-brasileira no Atlântico Sul em maio de 2013.
Durante a visita da presidenta Dilma Rousseff a Tóquio, em junho de 2013, Brasil e Japão assinaram acordo de preferências comerciais que facilitará a integralização de investimentos japoneses no Brasil e o acesso de produtos e serviços brasileiros ao mercado japonês.
Brasil e Japão integram o Fórum de Cooperação América Latina - Ásia do Leste (FOCALAL).
Brasil e Japão integram, juntamente com Alemanha e Índia, o chamado G-4 de países, constituído em 2005, com o objetivo de reforma do Conselho de Segurança da ONU, o que faz que esses quatro países venham votando em bloco nas resoluções do conselho.