Questões de Concurso Para prefeitura de santana de parnaíba - sp

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Q4286436 Não definido
Sobre a questão da violência e da indisciplina escolar, no que tange às relações democráticas dentro da escola e às relações docente-aluno, segundo Guimarães, no livro, “Indisciplina na escola”, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4286430 Não definido
Leia a tirinha abaixo para responder à questão.

Captura_de tela 2026-09-07 185801.png (326×326)

De acordo com o texto da tirinha, é correto afirmar que o arrependimento 
Alternativas
Q4286428 Não definido
Leia o texto abaixo para responder à questão.

    Entre as sugestões que vieram da editora sobre meu novo livro, havia a de trocar “índios” por “indígenas”. Sempre fui um defensor do politicamente correto. Algumas mudanças na ética verbal, porém, me parecem contraproducentes. Em certos momentos dos anos 90, “favela” virou “comunidade”. “Favelado” era um termo pejorativo e é compreensível que os moradores dessas áreas não quisessem ser chamados assim, mas mudar para “morador de comunidade”. Mas embora a mudança amacie na semântica, não leva água encanada, esgoto e luz para ninguém. Pelo contrário.
    A gente ouve “comunidade” e dá a impressão de que aquelas pessoas estão todas de mãos dadas fazendo uma ciranda em torno da horta orgânica, não apinhando-se em condições sub-humanas, sem esgoto, asfalto, educação, saúde. Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que disséssemos ou ouvíssemos “favela” ou “favelados”. Nosso objetivo deveria ser dar condições de vida decente para aquela gente, não nos sentirmos confortáveis ao mencioná-la.
    O mesmo vale para “morador em situação de rua”. Parece que o cara teve um problema pra voltar pra casa numa terça, dormiu “em situação de rua” num ponto de ônibus e na quarta vai retornar ao conforto do lar. É mentira. A pessoa que mora na rua tá ferrada, é alguém que perdeu tudo na vida, até virar “mendigo”. “Mendigo” é um termo horrível não porque as vogais e consoantes se juntem de forma deselegante, mas pelo que ele nomeia: gente que dorme na calçada, revira lixo pra comer, não tem sequer acesso a um banheiro. Mas quando a gente fala “morador em situação de rua” vem junto o mesmo morninho no coração de “comunidade”: essa situação, pensamos, é temporária. Vai mudar. Logo, logo, ele estará em outra.
    Não, não estará se não nos indignarmos com a indigência, e agirmos. Algumas palavras têm que doer, porque a realidade dói. Do contrário, a linguagem deixa de ser uma ferramenta que busca representar a vida como ela é e se torna um tapume nos impedindo de enxergá-la. Sobre “índios” e “indígenas”, li alguns textos. Os argumentos giram em torno do fato de “índio” ter se tornado um termo pejorativo, ligado aos preconceitos que os brancos sempre tiveram com os povos originários da América: preguiçosos, atrasados, primitivos. Tá certo. Mas o problema, pensei, não está no termo “índio”, mas no preconceito do homem branco.

(PRATA, Antonio. As palavras e as coisas. Folha de São Paulo, 03.07.2022. Adaptado).
Analise as frases abaixo para responder à questão.

“Favelado” era um termo ‘pejorativo’ e é ‘compreensível’ que os moradores dessas áreas não quisessem ser chamados assim, mas mudar para “morador de comunidade”.
“Não, não estará se não nos indignarmos com a ‘indigência’, e agirmos”.

Assinale a alternativa cujas palavras substituem, respectivamente, os termos destacados sem alterar o sentido das frases. 
Alternativas
Q4286426 Não definido
Leia o texto abaixo para responder à questão.

