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Q4103567 Geografia

Considerando os dados da escala numérica e gráfica abaixo, é correto que 1 centímetro de distância no respectivo mapa em que ela se encontra equivale à: 



Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q4103566 Geografia
Acerca da cartografia da formação territorial do Brasil, assinale a alternativa correta acerca de qual a principal característica do Brasil que diminui a possibilidade de tsunamis:
Alternativas
Q4103565 Ciência Política
Assinale a alternativa que define a democracia que vigora no Brasil: 
Alternativas
Q4103564 História
A Era Vargas foi o período de quinze anos da história brasileira que se estendeu de 1930 a 1945 e no qual Getúlio Vargas era o presidente do país. Os historiadores dividem a Era Vargas em três fases: Governo Provisório (1930-34), Governo Constitucional (1934-37) e Estado Novo (1937-1945). Sobre esse último período, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4103563 História

Sobre a Primeira República e a Revolução de 1930, assinale a alternativa correta acerca das seguintes assertivas:



I - A Primeira República foi iniciada com a Proclamação da República, que aconteceu no dia 15 de novembro de 1889, e encerrou-se com o golpe militar de 1964.


II - Nos anos 1920, um grupo de militares liderados por capitães e tenentes do Exército recorreu às armas para expressar seu descontentamento com o tratamento que as oligarquias davam às Forças Armadas e, ao fazê-lo, expressou também a insatisfação de parcelas da população com a situação política do país. Esse movimento, conhecido como a Revolta de Canudos, tinha objetivos amplos: defender os interesses nacionais e moralizar a política do país combatendo a corrupção eleitoral.


III - Envolta num clima de heroísmo, a Revolta dos 18 do Forte tornou público o movimento tenentista e marcou a volta dos militares à cena política. Além disso, documentou o apoio dos militares aos políticos civis. 

Alternativas
Q4103562 História
A respeito da Constituição de 1824 do Brasil, marque o item incorreto: 
Alternativas
Q4103561 Geografia
No que se refere às migrações brasileiras, assinale a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q4103560 Matemática
Uma máquina de confecção que, trabalhando sem interrupção, fazia 90 peças por minuto, foi substituída por uma nova com 50% mais veloz. Suponha que a nova máquina tenha de fazer o mesmo número de pelas que a antiga, em uma hora de trabalho ininterrupto, fazia. O tempo mínimo, em minutos, que essa nova máquina gastará para realizar o trabalho é igual a:
Alternativas
Q4103559 Matemática

Em uma competição entre equipes de alunos de Robótica, foi realizada uma corrida inusitada entre os veículos desenvolvidos pelas equipes. Três veículos participaram: o carro da equipe Dragão, o carro da equipe Júpiter e o carro da equipe Pokémon.


O circuito é oval e os três carros largaram juntos e mantiveram velocidades constantes. O carro da equipe Dragão leva 6 minutos para completar uma volta. O carro da equipe Júpiter leva 9 minutos para completar uma volta e o carro da equipe Pokémon leva 18 minutos para completar uma volta.


Depois que a corrida começa, em quanto tempo eles passarão juntos novamente pelo mesmo local da largada?

Alternativas
Q4103558 Matemática Financeira

Assinale a alternativa correta acerca das seguintes assertivas:



I – O capital que se deve empregar à taxa de 6% ao mês, a juro simples, para obter R$6.000,00 de juro, em quatro meses, é R$25.000,00.


II – O montante simples obtido na aplicação de um capital de R$12.000,00, à taxa de 1,5% ao mês, pelo prazo de nove meses, é R$13.620,00.


III – O juro simples que um capital de R$7.000,00 rende quando aplicado durante quatro meses, a uma taxa de 2,5% ao mês, é de R$700,00.

Alternativas
Q4103557 Matemática
O Promotor de Justiça coordenador de uma importante força-tarefa realizará uma grande operação que contará com o apoio de 288 oficiais de promotoria e 360 secretários auxiliares. Você ficou encarregado pelo coordenador de dividir os servidores em equipes constituídas com ocupantes do mesmo cargo (grupos constituídos apenas de oficiais e grupos apenas de secretários) e com o maior número de servidores possíveis. Em sendo assim, considerando o máximo divisor comum, você organizaria os servidores em:
Alternativas
Q4103556 Matemática
Um aquário tem o formato de um paralelepípedo retangular, de largura 50 cm, comprimento 32 cm e altura 25 cm. Para encher 3/4 dele com água, quantos litros de água serão usados?
Alternativas
Q4103555 Português
Marque a alternativa que contém exemplos de palavras homônimas: 
Alternativas
Q4103554 Português
A alternativa que possui todos os substantivos corretamente colocados no plural é 
Alternativas
Q4103553 Português

Leia e interprete o texto a seguir para responder à questão.



Poder e Política



Na última reforma da Folha de S.Paulo o caderno de política, que se chamava "Brasil", virou “Poder”. A Política é um substantivo feminino, dizem até que é uma ciência, mas não é um verbo. (O verbo é politicar - ocupar-se de política, fazer política - de pouco uso, não me lembro de nenhum político confessar ter politicado ou prometer, se for eleito, politicar muito.) Já o Poder tem a força do verbo e do substantivo, que no caso é macho, os dois usadíssimos e cobiçados, parece que todos querem o substantivo para livremente usar o verbo, quanto mais, melhor.


A impressão é que todos, desde os editores e comentaristas dos jornais mais zezistas (ex-serristas) aos grandes amigos e aliados do Zé, acreditam que a luta pelo poder está terminada: Dilma vai ganhar e, portanto, o Zé vai perder. O resultado da luta pelo poder em Brasília parece mesmo irreversível, em primeiro ou segundo turno, mas a luta política não tem data para terminar, antes ou depois da eleição.


Urgente é melhorar o nível do debate público, expurgar do discurso os adjetivos em excesso, piadinhas, palavrões, preconceitos, grosserias, birras, implicâncias, superficialidade, pontos de exclamação, chutação de números sem fonte, vazamentos seletivos, fontes anônimas usando jornais para fazer negociatas, argumentos tolos exaustivamente desmontados e ainda assim repetidos sem trégua, fichas falsas, bilhetinhos e fofocas que viram dossiês, mentiras grossas, etc.


Os blogs – e seus divulgadores, twitters e tais – já mudaram a lógica da mídia. Seria uma boa ideia que tentassem cada vez mais falar sério (ainda que com bom humor), compartilhando informações e análises e não estados de espírito e picuinhas.


O mais urgente, acho, é eliminar do discurso a falácia “envenenar o poço”, desonestidade intelectual que consiste em, num debate, ao invés de debater o argumento, combater o próprio oponente, é o tal “assassinato de reputação”, que grassa em diferentes intensidades por blogs, sites, jornais, tevês e rádios.


José diz: “Pedro é um ladrão”. Pedro responde: “José é um mentiroso”.


Não é um debate, não há contradição, talvez os dois estejam certos. Pedro pode ser um ladrão, como José afirma. Pedro não negou ser ladrão, apenas afirmou ser José um mentiroso. Pedro envenenou o poço sugerindo que, sendo José um mentiroso, tudo o que ele disser é mentira, o que não é verdade: talvez José seja mesmo um mentiroso, mas pode não estar mentindo ao afirmar que Pedro é um ladrão, afinal mesmo os mentirosos não mentem sempre. (“Não acredite em alguém que sempre diz a verdade”, Elias Canetti.)


Num debate racional, que alimenta a política e não apenas a luta pelo poder, José só pode afirmar publicamente que Pedro é um ladrão se tiver provas para isso, se a sua afirmação vier acompanhada de informações sobre fatos que a sustentem, lembrando que roubar é crime e todos são inocentes até prova em contrário, e que também é um crime acusar alguém de crime que não cometeu. Ao ser acusado de um crime por Pedro, José pode (ou não) defender-se, inclusive recorrendo à justiça, apresentando evidências ou provas de que não o cometeu. Atacar Pedro não é evidência ou prova de nada.


