Questões de Concurso
Para prefeitura de estância - se
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Em uma livraria, uma prateleira foi organizada utilizando-se somente três tipos de livros (grande, médio e pequeno), como apresentado na Figura A. Os livros deveriam ser colocados, na prateleira, da esquerda para a direita, conforme o padrão de organização mostrado na Figura B. Após vários livros terem sido colocados seguindo-se o padrão da Figura B, o resultado foi formado por um grupo de livros dispostos no padrão exigido e por mais um excedente de livros, como ilustrado na Figura C.

Considerando-se as informações precedentes, é correto concluir que, se foram colocados na prateleira exatamente 25 livros pequenos, seguindo-se o padrão exigido, então
Uma grande indústria fez seu balancete anual e obteve o seguinte gráfico, que relaciona receitas e despesas ao longo dos meses de determinado ano, com valores em milhões de reais.

Com base nessas informações, infere-se que
Texto CG1A2-I
É do homem que tenho de falar; e a questão que examino me ensina que vou falar a homens; com efeito, não se propõem semelhantes questões quando se teme honrar a verdade. (...) Concebo na espécie humana duas espécies de desigualdade: uma, que chamo de natural ou física, porque é estabelecida pela natureza, consiste na diferença das idades, da saúde, das forças do corpo e das qualidades do espírito, ou da alma; a outra, que se pode chamar de desigualdade moral ou política, porque depende de uma espécie de convenção, é estabelecida, ou pelo menos autorizada, pelo consentimento dos homens. Consiste esta nos diferentes privilégios de que gozam alguns em prejuízo de outros, como ser mais rico, mais honrado, mais poderoso, ou mesmo fazer-se obedecer por eles.
Não se pode perguntar qual é a fonte da desigualdade natural, porque a resposta se encontraria enunciada na simples definição da palavra. Ainda menos se pode procurar se haveria alguma ligação essencial entre as duas desigualdades, pois isso equivaleria a perguntar, por outras palavras, se aqueles que mandam valem necessariamente mais do que os que obedecem e se a força do corpo e do espírito, a sabedoria ou a virtude se encontram sempre nos mesmos indivíduos em proporção do poder ou da riqueza — questão talvez boa para ser agitada entre escravos ouvidos por seus senhores, mas que não convém a homens razoáveis e livres, que buscam a verdade.
Jean-Jacques Rousseau. A origem da desigualdade entre os homens.
1.ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 33 (com adaptações).
De acordo com as ideias do texto CG1A2-I, as duas espécies de desigualdade mencionadas diferenciam-se
Texto CG1A2-I
É do homem que tenho de falar; e a questão que examino me ensina que vou falar a homens; com efeito, não se propõem semelhantes questões quando se teme honrar a verdade. (...) Concebo na espécie humana duas espécies de desigualdade: uma, que chamo de natural ou física, porque é estabelecida pela natureza, consiste na diferença das idades, da saúde, das forças do corpo e das qualidades do espírito, ou da alma; a outra, que se pode chamar de desigualdade moral ou política, porque depende de uma espécie de convenção, é estabelecida, ou pelo menos autorizada, pelo consentimento dos homens. Consiste esta nos diferentes privilégios de que gozam alguns em prejuízo de outros, como ser mais rico, mais honrado, mais poderoso, ou mesmo fazer-se obedecer por eles.
Não se pode perguntar qual é a fonte da desigualdade natural, porque a resposta se encontraria enunciada na simples definição da palavra. Ainda menos se pode procurar se haveria alguma ligação essencial entre as duas desigualdades, pois isso equivaleria a perguntar, por outras palavras, se aqueles que mandam valem necessariamente mais do que os que obedecem e se a força do corpo e do espírito, a sabedoria ou a virtude se encontram sempre nos mesmos indivíduos em proporção do poder ou da riqueza — questão talvez boa para ser agitada entre escravos ouvidos por seus senhores, mas que não convém a homens razoáveis e livres, que buscam a verdade.
Jean-Jacques Rousseau. A origem da desigualdade entre os homens.
1.ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 33 (com adaptações).