    Entre as sugestões que vieram da editora sobre meu novo livro, havia a de trocar “índios” por “indígenas”. Sempre fui um defensor do politicamente correto. Algumas mudanças na ética verbal, porém, me parecem contraproducentes. Em certos momentos dos anos 90, “favela” virou “comunidade”. “Favelado” era um termo pejorativo e é compreensível que os moradores dessas áreas não quisessem ser chamados assim, mas mudar para “morador de comunidade”. Mas embora a mudança amacie na semântica, não leva água encanada, esgoto e luz para ninguém. Pelo contrário.
    A gente ouve “comunidade” e dá a impressão de que aquelas pessoas estão todas de mãos dadas fazendo uma ciranda em torno da horta orgânica, não apinhando-se em condições sub-humanas, sem esgoto, asfalto, educação, saúde. Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que disséssemos ou ouvíssemos “favela” ou “favelados”. Nosso objetivo deveria ser dar condições de vida decente para aquela gente, não nos sentirmos confortáveis ao mencioná-la.
    O mesmo vale para “morador em situação de rua”. Parece que o cara teve um problema pra voltar pra casa numa terça, dormiu “em situação de rua” num ponto de ônibus e na quarta vai retornar ao conforto do lar. É mentira. A pessoa que mora na rua tá ferrada, é alguém que perdeu tudo na vida, até virar “mendigo”. “Mendigo” é um termo horrível não porque as vogais e consoantes se juntem de forma deselegante, mas pelo que ele nomeia: gente que dorme na calçada, revira lixo pra comer, não tem sequer acesso a um banheiro. Mas quando a gente fala “morador em situação de rua” vem junto o mesmo morninho no coração de “comunidade”: essa situação, pensamos, é temporária. Vai mudar. Logo, logo, ele estará em outra.
    Não, não estará se não nos indignarmos com a indigência, e agirmos. Algumas palavras têm que doer, porque a realidade dói. Do contrário, a linguagem deixa de ser uma ferramenta que busca representar a vida como ela é e se torna um tapume nos impedindo de enxergá-la. Sobre “índios” e “indígenas”, li alguns textos. Os argumentos giram em torno do fato de “índio” ter se tornado um termo pejorativo, ligado aos preconceitos que os brancos sempre tiveram com os povos originários da América: preguiçosos, atrasados, primitivos. Tá certo. Mas o problema, pensei, não está no termo “índio”, mas no preconceito do homem branco.

(PRATA, Antonio. As palavras e as coisas. Folha de São Paulo, 03.07.2022. Adaptado).
Analise as frases abaixo para responder à questão.

“Algumas mudanças na ética verbal, ‘porém’, me parecem contraproducentes”.

É correto afirmar que o termo destacado possui o sentido de 
Alternativas
Q4286425 Não definido
Leia o texto abaixo para responder à questão.

    Entre as sugestões que vieram da editora sobre meu novo livro, havia a de trocar “índios” por “indígenas”. Sempre fui um defensor do politicamente correto. Algumas mudanças na ética verbal, porém, me parecem contraproducentes. Em certos momentos dos anos 90, “favela” virou “comunidade”. “Favelado” era um termo pejorativo e é compreensível que os moradores dessas áreas não quisessem ser chamados assim, mas mudar para “morador de comunidade”. Mas embora a mudança amacie na semântica, não leva água encanada, esgoto e luz para ninguém. Pelo contrário.
    A gente ouve “comunidade” e dá a impressão de que aquelas pessoas estão todas de mãos dadas fazendo uma ciranda em torno da horta orgânica, não apinhando-se em condições sub-humanas, sem esgoto, asfalto, educação, saúde. Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que disséssemos ou ouvíssemos “favela” ou “favelados”. Nosso objetivo deveria ser dar condições de vida decente para aquela gente, não nos sentirmos confortáveis ao mencioná-la.
    O mesmo vale para “morador em situação de rua”. Parece que o cara teve um problema pra voltar pra casa numa terça, dormiu “em situação de rua” num ponto de ônibus e na quarta vai retornar ao conforto do lar. É mentira. A pessoa que mora na rua tá ferrada, é alguém que perdeu tudo na vida, até virar “mendigo”. “Mendigo” é um termo horrível não porque as vogais e consoantes se juntem de forma deselegante, mas pelo que ele nomeia: gente que dorme na calçada, revira lixo pra comer, não tem sequer acesso a um banheiro. Mas quando a gente fala “morador em situação de rua” vem junto o mesmo morninho no coração de “comunidade”: essa situação, pensamos, é temporária. Vai mudar. Logo, logo, ele estará em outra.
    Não, não estará se não nos indignarmos com a indigência, e agirmos. Algumas palavras têm que doer, porque a realidade dói. Do contrário, a linguagem deixa de ser uma ferramenta que busca representar a vida como ela é e se torna um tapume nos impedindo de enxergá-la. Sobre “índios” e “indígenas”, li alguns textos. Os argumentos giram em torno do fato de “índio” ter se tornado um termo pejorativo, ligado aos preconceitos que os brancos sempre tiveram com os povos originários da América: preguiçosos, atrasados, primitivos. Tá certo. Mas o problema, pensei, não está no termo “índio”, mas no preconceito do homem branco.

(PRATA, Antonio. As palavras e as coisas. Folha de São Paulo, 03.07.2022. Adaptado).
Analise as frases abaixo para responder à questão.

“Sempre fui um defensor do ‘politicamente’ correto”.
“‘Talvez’ fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar”.

