Questões de Concurso Para prefeitura de taubaté - sp

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Q1304676 Português
Observe a tirinha abaixo para responder à questão.



LAERTE. Deus 3: a missão. São Paulo: Olho d'Água, 2003. p. 30.
Com relação ao período “aposto que você também nunca viu, Gabriel!”, assinale (V) para as afirmações verdadeiras e (F) para as falsas no que se refere à sua estrutura sintática. ( ) A oração principal não apresenta sujeito. ( ) A oração subordinada se classifica como substantiva objetiva direta. ( ) Os termos “também” e “nunca” exercem respectivamente as funções sintáticas de adjunto adnominal e adjunto adverbial. ( ) O termo “Gabriel” exerce a função sintática de vocativo. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Q1304673 Português

Leia a tirinha abaixo .

Imagem associada para resolução da questão
(Fernando Gonsales. Cadê o ratinho do titio. São Paulo: Devir, 2011. p. 26)
Com relação à tirinha, considere as seguintes afirmações:
I- No primeiro quadrinho, o período é constituído por uma oração principal e duas subordinadas.
II- No primeiro quadrinho, as orações subordinadas são adverbiais, sendo classificadas respectivamente como temporal e final.
III- No terceiro quadrinho, a expressão “de lombinho” classifica-se como predicativo do sujeito.

Assinale a alternativa que indique as afirmações CORRETAS.

Alternativas
Q1304672 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.

Bullying é caso de saúde pública

Fabrício Carpinejar

    Bullying não é brincadeira, não é gozação, não é simples deboche.
    Se adultos têm dificuldades de lidar com críticas e ofensas, imagine crianças e adolescentes, muito mais carentes pela aceitação social.
    Aquele que diz que bullying sempre existiu e que em sua época só não tinha esse nome, de que o ato é inofensivo e consiste em naturais implicâncias, não entende do que está falando.
    A violência psicológica e física é hoje potencializada pelas redes sociais, a ponto de não dar descanso as suas vítimas, a ponto de não permitir uma trégua no sofrimento e na perseguição.
    Eu sofri bullying na passagem dos anos 70 para 80. Fui agredido em corredor polonês, chacotado com chuva de papéis, segurado pelas pernas do alto do segundo andar do refeitório, com as merendas roubadas, obrigado a entregar mesada, preso no banheiro da escola por doze horas, ridicularizado com os piores apelidos, com as calças arriadas na frente dos colegas.
    Mas resisti pois acabava a escola e eu ainda resgatava o amor da família para compensar.
    Não havia internet, celular, aplicativos. Eu tomava fôlego antes de retornar ao ambiente desesperador. Podia respirar um pouco, livre daquela vida de impropérios. O máximo que acontecia no turno inverso era descobrir que não tinha sido convidado a uma festa.
    Durante a tarde e a noite, ficava offline aos ataques. A residência funcionava como esconderijo, como ferrolho. Existia um espaço para recuperar a coragem e enfrentar novamente a turma no dia seguinte.
    Se eu fosse criança atualmente não sei se sobreviveria. Não sei se aguentaria. Não sei o que seria de mim. Não sei se estaria aqui.
    Porque atualmente o aluno oprimido não tem mais um minuto de proteção e de segurança. Com Facebook, Instagram e WhatsApp, é bombardeado vinte e quatro horas com ameaças, memes e insinuações. Não é apenas excluído das rodinhas presenciais, mas de todas os grupos virtuais. Pode ser recusado, bloqueado, ridicularizado, para todos verem. Não há quem se blinde a tanta maldade, não há quem saia ileso de tamanha crueldade.
    Conversas inofensivas são printadas, fotos são viralizadas, pontos fracos são expostos sem direito de defesa. Trata-se de uma enxurrada imprevisível de fake news pessoal, acima dos diques familiares e das barricadas terapêuticas.
    É como viver no deserto emocional, na insolação atemporal do medo. Não tem como se curar de uma dor que lá vem outra e outra e outra, até perder a pele das palavras e a alma cansar de doer. Não se conta nem de paz para desabafar e duvidar do que está acontecendo.
    O bullying é epidêmico, não é mais um problema educacional, é caso de saúde pública.

Fonte: https://blogs.oglobo.globo.com/fabricio-carpinejar/post/bullying-ecaso-de-saude-publica.html 

No trecho “A violência psicológica e física é hoje potencializada pelas redes sociais”, a expressão em destaque se classifica sintaticamente como:
Alternativas
Q1304671 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.

