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Q3782701 Geografia
Este tipo de representação cartográfica é um instrumento eficaz para compreender os valores que os indivíduos atribuem aos diferentes lugares. O espaço vivido é o conjunto dos lugares de vida de um indivíduo. A casa, o lugar de trabalho, o itinerário de um a outro local formam os componentes principais do espaço vivido. Trata-se de um modo de representação cartográfica que procura conhecer as qualidades subjetivas que os indivíduos dão aos lugares e que orientam suas práticas sociais.
(PONTUSCHKA, N. N. PAGANELLI, T. I. CACETE, N. H. Para Ensinar e Aprender Geografia)
Essa é a proposta do modo de representação cartográfica
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Q3782700 Geografia
No processo de construção das representações gráficas, fundamental para o domínio de uma das linguagens da Geografia, um momento importante diz respeito ao desenvolvimento, no estudante do ensino fundamental, das relações topológicas, projetivas e euclidianas.
(PONTUSCHKA, N. N. PAGANELLI, T. I. CACETE, N. H. Para Ensinar e Aprender Geografia)
As relações topológicas
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Q3782699 Pedagogia
No processo de construção de conceitos geográficos no ensino da Geografia, a passagem dos conceitos cotidianos aos conceitos científicos é um aprendizado que se efetiva com o desenvolvimento do raciocínio no âmbito exterior e interior da escola. A hierarquização dos conceitos mais gerais, mais inclusivos, dos conceitos intermediários e dos mais específicos, pouco inclusivos, enseja a elaboração dos mapas conceituais.
(PONTUSCHKA, N. N. PAGANELLI, T. I. CACETE, N. H. Para Ensinar e Aprender Geografia)
O mapa conceitual
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Q3782698 Geografia
Na proposta do BNCC para o 9o ano do ensino fundamental, na unidade temática “Mundo do Trabalho”, o objeto de conhecimento “Transformações do espaço na sociedade urbano-industrial” apresenta a seguinte habilidade:
(BRASIL. https://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/ geografia-no-ensino-fundamental-anos-finais-unidades-tematicasobjetos-de-conhecimento-e-habilidades)
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Q3782697 Geografia
De acordo com o BNCC, na fase final do ensino fundamental, pretende-se garantir a continuidade e a progressão das aprendizagens do Ensino Fundamental – Anos Iniciais em níveis crescentes de complexidade da compreensão conceitual a respeito da produção do espaço.
(BRASIL. https://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/ geografia-no-ensino-fundamental-anos-finais-unidades-tematicasobjetos-de-conhecimento-e-habilidades)
Trabalhando a análise de fenômenos geográficos em diferentes escalas, espera-se que os estudantes
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Q3782206 História
Um dos aspectos notáveis da nova atenção da ciência social americana para com o Oriente é o fato singular de evitar a literatura. É possível ler montes de escritos eruditos sobre o Oriente Próximo moderno sem jamais encontrar uma única referência à literatura. O que parece importar para o conhecimento da região são os “fatos”, que um texto literário talvez perturbe.
(E.W. Said. Orientalismo: o Oriente como invenção do Ocidente, 1996)
De acordo com o autor, a referida omissão da ciência social estadunidense recente sobre o Oriente árabe ou islâmico tem como um de seus efeitos reais
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Q3782205 História
A Segunda Guerra colocou os povos negros em contato com o caráter instrumental da técnica, multiplicada pela violência exercida pelos povos brancos entre si. Talvez o mais importante legado dessa experiência tenha sido desnudar a desumanidade dos “civilizados”. Ora, não havia pois razão para aceitar que o sistema colonial fosse necessário ou mesmo inevitável para que os “indígenas” evoluíssem segundo os padrões ocidentais. O clima de “arrebatamento imperial” estava seriamente abalado entre os africanos. De algum modo tornava-se possível vislumbrar o direito de os povos negros serem tratados como semelhantes em um mundo compartilhado.
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de Aula: visita à História contemporânea, 2010)
O excerto apresenta, segundo a obra analisada, um fator decisivo para
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Q3782204 História
O tráfico transaariano de escravos para o Magrebe e depois para a Europa, permanente do século VIII ao XVI, sugere o tema da escravidão interna ao continente africano. Mesmo com base em uma literatura ainda incipiente, vale registrar algumas análises.
Quais mecanismos levaram à escravidão nas sociedades pré-coloniais africanas?
