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Analise o gráfico abaixo.
(CARVALHO, Marília Pinto de. O fracasso escolar de meninos e meninas: articulações entre gênero e cor/raça)
É correto afirmar que
A Resolução CNE/CEB nº 07/2010 fixou as diretrizes curriculares nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. São diretrizes desta Resolução:
I. A Educação de Jovens e Adultos no 1º ciclo do Ensino Fundamental se estendeu tal como no 1º ciclo do Ensino Fundamental regular que tem a duração de 5 anos, a idade mínima para ingresso em cursos de EJA e para a realização de exames de conclusão de EJA será de 15 anos completos, sendo que a oferta de cursos de Educação de Jovens e Adultos, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, será presencial.
II. A educação de qualidade prevista nas diretrizes se define por ser, antes de tudo: relevante, pertinente e equitativa, ou seja, promove aprendizagens significativas, permite atender diferentes necessidades e características dos estudantes e oferece tratamento igual para todos garantindo a igualdade de direito à educação.
III. O currículo do Ensino Fundamental com 9 (nove) anos de duração passa a exigir a estruturação de um projeto educativo coerente, articulado e integrado, de acordo com os modos de ser e de se desenvolver das crianças e adolescentes nos diferentes contextos sociais; os ciclos e outras formas de organização serão compreendidos como interdependentes e articulados entre si, ao longo dos 9 (nove) anos.
IV. As escolas deverão formular o Projeto Político-Pedagógico (PPP) e elaborar o regimento escolar de acordo com a proposta do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos, de modo participativo e democrático; o PPP e o regimento escolar devem prever espaço e tempo para que os profissionais da escola e, em especial, os professores, possam participar de reuniões de trabalho coletivo, formação continuada e outros.
V. Além de empenhar-se na promoção de uma cultura escolar acolhedora e respeitosa, contribuindo para efetivar a inclusão escolar e o direito de todos à educação, a implementação do Projeto Político-Pedagógico da escola deve assumir o cuidar e o educar como funções indissociáveis da escola, levando a ações integradas que busquem articular-se no interior da escola e com outros recursos externos a ela.
Está correto o que se afirma APENAS em
Na internet, num site que comercializa adesivos, lê-se:
A − Você pode personalizar a sua família escolhendo entre os Personagens, Pets e Acessórios disponíveis abaixo.
B − Agora, para você que ainda tem medo de aplicar os adesivos pelos comentários da mídia, onde criminosos utilizam os adesivos para recolher informações de sua família, resolvemos seu problema. Com a nova linha "SEGURANÇAS" você espanta os bandidos pra bem longe, afinal, quem vai encarar esta equipe? Rsrs
Se você conhece alguém que ainda não utiliza por estes motivos, não perca tempo, envie esta página para ele!

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No vidro traseiro de um carro particular, circulando pela cidade, encontram-se os seguintes dizeres:
I. Eu, Júlia, amo meu marido, o Carlos, que ama Lucas, nosso filho, que ama Laís, irmãzinha dele. Essa é a história de uma família feliz.
Logo abaixo, na lataria, encontra-se o seguinte adesivo:
II.

III. Quadrilha
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.
A aproximação entre a fala de Júlia (I) e o poema (III) evidencia a correção do seguinte comentário:
No vidro traseiro de um carro particular, circulando pela cidade, encontram-se os seguintes dizeres:
I. Eu, Júlia, amo meu marido, o Carlos, que ama Lucas, nosso filho, que ama Laís, irmãzinha dele. Essa é a história de uma família feliz.
Logo abaixo, na lataria, encontra-se o seguinte adesivo:
II.

Considerados I e II, é correto afirmar:
O texto abaixo transcrito constitui a unidade 57 da obra 234: ministórias, do escritor curitibano Dalton Trevisan, publicada em 1997.
– Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores.
Abaixo está transcrito um recorte que foi feito do texto que o escritor e crítico literário Cristovão Tezza publicou, na íntegra, no jornal O Globo, na secção Prosa & Verso, no dia 26/4/97. Título: As 1001 noites de Dalton Trevisan: violência seca colore vitral de Dalton Trevisan.

