Questões de Concurso Para prefeitura de são josé do rio preto - sp

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Q3845715 Direito Administrativo
Um contrato administrativo de serviços e fornecimentos contínuos, a exemplo do contrato de prestação de serviços de limpeza e conservação predial, pode ser prorrogado respeitando, entre outros requisitos, a vigência máxima de
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Q3845714 Direito Administrativo
A área de compras públicas de uma prefeitura está finalizando edital por meio do qual irá contratar a prestação de serviço de manutenção de computadores.

Para a contratação de serviços comuns como esse, a modalidade de licitação obrigatória é
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Q3845713 Direito Administrativo
Consórcio público pode ser entendido como um acordo formal estabelecido entre entes federativos para realizar a gestão associada de serviços públicos.

Quando constituído como associação pública, um consórcio público é uma espécie de
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Q3845712 Direito Administrativo
Na Administração Pública brasileira, são exemplos de entes que possuem personalidade jurídica própria, ou seja, que podem adquirir direitos, contrair deveres e ter um patrimônio próprio:
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Q3845711 Direito Administrativo
Na administração pública indireta de um município há diversas empresas públicas, cada uma delas atuando em uma área, mas que possuem como uma das características em comum a
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Q3845710 Direito Administrativo
Para garantir que a atuação ocorra conforme a lei e a finalidade para as quais foram criadas, as entidades da administração pública indireta, a exemplo de uma autarquia municipal, são vinculadas aos órgãos da administração direta, a exemplo de uma secretaria municipal, o que está de acordo com o princípio da
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Q3845709 Direito Administrativo
A Constituição Federal brasileira de 1988 traz diversos princípios explícitos e implícitos. O princípio explícito da Administração Pública mais recentemente introduzido à Carta Magna diz respeito ao princípio da
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Q3845708 Direito Administrativo
Karina, agente administrativa municipal, ingressou no serviço público, entre outros motivos, por ter vocação.

Ela sabe que diz respeito a uma atitude ética
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Q3845701 Matemática
Os tempos de duração de duas reuniões foram anotados. A razão entre a duração da mais curta e a duração da mais longa é 5/6. Se a reunião mais curta teve duração de 1 hora e 15 minutos, a reunião mais longa teve duração de 
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Q3845700 Raciocínio Lógico
Joseane pretende colocar 3 pedaços de madeira para reforçar a estrutura de sua estante. Esses pedaços de madeira, cuja espessura aqui desprezamos, são retangulares, todos com 5 cm de largura, sendo que os comprimentos dos dois primeiros pedaços de madeira, que são perpendiculares entre si, são iguais a 60 cm e 85 cm, respectivamente, de acordo com a figura a seguir:

Captura_de tela 2026-01-27 132205.png (280×206)

O comprimento x, em cm, do terceiro pedaço de madeira é 
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Q3845698 Matemática
Um casal vendeu um carro por R$ 21.000,00 e pensou, inicialmente, em repartir esse valor em partes iguais entre certo número n de familiares que estavam precisando de recursos. Porém, ao tomar conhecimento que, além daqueles familiares, 2 conhecidos do casal também estavam passando por dificuldades financeiras, o casal decidiu então repartir o valor da venda do carro entre essas (n + 2) pessoas, e com isso cada pessoa recebeu R$ 2.800,00 a menos do que as n pessoas receberiam, cada uma, inicialmente.

Se instantes antes de fazer o pagamento, mais uma pessoa for incluída na divisão do valor da venda do carro, em partes iguais para todas, cada uma dessas (n + 3) pessoas receberá
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Q3845697 Matemática
O gerente de uma loja de roupas fez a seguinte encomenda junto ao seu fornecedor: 25 camisetas sem estampa, 35 camisetas com estampa, 18 camisas polo e 22 calças jeans. As camisetas com estampa são R$ 5,00 mais caras do que as camisetas sem estampa, e estas últimas são R$ 18,00 mais baratas do que as camisas polo. As calças jeans custam R$ 30,00 cada uma. Se o valor total dessa compra foi R$ 1.939,00, cada camiseta com estampa custou
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Q3845695 Matemática
Uma caixa para armazenamento de documentos foi projetada para que tivesse o formato de um cubo com volume de 15.625 cm3. Baseando-se nesse projeto, uma fábrica fez essa caixa de um tipo de papelão que tem 420 g para cada m2. Supondo que essa caixa é fechada (ou seja, que possui todas as 6 faces), a massa total dessa caixa, sem nada em seu interior, será de 
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Q3845694 Matemática
O setor de entregas de uma loja de produtos de limpeza comprou algumas caixas de papelão, algumas pequenas, e as demais grandes, num total de 56 caixas, de modo que fossem 5 caixas pequenas para cada 3 caixas grandes. Cada caixa pequena acomoda, no máximo, 8 frascos de produto de limpeza, e cada caixa grande, no máximo 12 frascos. Se a empresa usar todas as caixas compradas de acordo com a capacidade máxima de cada uma, o número total de frascos acomodados nas caixas será igual a 
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Q3845693 Matemática
André está fazendo o controle de suas despesas mensais com itens não essenciais. Para isso, ele recuperou os registros dos valores mensais gastos com esse tipo de despesa nos 5 meses anteriores, que foram R$ 475,00, R$ 510,00, R$ 505,00, R$ 448,00 e R$ 434,00; ele se perguntou, então, qual o valor X (em reais) que deveria gastar no mês atual, com itens não essenciais, de modo que a média aritmética simples dos gastos mensais nos últimos 6 meses, com itens não essenciais, fosse igual a R$ 400,00.

Feito corretamente esse cálculo, André obteve para X o valor de
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Q3845690 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Acreditou-se por muito tempo que, deixando-se de lado a Revolução Industrial, a produção de bens de consumo nunca aumentou de forma tão rápida e robusta quanto por obra da invenção da agricultura. Graças à agricultura, pensava-se, os grupos humanos puderam tornar-se sedentários e assegurar uma provisão regular, conservando os grãos. Como dispunham de excedentes, as sociedades puderam dar-se ao luxo de manter indivíduos ou classes ‒ chefes, nobres, sacerdotes, artesãos ‒ que não participavam da produção de alimentos. No espaço de quatro ou cinco milênios, a impulsão dada pela agricultura e mantida por ela teria levado os homens de um modo de vida precário, ameaçado pela fome, a uma existência estável, primeiro em aldeias e finalmente em impérios.
    Essas eram as visões que prevaleciam até recentemente. Hoje, essa reconstrução simples e grandiosa da história humana jaz em ruínas. Pesquisas entre os povos sem agricultura, voltadas para questões como tempo de trabalho, produtividade e valor nutricional dos alimentos, demonstram que a maior parte deles leva uma vida confortável. Meios geográficos que, por ignorância de seus recursos naturais, julgávamos miseráveis reservam para aqueles que ali vivem grande quantidade de espécies vegetais muito apropriadas para a alimentação. Descobriu-se, por exemplo, que os indígenas das regiões desérticas da Califórnia, onde hoje uma pequena população branca subsiste com dificuldade, consumiam uma grande variedade de plantas selvagens de alto valor nutritivo.
    Calculou-se que, entre os povos que viviam da caça e da coleta de produtos selvagens, um homem supria as necessidades de quatro ou cinco pessoas, ou seja, tinha uma produtividade superior à de muitos camponeses europeus. Além disso, o tempo gasto com a procura de alimentos não excedia a média de três horas diárias, para uma produção alimentar bastante equilibrada e que ultrapassava 2 mil calorias por pessoa (média que inclui crianças e idosos).


(Claude Lévi-Strauss. Somos todos canibais, 2022. Adaptado)
O sentido indicado entre colchetes associa-se corretamente à expressão destacada em: 
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Q3845689 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Acreditou-se por muito tempo que, deixando-se de lado a Revolução Industrial, a produção de bens de consumo nunca aumentou de forma tão rápida e robusta quanto por obra da invenção da agricultura. Graças à agricultura, pensava-se, os grupos humanos puderam tornar-se sedentários e assegurar uma provisão regular, conservando os grãos. Como dispunham de excedentes, as sociedades puderam dar-se ao luxo de manter indivíduos ou classes ‒ chefes, nobres, sacerdotes, artesãos ‒ que não participavam da produção de alimentos. No espaço de quatro ou cinco milênios, a impulsão dada pela agricultura e mantida por ela teria levado os homens de um modo de vida precário, ameaçado pela fome, a uma existência estável, primeiro em aldeias e finalmente em impérios.
    Essas eram as visões que prevaleciam até recentemente. Hoje, essa reconstrução simples e grandiosa da história humana jaz em ruínas. Pesquisas entre os povos sem agricultura, voltadas para questões como tempo de trabalho, produtividade e valor nutricional dos alimentos, demonstram que a maior parte deles leva uma vida confortável. Meios geográficos que, por ignorância de seus recursos naturais, julgávamos miseráveis reservam para aqueles que ali vivem grande quantidade de espécies vegetais muito apropriadas para a alimentação. Descobriu-se, por exemplo, que os indígenas das regiões desérticas da Califórnia, onde hoje uma pequena população branca subsiste com dificuldade, consumiam uma grande variedade de plantas selvagens de alto valor nutritivo.
    Calculou-se que, entre os povos que viviam da caça e da coleta de produtos selvagens, um homem supria as necessidades de quatro ou cinco pessoas, ou seja, tinha uma produtividade superior à de muitos camponeses europeus. Além disso, o tempo gasto com a procura de alimentos não excedia a média de três horas diárias, para uma produção alimentar bastante equilibrada e que ultrapassava 2 mil calorias por pessoa (média que inclui crianças e idosos).


(Claude Lévi-Strauss. Somos todos canibais, 2022. Adaptado)
No trecho do 3º  parágrafo “... ultrapassava 2 mil calorias por pessoa (média que inclui crianças e idosos).”, os parênteses foram empregados para apresentar
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Q3845688 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Acreditou-se por muito tempo que, deixando-se de lado a Revolução Industrial, a produção de bens de consumo nunca aumentou de forma tão rápida e robusta quanto por obra da invenção da agricultura. Graças à agricultura, pensava-se, os grupos humanos puderam tornar-se sedentários e assegurar uma provisão regular, conservando os grãos. Como dispunham de excedentes, as sociedades puderam dar-se ao luxo de manter indivíduos ou classes ‒ chefes, nobres, sacerdotes, artesãos ‒ que não participavam da produção de alimentos. No espaço de quatro ou cinco milênios, a impulsão dada pela agricultura e mantida por ela teria levado os homens de um modo de vida precário, ameaçado pela fome, a uma existência estável, primeiro em aldeias e finalmente em impérios.
    Essas eram as visões que prevaleciam até recentemente. Hoje, essa reconstrução simples e grandiosa da história humana jaz em ruínas. Pesquisas entre os povos sem agricultura, voltadas para questões como tempo de trabalho, produtividade e valor nutricional dos alimentos, demonstram que a maior parte deles leva uma vida confortável. Meios geográficos que, por ignorância de seus recursos naturais, julgávamos miseráveis reservam para aqueles que ali vivem grande quantidade de espécies vegetais muito apropriadas para a alimentação. Descobriu-se, por exemplo, que os indígenas das regiões desérticas da Califórnia, onde hoje uma pequena população branca subsiste com dificuldade, consumiam uma grande variedade de plantas selvagens de alto valor nutritivo.
    Calculou-se que, entre os povos que viviam da caça e da coleta de produtos selvagens, um homem supria as necessidades de quatro ou cinco pessoas, ou seja, tinha uma produtividade superior à de muitos camponeses europeus. Além disso, o tempo gasto com a procura de alimentos não excedia a média de três horas diárias, para uma produção alimentar bastante equilibrada e que ultrapassava 2 mil calorias por pessoa (média que inclui crianças e idosos).


(Claude Lévi-Strauss. Somos todos canibais, 2022. Adaptado)
Em “Hoje, essa reconstrução simples e grandiosa da história humana jaz em ruínas.” (2º parágrafo), a expressão destacada apresenta 
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Q3845683 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
Alternativas
Q3845680 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


     Tudo o que ouvi dizer de minha avó materna devo à insistência com que abordei o assunto. Minha mãe gostava de contar casos de família depois do jantar, sentada à mesa da copa ou numa poltrona de couro da sala, mas esse ela muitas vezes evitava com habilidade. Dizia que ainda era menina quando minha avó morreu, que as coisas que sabia tinha escutado entre os oito e os doze anos de idade, que a partir daí o convívio com a mãe ficou muito prejudicado ou então que sua memória andava fraca ultimamente. A impressão que me dava, vendo-a passar o dedo em cima de um friso da toalha ou de um veio saliente no braço da poltrona, era a de alguém que no primeiro instante se recorda e no seguinte abafa compulsivamente as imagens evocadas. Os motivos alegados podiam ser reais, mas não era verdade que sua memória estivesse fraca; pelo contrário, os anos pareciam beneficiá-la com as reflexões da velhice e a busca silenciosa de um sentido para a experiência. Além disso, era inevitável que mencionasse sua mãe como personagem relevante da sua história pessoal, o que acabou levando à composição de um quadro inteligível, ainda que sumário, dos sofrimentos de minha avó.


(Modesto Carone, Resumo de Ana, 1998)
A reescrita do trecho “Os motivos alegados podiam ser reais, mas não era verdade que sua memória estivesse fraca...” preserva o sentido original e a norma-padrão em:
Alternativas
Respostas
1461: E
1462: D
1463: B
1464: D
1465: B
1466: A
1467: E
1468: C
1469: A
1470: C
1471: E
1472: D
1473: C
1474: B
1475: E
1476: C
1477: E
1478: A
1479: B
1480: C