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Q1772518 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Limpando nosso caminho
    Limpar é uma atitude que traz consequências saudáveis – ainda que tenha gente que precise de uma bagunça em volta, de crostas no chão e na alma, de se perder em meio a embalagens de comida, toalhas sujas e outras tranqueiras.
   A casa de todos nós é cheia de toxinas. Objetos e roupas que não usamos mais, coisas quebradas ou lascadas, plantas mortas, papelada sem sentido, jornais e revistas antigos, remédios vencidos, meias furadas, eletrodomésticos estragados. Guardá-los é uma ilusão de que trarão de volta a época em que serviram para alguma coisa. Uma resistência à passagem do tempo. Resistência ineficaz, lógico. Está mais do que na hora de dizer: xô, tranqueiras!
   É uma terapia rápida e de baixo custo: desapegar-se das tralhas a fim de aliviar a rotina. Abrindo espaço, podemos nos sentir mais leves e tudo em volta clareia, inclusive as ideias. Até a saúde melhora.
   Existem fios invisíveis que nos ligam a tudo aquilo que possuímos. Está explicado: como não se sentir deprimido num ambiente cheio de entulho? Como não acordar cansado estando interligado a uma tonelada de peso inútil? Vale para o que é material e, é claro, para o coração, aquele pequeno músculo que bate dentro do peito e que não merece hospedar tanto sentimento que não serve para nada, a não ser para obstruir as artérias. Seria tão bom não sentir tanta mágoa, tanto rancor, tanto ressentimento. É difícil, mas é preciso começarmos o quanto antes a limpar nosso caminho, para que a vida possa fluir com mais leveza e saúde.
(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso.
9ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)
O último parágrafo do texto ressalta aspectos
Alternativas
Q1772517 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Limpando nosso caminho
    Limpar é uma atitude que traz consequências saudáveis – ainda que tenha gente que precise de uma bagunça em volta, de crostas no chão e na alma, de se perder em meio a embalagens de comida, toalhas sujas e outras tranqueiras.
   A casa de todos nós é cheia de toxinas. Objetos e roupas que não usamos mais, coisas quebradas ou lascadas, plantas mortas, papelada sem sentido, jornais e revistas antigos, remédios vencidos, meias furadas, eletrodomésticos estragados. Guardá-los é uma ilusão de que trarão de volta a época em que serviram para alguma coisa. Uma resistência à passagem do tempo. Resistência ineficaz, lógico. Está mais do que na hora de dizer: xô, tranqueiras!
   É uma terapia rápida e de baixo custo: desapegar-se das tralhas a fim de aliviar a rotina. Abrindo espaço, podemos nos sentir mais leves e tudo em volta clareia, inclusive as ideias. Até a saúde melhora.
   Existem fios invisíveis que nos ligam a tudo aquilo que possuímos. Está explicado: como não se sentir deprimido num ambiente cheio de entulho? Como não acordar cansado estando interligado a uma tonelada de peso inútil? Vale para o que é material e, é claro, para o coração, aquele pequeno músculo que bate dentro do peito e que não merece hospedar tanto sentimento que não serve para nada, a não ser para obstruir as artérias. Seria tão bom não sentir tanta mágoa, tanto rancor, tanto ressentimento. É difícil, mas é preciso começarmos o quanto antes a limpar nosso caminho, para que a vida possa fluir com mais leveza e saúde.
(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso.
9ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)
Segundo o texto, também é nocivo às pessoas manter apego
Alternativas
Q1772516 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Limpando nosso caminho
    Limpar é uma atitude que traz consequências saudáveis – ainda que tenha gente que precise de uma bagunça em volta, de crostas no chão e na alma, de se perder em meio a embalagens de comida, toalhas sujas e outras tranqueiras.
   A casa de todos nós é cheia de toxinas. Objetos e roupas que não usamos mais, coisas quebradas ou lascadas, plantas mortas, papelada sem sentido, jornais e revistas antigos, remédios vencidos, meias furadas, eletrodomésticos estragados. Guardá-los é uma ilusão de que trarão de volta a época em que serviram para alguma coisa. Uma resistência à passagem do tempo. Resistência ineficaz, lógico. Está mais do que na hora de dizer: xô, tranqueiras!
   É uma terapia rápida e de baixo custo: desapegar-se das tralhas a fim de aliviar a rotina. Abrindo espaço, podemos nos sentir mais leves e tudo em volta clareia, inclusive as ideias. Até a saúde melhora.
   Existem fios invisíveis que nos ligam a tudo aquilo que possuímos. Está explicado: como não se sentir deprimido num ambiente cheio de entulho? Como não acordar cansado estando interligado a uma tonelada de peso inútil? Vale para o que é material e, é claro, para o coração, aquele pequeno músculo que bate dentro do peito e que não merece hospedar tanto sentimento que não serve para nada, a não ser para obstruir as artérias. Seria tão bom não sentir tanta mágoa, tanto rancor, tanto ressentimento. É difícil, mas é preciso começarmos o quanto antes a limpar nosso caminho, para que a vida possa fluir com mais leveza e saúde.
(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso.
9ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1760333 Pedagogia