Com a forte possibilidade de derrota de seu candidato nas próximas eleições, a antiga imprensa, acho, finalmente entendeu que a tal “formação de consenso” não está mais em suas mãos. Cabe aos blogueiros e sites independentes ocupar o espaço conquistado com cada vez mais racionalidade. Fazendo política, a blogosfera conquistou um grande poder e “grandes poderes geram grande responsabilidade”, como muito bem ensinou o Homem-Aranha.


Onze regras de boas-maneiras para debater política (seriamente) na blogosfera (ou em qualquer outro lugar):


1. Qual é o fato? A verdade factual é o ponto de partida. Certifique-se da veracidade e, se possível, indique a fonte de suas informações. Divulgar mentiras é o mesmo que mentir.


2. Não grite. Reduza ao máximo os adjetivos, os pontos de exclamação, os destaques em maiúsculas.


3. Não insinue, informe. Elimine do seu texto as reticências, as maledicências e outras indecências. Se tiver algo a dizer, diga. Se não tiver, não diga.


4. Mantenha a compostura. Elimine inteiramente os palavrões, preconceitos, grosserias, fofocas e baixarias em geral.


5. Fale sério. Piadas de gosto duvidoso, musiquinhas engraçadas, animações toscas, derrubam qualquer argumento, mesmo que verdadeiro. Demonizar adversários com montagens fotográficas, dedos no nariz ou caras tortas só depõe contra você.


6. A diversidade é a base da democracia. Sem pensamentos contraditórios não há evolução. Quem pensa diferente de você não é, necessariamente, seu inimigo e, mesmo que seja, deve ser tratado com respeito e educação.


7. Ninguém é inteiramente bom ou mau. Encontrar concordâncias entre pessoas que discordam é um bom ponto de partida para qualquer debate. Todos querem o bem estar e a justiça social, desenvolvimento, geração de empregos, saúde, prosperidade e paz. Ou não?


8. Procure saber, saber sempre é bom. Compartilhar informações é a principal utilidade da internet.


9. Mais que dar respostas, faça perguntas. O principal objetivo do jornalismo (e da filosofia) é fazer pensar, formulando perguntas. Deixe o leitor procurar suas próprias respostas.


10.“Se você não está em dúvida é porque foi mal informado” (do jornal “O Pasquim”). Procure saber e entender os que pensam muito diferente de você ou nunca terá a chance de mudar, o que é vital para crescer.


11. Só responda a quem merece. A resposta a um argumento num debate político é uma deferência, só deve ser dada a quem merece, a quem trouxe ao debate algum argumento novo e relevante. Aos provocadores, carentes que só querem marcar espaço e aparecer, a melhor resposta é a indiferença. Não alimente nem amplifique baixarias.



(FURTADO, Jorge. Poder e Política. Casa de Cinema de Porto Alegre, 22 de agosto de 2010. Disponível em: https://www.casacinepoa.com.br/o-blog/jorge-furtado/poder-e-pol%C3%ADtica.html)

No trecho onde estão listadas as onze regras de boas-maneiras para debater política seriamente, verifica-se o uso de verbos no imperativo, modo verbal que tem a função de externar ordens, pedidos, sugestões ou conselhos.


Seguindo a norma culta da língua portuguesa e tendo por norte as regras gramaticais para a formação do modo imperativo, assinale a alternativa incorreta

Alternativas
Q4103552 Português

Leia e interprete o texto a seguir para responder à questão.



Poder e Política



Na última reforma da Folha de S.Paulo o caderno de política, que se chamava "Brasil", virou “Poder”. A Política é um substantivo feminino, dizem até que é uma ciência, mas não é um verbo. (O verbo é politicar - ocupar-se de política, fazer política - de pouco uso, não me lembro de nenhum político confessar ter politicado ou prometer, se for eleito, politicar muito.) Já o Poder tem a força do verbo e do substantivo, que no caso é macho, os dois usadíssimos e cobiçados, parece que todos querem o substantivo para livremente usar o verbo, quanto mais, melhor.


