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(ELEY, Geoff. Forjando a democracia: a história da esquerda na Europa, 1850-2000. São Paulo: Perseu Abramo, 2005. p. 47).
Para compreender o lugar secundário das mulheres no movimento operário britânico, devemos considerar aspectos enraizados na estrutura social em que ainda predominava(m)
(LE GOFF, Jacques. A História deve ser dividida em pedaços? São Paulo: UNESP, 2015. p. 97)
O(A) professor(a) de História propõe um plano de aula sobre o período entre os séculos XVI e XVIII, com ênfase nas continuidades das sociedades medievais existentes, tendo como referência a concepção de Le Goff sobre a longa Idade Média.
Nesse sentido, o tema mais adequado para tratar o período entre os séculos XVI e XVIII como uma longa continuidade é
(ROSA, Sonia. Reflexão antirracista de bolso: conversa preta: diálogos sobre racismo nas convivências por meio da educação e da literatura. São Paulo: Arco 43, 2022. p. 49)
Com base no texto, podemos dizer que a concepção de História que marcou o ensino da disciplina é a
(CUNHA, Manuela Carneiro da. Índios no Brasil: História, direitos e cidadania. São Paulo: Claroenigma, 2012. p. 23)
Entre o impacto da política indígena metropolitana e as iniciativas dos povos originários, há ainda amplo campo de estudos sobre o protagonismo indígena em sua relação com o colonizador.
Nesse sentido, a abordagem historiográfica que pode melhor contribuir para esses estudos é a história
(FRAGOSO, João; GUEDES, Roberto; KRAUSE, Thiago. América portuguesa e os sistemas atlânticos na Época moderna: monarquia pluricontinental e Antigo Regime. Rio de Janeiro: FGV, 2013).
O autor faz um balanço da produção historiográfica sobre a História colonial da América portuguesa. A hipótese central da antiga produção historiográfica sobre a América lusa, contestada pelas investigações mais recentes, é explicitada na ideia de
(SEFFNER, Fernando. Três territórios a compreender, um bem precioso a defender: estratégias escolares e Ensino de História em tempos turbulentos. In: MONTEIRO, Ana Maria; RALEJO, Adriana. Cartografias da Pesquisa em ensino de História. Rio de Janeiro: Mauad X, 2019. p. 23)
Tendo como referência a reflexão do autor sobre o lugar da escola na educação dos jovens, é correto dizer que a melhor maneira do ensino de o História contribuir para a construção de uma escola que leve à “ampliação de horizonte” dos estudantes é promovendo
(Adaptado de: DELGADO, Lucília de Almeida Neves. Jango: cinema, história, memória e reconhecimento. In: DELGADO, Lucília de Almeida Neves; FERREIRA, Marieta de Moraes (orgs). História do tempo Presente. Rio de Janeiro: FGV, 2014)
Ao ler o trecho acima, o/a professor/a de História de ensino fundamental se interessou em usar o filme Jango em sala de aula. Para justificar o uso do filme perante a coordenação pedagógica, argumentou que o filme é adequado aos objetivos do ensino de História, pois
A morte da rainha Elizabeth 2ª gerou uma onda de pesar e de homenagens tocantes por parte de líderes mundiais e também do público em geral.
Muitos nas antigas colônias britânicas saudaram abertamente a memória da rainha, enquanto outros compartilharam fotos da monarca durante visitas aos seus respectivos países.
Mas a admiração não é unânime. Para alguns, sua morte reacendeu memórias da muitas vezes sangrenta história colonial britânica - atrocidades contra populações indígenas, roubo de estátuas e artefatos de nações do oeste da África, ouro e diamantes da África do Sul e da Índia, escravidão e opressão.
Enquanto o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, descreveu a rainha como uma figura pública extraordinária que deveria ser lembrada com carinho por muitos ao redor do mundo, o opositor partido Combatentes pela Liberdade Econômica (EFF, na sigla em inglês) disse que não estaria entre aqueles lamentando a morte.
“Durante seus 70 anos de reinado como rainha, ela nunca reconheceu crimes que o Reino Unido e sua família perpetraram pelo mundo, e era na verdade uma porta-bandeira orgulhosa dessas atrocidades", disse o partido, o terceiro maior do país, em um comunicado. "Para nós, sua morte é uma lembrança de um período muito trágico neste país e na história da África”, diz o comunicado. Nas redes sociais, as críticas foram muito além.
Artigo de Nomsa Maseko https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62871616
A partir da leitura do artigo jornalístico, podemos afirmar que o caso noticiado é representativo
(Boacé Uchô: a História está na trilha. Narrativas e memórias do povo Puri da Serra da Mantiqueira. Rio de Janeiro: Pachamama, 2020, p. 23)
Tendo como referência o texto acima, é correto afirmar que a escrita sobre os povos originários foi pautada por uma narrativa de
(MONTEIRO, Ana Maria. Tempo presente no ensino de História: o anacronismo em questão. In: GONÇALVES. Marcia de Almeida; ROCHA, Helenice; REZNIK, Luis; MONTEIRO, Ana Maria. Qual o valor da História Hoje? Rio de Janeiro: FGV, 2012. p. 194)
A pesquisa e a escrita historiográfica são plenas de questões que desafiam o historiador no exercício de seu ofício. A partir da interpretação do texto, é correto afirmar que
(ABREU, Gilberto. A deserção da História: pós-modernidade e neoliberalismo como armas ideológicas do capitalismo global. Curitiba: Appris, 2017. p. 81).
Na obra A Ideia de Uma História Universal de Um Ponto de Vista Cosmopolita, Immanuel Kant acompanha a tendência do pensamento europeu do século XVIII que se fundamentava em
(Albuquerque Júnior, Durval Muniz de. Forma de escrever e ensinar a história hoje. In: GONÇALVES. Marcia de Almeida; ROCHA, Helenice; REZNIK, Luis; MONTEIRO, Ana Maria. Qual o valor da História Hoje? Rio de Janeiro: FGV, 2012. p. 23).
Considerando as novas regras que presidiram a escrita da história no século XIX, pode-se afirmar que os historiadores propuseram

https://bahiapravoce.com.br/uberizacao-do-trabalho/
Os cartuns apresentam uma mudança recente nas relações de trabalho que assolam milhões de brasileiros. Com base nestas transformações, julgue os itens a seguir.
I. Cansados e movidos pela adrenalina de uma carga horária que não é regida pela legislação trabalhista, os integrantes da chamada uberização do trabalho passam pelo processo de precarização e informalização das garantias e proteções necessárias para qualquer trabalhador no devido exercício de sua cidadania.
II. Se chover, é mais difícil conseguir trabalho, e quando isso ocorre, as demandas ficam mais arriscadas e, caso haja um sinistro de trânsito que envolva morte ou ferimentos graves, a administradora dos aplicativos indeniza as famílias.
III. Em 2017, durante o governo Temer, foi aprovada a Lei nº 13.467/2017, conhecida como Reforma Trabalhista, alterou normas dispostas em 1943, época da criação da Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT.
Está correto o que se afirma em

https://www.iberdrola.com/sustentabilidade/
Assinale a opção que apresenta uma explicação para a ocorrência
do fenômeno apresentado e uma ação do poder público capaz de
atenuá-lo.
https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/09/21/horario-de-verao-area-tecnicade-minas-e-energia-nao-ve-necessidade-de-retomar-medida-em-2023.
Avalie se uma possível adoção da estratégia astronômica para economia de energia descartada no texto, tecnicamente é possível pelos seguintes motivos:
I. Entre meados da primavera até próximo ao fim do verão, nas médias e altas latitudes, em virtude da posição do planeta e da inclinação de seu eixo em relação ao sol, os dias são mais longos que as noites num percentual que permite o adiantamento dos relógios para economia de energia.
II. Durante todo o verão, nas médias e elevadas longitudes, a iluminação solar supera as 12 horas, e o fotoperíodo excede o período lunar, podendo se adequar o horário as necessidades de uma sociedade atrasando o relógio em um hora.
III. Existe um interesse do mercado comercial e turístico em se atrasar os relógios, fazendo com que o dia em todos os lugares dure mais tempo e estimule as pessoas a ficarem fora de casa, aumentando o consumo.
Está correto o que se afirma em
Leia o trecho da canção de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira:
Quando olhei a terra ardendo
Qual fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação?
Que braseiro, que fornalha
Nem um pé de plantação
Por falta d'água, perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por falta d'água, perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão (...)
Hoje longe, muitas léguas
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim voltar pro meu sertão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim voltar pro meu sertão
No contexto do desenvolvimento econômico nacional na época
em que os versos desta canção foram criados, o personagem
realizou o seguinte tipo de migração interna:

https://pt.climate-data.org/america-do-sul/brasil/5069/#climate-graph
A análise do gráfico que conjuga linhas e barras, caracterizando a dinâmica anual das médias de chuvas e temperaturas, neste tipo climático do Brasil, é resultado da influência direta da

https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca- catalogo?view=detalhes&id=2101627
O sistema de coordenadas geográficas é fundamental para a localização precisa de qualquer ponto sobre a superfície da Terra.
Com base na imagem, avalie as seguintes afirmativas:
I. As coordenadas geográficas localizam, de forma direta, qualquer ponto sobre a superfície terrestre, bastando colocar junto ao valor de cada coordenada, o hemisfério correspondente: N ou S, para a coordenada Norte ou Sul, e, E ou L e W ou O, para a coordenada Leste ou Oeste.
II. Latitude e longitude representam, respectivamente, a distância de qualquer lugar da Terra em relação à linha do Equador e ao Meridiano de Greenwich, representando um ângulo medido entre dois pontos: a linha do Equador e um paralelo qualquer, e Greenwich e um meridiano qualquer.
III. Pode-se utilizar, igualmente, os sinais + ou - para a indicação das coordenadas: N e L sinal positivo, e S e O sinal negativo, ou seja, quando o ponto estiver localizado ao sul do Equador, a leitura da latitude será negativa, e ao norte, positiva. Em relação à longitude, quando o ponto estiver a oeste de Greenwich, seu valor será negativo, e a leste, positivo.
Está correto o que se afirma em
O mapa a seguir aborda um tipo de divisão regional brasileira.

http://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/8911/1/Regi%C3%A3o%20e%20regionaliza%C3%A7%C3%A3o.pdf
As formas de regionalização dependem dos critérios de
classificação escolhidos para dividir o espaço geográfico. No mapa,
o critério utilizado baseou-se na seguinte metodologia:
SENRA, Álvaro. Éden. Rio de Janeiro: Letras, 2022. p.15
A partir da análise da situação urbana exposta no texto, numa aula de geografia o professor explicou que as ações dos personagens remetem ao conceito geográfico de