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Q3697122 Matemática
Em uma empresa trabalham 35 funcionários. Desse total, 2/5 são homens. Após alguns meses, 1 funcionária e 4 funcionários homens deixaram a empresa. Nessa nova configuração, a razão entre o número de funcionários homens e o número total de funcionários passou a ser:
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Q3697121 Matemática
Em um dia de muita chuva, 30% dos 240 alunos de uma escola chegaram atrasados, e os demais chegaram a tempo.

Os alunos que não chegaram atrasados são um total de
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Q3697120 Matemática
Um colégio recebeu 168 carteiras para serem distribuídas em 6 salas. Em uma das salas, foram colocadas 23 carteiras. As carteiras que restaram foram distribuídas, em igual quantidade, nas outras 5 salas.

O número de carteiras que cada uma das outras 5 salas recebeu é igual a
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Q3697119 Matemática
No depósito de um restaurante, verificou-se que havia 3 caixas, cada caixa contendo 8 sacos de 1 kg de arroz, e outras 5 caixas, maiores, cada caixa contendo 12 sacos de 1,5 kg de arroz.

É correto afirmar que o total de quilogramas de arroz que havia no depósito era igual a
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Q3697118 Matemática
Geraldo foi ao supermercado e comprou uma lata de milho por R$ 6,30, um quilo de tomate por R$ 7,80, um pé de alface por R$ 3,50, e um quilo de feijão por R$ 8,20.

Geraldo usou uma cédula de R$ 50,00 para pagar e recebeu de troco a quantia de 
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Q3697117 Português
Leia o texto para responder à questão:

    Eram 29 dias de dezembro de 1903, quando Candido Portinari nasceu em uma fazenda de café, próxima à cidadezinha de Brodowski, no estado de São Paulo. Seus pais eram italianos imigrantes da região do Vêneto. A família era muito humilde e a infância do pintor foi marcada pela pobreza. A educação formal de Portinari se limitou à instrução primária. No entanto, desde muito jovem, ele já demonstrava seu talento e sua vocação artística, começando a pintar aos nove anos de idade.
    Quando tinha 15 anos, Portinari deixou Brodowski e partiu rumo ao Rio de Janeiro, onde se matriculou na Escola Nacional de Belas-Artes. Em 1928, seu talento não passou despercebido e foi reconhecido com a conquista do Prêmio de Viagem à Europa por seu Retrato de Olegário Mariano. Esta foi, de fato, uma virada de página em sua trajetória. Quem diria que aquele menino que cresceu em Brodowski estaria passando uma temporada na França? E foi durante sua estadia em Paris, em 1930, que ele viu sua terra natal por uma perspectiva diferente. Isso o inspirou a pintar o Brasil com todas as suas características distintas – sua história, seu povo, sua cultura, sua flora e sua fauna. Então, decidiu: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor”.
    Quando voltou ao Brasil, em 1931, Portinari colocou seu sonho em prática e passou a retratar o país em suas obras. Seus murais, pinturas, desenhos e gravuras revelaram a essência da alma brasileira, destacando tanto a alegria e a beleza quanto as dificuldades e a dor enfrentadas pelo povo. Neste momento, toda a sua expressão artística começou a transcender o academicismo de sua formação, juntando a ciência antiga da pintura a uma personalidade experimentalista moderna.
    O escritor Antônio Callado descreveu a obra de Portinari como um “monumental livro de arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra”.

(Notas biográficas: Candido Portinari. Disponível em: https://www.portinari.org.br/o-artista/notas-biograficas. Acesso em 06.05.2025).
Em relação à produção artística de Portinari, é correto afirmar, com base no texto, que ele
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Q3697116 Português
Leia o texto para responder à questão:

