Foram encontradas 2.853 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3419564 Biologia
A convergência evolutiva é evidenciada pela similaridade de forma e função entre estruturas de espécies que compartilham um ambiente semelhante, mas não um ancestral comum recente. Um exemplo notável desse fenômeno é observado na estrutura utilizada para o voo em:
Alternativas
Q3419563 Biologia
Dentre os vertebrados, o desenvolvimento de um sistema circulatório fechado com coração de quatro câmaras é uma característica distintiva encontrada apenas em:
Alternativas
Q3419562 Biologia
A teoria do equilíbrio pontuado, proposta por Eldredge e Gould, sugere um padrão de evolução caracterizado por longos períodos de estabilidade, interrompidos por eventos rápidos de especiação. Este conceito contrasta diretamente com o modelo de: 
Alternativas
Q3417951 Psiquiatria
A atomoxetina, indicada para o tratamento do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), atua no sistema nervoso central através de qual mecanismo principal? 
Alternativas
Q3417950 Psiquiatria
O acamprosato, utilizado no tratamento do transtorno do uso de álcool, atua no sistema nervoso central através de qual mecanismo principal?
Alternativas
Q3417949 Psiquiatria
Amanda, 17 anos, apresenta uma perda de peso significativa nos últimos seis meses. Ela expressa um intenso medo de ganhar peso, mesmo estando abaixo do peso ideal para sua altura. Amanda admite restringir severamente sua ingestão calórica e tem uma percepção distorcida de seu corpo, vendo-se como "sempre gorda".
É o diagnóstico mais provável para Amanda:
Alternativas
Q3417948 Psiquiatria
Joana, 24 anos, frequentemente se envolve em brigas físicas, demonstra impulsividade em suas ações e possui dificuldades em controlar sua raiva. Seus relacionamentos são intensos, mas muito instáveis. Ela tem um medo profundo de ser abandonada, o que a leva a fazer esforços desesperados para evitar separações reais ou imaginárias.
É o diagnóstico mais provável para Joana:
Alternativas
Q3417947 Psiquiatria
Rafael, 45 anos, apresenta-se ao hospital com histórico de múltiplas hospitalizações por sintomas variados, incluindo dor abdominal, febre e episódios convulsivos. Exames detalhados e investigações não revelam causas orgânicas. Observou-se que Rafael demonstra um conhecimento médico detalhado e muitas vezes solicita procedimentos específicos.
É o diagnóstico mais provável para Rafael:
Alternativas
Q3417946 Psiquiatria
Lúcia, 28 anos, relata dificuldade em adormecer quase todas as noites, com essa situação persistindo por mais de um mês. Ela fica na cama preocupada com as responsabilidades do dia seguinte, o que a impede de relaxar. Sua privação de sono afeta sua concentração no trabalho. Lúcia não possui histórico de problemas de saúde mental ou uso de substâncias.
É o diagnóstico mais provável para Lúcia:
Alternativas
Q3417945 Psiquiatria
Carlos, um homem de 32 anos, procura atendimento médico queixando-se de incapacidade persistente de manter uma ereção suficiente para a atividade sexual satisfatória. Relata que esse problema tem afetado significativamente seu relacionamento conjugal e autoestima. Nega uso de substâncias ou medicações que possam influenciar sua condição. Histórico médico e exames físicos não demonstram anormalidades orgânicas.
É o diagnóstico mais provável para Carlos:
Alternativas
Q3417944 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Com base nos sintomas apresentados por Murtha, aponte qual abordagem terapêutica é considerada mais apropriada para o manejo inicial de seu quadro clínico:
Alternativas
Q3417943 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Considerando os avanços recentes no entendimento das psicoses, indique qual teoria etiológica poderia oferecer uma explicação para o desenvolvimento tardio de sintomas psicóticos em uma paciente como Murtha, sem histórico prévio de doença mental:
Alternativas
Q3417942 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
No contexto da avaliação de Murtha, identifique qual dos seguintes exames complementares é fundamental para excluir causas orgânicas que possam mimetizar ou exacerbar sintomas psicóticos:
Alternativas
Q3417941 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Com base na vinheta clínica apresentada, determine qual comorbidade deve ser considerada durante a avaliação diagnóstica de Murtha, dada a complexidade de seus sintomas:
Alternativas
Q3417940 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Dentre os sintomas relatados por Murtha, aponte qual é mais representativo de sintomas negativos frequentemente associados a distúrbios psicóticos:
Alternativas
Q3417939 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Qual dos seguintes é considerado um sintoma positivo que se alinha com os apresentados por Murtha em sua avaliação?
Alternativas
Q3417938 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Os delírios de Murtha, especificamente sua crença em estar morta e em ter órgãos que cessaram suas funções, podem ser classificados como:
Alternativas
Q3417937 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Considerando o relato de Murtha e suas manifestações clínicas, aponte qual diagnóstico inicial é mais provável, levando em conta a especificidade de seus delírios e a ausência de histórico psiquiátrico prévio:
Alternativas
Q3417926 Medicina
Células T regulatórias (Tregs) são um subtipo de células T CD4+ com funções imunossupressoras cruciais para a manutenção da autotolerância. Diversos mecanismos moleculares contribuem para a atividade das Tregs, incluindo:
( ) Expressão de CTLA-4 e PD-1, que inibem a coestimulação das células T efetoras.
( ) Produção de IL-10 e TGF-β, que suprimem a proliferação de células T efetoras e promovem a diferenciação de células Treg.
( ) Metabolismo de alta afinidade por glutamina, que limita a disponibilidade desse nutriente para células T efetoras.
( ) Expressão de CD25, que permite a captação de IL-2, um fator de crescimento essencial para células T efetoras.
( ) Ação citotóxica direta sobre células T efetoras mediada por perforina e granzimas.
Considerando V para verdadeiro e F para falso, a sequência correta é:
Alternativas
Q3417925 Medicina
A resposta imune inata é a primeira linha de defesa contra patógenos e é mediada por diversos tipos de células, incluindo células dendríticas, macrófagos e neutrófilos. Uma das principais moléculas envolvidas na ativação da resposta imune inata é o:
Alternativas
Respostas
1101: A
1102: A
1103: C
1104: C
1105: A
1106: B
1107: D
1108: A
1109: A
1110: B
1111: E
1112: A
1113: C
1114: C
1115: D
1116: B
1117: B
1118: C
1119: B
1120: E