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de Aula: visita à História contemporânea, 2010. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, um dos mecanismos relacionados por Hernandez.
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Q3782203 História
A gênese da egiptomania é de difícil resgate. De um lado, porque seu surgimento é muito antigo, iniciando no contexto umbilical da história da humanidade. De outro, pela liberdade, multiplicidade, originalidade, beleza e variedades de técnicas empregadas.
A egiptomania, segundo Jean Marcel Humbert, é bem mais que uma simples mania. Consiste no empréstimo dos mais espetaculares elementos, da gramática de ornamentos que se constituía na essência original da arte do antigo Egito. Esses elementos decorativos são então trazidos novamente à vida através desses usos.
(Margaret Marchiori Bakos, Visões Modernas do Mundo Antigo: a Egiptomania. Em: Pedro Paulo A. Funari; Glaydson José da Silva; Adilton Luís (orgs.), História Antiga: contribuições brasileiras, 2009)
Segundo o artigo em análise, a egiptomania
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Q3782202 História
Em 1968, surge a coletânea de artigos, Brasil em perspectiva. Um capítulo de Boris Fausto sobre “A revolução de 1930” discute as interpretações dessa revolução, pensando-as “dentro de uma dinâmica própria” do movimento e de suas contradições.
(Vavy Pacheco Borges, Anos trinta e política: história e historiografia. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
Para Fausto, a revolução de 1930 
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Q3782201 História
Podemos estabelecer uma periodização do fenômeno populismo analisando-o do ponto de vista do momento histórico em que se produziu. Assim sendo, a periodização deve ser a seguinte:
•  Precoce – Podemos denominar dessa forma o período também conhecido como Radicalismo ou Reformismo das classes médias, ou seja, estamos falando das primeiras três décadas do século XX.
•  Clássico – Seria o período que abarca as décadas de 1930 a 1950. Lázaro Cárdenas no México, Getúlio Vargas no Brasil e Juan Domingo Perón na Argentina são seus principais representantes.
(Norberto Ferreras, A sociedade de massas: os populismos. Em: Cecília Azevedo e Ronaldo Raminelli, História das Américas: novas perspectivas, 2011. Adaptado)
Segundo o artigo em análise, caracteriza o populismo no período clássico
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Q3782200 História
Interessa saber um pouco mais sobre como os brasileiros não-índios percebem e concebem o futuro de vida dos povos indígenas do Brasil. Em pesquisa realizada em 2000, pelo IBOPE, foram ouvidos 2.000 homens e mulheres. Parte dessa pesquisa teve o seguinte resultado:
Imagem dos índios: 78% dos entrevistados revelaram ter interesse no futuro dos índios sobre os quais prevalece uma visão positiva; 88% concordam que os índios ajudam a conservar a natureza e vivem em harmonia com ela, e que não são preguiçosos, mas encaram o trabalho de forma diferente da sociedade branca ocidental; 89% afirmaram que os índios não são ignorantes, mas possuem uma cultura diferente da cultura branca e que só são violentos com aqueles que invadem as suas terras para tomar-lhes.
(Gersem dos Santos Luciano, Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje, 2006. Adaptado)
Para Luciano, os dados apresentados no excerto revelam 
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Q3782199 História
Na história oficial do Brasil, contada nos livros didáticos das escolas ou mesmo na literatura especializada, não aparece nenhum feito ou contribuição significativa dos povos indígenas à formação da nação brasileira. Isto porque os povos indígenas sempre foram considerados sem cultura, sem civilização ou qualquer tipo de progresso material.
(Gersem dos Santos Luciano, Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje, 2006)
Entre as contribuições contemporâneas dos povos indígenas, a obra em análise cita
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Q3782198 História
No artigo Escravidão negra em debate (Em: Marcos Cezar de Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 1998), Suely Robles Reis de Queiróz assevera que “a matriz do dissenso historiográfico está na caracterização do sistema escravista, tido por alguns como violento e cruel, por outros como brando, benevolente”.
Em meio a esse debate historiográfico, Emília Viotti da Costa e Florestan Fernandes entendiam a escravidão como sendo
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Q3782197 História
Para Joaquim Nabuco, a revolução explodiu por várias razões. Originou-se nas paixões e instintos constitutivos do comportamento das massas de Pernambuco, quando instigadas por demagogos e pelo abuso das classes “que se servem de delongas da lei para preservarem seus privilégios”. Foi um “turbilhão popular violento, indiferente a leis e princípios” e “mais que um movimento político, foi um movimento social, uma guerra do povo contra os portugueses que monopolizavam o comércio nas cidades e os senhores de engenho que monopolizavam a terra no interior”.