Analise as afirmações seguintes sobre o ensino de Matemática:


I. Na unidade temática, grandezas e medidas, a utilização de diversos instrumentos é necessária para a discussão dos significados e usos de termos como algarismo duvidoso, algarismo significativo, arredondamento, intervalo de tolerância. O aluno, ao discutir esses conceitos, poderá concluir que todas as medidas são inevitavelmente acompanhadas de erros, identificando uma dimensão da Matemática que é o trabalho com a imprecisão, pois o que se mede não é o valor verdadeiro de uma grandeza, mas sim um valor mais aproximado do qual, muitas vezes, se conhece a margem de erro.

II. Além dos diferentes recursos didáticos e materiais, como malhas quadriculadas, ábacos, jogos, calculadoras, planilhas eletrônicas e softwares de geometria dinâmica, é importante incluir a história da Matemática como recurso que pode despertar interesse e representar um contexto significativo para aprender e ensinar Matemática.

III. Para favorecer a abstração, é importante que os alunos reelaborem os problemas propostos após os terem resolvido. Por esse motivo, nas diversas habilidades relativas à resolução de problemas, consta também a elaboração de problemas. Assim, pretende-se que os alunos formulem novos problemas, baseando-se na reflexão e no questionamento sobre o que ocorreria se alguma condição fosse modificada ou se algum dado fosse acrescentado ou retirado do problema proposto.

IV. Nas aulas de Matemática, na medida do possível, é recomendado que o professor apresente biografias de matemáticos, bem como os conceitos por eles desenvolvidos, pois, assim, a história da Matemática poderá levar o aluno a reconhecer que essa área do conhecimento foi construída por grandes investigadores de diferentes regiões do mundo.


Dessas afirmações, as duas únicas apresentadas pela BNCC – Matemática no Ensino Fundamental – anos finais são

Alternativas
Q1760332 Matemática
Carl B. Boyer (2010), no livro História da Matemática, afirma, no capítulo 10, que muitas obras de Arquimedes de Siracusa se perderam. Por meio dos árabes soube-se, por exemplo, que a familiar fórmula para área de um triângulo em termos de seus lados, conhecida como fórmula de Heron, era conhecida por Arquimedes vários séculos antes de Heron ter nascido. Se a, b e c são as medidas dos lados do triângulo e s é seu semiperímetro, a área k do triângulo é dada por:
Alternativas
Q1760331 Matemática

Carl B. Boyer (2010) no capítulo 14, do livro História da Matemática, relata o problema a seguir, que inspirou muitos matemáticos:


Quantos pares de coelhos serão produzidos num ano, começando com um só par, se em cada mês cada par gera um novo par que se torna produtivo a partir do segundo mês?


Esse problema célebre dá origem à famosa “sequência de Fibonacci”. Boyer descreve essa sequência da seguinte maneira: 
Alternativas
Q1760330 Pedagogia
Nilson José Machado (2011), em um dos capítulos de seu livro Matemática e língua materna: análise de uma impregnação mútua, caracteriza o conhecimento geométrico em quatro faces, não como as da Lua, que se sucedem linear e periodicamente, mas sim faces, como as de um tetraedro, cada uma em contato com todas as outras, configurando uma estrutura a partir da qual, de modo alegórico, podem-se apreender não apenas o significado e as funções do ensino de geometria, mas também a dinâmica dos processos cognitivos em geral. Essas faces são assim denominadas por Machado, como
Alternativas
Q1760329 Pedagogia

Cecília Parra (1996), no capítulo intitulado Cálculo mental na escola primária, do livro Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas, apresenta algumas reflexões sobre as diferentes resoluções dos alunos para problemas.

