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O industrial brasileiro entrou em 2008 otimista, prevendo um bom nível de atividade para o primeiro semestre, segundo a sondagem recém-divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A pesquisa foi realizada em 22 Estados, com executivos de 1.394 empresas, entre os dias 2 e 22 de janeiro. Este último detalhe é especialmente importante: a expectativa dos entrevistados, aparentemente, não foi afetada pelo noticiário sobre a crise internacional e sobre o risco de uma recessão nos Estados Unidos. A grande aposta, segundo o levantamento, é no dinamismo do mercado interno, porque há pessimismo quanto à evolução das exportações - mas essa avaliação já foi encontrada na edição anterior da sondagem, no trimestre anterior. A boa disposição do empresariado foi confirmada pelos últimos números da Fiesp, distribuídos na quarta-feira, um dia depois de a CNI divulgar sua sondagem. No ano passado, o nível de atividade da indústria paulista foi 6,1% superior ao de 2006 e o dinamismo conservou-se até o último mês. Em dezembro, o nível de atividade ficou 7% acima do registrado um ano antes.
(O Estado de S. Paulo, 31/01/2008)
- exportações de bens e serviços não fatores = 100 - importações de bens e serviços não fatores = 50 - déficit no balanço de pagamentos em transações correntes = 10
Com base nas identidades macroeconômicas básicas para uma economia aberta e com governo, podemos afirmar que esta economia apresentou:
- saldo da balança comercial: déficit de 50 - saldo do balanço de serviços: déficit de 50 - saldo do movimento de capitais autônomos: superávit de 150
Na ausência de lançamento nas contas "transferências unilaterais" e "erros e omissões", pode-se afirmar que os saldos em transações correntes e total do balanço de pagamentos foram, respectivamente: