No artigo Escravidão negra em debate (Em: Marcos
Cezar de Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 1998), Suely Robles Reis de Queiróz assevera
que “a matriz do dissenso historiográfico está na caracterização do sistema escravista, tido por alguns como
violento e cruel, por outros como brando, benevolente”.
Em meio a esse debate historiográfico, Emília Viotti da
Costa e Florestan Fernandes entendiam a escravidão
como sendo