    Eram 29 dias de dezembro de 1903, quando Candido Portinari nasceu em uma fazenda de café, próxima à cidadezinha de Brodowski, no estado de São Paulo. Seus pais eram italianos imigrantes da região do Vêneto. A família era muito humilde e a infância do pintor foi marcada pela pobreza. A educação formal de Portinari se limitou à instrução primária. No entanto, desde muito jovem, ele já demonstrava seu talento e sua vocação artística, começando a pintar aos nove anos de idade.
    Quando tinha 15 anos, Portinari deixou Brodowski e partiu rumo ao Rio de Janeiro, onde se matriculou na Escola Nacional de Belas-Artes. Em 1928, seu talento não passou despercebido e foi reconhecido com a conquista do Prêmio de Viagem à Europa por seu Retrato de Olegário Mariano. Esta foi, de fato, uma virada de página em sua trajetória. Quem diria que aquele menino que cresceu em Brodowski estaria passando uma temporada na França? E foi durante sua estadia em Paris, em 1930, que ele viu sua terra natal por uma perspectiva diferente. Isso o inspirou a pintar o Brasil com todas as suas características distintas – sua história, seu povo, sua cultura, sua flora e sua fauna. Então, decidiu: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor”.
    Quando voltou ao Brasil, em 1931, Portinari colocou seu sonho em prática e passou a retratar o país em suas obras. Seus murais, pinturas, desenhos e gravuras revelaram a essência da alma brasileira, destacando tanto a alegria e a beleza quanto as dificuldades e a dor enfrentadas pelo povo. Neste momento, toda a sua expressão artística começou a transcender o academicismo de sua formação, juntando a ciência antiga da pintura a uma personalidade experimentalista moderna.
    O escritor Antônio Callado descreveu a obra de Portinari como um “monumental livro de arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra”.

(Notas biográficas: Candido Portinari. Disponível em: https://www.portinari.org.br/o-artista/notas-biograficas. Acesso em 06.05.2025).
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o pintor Candido Portinari
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Q3697115 Português
Leia a tirinha a seguir para responder à questão:

Captura_de tela 2025-10-30 123347.png (385×379)
(Charles M. Schulz. Snoopy - Pausa para a soneca. Porto Alegre: L&PM, 2009)

Na tira, o efeito de humor é provocado pelo fato de que, de acordo com Snoopy,
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Q3697114 Português
Leia o texto para responder à questão:

    O medo de cobras é algo inato em nós. A mera ideia destes seres rastejantes costuma provocar arrepios, mesmo em países onde raramente topamos com eles. O instinto é tão forte que mesmo bebês com poucos meses de vida apresentam sinais de estresse ao se depararem com uma serpente. Esse medo não é gratuito: todos os anos, picadas de cobra são responsáveis por entre 81 mil e 138 mil mortes e entre 300 mil e 400 mil sequelas permanentes.
    Atualmente, picadas de cobras venenosas só podem ser tratadas com antídotos específicos, os chamados soros antiofídicos. Entretanto, a maioria deles só é eficaz contra uma ou algumas espécies da mesma família. Além disso, os afetados – e, consequentemente, também a equipe médica encarregada de tratar o ferimento – muitas vezes não sabem qual cobra está por trás da picada. No mundo todo, afinal, existem cerca de 600 espécies distintas de cobras peçonhentas.
    Um antídoto eficaz contra o veneno de diversas cobras diferentes, portanto, poderia simplificar muito o tratamento. E aqui reside a importância de um novo estudo de pesquisadores americanos que afirmam ter encontrado a base para um soro antiofídico de amplo espectro.
    Para o estudo, os pesquisadores usaram o sangue de um doador um tanto quanto peculiar: Timothy Friede, um colecionador de cobras que aceitou se expor ao veneno de várias cobras 856 vezes ao longo de 18 anos e sobreviveu. Ao total, Friede foi submetido a mais de 200 picadas de cobras e outras centenas de injeções de veneno – tudo deliberadamente.
    Dezoito anos e centenas de picadas depois, os pesquisadores identificaram dois anticorpos amplamente neutralizantes no sangue de Friede: o LNX-D09 e o SNX-B03. O antídoto resultante se mostrou eficaz em experimentos com camundongos contra o veneno de 19 das cobras mais venenosas do mundo.


