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Q1047140 Enfermagem

Para responder à questão, considere o relato a seguir.


          R. S., 61 anos, sexo masculino, portador de diabete melito tipo 2 há sete anos, compareceu à unidade básica de saúde para consulta de enfermagem. Ao realizar a anamnese, o enfermeiro foi informado pelo usuário de que fazia uso regular da medicação hipoglicemiante e estava seguindo a orientação dietética “da melhor forma possível”, pois só utilizava adoçante, não comia doces comuns e controlava a ingestão de pães e massas. R. S. negou tabagismo e a ingestão de bebidas alcoólicas. Ao realizar o exame físico, o enfermeiro obteve: peso 81400 g; altura 186 cm; circunferência abdominal 88 cm; temperatura 36,6 ºC; pulso 72 batimentos/minuto; 16 respirações/minuto; pressão arterial 132 x 86 mmHg. Entre outros procedimentos, realizou o exame dos pés de R. S., avaliando a sensibilidade tátil, dolorosa- -térmica e vibratória. Ao analisar os resultados dos exames laboratoriais realizados recentemente, o enfermeiro constatou: glicemia de jejum = 105 mg/dL; HbA1c = 6,5 mg/dL; LDLc = 114 mg/dL; HDLc = 38 mg/dL. Em consonância com o preconizado pelo Ministério da Saúde, ao realizar a estratificação de risco cardiovascular, o enfermeiro obteve escore de Framingham = 12%.

Em relação aos resultados dos exames de glicemia de jejum e hemoglobina glicada, é correto afirmar:
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Q1047139 Enfermagem

Para responder à questão, considere o relato a seguir.


          R. S., 61 anos, sexo masculino, portador de diabete melito tipo 2 há sete anos, compareceu à unidade básica de saúde para consulta de enfermagem. Ao realizar a anamnese, o enfermeiro foi informado pelo usuário de que fazia uso regular da medicação hipoglicemiante e estava seguindo a orientação dietética “da melhor forma possível”, pois só utilizava adoçante, não comia doces comuns e controlava a ingestão de pães e massas. R. S. negou tabagismo e a ingestão de bebidas alcoólicas. Ao realizar o exame físico, o enfermeiro obteve: peso 81400 g; altura 186 cm; circunferência abdominal 88 cm; temperatura 36,6 ºC; pulso 72 batimentos/minuto; 16 respirações/minuto; pressão arterial 132 x 86 mmHg. Entre outros procedimentos, realizou o exame dos pés de R. S., avaliando a sensibilidade tátil, dolorosa- -térmica e vibratória. Ao analisar os resultados dos exames laboratoriais realizados recentemente, o enfermeiro constatou: glicemia de jejum = 105 mg/dL; HbA1c = 6,5 mg/dL; LDLc = 114 mg/dL; HDLc = 38 mg/dL. Em consonância com o preconizado pelo Ministério da Saúde, ao realizar a estratificação de risco cardiovascular, o enfermeiro obteve escore de Framingham = 12%.

Os dados (D) necessários para o cálculo do escore de Framingham e o significado (S) do valor obtido para R. S. são, respectivamente,
Alternativas
Q1047138 Enfermagem
Ao desenvolver atividades com grupos de planejamento familiar, o enfermeiro deve esclarecer que, comparada à laqueadura tubária, a vasectomia
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Q1047137 Enfermagem

Para responder à questão, considere o relato a seguir.

     

     Em 20.06.2018, após ter sua gravidez confirmada, A.A., 37 anos, casada, compareceu à USF para a primeira consulta de pré-natal. Ao realizar o histórico de enfermagem, o enfermeiro foi informado que o primeiro dia da sua última menstruação fora 29.01.2018 e que seus ciclos menstruais eram regulares, a cada 28 dias. A gestante afirmou que era imigrante de um país da América do Sul, havia chegado ao município há cerca de 30 dias e que, ao entrar no Brasil em dezembro de 2017, havia recebido a vacina contra o sarampo, desconhecendo ter recebido qualquer outra vacina em seu país de origem. Ao exame físico, o enfermeiro não observou anormalidades. Após realização dos testes rápidos, o enfermeiro constatou que o resultado era reagente para sífilis e não reagente para o HIV. Questionada, a gestante informou desconhecer ser portadora de sífilis e nunca ter sido tratada para essa doença.

No que diz respeito à imunização, de acordo com o calendário de vacinação para o estado de São Paulo (2017), o enfermeiro deverá encaminhar a gestante para a sala de vacinas para receber a
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Q1047136 Enfermagem

Para responder à questão, considere o relato a seguir.