É correto afirmar que os termos destacados possuem, respectivamente, o sentido de
Alternativas
Q4286205 Não definido
Assinale a alternativa que apresenta a capacidade de focalizar os sons das palavras, dissociando-as de seu significado, e de segmentar as palavras nos sons que as constituem. 
Alternativas
Q4286204 Não definido
Com relação aos problemas de aprendizado, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4286203 Não definido
Ao final da avaliação do sujeito, o psicopedagogo deve 
Alternativas
Q4286202 Não definido
O psicopedagogo, em relação a sua área de atuação, pode 
Alternativas
Q4286201 Não definido
No que concerne aos aspectos clínicos de atendimento do psicopedagogo, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4286200 Não definido
Sobre o campo de atuação da psicopedagogia, analise as proposições abaixo.
I. O psicopedagogo deve agir com neutralidade em seus atendimentos, excluindo o seu lado subjetivo e sendo o mais técnico possível.
II. Tem uma base transdisciplinar, utilizando inclusive de conhecimentos da psicanálise.
III. Estabelece com a neurociência um processo de cisão, tendo em vista que ambas concorrem com o mesmo campo de atuação.
IV. Restringe-se à aplicação direta da psicologia à pedagogia.
V. Busca compreender como aspectos afetivos, cognoscitivos e do meio se coadunam ao processo de aprendizagem.
É correto o que se afirma, apenas, em 
Alternativas
Q4286199 Não definido
O sujeito encontra-se atrasado em relação às fases do desenvolvimento piagetiano, apresentando uma restrição cognitiva que limita a aquisição do conhecimento por conta de uma defasagem no raciocínio. Se enquadra nesse perfil de desenvolvimento o(a) 
Alternativas
Q4286198 Não definido
Caracterizado pela dificuldade em assimilar as informações auditivas, seja pela alteração ou pela falta de habilidade receptiva, de análise e de processamento da informação. O indivíduo consegue detectar os sons de modo normal, mas há uma grande dificuldade em realizar a sua interpretação. O quadro acima refere-se à 
Alternativas
Q4286197 Não definido
A perspectiva a-histórica de avaliação psicopedagógica refere-se à análise 
Alternativas
Q4286196 Não definido
É um estado patológico da aprendizagem, representado dentro do modelo nosográfico, que tem como função identificar as causas dos bloqueios de aprendizagem. Assinale a alternativa que apresenta o nível do estado patológico da aprendizagem descrito acima. 
Alternativas
Q4286195 Não definido
Criado por Sara Paín, trata-se de uma caixa onde são depositados vários objetos (distintos dos utilizados em situações escolares) que servirão para a construção simbólica do sujeito que, de modo lúdico, vai construindo esquemas organizacionais e narrativos, ao manipular os objetos. O trecho refere-se 
Alternativas
Q4286194 Não definido
Sobre a definição do esquema evolutivo da aprendizagem, proposto por Jorge Visca, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4286193 Não definido

Analise o desenho abaixo para responder à questão.


Imagem associada para resolução da questão


(VISCA, Jorge “Técnicas projetivas psicopedagógicas e pautas

gráficas para sua interpretação”, 2ª Ed.; Buenos Aires: Visca &

Visca. 2009; p.43). 



O desenho acima, feito em uma folha de sulfite, trata-se de um método de avaliação baseado em técnicas projetivas, cujo objetivo é investigar os vínculos estabelecidos pelo sujeito que desenha. No caso em questão, é correto afirmar que 

Alternativas
Q4286192 Não definido
Segundo a obra “Técnicas projetivas psicopedagógicas e pautas gráficas para sua interpretação”, o resultado da integração por assimilação recíproca das contribuições das escolas psicanalíticas, piagetiana e da psicologia social seu objeto de estudo, a aprendizagem, se caracteriza como o processo de aparição e estabilização de condutas que se operam no nível de integração psicológico como consequência das interações das dimensões cognitiva e afetiva com o meio e entre si, constituindo a conduta mais econômica, a qual serve como vetor de análise da personalidade. O trecho refere-se à 
Alternativas
Q4286191 Não definido
Jorge Visca, importante expoente na área de psicopedagogia, acrescentou ao campo investigativo uma nova linha metodológica, que consiste em 
Alternativas
Respostas
6521: D
6522: C
6523: B
6524: B
6525: A
6526: A
6527: D
6528: B
6529: B
6530: C
6531: A
6532: A
6533: D
6534: D
6535: A
6536: C
6537: C
6538: C
6539: D
6540: B