I. Para que o objeto simbólico (texto) cumpra sua função, é necessário olhar o símbolo e enxergar o simbolizado. Por isso é importante lembrar que a compreensão/produção de textos (objetos simbólicos) mobiliza competências não só linguísticas, mas também extralinguísticas (conhecimento de mundo/saber enciclopédico, determinações socioculturais etc.).
(Caderno de orientação didática: referencial de expectativas para o desenvolvimento da competência leitora e escritora no ciclo II do ensino fundamental da área de língua portuguesa, p. 21)
II. Dalton Trevisan se autodefine como ‘arredio, ai de mim!’, e sua incurável timidez é bastante comentada. Sempre recusando a fama, e a presença de fotógrafos e jornalistas, cria uma atmosfera de suspense em torno de seu nome que o transforma numa enigmática personagem. Afastado do convívio social, enclausurado em casa, mereceu o apelido de “O vampiro de Curitiba”, título de um de seus livros.
É correto afirmar:
– Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores.
− Nunca me senti tão só, querida, como na tua companhia.
Abaixo está transcrito um recorte que foi feito do texto que o escritor e crítico literário Cristovão Tezza publicou, na íntegra, no jornal O Globo, na secção Prosa & Verso, no dia 26/4/97. Título: As 1001 noites de Dalton Trevisan: violência seca colore vitral de Dalton Trevisan.


− Nunca me senti tão só, querida, como na tua companhia.
Abaixo está transcrito um recorte que foi feito do texto que o escritor e crítico literário Cristovão Tezza publicou, na íntegra, no jornal O Globo, na secção Prosa & Verso, no dia 26/4/97. Título: As 1001 noites de Dalton Trevisan: violência seca colore vitral de Dalton Trevisan.
O texto abaixo transcrito constitui a unidade 57 da obra 234: ministórias, do escritor curitibano Dalton Trevisan, publicada em 1997.
– Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores.
(Mikhail Bakhtin, Estética da criação verbal, 4.ed., São Paulo: Martins Fontes, 2003, p. 313)
Considerada a perspectiva teórica acima, é correto afirmar sobre a ministória 57:
O texto abaixo transcrito constitui a unidade 57 da obra 234: ministórias, do escritor curitibano Dalton Trevisan, publicada em 1997.
– Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores.
No caso da ministória 57, o enquadramento autoriza
O texto abaixo transcrito constitui a unidade 57 da obra 234: ministórias, do escritor curitibano Dalton Trevisan, publicada em 1997.
– Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores.
(Koch, Ingedore, Elias, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2007, p. 39-40)
Considerando a referência teórica acima em relação ao que, no tocante à expectativa sociocultural, não precisa estar dito, mas apenas pressuposto, examine as seguintes sugestões de compreensão:
I. O texto de Dalton Trevisan pressupõe a expectativa sociocultural de que, no enterro de um familiar, o desmaiado da face expresse a dor da perda.
II. O texto de Dalton Trevisan pressupõe a expectativa sociocultural de que, entre as muitas experiências humanas, a mais intensa, que pode fazer as pessoas perderem a dureza da alma, é a da evidência da morte.
III. O texto de Dalton Trevisan pressupõe a expectativa sociocultural de que, quando irmãos são adversários, cada um deles é o pior inimigo que o outro terá de enfrentar na vida.
IV. O texto de Dalton Trevisan pressupõe a expectativa sociocultural de que situações que envolvem intensos sentimentos, como a de um enterro, são as que mais produzem lembranças fidedignas.
Dentre as propostas acima, as estratégias de sinalização textual legitimam, APENAS,
O texto abaixo transcrito constitui a unidade 57 da obra 234: ministórias, do escritor curitibano Dalton Trevisan, publicada em 1997.
– Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores.