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Fatores como sentimento de rejeição, isolamento social e agravamento de patologia são comuns em caso de reinserção do trabalhador em novas atividades laborais.
Os neuróticos que se esforçam em se aproximar das pessoas em suas atividades interpessoais adotam uma estratégia denominada solução de resignação.
No modelo horneyiano, a base do conflito neurótico é interpessoal, diferentemente do proposto por Freud, para quem o confilto advém da tensão entre o desejo sexual e as forças restritivas da sociedade.
Horney reconhecia o sucesso das psicoterapias breves para o tratamento das neuroses e desaconselhava a autoanálise.
Karen Horney defende a tese de que a psicologia feminina se fundamenta na falta de confiança e na ênfase exagerada nos relacionamentos.
Ao enfatizar o empenho consciente e o self criativo, Alfred Adler se contrapôs ao determinismo inconsciente de Freud.
O conceito de inconsciente e a relevância das experiências infantis são pressupostos tanto da teoria psicanalítica quanto da teoria sociopsicanalítica, para a compreensão da personalidade.
A ênfase na descrição sistemática da personalidade e no desenvolvimento de técnicas para mensurá-la caracteriza a abordagem teórica e empírica de Cattel.
De acordo com Allport, os indivíduos diferem entre si quanto ao comportamento e aos processos cognitivos em decorrência da aprendizagem.
O sucesso da avaliação por objetivos independe da correta aplicação da teoria de liderança situacional.
A avaliação por competências no formato 360 graus é pouco utilizada como suporte no desenvolvimento de pessoal e carreira, visto que a efetividade desse tipo de avaliação demanda alto grau de maturidade das equipes.
Apesar da disseminação da tendência que preconiza o trabalho em equipe e a autorresponsabilização, a avaliação de desempenho nas organizações, na maior parte das vezes, ainda é realizada pelo superior hierárquico, mantendo-se o foco no desempenho individual.
Os dois grandes eixos que orientam o conteúdo das ferramentas de avaliação de desempenho são as chamadas avaliações por objetivos e as avaliações por competências.
Diferentemente dos métodos de avaliação tradicionais, a avaliação participativa por objetivos começa pela focalização do que se almeja para o futuro, sendo o seu emprego recomendado nos casos em que se objetiva agregar valor à instituição.
A avaliação de desempenho dos funcionários, quando realizada pelo gestor, resulta em maior liberdade e flexibilidade, pois o gestor é o profissional detentor de conhecimento especializado para elaborar e desenvolver um plano sistemático de avaliação do pessoal a ele subordinado.
O instrumento de avaliação denominado método de escalas gráficas foi criado com o objetivo de se evitarem a subjetividade e a generalização características do método conhecido como escolha forçada.
Ante o sentimento de injustiça organizacional manifestado pelos funcionários, a organização deve descartar a criação de uma comissão de avaliação de desempenho, pelo fato de as pessoas sentirem-se julgadas e inferiorizadas com esse método.
A relação observada entre as variáveis experiência e conhecimento é linear ou monotônica positiva.
É possível afirmar que a correlação entre experiência e conhecimento, embora imperfeita, é elevada, significando que um mesmo candidato que obteve escore alto em experiência, também obteve alto escore em conhecimento, e vice-versa.
Para agregar valor ao processo seletivo na terceira etapa, os psicólogos devem utilizar entrevista situacional, com questões baseadas em condições reais de trabalho, a partir da análise do cargo que se pretenda preencher.