A impressão é que todos, desde os editores e comentaristas dos jornais mais zezistas (ex-serristas) aos grandes amigos e aliados do Zé, acreditam que a luta pelo poder está terminada: Dilma vai ganhar e, portanto, o Zé vai perder. O resultado da luta pelo poder em Brasília parece mesmo irreversível, em primeiro ou segundo turno, mas a luta política não tem data para terminar, antes ou depois da eleição.


Urgente é melhorar o nível do debate público, expurgar do discurso os adjetivos em excesso, piadinhas, palavrões, preconceitos, grosserias, birras, implicâncias, superficialidade, pontos de exclamação, chutação de números sem fonte, vazamentos seletivos, fontes anônimas usando jornais para fazer negociatas, argumentos tolos exaustivamente desmontados e ainda assim repetidos sem trégua, fichas falsas, bilhetinhos e fofocas que viram dossiês, mentiras grossas, etc.


Os blogs – e seus divulgadores, twitters e tais – já mudaram a lógica da mídia. Seria uma boa ideia que tentassem cada vez mais falar sério (ainda que com bom humor), compartilhando informações e análises e não estados de espírito e picuinhas.


O mais urgente, acho, é eliminar do discurso a falácia “envenenar o poço”, desonestidade intelectual que consiste em, num debate, ao invés de debater o argumento, combater o próprio oponente, é o tal “assassinato de reputação”, que grassa em diferentes intensidades por blogs, sites, jornais, tevês e rádios.


José diz: “Pedro é um ladrão”. Pedro responde: “José é um mentiroso”.


Não é um debate, não há contradição, talvez os dois estejam certos. Pedro pode ser um ladrão, como José afirma. Pedro não negou ser ladrão, apenas afirmou ser José um mentiroso. Pedro envenenou o poço sugerindo que, sendo José um mentiroso, tudo o que ele disser é mentira, o que não é verdade: talvez José seja mesmo um mentiroso, mas pode não estar mentindo ao afirmar que Pedro é um ladrão, afinal mesmo os mentirosos não mentem sempre. (“Não acredite em alguém que sempre diz a verdade”, Elias Canetti.)


Num debate racional, que alimenta a política e não apenas a luta pelo poder, José só pode afirmar publicamente que Pedro é um ladrão se tiver provas para isso, se a sua afirmação vier acompanhada de informações sobre fatos que a sustentem, lembrando que roubar é crime e todos são inocentes até prova em contrário, e que também é um crime acusar alguém de crime que não cometeu. Ao ser acusado de um crime por Pedro, José pode (ou não) defender-se, inclusive recorrendo à justiça, apresentando evidências ou provas de que não o cometeu. Atacar Pedro não é evidência ou prova de nada.


Com a forte possibilidade de derrota de seu candidato nas próximas eleições, a antiga imprensa, acho, finalmente entendeu que a tal “formação de consenso” não está mais em suas mãos. Cabe aos blogueiros e sites independentes ocupar o espaço conquistado com cada vez mais racionalidade. Fazendo política, a blogosfera conquistou um grande poder e “grandes poderes geram grande responsabilidade”, como muito bem ensinou o Homem-Aranha.


Onze regras de boas-maneiras para debater política (seriamente) na blogosfera (ou em qualquer outro lugar):


1. Qual é o fato? A verdade factual é o ponto de partida. Certifique-se da veracidade e, se possível, indique a fonte de suas informações. Divulgar mentiras é o mesmo que mentir.


2. Não grite. Reduza ao máximo os adjetivos, os pontos de exclamação, os destaques em maiúsculas.


3. Não insinue, informe. Elimine do seu texto as reticências, as maledicências e outras indecências. Se tiver algo a dizer, diga. Se não tiver, não diga.