Texto CG1A2-I
É do homem que tenho de falar; e a questão que examino me ensina que vou falar a homens; com efeito, não se propõem semelhantes questões quando se teme honrar a verdade. (...) Concebo na espécie humana duas espécies de desigualdade: uma, que chamo de natural ou física, porque é estabelecida pela natureza, consiste na diferença das idades, da saúde, das forças do corpo e das qualidades do espírito, ou da alma; a outra, que se pode chamar de desigualdade moral ou política, porque depende de uma espécie de convenção, é estabelecida, ou pelo menos autorizada, pelo consentimento dos homens. Consiste esta nos diferentes privilégios de que gozam alguns em prejuízo de outros, como ser mais rico, mais honrado, mais poderoso, ou mesmo fazer-se obedecer por eles.
Não se pode perguntar qual é a fonte da desigualdade natural, porque a resposta se encontraria enunciada na simples definição da palavra. Ainda menos se pode procurar se haveria alguma ligação essencial entre as duas desigualdades, pois isso equivaleria a perguntar, por outras palavras, se aqueles que mandam valem necessariamente mais do que os que obedecem e se a força do corpo e do espírito, a sabedoria ou a virtude se encontram sempre nos mesmos indivíduos em proporção do poder ou da riqueza — questão talvez boa para ser agitada entre escravos ouvidos por seus senhores, mas que não convém a homens razoáveis e livres, que buscam a verdade.
Jean-Jacques Rousseau. A origem da desigualdade entre os homens.
1.ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 33 (com adaptações).
Texto CG1A1-I
A separação da vida privada e doméstica das mulheres em relação ao mundo público dos homens foi constitutiva do liberalismo patriarcal já em suas origens, e, desde meados do século XIX, a esposa economicamente dependente tem sido apresentada como o ideal para todas as classes respeitáveis da sociedade. A identificação das mulheres e da esfera doméstica também está sendo reforçada atualmente pelo renascimento de organizações antifeministas e pela reformulação “científica” do argumento da natureza por sociobiólogos. É claro que as mulheres nunca estiveram completamente excluídas da vida pública, mas a forma como elas são incluídas está baseada, tão firmemente quanto sua posição na esfera doméstica, em crenças e práticas patriarcais.
Carole Pateman. Críticas feministas à dicotomia público/privado.
In: Luis Felipe Miguel e Flávia Birole. (orgs.) Teoria política feminista:
textos centrais. Vinhedo: Editora Horizonte, 2013 (com adaptações).
Texto CG1A1-I
A separação da vida privada e doméstica das mulheres em relação ao mundo público dos homens foi constitutiva do liberalismo patriarcal já em suas origens, e, desde meados do século XIX, a esposa economicamente dependente tem sido apresentada como o ideal para todas as classes respeitáveis da sociedade. A identificação das mulheres e da esfera doméstica também está sendo reforçada atualmente pelo renascimento de organizações antifeministas e pela reformulação “científica” do argumento da natureza por sociobiólogos. É claro que as mulheres nunca estiveram completamente excluídas da vida pública, mas a forma como elas são incluídas está baseada, tão firmemente quanto sua posição na esfera doméstica, em crenças e práticas patriarcais.
Carole Pateman. Críticas feministas à dicotomia público/privado.
In: Luis Felipe Miguel e Flávia Birole. (orgs.) Teoria política feminista:
textos centrais. Vinhedo: Editora Horizonte, 2013 (com adaptações).
Texto CG1A1-I
A separação da vida privada e doméstica das mulheres em relação ao mundo público dos homens foi constitutiva do liberalismo patriarcal já em suas origens, e, desde meados do século XIX, a esposa economicamente dependente tem sido apresentada como o ideal para todas as classes respeitáveis da sociedade. A identificação das mulheres e da esfera doméstica também está sendo reforçada atualmente pelo renascimento de organizações antifeministas e pela reformulação “científica” do argumento da natureza por sociobiólogos. É claro que as mulheres nunca estiveram completamente excluídas da vida pública, mas a forma como elas são incluídas está baseada, tão firmemente quanto sua posição na esfera doméstica, em crenças e práticas patriarcais.
Carole Pateman. Críticas feministas à dicotomia público/privado.
In: Luis Felipe Miguel e Flávia Birole. (orgs.) Teoria política feminista:
textos centrais. Vinhedo: Editora Horizonte, 2013 (com adaptações).