(Alexander Freund. Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/ cientistas-podem-estar-mais-perto-de-criar-ant%C3%ADdoto-universalpara-picadas-de-cobra/a-72435849. Acesso em 06.05.2025. Adaptado)
Ao utilizar o sangue de Timothy Friede, os pesquisadores do estudo citado no texto tinham como intenção
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Q3697113 Português
Leia o texto para responder à questão:

    O medo de cobras é algo inato em nós. A mera ideia destes seres rastejantes costuma provocar arrepios, mesmo em países onde raramente topamos com eles. O instinto é tão forte que mesmo bebês com poucos meses de vida apresentam sinais de estresse ao se depararem com uma serpente. Esse medo não é gratuito: todos os anos, picadas de cobra são responsáveis por entre 81 mil e 138 mil mortes e entre 300 mil e 400 mil sequelas permanentes.
    Atualmente, picadas de cobras venenosas só podem ser tratadas com antídotos específicos, os chamados soros antiofídicos. Entretanto, a maioria deles só é eficaz contra uma ou algumas espécies da mesma família. Além disso, os afetados – e, consequentemente, também a equipe médica encarregada de tratar o ferimento – muitas vezes não sabem qual cobra está por trás da picada. No mundo todo, afinal, existem cerca de 600 espécies distintas de cobras peçonhentas.
    Um antídoto eficaz contra o veneno de diversas cobras diferentes, portanto, poderia simplificar muito o tratamento. E aqui reside a importância de um novo estudo de pesquisadores americanos que afirmam ter encontrado a base para um soro antiofídico de amplo espectro.
    Para o estudo, os pesquisadores usaram o sangue de um doador um tanto quanto peculiar: Timothy Friede, um colecionador de cobras que aceitou se expor ao veneno de várias cobras 856 vezes ao longo de 18 anos e sobreviveu. Ao total, Friede foi submetido a mais de 200 picadas de cobras e outras centenas de injeções de veneno – tudo deliberadamente.
    Dezoito anos e centenas de picadas depois, os pesquisadores identificaram dois anticorpos amplamente neutralizantes no sangue de Friede: o LNX-D09 e o SNX-B03. O antídoto resultante se mostrou eficaz em experimentos com camundongos contra o veneno de 19 das cobras mais venenosas do mundo.


(Alexander Freund. Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/ cientistas-podem-estar-mais-perto-de-criar-ant%C3%ADdoto-universalpara-picadas-de-cobra/a-72435849. Acesso em 06.05.2025. Adaptado)
O texto aponta como uma dificuldade para o tratamento de picada de cobra o fato de que
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Q3697112 Português
Leia o texto para responder à questão:

    O medo de cobras é algo inato em nós. A mera ideia destes seres rastejantes costuma provocar arrepios, mesmo em países onde raramente topamos com eles. O instinto é tão forte que mesmo bebês com poucos meses de vida apresentam sinais de estresse ao se depararem com uma serpente. Esse medo não é gratuito: todos os anos, picadas de cobra são responsáveis por entre 81 mil e 138 mil mortes e entre 300 mil e 400 mil sequelas permanentes.
    Atualmente, picadas de cobras venenosas só podem ser tratadas com antídotos específicos, os chamados soros antiofídicos. Entretanto, a maioria deles só é eficaz contra uma ou algumas espécies da mesma família. Além disso, os afetados – e, consequentemente, também a equipe médica encarregada de tratar o ferimento – muitas vezes não sabem qual cobra está por trás da picada. No mundo todo, afinal, existem cerca de 600 espécies distintas de cobras peçonhentas.
    Um antídoto eficaz contra o veneno de diversas cobras diferentes, portanto, poderia simplificar muito o tratamento. E aqui reside a importância de um novo estudo de pesquisadores americanos que afirmam ter encontrado a base para um soro antiofídico de amplo espectro.
    Para o estudo, os pesquisadores usaram o sangue de um doador um tanto quanto peculiar: Timothy Friede, um colecionador de cobras que aceitou se expor ao veneno de várias cobras 856 vezes ao longo de 18 anos e sobreviveu. Ao total, Friede foi submetido a mais de 200 picadas de cobras e outras centenas de injeções de veneno – tudo deliberadamente.
    Dezoito anos e centenas de picadas depois, os pesquisadores identificaram dois anticorpos amplamente neutralizantes no sangue de Friede: o LNX-D09 e o SNX-B03. O antídoto resultante se mostrou eficaz em experimentos com camundongos contra o veneno de 19 das cobras mais venenosas do mundo.