4. Mantenha a compostura. Elimine inteiramente os palavrões, preconceitos, grosserias, fofocas e baixarias em geral.


5. Fale sério. Piadas de gosto duvidoso, musiquinhas engraçadas, animações toscas, derrubam qualquer argumento, mesmo que verdadeiro. Demonizar adversários com montagens fotográficas, dedos no nariz ou caras tortas só depõe contra você.


6. A diversidade é a base da democracia. Sem pensamentos contraditórios não há evolução. Quem pensa diferente de você não é, necessariamente, seu inimigo e, mesmo que seja, deve ser tratado com respeito e educação.


7. Ninguém é inteiramente bom ou mau. Encontrar concordâncias entre pessoas que discordam é um bom ponto de partida para qualquer debate. Todos querem o bem estar e a justiça social, desenvolvimento, geração de empregos, saúde, prosperidade e paz. Ou não?


8. Procure saber, saber sempre é bom. Compartilhar informações é a principal utilidade da internet.


9. Mais que dar respostas, faça perguntas. O principal objetivo do jornalismo (e da filosofia) é fazer pensar, formulando perguntas. Deixe o leitor procurar suas próprias respostas.


10.“Se você não está em dúvida é porque foi mal informado” (do jornal “O Pasquim”). Procure saber e entender os que pensam muito diferente de você ou nunca terá a chance de mudar, o que é vital para crescer.


11. Só responda a quem merece. A resposta a um argumento num debate político é uma deferência, só deve ser dada a quem merece, a quem trouxe ao debate algum argumento novo e relevante. Aos provocadores, carentes que só querem marcar espaço e aparecer, a melhor resposta é a indiferença. Não alimente nem amplifique baixarias.



(FURTADO, Jorge. Poder e Política. Casa de Cinema de Porto Alegre, 22 de agosto de 2010. Disponível em: https://www.casacinepoa.com.br/o-blog/jorge-furtado/poder-e-pol%C3%ADtica.html)

No primeiro parágrafo, o autor faz distinção entre as palavras política e poder. Acerca dessa parte inicial do texto, marque a alternativa correta acerca das assertivas a seguir:



I - De acordo com o autor, o termo política é somente substantivo e o verbo politicar vem sendo bastante empregado.


II - O termo poder, que pode ser verbo ou substantivo, é muito adequado para se falar de política, pois indica o desejo de possuir o substantivo para realizar o verbo: ter poder para poder mandar e governar.


III - Para o autor, não foi insignificante o fato de que o caderno de política de um dos principais jornais do país mudou de nome, de “Brasil” para “Poder”.

Alternativas
Q4103551 Português

Com base nas normas da língua portuguesa, especialmente quanto ao emprego de crase, assinale a opção correta acerca das seguintes assertivas:



I – O trem chegou à estação às 18 horas.


II – Não vai à festas nem a reuniões.


III – Devemos aliar a teoria à prática. 

Alternativas
Q4103550 Português
Assinale a alternativa em que nem todas as palavras estão escritas de forma correta: 
Alternativas
Q4103549 Português

Considerando o uso correto da língua portuguesa, julgue os 8 itens a seguir:



1. R$ 3.200,00 são suficientes para as diárias na praia.


2. R$ 3.200,00 é suficiente para as diárias na praia.


3. Ao meu ver, o resultado do júri foi um sucesso!


4. A meu ver, o resultado do júri foi um sucesso!


5. Para maiores informações, entre em contato com a coordenação das Promotorias de Justiça.


6. Para mais informações, entre em contato com a coordenação das Promotorias de Justiça.


7. O Promotor de Justiça avisou que, por hora, não poderá atender.


8. O Promotor de Justiça avisou que, por ora, não poderá atender.



A respeito dos itens acima, estão corretos: 

Alternativas
Q4103548 Português
Assinale a alternativa que contenha uso correto de crase: 
Alternativas
Respostas
2241: D
2242: B
2243: B
2244: C
2245: A
2246: B
2247: C
2248: A
2249: A
2250: D
2251: C
2252: C
2253: B
2254: C
2255: C
2256: A
2257: B
2258: B
2259: A
2260: D