Bullying é caso de saúde pública

Fabrício Carpinejar

    Bullying não é brincadeira, não é gozação, não é simples deboche.
    Se adultos têm dificuldades de lidar com críticas e ofensas, imagine crianças e adolescentes, muito mais carentes pela aceitação social.
    Aquele que diz que bullying sempre existiu e que em sua época só não tinha esse nome, de que o ato é inofensivo e consiste em naturais implicâncias, não entende do que está falando.
    A violência psicológica e física é hoje potencializada pelas redes sociais, a ponto de não dar descanso as suas vítimas, a ponto de não permitir uma trégua no sofrimento e na perseguição.
    Eu sofri bullying na passagem dos anos 70 para 80. Fui agredido em corredor polonês, chacotado com chuva de papéis, segurado pelas pernas do alto do segundo andar do refeitório, com as merendas roubadas, obrigado a entregar mesada, preso no banheiro da escola por doze horas, ridicularizado com os piores apelidos, com as calças arriadas na frente dos colegas.
    Mas resisti pois acabava a escola e eu ainda resgatava o amor da família para compensar.
    Não havia internet, celular, aplicativos. Eu tomava fôlego antes de retornar ao ambiente desesperador. Podia respirar um pouco, livre daquela vida de impropérios. O máximo que acontecia no turno inverso era descobrir que não tinha sido convidado a uma festa.
    Durante a tarde e a noite, ficava offline aos ataques. A residência funcionava como esconderijo, como ferrolho. Existia um espaço para recuperar a coragem e enfrentar novamente a turma no dia seguinte.
    Se eu fosse criança atualmente não sei se sobreviveria. Não sei se aguentaria. Não sei o que seria de mim. Não sei se estaria aqui.
    Porque atualmente o aluno oprimido não tem mais um minuto de proteção e de segurança. Com Facebook, Instagram e WhatsApp, é bombardeado vinte e quatro horas com ameaças, memes e insinuações. Não é apenas excluído das rodinhas presenciais, mas de todas os grupos virtuais. Pode ser recusado, bloqueado, ridicularizado, para todos verem. Não há quem se blinde a tanta maldade, não há quem saia ileso de tamanha crueldade.
    Conversas inofensivas são printadas, fotos são viralizadas, pontos fracos são expostos sem direito de defesa. Trata-se de uma enxurrada imprevisível de fake news pessoal, acima dos diques familiares e das barricadas terapêuticas.
    É como viver no deserto emocional, na insolação atemporal do medo. Não tem como se curar de uma dor que lá vem outra e outra e outra, até perder a pele das palavras e a alma cansar de doer. Não se conta nem de paz para desabafar e duvidar do que está acontecendo.
    O bullying é epidêmico, não é mais um problema educacional, é caso de saúde pública.

Fonte: https://blogs.oglobo.globo.com/fabricio-carpinejar/post/bullying-ecaso-de-saude-publica.html 

No trecho “Podia respirar um pouco, livre daquela vida de impropérios.”, o termo destacado poderia ser substituído sem prejuízo de sentido por:
Alternativas
Q1304669 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.

Bullying é caso de saúde pública

Fabrício Carpinejar

    Bullying não é brincadeira, não é gozação, não é simples deboche.
    Se adultos têm dificuldades de lidar com críticas e ofensas, imagine crianças e adolescentes, muito mais carentes pela aceitação social.
    Aquele que diz que bullying sempre existiu e que em sua época só não tinha esse nome, de que o ato é inofensivo e consiste em naturais implicâncias, não entende do que está falando.
    A violência psicológica e física é hoje potencializada pelas redes sociais, a ponto de não dar descanso as suas vítimas, a ponto de não permitir uma trégua no sofrimento e na perseguição.
    Eu sofri bullying na passagem dos anos 70 para 80. Fui agredido em corredor polonês, chacotado com chuva de papéis, segurado pelas pernas do alto do segundo andar do refeitório, com as merendas roubadas, obrigado a entregar mesada, preso no banheiro da escola por doze horas, ridicularizado com os piores apelidos, com as calças arriadas na frente dos colegas.
    Mas resisti pois acabava a escola e eu ainda resgatava o amor da família para compensar.
    Não havia internet, celular, aplicativos. Eu tomava fôlego antes de retornar ao ambiente desesperador. Podia respirar um pouco, livre daquela vida de impropérios. O máximo que acontecia no turno inverso era descobrir que não tinha sido convidado a uma festa.
    Durante a tarde e a noite, ficava offline aos ataques. A residência funcionava como esconderijo, como ferrolho. Existia um espaço para recuperar a coragem e enfrentar novamente a turma no dia seguinte.
    Se eu fosse criança atualmente não sei se sobreviveria. Não sei se aguentaria. Não sei o que seria de mim. Não sei se estaria aqui.
    Porque atualmente o aluno oprimido não tem mais um minuto de proteção e de segurança. Com Facebook, Instagram e WhatsApp, é bombardeado vinte e quatro horas com ameaças, memes e insinuações. Não é apenas excluído das rodinhas presenciais, mas de todas os grupos virtuais. Pode ser recusado, bloqueado, ridicularizado, para todos verem. Não há quem se blinde a tanta maldade, não há quem saia ileso de tamanha crueldade.
    Conversas inofensivas são printadas, fotos são viralizadas, pontos fracos são expostos sem direito de defesa. Trata-se de uma enxurrada imprevisível de fake news pessoal, acima dos diques familiares e das barricadas terapêuticas.
    É como viver no deserto emocional, na insolação atemporal do medo. Não tem como se curar de uma dor que lá vem outra e outra e outra, até perder a pele das palavras e a alma cansar de doer. Não se conta nem de paz para desabafar e duvidar do que está acontecendo.
    O bullying é epidêmico, não é mais um problema educacional, é caso de saúde pública.

Fonte: https://blogs.oglobo.globo.com/fabricio-carpinejar/post/bullying-ecaso-de-saude-publica.html 

Assinale a alternativa em que todas as palavras da sequência apresentem ditongo decrescente.
Alternativas
Q1727826 Enfermagem
O tratamento de feridas é um processo dinâmico, que requer constante atualização por parte dos profissionais de saúde, visto que envolve inúmeros componentes e ações, que não se restringem à simples troca de curativos ou indicação de coberturas. Sobre os conhecimentos específicos e a atuação do Técnico em Enfermagem no tratamento de feridas é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q1727825 Enfermagem
A enfermagem é caracterizada, segundo Haag (2000 apud Silva), Santa e Nascimento (2007), como uma profissão exaustiva, devido à elevada carga horária de trabalho seja pela realização de horas extras, trocas de plantão ou a necessidade de manter dois ou três empregos. É necessário que a estrutura física hospitalar seja um ambiente seguro para realização de suas atividades, minimizando as situações de risco ocupacional. Em relação á este tema, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1727824 Enfermagem
O ambiente hospitalar é um local de cuidado e assistência aos pacientes, que estão ali com o objetivo de tratar enfermidades e curá-las, na medida do possível. Apesar de ser destinado à manutenção, recuperação e prevenção da saúde, o hospital oferece diversos riscos para a segurança dos pacientes, dos profissionais de saúde e de outros funcionários. É necessário que o profissional da enfermagem saiba reconhecer e identificar as ameaças para que a sua saúde e todos os envolvidos nesse ambiente podem ser garantidos. Sobre os princípios gerais de segurança no trabalho da enfermagem, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q1727823 Enfermagem
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes e de Jovens tem o compromisso de incorporar a atenção à saúde deste grupo populacional à estrutura e mecanismos de gestão, à rede de atenção do SUS e às ações e rotinas do Sistema Único de Saúde (SUS) em todos seus níveis. Ela servirá de norteadora para as diversas ações, serviços e programas do setor Saúde – nas esferas federal, estadual e municipal - em acordo com as diretrizes do SUS. Sobre esse tema é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q1727822 Enfermagem
A Hanseníase ainda constitui relevante problema de saúde pública. È uma doença de fácil diagnóstico, tratamento e cura. No entanto, quando diagnosticada e tratada tardiamente, pode trazer graves consequências para seus portadores e familiares, pois as lesões os incapacitam fisicamente. As ações preventivas, promocionais e curativas podem ser realizadas na atenção básica. O Ministério da Saúde objetiva subsidiar os profissionais de saúde que atuam na rede de atenção à saúde sobre os mais importantes e atualizados conhecimentos para a abordagem do paciente de hanseníase, como instrumento de capacitação, que ele possa contribuir para a eliminação da doença no país. Sobre o atendimento da Enfermagem em pacientes com Hanseníase, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q1727821 Enfermagem
As DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) são doenças que passam de uma pessoa para outra através da relação sexual sem preservativo, seja de homem com mulher, homem com homem ou mulher com mulher. Qualquer pessoa pode contrair essas doenças. A CN-DST/AIDS (A Coordenação Nacional de DST e AIDS) se propõe, com o apoio e participação de estados, municípios, organizações não governamentais e demais instituições envolvidas, a retomar o controle das DST como seu objetivo prioritário. Sobre o tema Controle de Doenças Sexualmente Transmissíveis, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q1727820 Enfermagem
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Brasil é uma referência internacional de política pública de saúde. O país já erradicou, por meio da vacinação, doenças de alcance mundial como a varíola e a poliomielite (paralisia infantil). A população brasileira tem acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Desde que foi criado, em 1973, o programa busca a inclusão social, assistindo todas as pessoas, em todo o país, sem distinção de qualquer natureza. As vacinas do programa estão à disposição de todos nos postos de saúde ou com as equipes de vacinação, cujo empenho permite levar a imunização mesmo aos locais de difícil acesso. Sobre a Política Nacional de Imunização, é CORRETO afirmar.
Alternativas
Q1727819 Enfermagem
O Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado a partir de amplos debates ocorridos na VIII Conferência Nacional de Saúde, em março de 1986, e estabelecido formalmente pela Constituição Federal de 1988. Em sua proposta, a saúde é direito de todos e dever do Estado, com vistas à democratização das ações e dos serviços de saúde. O SUS norteia-se pelos princípios doutrinários da universalidade, equidade e integralidade da assistência de forma a garantir um maior acesso dos cidadãos às estratégias de saúde. Sobre a Enfermagem na Saúde Pública, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1727818 Enfermagem
A Enfermagem possui uma participação importante no tratamento das intoxicações por suas intervenções, na descontaminação de olhos, peles, lavagem gástrica e na assistência respiratória quando indicada. Pacientes com overdose de drogas ou intoxicação necessitam de cuidados preciosos para evitar complicações. Sobre a atuação do Técnico de Enfermagem em casos de intoxicação é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q1727817 Enfermagem
O ambiente do Pronto Socorro deve ser planejado de modo a atender as demandas de segurança, bemestar e qualidade do serviço prestado, proporcionando instalações físicas adequadas à divisão técnica do trabalho e aos trabalhadores que atuarão naquele espaço. Sobre a estrutura e organização do Pronto Socorro é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q1727816 Enfermagem
Conceitualmente, o Ministério da Saúde, expressa por “urgência a condição imprevista de agravo da saúde, com ou sem risco potencial à vida, com necessidade de assistência de saúde mediata (em até 24 horas) ou imediata e emergência a condição imprevista de agravo da saúde, com risco iminente de morte ou sofrimento intenso e necessidade de assistência de saúde imediata”. Sobre a atuação da Enfermagem em situações de urgências e emergências, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1727815 Enfermagem
O Curativo é um procedimento utilizado para a limpeza, proteção e tratamento das lesões. O mesmo consiste no cuidado dispensado a uma região do corpo com presença de uma ruptura da integridade de um tecido corpóreo. São destacados na historia a riqueza em procedimentos e materiais pungentes, coloridos e ritualísticos, usados no cuidado com as lesões. Sobre os curativos, é CORRETO afirmar.
Alternativas
Q1727814 Enfermagem
A aerossolterapia consiste na administração de pequenas partículas de água em oxigênio ou ar comprimido nas vias respiratórias. Essas partículas de água podem conter algum tipo de medicação ou não. Este processo ocorre através da nebulização e por isso também é conhecido por esse nome. É muitas vezes usado em pessoas com problemas respiratórios. Em relação á aerossolterapia, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q1727813 Enfermagem
Sinais vitais são aqueles que evidenciam o funcionamento e as alterações da função corporal. Dentre os inúmeros sinais que são utilizados na prática diária para o auxílio do exame clínico, destacam-se pela sua importância: a pressão arterial, o pulso, a temperatura corpórea e a respiração. Por serem os mesmos relacionados com a própria existência da vida, recebem o nome de sinais vitais. Em relação á prática dos Sinais Vitais é CORRETO afirmar.
Alternativas
Q1727812 Enfermagem
A problemática das Infecções Hospitalares ainda consiste em grande desafio para a saúde pública em todo o mundo. Estas infecções prolongam o tempo de internação, aumentam os custos hospitalares e as taxas de mortalidade, além de contribuir para o sofrimento vivenciado pelo paciente e seus familiares. O termo Infecções Hospitalares vem sendo substituído nos últimos anos pelo termo Infecções Relacionados à Assistência à Saúde (IRAS), no qual a prevenção e o controle das infecções passam a ser considerados para todos os locais onde se presta o cuidado e a assistência à saúde. Em relação ao tema Noções de Controle de Infecções Hospitalares, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
1401: A
1402: C
1403: C
1404: A
1405: B
1406: C
1407: C
1408: A
1409: B
1410: B
1411: A
1412: D
1413: D
1414: D
1415: A
1416: D
1417: C
1418: A
1419: B
1420: D