(Alexander Freund. Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/ cientistas-podem-estar-mais-perto-de-criar-ant%C3%ADdoto-universalpara-picadas-de-cobra/a-72435849. Acesso em 06.05.2025. Adaptado)
De acordo com o autor do texto, o medo de cobras
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Q3697111 Português
Leia o texto para responder à questão:

Nem todo humano

    Nina é um ímã de maluco.
    As pessoas acham que o fato de você estar com um cachorro é permissão para puxar conversa sobre cachorros, o clima, política, economia, urbanismo, ecologia. Isso também acontece quando você tem um bebê humano, mas já passei, tem tempo, dessa fase.
    Nina e eu caminhando na rua. Do nada, um senhor compartilha a informação de que a filha dele tem um cachorro parecido e que, portanto (?!), eu também devo ser médica. Tudo o que ele queria, obviamente, era contar para alguém que tem uma filha médica. Sorri amarelo e fugi, poupando o senhor da minha opinião sobre médicos, de uma forma geral.
    Entramos no parque. Um doido vem na minha direção e grita “animais têm alma sim!”. Concordei, é claro. E fomos na direção oposta ao doido e ao lugar para onde eu queria ir.
    Sentamos em um banco do parque. Quer dizer, eu sentei no banco, Nina deitou no chão. Uma senhora estaciona do nosso lado. E, depois de fazer cafuné na Nina por uns bons cinco minutos, me diz que ela deveria estar de focinheira. A vontade que me deu de dizer quem eu acho que deveria estar de focinheira, minha gente, nem conto.
    Nem todo humano, mas sempre um humano. De nada adianta toda a minha apresentação mal-encarada e poucos-amigos.
    Eu culpo a Nina e essa carinha fofa e simpática dela. Aposto que se eu morasse com um dobermann, nada disso acontecia.


(Carolina Vigna. Nem todo humano. Disponível em: https://rascunho.com.br/ cronistas/carolina-vigna/nem-todo-humano/. Acesso em 04/05/2025. Adaptado)
A autora do texto dirige-se diretamente aos leitores na frase:
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Q3697110 Português
Leia o texto para responder à questão:

Nem todo humano

    Nina é um ímã de maluco.
    As pessoas acham que o fato de você estar com um cachorro é permissão para puxar conversa sobre cachorros, o clima, política, economia, urbanismo, ecologia. Isso também acontece quando você tem um bebê humano, mas já passei, tem tempo, dessa fase.
    Nina e eu caminhando na rua. Do nada, um senhor compartilha a informação de que a filha dele tem um cachorro parecido e que, portanto (?!), eu também devo ser médica. Tudo o que ele queria, obviamente, era contar para alguém que tem uma filha médica. Sorri amarelo e fugi, poupando o senhor da minha opinião sobre médicos, de uma forma geral.
    Entramos no parque. Um doido vem na minha direção e grita “animais têm alma sim!”. Concordei, é claro. E fomos na direção oposta ao doido e ao lugar para onde eu queria ir.
    Sentamos em um banco do parque. Quer dizer, eu sentei no banco, Nina deitou no chão. Uma senhora estaciona do nosso lado. E, depois de fazer cafuné na Nina por uns bons cinco minutos, me diz que ela deveria estar de focinheira. A vontade que me deu de dizer quem eu acho que deveria estar de focinheira, minha gente, nem conto.
    Nem todo humano, mas sempre um humano. De nada adianta toda a minha apresentação mal-encarada e poucos-amigos.
    Eu culpo a Nina e essa carinha fofa e simpática dela. Aposto que se eu morasse com um dobermann, nada disso acontecia.


(Carolina Vigna. Nem todo humano. Disponível em: https://rascunho.com.br/ cronistas/carolina-vigna/nem-todo-humano/. Acesso em 04/05/2025. Adaptado)
Em “a filha dele tem um cachorro parecido e que, portanto (?!), eu também devo ser médica” (3º parágrafo), os sinais de pontuação destacados no trecho indicam que a autora considera que
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Q3697109 Português
Leia o texto para responder à questão:

Nem todo humano

    Nina é um ímã de maluco.
    As pessoas acham que o fato de você estar com um cachorro é permissão para puxar conversa sobre cachorros, o clima, política, economia, urbanismo, ecologia. Isso também acontece quando você tem um bebê humano, mas já passei, tem tempo, dessa fase.
    Nina e eu caminhando na rua. Do nada, um senhor compartilha a informação de que a filha dele tem um cachorro parecido e que, portanto (?!), eu também devo ser médica. Tudo o que ele queria, obviamente, era contar para alguém que tem uma filha médica. Sorri amarelo e fugi, poupando o senhor da minha opinião sobre médicos, de uma forma geral.
    Entramos no parque. Um doido vem na minha direção e grita “animais têm alma sim!”. Concordei, é claro. E fomos na direção oposta ao doido e ao lugar para onde eu queria ir.
    Sentamos em um banco do parque. Quer dizer, eu sentei no banco, Nina deitou no chão. Uma senhora estaciona do nosso lado. E, depois de fazer cafuné na Nina por uns bons cinco minutos, me diz que ela deveria estar de focinheira. A vontade que me deu de dizer quem eu acho que deveria estar de focinheira, minha gente, nem conto.
    Nem todo humano, mas sempre um humano. De nada adianta toda a minha apresentação mal-encarada e poucos-amigos.
    Eu culpo a Nina e essa carinha fofa e simpática dela. Aposto que se eu morasse com um dobermann, nada disso acontecia.


(Carolina Vigna. Nem todo humano. Disponível em: https://rascunho.com.br/ cronistas/carolina-vigna/nem-todo-humano/. Acesso em 04/05/2025. Adaptado)
Com base na leitura da crônica, é correto afirmar que a autora
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Q3697108 Português
Leia a tirinha a seguir:

Captura_de tela 2025-10-30 115321.png (378×414)
(Quino. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2008)

Assinale a alternativa que melhor explica o sentido da tira.
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Q3697107 Português
Leia o texto para responder à questão:

    A obesidade é uma doença que afeta 1 bilhão de pessoas, 12,5% da população mundial. No entanto, estima-se que em 2035 os obesos serão 54% da população, revelando uma tendência de crescimento exponencial. Embora a obesidade não seja uma doença mental, como a anorexia, a bulimia e a compulsão, uma grande parte das pessoas obesas apresentam sofrimentos ligados à alimentação e ao corpo, ora causa da obesidade, ora consequência da obesidade e, muito frequentemente, tanto causa como consequência da obesidade. A gordofobia encontra-se na raiz de quadros de ansiedade e depressão, alimentados pelos estigmas em torno do corpo gordo: doente, preguiçoso, incapaz etc. Os estigmas também colaboram para o aumento de comportamentos alimentares disfuncionais, que levam ao ganho de peso, prendendo o sujeito num ciclo infinito.
    Pesquisas recentes realizadas pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde – NUPENS indicam que a causa mais frequente da obesidade, e seu aumento exponencial nas últimas décadas, estão relacionados com o consumo de ultraprocessados. Assim me parece importante compreender o que leva o sujeito ao consumo desses produtos. Não se trata, é claro, de desresponsabilizar o sujeito por suas escolhas, mas de considerar até que ponto o sujeito pode de fato escolher?
    Numa pesquisa já antiga, Michael Pollain afirma que com 1 dólar você pode comprar cerca de 250 calorias de comida in natura, mas com esse mesmo dólar você pode comprar 1.200 calorias de comida ultraprocessada! Então, quando moramos em um país em que uma única banana custa mais caro do que um pacote de macarrão instantâneo, pensemos se seria justo responsabilizar apenas o sujeito por escolher ultraprocessados e ganhar peso em consequência disto.


(Camila Junqueira. Mudanças no critério diagnóstico da obesidade: O que o psicanalista tem a ver com isso?. Disponível em: https://deptodepsicanalise.blogspot.com/2025/02/ mudancas-no-criterio-diagnostico-da.html. Acesso em: 30/04/2025)
No que se refere às pesquisas que relacionam o aumento da obesidade ao consumo de alimentos ultraprocessados pela população, a autora 
Alternativas
Q3697106 Português
Leia o texto para responder à questão:

    A obesidade é uma doença que afeta 1 bilhão de pessoas, 12,5% da população mundial. No entanto, estima-se que em 2035 os obesos serão 54% da população, revelando uma tendência de crescimento exponencial. Embora a obesidade não seja uma doença mental, como a anorexia, a bulimia e a compulsão, uma grande parte das pessoas obesas apresentam sofrimentos ligados à alimentação e ao corpo, ora causa da obesidade, ora consequência da obesidade e, muito frequentemente, tanto causa como consequência da obesidade. A gordofobia encontra-se na raiz de quadros de ansiedade e depressão, alimentados pelos estigmas em torno do corpo gordo: doente, preguiçoso, incapaz etc. Os estigmas também colaboram para o aumento de comportamentos alimentares disfuncionais, que levam ao ganho de peso, prendendo o sujeito num ciclo infinito.
    Pesquisas recentes realizadas pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde – NUPENS indicam que a causa mais frequente da obesidade, e seu aumento exponencial nas últimas décadas, estão relacionados com o consumo de ultraprocessados. Assim me parece importante compreender o que leva o sujeito ao consumo desses produtos. Não se trata, é claro, de desresponsabilizar o sujeito por suas escolhas, mas de considerar até que ponto o sujeito pode de fato escolher?
    Numa pesquisa já antiga, Michael Pollain afirma que com 1 dólar você pode comprar cerca de 250 calorias de comida in natura, mas com esse mesmo dólar você pode comprar 1.200 calorias de comida ultraprocessada! Então, quando moramos em um país em que uma única banana custa mais caro do que um pacote de macarrão instantâneo, pensemos se seria justo responsabilizar apenas o sujeito por escolher ultraprocessados e ganhar peso em consequência disto.


(Camila Junqueira. Mudanças no critério diagnóstico da obesidade: O que o psicanalista tem a ver com isso?. Disponível em: https://deptodepsicanalise.blogspot.com/2025/02/ mudancas-no-criterio-diagnostico-da.html. Acesso em: 30/04/2025)
Com base na leitura do texto, é correto afirmar que a autora
Alternativas
Q3697105 Português
Leia a tira para responder à questão:

Captura_de tela 2025-10-30 115044.png (404×490)

(Bill Watterson. Calvin e Haroldo. Disponível em: https://www.instagram.com/p/CryXA07rM_g/. Acesso em 04/05/2025)
A partir dos elementos verbais e não verbais presentes no 3º quadro, é correto concluir que o garoto Calvin 
Alternativas
Q3697104 Português
Leia a tira para responder à questão:

Captura_de tela 2025-10-30 115044.png (404×490)

(Bill Watterson. Calvin e Haroldo. Disponível em: https://www.instagram.com/p/CryXA07rM_g/. Acesso em 04/05/2025)
A partir da leitura da tira, é correto concluir que o garoto Calvin faz um cartaz
Alternativas
Q3696833 Pedagogia
Nos termos do que estabelece a Lei Complementar nº 1.374/2022, os processos de evolução por desempenho na carreira serão realizados pela Secretaria da Educação na periodicidade de 
Alternativas
Respostas
501: B
502: E
503: C
504: D
505: C
506: C
507: E
508: A
509: E
510: B
511: D
512: D
513: A
514: D
515: C
516: B
517: E
518: C
519: A
520: C