Ela discute um problema semelhante ao que se segue:


Paulo ganhou 7 figurinhas. Agora tem 53 figurinhas.

Quantas figurinhas ele tinha antes?

Analise as quatro resoluções:


•  Resolução 1: A criança reconhece de imediato que o problema envolve uma subtração (53 – 7) e obtém a diferença por meio de cálculo mental ou escrito.

•  Resolução 2: A criança supõe o problema como se fosse uma adição em que não conhece uma das parcelas e busca completar a sentença ... + 7 = 53 (como se fosse uma equação), talvez por tentativa.

•  Resolução 3: A criança desconta 7 de 53, utilizando os dedos como auxílio; é como se mentalmente retirasse uma a uma as figurinhas que foram adicionadas para encontrar a situação inicial (abaixa um dedo e pensa 52, abaixa outro dedo e pensa 51, e assim por diante, até baixar sete dedos).

•  Resolução 4: A criança desenha 53 tracinhos, apaga ou risca 7 e faz a contagem dos restantes.


Analisando essas resoluções, segundo a perspectiva da autora, é correto concluir que 

Alternativas
Q1760328 Pedagogia
Ubiratan D’Ambrósio (2006), em seu livro Educação Matemática: da teoria à prática discute no quarto capítulo a pesquisa em educação matemática e um novo papel para o professor. Nessa discussão, apresenta as propostas de Beatriz D’Ambrósio sobre as características desejadas em um professor de matemática no século XXI. São elas:
Alternativas
Q1760327 Pedagogia
Fiorentini e Lorenzato (2009), no livro Investigação em Educação Matemática: percursos teóricos e metodológicos, fazem diversas considerações a respeito da Matemática e Educação Matemática. Afirmam que
Alternativas
Q1760326 Pedagogia

Segundo Carl B Boyer (2010), em seu livro História da Matemática, o autor de Os Elementos indica uma lista de cinco postulados e cinco noções comuns. Analise as seguintes afirmações:


1. Prolongar uma reta finita continuamente em uma linha reta.

2. Descrever um círculo com qualquer centro e qualquer raio.

3. A medida de um ângulo inscrito num arco é igual a metade da medida angular do arco interceptado do mesmo círculo.

4. Que, se uma reta cortando duas retas faz os ângulos interiores de um mesmo lado menores que dois ângulos retos, as retas, se prolongadas indefinidamente, encontram-se desse lado em que os ângulos são menores que dois ângulos retos.

5. Um plano é perpendicular a outro plano se, e somente se, existir uma reta contida em um deles que seja ortogonal ao outro plano.


Segundo Boyer, dessas afirmações, são postulados apresentados nos Os elementos apenas

Alternativas
Q1760325 Pedagogia
Os Elementos foram escritos em torno de 300 aC. Os Elementos estão divididos em treze livros dos quais os seis primeiros são sobre a geometria elementar, os três seguintes sobre teoria dos números, o livro X sobre incomensuráveis e os três últimos versam principalmente sobre geometria no espaço. Essa importantíssima obra foi escrita por
Alternativas
Q1760324 Pedagogia
A BNCC dos anos finais do EF indica os objetos de conhecimento presentes na seguinte alternativa:
Alternativas
Q1760323 Pedagogia

Analise o conjunto de habilidades explicitadas pela BNCC.


I. Reconhecer que, uma vez fixada uma unidade de comprimento, existem segmentos de reta cujo comprimento não é expresso por número racional (como as medidas de diagonais de um polígono e alturas de um triângulo, quando se toma a medida de cada lado como unidade).

II. Determinar o ponto médio de um segmento de reta e a distância entre dois pontos quaisquer, dadas as coordenadas desses pontos no plano cartesiano, sem o uso de fórmulas, e utilizar esse conhecimento para calcular, por exemplo, medidas de perímetros e áreas de figuras planas construídas no plano.

III. Resolver e elaborar problemas que envolvem o calculo de áreas totais e de volumes de prismas, pirâmides e corpos redondos em situações reais (como o cálculo do gasto de material para revestimento ou pinturas de objetos cujos formatos sejam composições dos sólidos estudados), com ou sem apoio de tecnologias digitais.

IV. Interpretar taxas e índices de natureza socioeconômica (índice de desenvolvimento humano, taxas de inflação, entre outros), investigando os processos de cálculo desses números, para analisar criticamente a realidade e produzir argumentos.


Dessas habilidades são indicadas para o Ensino Fundamental apenas as habilidades

Alternativas
Q1760322 Pedagogia

Analise o seguinte conjunto de habilidades referentes à equação do 2o grau ou à noção de função:


I. Compreender os processos de fatoração de expressões algébricas, com base em suas relações com os produtos notáveis, para resolver e elaborar problemas que possam ser representados por equações polinomiais do 2o grau.

II. Resolver situação-problema que pode ser resolvida por equação do 2o grau, cujas raízes reais sejam obtidas pela fórmula Bhaskara, discutindo o significado dessas raízes em confronto com a situação proposta.

III. Resolver equações do 2o grau por meio de diferentes processos, sobretudo pela fórmula de Bhaskara no caso de equações completas. IV. Compreender as funções como relações de dependência unívoca entre duas variáveis e suas representações numérica, algébrica e gráfica e utilizar esse conceito para analisar situações que envolvam relações funcionais entre duas variáveis.

V. Compreender as funções como uma relação especial entre dois conjuntos numéricos que associa cada elemento de um conjunto a um único elemento de outro conjunto para resolver e elaborar problemas do cotidiano e de outras áreas do conhecimento.


Dessas habilidades, as que são indicadas pela BNCC para o 9o ano do EF referentes à equação do 2o grau e ao conceito de função são, respectivamente,

Alternativas
Q1760321 Pedagogia

Analise o conjunto de habilidades explicitadas para o Ensino Fundamental pela BNCC de Matemática:


I. Analisar e identificar, em gráficos divulgados pela mídia, os elementos que podem induzir, às vezes propositadamente, erros de leitura, como escalas inapropriadas, legendas não explicitadas corretamente, omissão de informações importantes (fontes e datas), entre outros.

II. Selecionar razões, de diferentes naturezas (física, ética ou econômica), que justificam a realização de pesquisas amostrais e não censitárias, e reconhecer que a seleção da amostra pode ser feita de diferentes maneiras (amostra casual simples, sistemática e estratificada).

III. Planejar e executar pesquisa amostral, selecionando uma técnica de amostragem adequada, e escrever relatório que contenha os gráficos apropriados para representar os conjuntos de dados, destacando aspectos como as medidas de tendência central, a amplitude e as conclusões.

IV. Reconhecer, em experimentos aleatórios, eventos independentes e dependentes, e calcular a probabilidade de sua ocorrência, nos dois casos


Dessas habilidades, as duas previstas para o 8o ano Ensino Fundamental são apenas

Alternativas
Q1760320 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular de Matemática do Ensino Fundamental – BNCC – adota como unidades temáticas:
Alternativas
Q1760319 Pedagogia
No livro Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas, Guy Brousseau (In: Parra e Saiz, 1996), no capítulo denominado Os diferentes papéis do professor, discute
Alternativas
Q1760318 Pedagogia
Keith Devlin (2004), professor de matemática da Universidade de Stanford, em seu livro, O gene da Matemática: o talento para lidar com números e a evolução do pensamento matemático, discute no capítulo 9 que as dificuldades que a maioria das pessoas têm com a matemática podem ser superadas. Para isso, Devlin apresenta vários exemplos práticos e de pesquisas sobre essas dificuldades. Ele cita, inclusive, uma pesquisa realizada no Brasil que teve a participação da brasileira Terezinha Nunes, professora e pesquisadora. Essa pesquisa mostra que
Alternativas
Q1760317 Pedagogia
No livro Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas, Cecília Parra (1996) apresenta, no capítulo 7, quatro hipóteses principais para justificar o cálculo mental na escola primária (anos, iniciais do ensino fundamental). A alternativa que contém duas dessas hipóteses é:
Alternativas
Respostas
1481: A
1482: C
1483: E
1484: D
1485: C
1486: B
1487: C
1488: E
1489: E
1490: B
1491: B
1492: D
1493: C
1494: A
1495: A
1496: D
1497: E
1498: A
1499: D
1500: B