     

     Em 20.06.2018, após ter sua gravidez confirmada, A.A., 37 anos, casada, compareceu à USF para a primeira consulta de pré-natal. Ao realizar o histórico de enfermagem, o enfermeiro foi informado que o primeiro dia da sua última menstruação fora 29.01.2018 e que seus ciclos menstruais eram regulares, a cada 28 dias. A gestante afirmou que era imigrante de um país da América do Sul, havia chegado ao município há cerca de 30 dias e que, ao entrar no Brasil em dezembro de 2017, havia recebido a vacina contra o sarampo, desconhecendo ter recebido qualquer outra vacina em seu país de origem. Ao exame físico, o enfermeiro não observou anormalidades. Após realização dos testes rápidos, o enfermeiro constatou que o resultado era reagente para sífilis e não reagente para o HIV. Questionada, a gestante informou desconhecer ser portadora de sífilis e nunca ter sido tratada para essa doença.

Frente ao resultado obtido no teste rápido para sífilis, de acordo com o protocolo preconizado pelo Ministério da Saúde, entre outras ações, o enfermeiro deve
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Q1047135 Enfermagem

Para responder à questão, considere o relato a seguir.

     

     Em 20.06.2018, após ter sua gravidez confirmada, A.A., 37 anos, casada, compareceu à USF para a primeira consulta de pré-natal. Ao realizar o histórico de enfermagem, o enfermeiro foi informado que o primeiro dia da sua última menstruação fora 29.01.2018 e que seus ciclos menstruais eram regulares, a cada 28 dias. A gestante afirmou que era imigrante de um país da América do Sul, havia chegado ao município há cerca de 30 dias e que, ao entrar no Brasil em dezembro de 2017, havia recebido a vacina contra o sarampo, desconhecendo ter recebido qualquer outra vacina em seu país de origem. Ao exame físico, o enfermeiro não observou anormalidades. Após realização dos testes rápidos, o enfermeiro constatou que o resultado era reagente para sífilis e não reagente para o HIV. Questionada, a gestante informou desconhecer ser portadora de sífilis e nunca ter sido tratada para essa doença.

No dia da consulta, a idade gestacional (IG) e a data provável de parto (DPP) de A.A. são, respectivamente,
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Q1047134 Enfermagem
     F. A., 35 anos, IIgesta, IIpara, parto normal hospitalar, deu à luz a criança do sexo feminino pesando 3 450 g. Informado sobre o nascimento, o enfermeiro da unidade de saúde da família – USF realizou visita domiciliária no quinto dia após o parto com o objetivo de observar a adaptação da família à nova situação e avaliar a puérpera e o bebê. Ao observar a mãe amamentar, constatou que as mamas se apresentavam intumescidas e a criança chorava e se arqueava ao ser colocada ao seio. A mãe, ansiosa, informou que sentia dor e desconforto ao amamentar. Durante a visita, o enfermeiro conversou com o casal e fez as orientações e os encaminhamentos necessários.
Em relação à loquiação e involução uterina de F. A., o enfermeiro deve considerar como normal a presença de lóquios
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Q1047133 Enfermagem
     F. A., 35 anos, IIgesta, IIpara, parto normal hospitalar, deu à luz a criança do sexo feminino pesando 3 450 g. Informado sobre o nascimento, o enfermeiro da unidade de saúde da família – USF realizou visita domiciliária no quinto dia após o parto com o objetivo de observar a adaptação da família à nova situação e avaliar a puérpera e o bebê. Ao observar a mãe amamentar, constatou que as mamas se apresentavam intumescidas e a criança chorava e se arqueava ao ser colocada ao seio. A mãe, ansiosa, informou que sentia dor e desconforto ao amamentar. Durante a visita, o enfermeiro conversou com o casal e fez as orientações e os encaminhamentos necessários.
Frente à situação presenciada no que diz respeito à amamentação, o enfermeiro, utilizando a classificação NANDA (2015-2017), deve relacionar como diagnóstico de enfermagem
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Q1047132 Enfermagem
     F. A., 35 anos, IIgesta, IIpara, parto normal hospitalar, deu à luz a criança do sexo feminino pesando 3 450 g. Informado sobre o nascimento, o enfermeiro da unidade de saúde da família – USF realizou visita domiciliária no quinto dia após o parto com o objetivo de observar a adaptação da família à nova situação e avaliar a puérpera e o bebê. Ao observar a mãe amamentar, constatou que as mamas se apresentavam intumescidas e a criança chorava e se arqueava ao ser colocada ao seio. A mãe, ansiosa, informou que sentia dor e desconforto ao amamentar. Durante a visita, o enfermeiro conversou com o casal e fez as orientações e os encaminhamentos necessários.
Em relação ao ingurgitamento mamário deve orientar a puérpera, entre outros cuidados, a
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Q1047131 Enfermagem
     F. A., 35 anos, IIgesta, IIpara, parto normal hospitalar, deu à luz a criança do sexo feminino pesando 3 450 g. Informado sobre o nascimento, o enfermeiro da unidade de saúde da família – USF realizou visita domiciliária no quinto dia após o parto com o objetivo de observar a adaptação da família à nova situação e avaliar a puérpera e o bebê. Ao observar a mãe amamentar, constatou que as mamas se apresentavam intumescidas e a criança chorava e se arqueava ao ser colocada ao seio. A mãe, ansiosa, informou que sentia dor e desconforto ao amamentar. Durante a visita, o enfermeiro conversou com o casal e fez as orientações e os encaminhamentos necessários.
Ao realizar a avaliação neurológica durante o exame físico do bebê, entre outros procedimentos, o enfermeiro segurou a criança pelas mãos e liberou bruscamente seus braços, observando como reação a extensão e abdução dos membros superiores, seguida de choro. Ao executar essa manobra, o enfermeiro estava avaliando o reflexo de
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Q1047130 Enfermagem
Durante a consulta de enfermagem de puericultura de um bebê adotado, com quatro meses de idade, o enfermeiro foi informado de que a criança vinha sendo alimentada com fórmula infantil, conforme orientação médica. Ao exame físico, constatou crescimento e desenvolvimento adequados para a idade e que os exames complementares estavam normais. Frente a essa situação, de acordo com o preconizado pelo Ministério da Saúde no que diz respeito à alimentação, entre outros cuidados, o enfermeiro deve orientar a
Alternativas
Q1047129 Enfermagem
L. S., 67 anos, masculino, obeso, portador de diabete melito, apresentou parada cardiorrespiratória enquanto aguardava consulta de rotina. No local, o enfermeiro deve pedir que seja solicitado o SAMU e providenciado o desfibrilador automático externo (DEA), e, enquanto aguarda o equipamento, iniciar, imediatamente, os procedimentos de reanimação cardiopulmonar com compressões cardíacas na frequência (f) e profundidade (p) de
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Q1047128 Enfermagem
O álcool, substância lícita, está entre as drogas mais consumidas no Brasil. Assim sendo, o enfermeiro deve estar atento ao aparecimento de sinais e sintomas que caracterizam situações de urgência/emergência decorrentes da abstinência do uso do álcool como o delirium tremens, que, entre outros itens, se caracteriza por
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Q1047127 Enfermagem
Transportado por familiares, vítima de ferimento por arma de fogo na cabeça foi admitida no pronto-socorro. Ao realizar a avaliação do paciente, o enfermeiro aplicou, entre outros procedimentos, a escala Escala de Coma Glasgow (ECG), obtendo escore = 8. Os parâmetros (P) avaliados pelo ECG e o significado (S) do escore obtido são:
Alternativas
Q1047126 Enfermagem

Na unidade de pronto-socorro, foi implantado o processo de acolhimento com avaliação de risco, atendendo à Política Nacional de Humanização. Nesse processo, ao realizar o acolhimento, o enfermeiro deve avaliar o paciente e, de acordo com sua classificação de risco, encaminhá-lo para a área de atendimento segundo a prioridade. Observe o quadro a seguir e relacione as três colunas de modo a tornar verdadeira a associação entre a queixa/motivo da procura, o grau de prioridade e a cor que a identifica.

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que apresenta a associação correta.

Alternativas
Q1047125 Enfermagem
Ao redimensionar o quadro de pessoal de enfermagem de uma unidade de pronto-atendimento (UPA), o enfermeiro responsável técnico deve considerar, como Índice de Segurança Técnica (IST), o acréscimo ao quantitativo de profissionais de, no mínimo,
Alternativas
Q1047124 Enfermagem

Considere a seguinte prescrição médica:

Penicilina cristalina 150 000 UI, diluir em Soro Fisiológico 30 mL e correr em 20 minutos.

Considerando-se que para o preparo e a administração dessa medicação será utilizado um frasco de penicilina cristalina com 5000000 UI, 8 mL de diluente e bomba de infusão, o volume do medicamento (M) a ser retirado do frasco em mL e a velocidade de infusão (VInf) em mililitros por minuto são, respectivamente, de

Alternativas
Q1047123 Enfermagem
No que diz respeito à prestação do cuidado aos pacientes com feridas, é permitido ao técnico de enfermagem executar
Alternativas
Q1047122 Enfermagem
A partir do mês de junho/2018, entra em vigor o novo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. De acordo com sua redação, apresentada pela Resolução COFEN nº564/2017, os profissionais de enfermagem têm o direito de
Alternativas
Q1047121 Enfermagem

Para o ano X, ao analisar os dados referentes à tuberculose entre a população residente no município M, com população de 40 mil habitantes, o enfermeiro constatou:

Indivíduos em tratamento = 40

Casos novos de tuberculose pulmonar = 15

Casos novos de tuberculose ganglionar = 3

Casos novos de tuberculose renal = 2

Altas por cura = 14

Altas por abandono = 4

Frente a esses dados, é correto afirmar que, para o período analisado, a taxa de incidência da doença (por 100000 habitantes) é de

Alternativas
Respostas
641: E
642: B
643: E
644: C
645: A
646: D
647: E
648: E
649: B
650: C
651: C
652: A
653: B
654: E
655: D
656: C
657: C
658: B
659: A
660: C