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Nesse estudo a autora revela a importância de dois aspectos importantes para a apropriação dos conhecimentos sobre o tema trabalhado, que seriam a
O trecho se refere ao
Para os autores, há uma supervalorização desse conteúdo em detrimento de outras práticas corporais, que deveriam ser tratadas no contexto escolar de modo equitativo com o propósito de
De acordo com os autores, o currículo escolar na teoria da Pedagogia Histórico-Crítica tem como objeto a
Assinale a alternativa que representa o conceito definido pelo autor.
De acordo com a autora, assinale a alternativa que representa a abordagem nessa perspectiva.
A autora denomina essa representação como corpo
Assinale a alternativa que identifica, correta e respectivamente, a concepção dessas tendências apresentadas pelo autor.
Assinale a alternativa que apresenta os elementos que compõem as variáveis pedagógico-didáticas.
Assinale a alternativa que identifica o conceito relacionado à dimensão política.
Segundo o IBGE, no informativo Desigualdades sociais por cor ou raça no Brasil, “a violência atinge muito mais os homens de 15 a 29 anos do que os homens de outras faixas etárias [...]. Nesse grupo etário, as principais vítimas de homicídios foram os homens pardos e pretos, com taxas de 136,5 e 94,4 mortes por 100 mil habitantes, o que representa 3,3 vezes e 2,3 vezes, respectivamente, a taxa observada entre os homens brancos da mesma faixa etária (41,6 mortes)”.
Com base nos dados citados, as taxas de homicídio no Brasil revelam
No livro Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, Ricardo Antunes caracteriza o cenário atual do trabalho do seguinte modo: “Estamos vivenciando [...] a erosão do trabalho contratado e regulamentado, dominante no século XX, e assistindo à sua substituição pelas terceirizações, por diferentes modos de flexibilização, pelas formas de trabalho part time, pelas diversas formas de ‘empreendedorismo’, ‘cooperativismo’, ‘trabalho voluntário’, terceiro setor etc.”.
Segundo Antunes, o cenário descrito ocorre devido à
Bernard Lahire, em seu texto “Viver e interpretar o mundo social: para que serve o ensino de Sociologia?”, apresenta uma passagem da obra The theory of the leisure class, de Thorstein Veblen, para discutir a natureza da Sociologia: “A curiosidade sem outra preocupação além do conhecimento, sem outra disciplina que aquelas que se impõem a ela mesma [...], essa curiosidade consagrada a ela mesma oferece uma garantia sobre o despotismo do dinheiro, uma probabilidade de progresso e de crítica”.
No texto, o entendimento de Lahire acerca da Sociologia sustenta uma crítica à abordagem sociológica que se dedica exclusivamente à
Em seu livro Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria, Zygmunt Bauman discute a mercantilização do indivíduo: “Na sociedade de consumidores, ninguém pode se tornar sujeito sem primeiro virar mercadoria [...]. A ‘subjetividade’ do ‘sujeito’, e a maior parte daquilo que essa subjetividade possibilita ao sujeito atingir, concentra-se num esforço sem fim para ela própria se tornar, e permanecer, uma mercadoria vendável”.
Com base no texto, é correto afirmar que a transformação da subjetividade em mercadoria provoca, segundo Bauman,
Flávia Piovesan, em seu texto “Ações afirmativas da perspectiva dos direitos humanos”, ao discutir estratégias no combate à discriminação, esclarece: “Faz-se necessário combinar a proibição da discriminação com políticas compensatórias que acelerem a igualdade enquanto processo. Isto é, para assegurar a igualdade, não basta apenas proibir a discriminação mediante legislação repressiva”.
Para a autora, a superação ao problema da desigualdade social exige
No texto A práxis e a compreensão da práxis: sobre as teses ad Feuerbach, Wolfdietrich Schmied-Kowarzik ressalta: “Por materialismo Marx aqui não compreende apenas aquele de Feuerbach, mas também o materialismo francês do século XVIII de um La Metrie e de um d’Holbach e, do mesmo modo, o empirismo [...] anglo-saxão de Hobbes e Locke, isto é, toda a ciência positivista da modernidade. É ela que ele acusa de não considerar a realidade que procura conhecer como efetiva, mas que a coisifica e contrapõe a si ‘na forma de um objeto’”.
A crítica de Marx ao materialismo, segundo o texto, concentra-se na
Em seu texto “Desafios ativistas à democracia deliberativa”, Iris Marion Young reflete sobre as contradições da democracia deliberativa: “A deliberação, diz o ativista, é uma atividade de salas de reuniões [...]. Entre si, [as elites] participam do debate sobre as políticas que sustentarão seu poder e promoverão seus interesses coletivos. [...] Observadores e imprensa só comparecem por convite. [...] Nessas circunstâncias de desigualdade estrutural e poder excludente, os bons cidadãos deveriam estar protestando do lado de fora”.
A contradição apresentada no texto é criticada por Young porque
Zygmunt Bauman, em seu livro Para que serve a Sociologia?, destaca o caráter dialógico da Sociologia: “Como em todas as conversas, a Sociologia se envolve no diálogo com a doxa laica [...]. A transformação de mensagens em estímulos efetivos é mediada pela recepção, seguida pela compreensão, que envolve, como regra, uma interpretação (seletiva). Em sua variedade sociológica, o diálogo visa ao confronto entre Erfahrungen [experiências] e Erlebnisse [vivências]”.
O diálogo promovido pela Sociologia, segundo Bauman, tem como objetivo