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Pra todo aquele que só fala que eu não sei viver
Chega lá em casa pruma visitinha
Que no verso ou no reverso da vida inteirinha
Há de encontrar-me num cateretê
Há de encontrar-me num cateretê
Vide, Vida Marvada - Rolando Boldrin - LETRAS.MUS.BR
O texto é um fragmento da canção Vide, Vida Marvada, de Rolando Boldrin, que no trecho apresentado faz alusão ao Cateretê, dança com forte predominância na cultura da região Sudeste do Brasil. Suas principais características são:

Disponivel em: www.itaucultural.com.br.
As imagens são das obras de Denilson Baniwa, artista indígena que demonstra nos seus trabalhos referências culturais do seu povo e faz contextualização com as questões contemporâneas. Em 2019, venceu o Prêmio Pipa de Arte Contemporânea, na Categoria Pipa Online, com 1.474 votos. Sua pesquisa trata sobre os aparecimentos e desaparecimentos de indígenas na História do Brasil. A partir do enunciado e da análise das imagens sobre o trabalho do artista, é incorreto afirmar:
O enunciado refere-se:
- Estudante A: alterna traços e letras sem relação estável com os sons; quantidade de grafias não guarda relação com o tamanho da palavra.
- Estudante B: usa uma letra para cada sílaba, escolhendo frequentemente letras sem relação sonora evidente, (p. ex.: CV para casa).
- Estudante C: registra algumas sílabas com valor sonoro e outras não; em palavras curtas, já aproxima grafema–fonema, (p. ex.: CAsA”, BLA).
- Estudante D: escreve textos curtos de forma alfabética, com ortografia instável, (p. ex.: jantaro, geito, ausência de pontuação).
Considerando o diagnóstico e os princípios da alfabetização, (consciência fonológica, princípio alfabético, sistematização, letramento com textos reais), qual conjunto de intervenções é o mais adequado?
Princípios:
1- Objetivos de aprendizagem e critérios de sucesso explícitos.
2- Tarefas autênticas e acessíveis com múltiplas formas de engajamento, representação e expressão.
3- Avaliação formativa contínua com devolutivas em processo e autoavaliação.
4- Acompanhamento da progressão ao longo do ciclo, com ensino e intervenções responsivas.
Práticas:
a- Socializar objetivos no início das unidades, disponibilizar rubricas e exemplares de qualidade para orientar a produção.
b- Realizar sondagens curtas e observações, oferecer feedback criterioso durante as tarefas e promover autoavaliação.
c- Propor tarefas multimodais (texto, oralidade, desenho, manipulação, recursos digitais), com apoios graduados e escolhas.
d- Manter registros longitudinais (portfólios, planilhas de evidências) e organizar rotas de ensino/avançar conforme necessidades.
- Etapa W: exploração de repertórios culturais infantis, (brincadeiras, cantigas, imagens do cotidiano), experimentação livre e orientada com materiais variados, (argila, tintas, sucatas limpas, tecidos), com registros simples de processos, (falas, fotografias, desenhos).
- Etapa X: produção de pequenas mostras comentadas na escola, com documentação pedagógica mais sistemática, (cadernos de artista, legendas autorais, áudios), primeiras decisões coletivas sobre o que expor.
- Etapa Y: encontros de criação com fazedores de cultura do território, (artesã, grafiteiro, musicista), estudo de referências locais e de outras tradições, curadoria coletiva com critérios explicitados, (variedade de materiais, intencionalidade, diálogo com o público).
- Etapa Z: realização de obra ou instalação colaborativa em espaço público da escola/comunidade, (p. ex., instalação sonora-visual), com planejamento de mediação cultural, cuidados éticos, (direitos de imagem/autoria) e avaliação formativa do processo.
Considerando a coerência pedagógica entre 1º, 2º, 3º e 4º anos e a crescente autoria na produção cultural das crianças, assinale a alternativa que apresenta a ordenação mais adequada dessas etapas ao longo do ciclo (do 1º para o 4º ano).
I- A organização de responsabilidades rotativas (ajudante do dia, monitor da biblioteca, cuidador da horta), com critérios explícitos e participação das crianças, favorece sentimento de pertencimento, reconhecimento de papéis sociais e exercício responsável da tomada de decisões.
II- Restringir escolhas e padronizar respostas para “evitar conflitos” constitui estratégia pedagógica adequada para promover autorregulação e autonomia, pois reduz a necessidade de mediação docente.
III- A mediação com andaimagem (apoio intencional e temporário) seguida de retirada gradual do suporte, em atividades de autocuidado, organização do espaço e resolução de conflitos, é coerente com o desenvolvimento progressivo da autonomia.
IV- A autonomia é um resultado espontâneo da maturação; por isso, intervenções sistemáticas (registros, rodas de negociação, coautoria de combinados) são desnecessárias e podem ser dispensadas.
I- A política, construída de forma colaborativa com o Conselho Nacional de Secretários de Educação, (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, (Undime), busca garantir que esses estudantes tenham acesso a uma educação de qualidade, reduzindo desigualdades e fortalecendo a equidade no ensino.
II- O Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens surge como uma resposta articulada, estruturando ações para garantir que crianças, adolescentes e jovens recomponham conhecimentos e habilidades, progredindo em sua trajetória escolar de forma eficaz e sustentável.
III- O compromisso do Pacto Nacional é com a transmissão da cultura e os problemas sociais, vistos como pertencentes a toda a sociedade. No qual a meritocracia é um princípio protegido que acredita que o acesso à informação está ao alcance de todos.
IV- O Pacto será implementado pelo Ministério da Educação, em colaboração com os Estados, por meio de estratégias destinadas a identificar e analisar as insuficiências e a defasagem de aprendizagens dos estudantes do Ensino Fundamental.
I- Avaliação Somativa: Realizada ao final de um período letivo, como um trimestre ou ano escolar, tem o objetivo de verificar o desempenho do estudante. Através de provas e exames, os resultados são utilizados para decidir sobre a aprovação ou reprovação do aluno.
II- Avaliação Diagnóstica: Realizada no início de um período, esta avaliação visa identificar as habilidades e dificuldades dos estudantes. É uma ferramenta essencial para o planejamento das aulas, permitindo ao professor adaptar seu ensino às necessidades específicas dos alunos.
III- Avaliação Formativa: Esta função acompanha o desenvolvimento dos estudantes ao longo do período letivo. Realizada de forma contínua, através de atividades, trabalhos e participação em aula, permite fornecer feedback imediato e orientações para melhorias. A avaliação formativa é central para o processo de aprendizagem, pois promove a reflexão e o ajustamento contínuo das práticas pedagógicas.
IV- A avaliação institucional abrange tanto a avaliação interna quanto a externa das instituições de ensino. A avaliação interna é conduzida pela própria instituição e visa identificar pontos fortes e fracos no processo educativo, possibilitando a implementação de melhorias contínuas.