(Izabel Andrade Marson, O Império da revolução: matrizes interpretativas dos conflitos da sociedade monárquica. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
O excerto traz características da
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Q3782196 História
A historiografia do Império foi durante muito tempo matriz do estudo das instituições políticas e do discurso fundador da nacionalidade. Dentro dessa característica ideológica, só se podia endossar a consolidação da hegemonia política das elites que projetaram a nação. Esse projeto homogeneizante consistia numa missão de controle social, disciplinador e civilizador das imensas desigualdades sociais herdadas da sociedade escravista.
(Maria Odila Leite da Silva Dias, Sociabilidades sem história: votantes pobres no Império, 1824-1881. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
Para Dias, essa perspectiva historiográfica gerou
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Q3782195 História
Há estereótipos incansavelmente repetidos em Simão de Vasconcelos, Brandão, Souza, Gandavo e jesuítas como é o caso da célebre constatação de que a língua dos indígenas do litoral da América portuguesa não possuía as letras F, L e R, provando, portanto, não terem Fé, nem Lei, nem Rei. Essa imagem retórica, à primeira vista engenhosa, é na verdade um sofisma.
(Laima Mesgravis, A sociedade brasileira e historiografia colonial. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 1998, p. 39. Adaptado)
Para a autora, a imagem retórica descrita é um sofisma porque
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Q3782194 História
O marco inaugural das análises da cultura brasileira seria Casa Grande & Senzala, estampada em 1933. Fecho de um período do pensamento brasileiro, e início de outro, é obra híbrida de tradição e inovação, em muitos pontos nostálgica de um Brasil que chegava ao fim – o de antes de 1930, visto por Gilberto Freyre de forma análoga à douceur de vivre que coloriu certas análises saudosistas do Antigo Regime francês.
Se do ponto de vista ideológico o autor ainda se filia a um país arcaico, é inegável a inovação documental e temática trazida por sua primeira obra e mantida nas que se seguem de perto: Sobrados e mucambos (1936) e Nordeste (1937).
(Laura de Mello e Souza, Aspectos da historiografia da cultura sobre o Brasil Colonial. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
O artigo citado apresenta Freyre como
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Q3782193 História
Uma informação fundamental continua sendo válida para análise se constar num ou em mil documentos. Se os membros do Segundo Congresso Continental da Filadélfia tivessem, em 1776, feito quinhentas cópias da Declaração da Independência, e assinado todas, elas continuariam sendo, pelas suas afirmativas, uma referência do pensamento liberal contemporâneo e da História dos EUA. Porém, o mercado costuma valorar de forma distinta. O interesse de colecionadores não coincide, de forma perfeita, com o interesse dos historiadores.
(L. Karnal e F.G. Tatsch. A memória evanescente. Em: C.B. Pinsky; T.R. Luca. O historiador e suas fontes, 2009)
No fragmento, discute-se
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Q3782192 Pedagogia
Qual deveria ser, então, o novo modelo para a História? Que perguntas deveríamos fazer ao nosso passado, ao nosso presente e ao nosso futuro? Qual poderá ser a tábua à qual possamos nos agarrar diante desse naufrágio dos vários modelos?
A resposta de François Hartog lança uma luz penetrante para reorganizarmos nossa maneira de estudar e de ensinar a História. Diz ele que precisamos nos basear em dois princípios:
1. edificar o próprio ponto de vista tão explicitamente quanto possível e
2. realizar sempre uma abordagem comparativa. Trata-se, portanto, de ensinar aos alunos não a contemplar o “edifício da História” como algo já pronto, mas de ensinar-lhes a edificar o próprio edifício.
(Rafael Ruiz, Novas formas de abordar o ensino de História. Em: Leandro Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015. Adaptado)
Segundo o artigo citado, ensinar a edificar o próprio ponto de vista histórico significa, entre outros pontos, ensinar a
Alternativas
Respostas
161: D
162: B
163: C
164: B
165: A
166: C
167: A
168: D
169: B
170: E
171: C
172: A
173: D
174: E
175: A
176: D
177: B
178: B
179: C
180: A