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Q1076599 Pedagogia
Imbernón (2013), no capítulo sobre “A formação como elemento essencial, mas não único, do desenvolvimento profissional do professor”, explica que os dilemas e as dúvidas presentes no processo formativo dos docentes são os mesmos que se apresentam por ocasião do desenvolvimento profissional. Ele destaca que a formação profissional dos professores não se deve unicamente ao desenvolvimento pedagógico, ao conhecimento e compreensão de si mesmos, ao desenvolvimento cognitivo ou teórico. Seguindo esse raciocínio, Imbernón comenta que, a seu ver, “a profissão docente desenvolve-se por diversos fatores: __________, a demanda do mercado de trabalho, o clima de trabalho nas escolas em que é exercida, a promoção na profissão, as estruturas hierárquicas, a carreira docente etc. e, é claro, pela formação permanente que essa pessoa realiza ao longo de sua vida profissional”.
Assinale a alternativa que completa, adequada e corretamente, o texto:
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Q1076598 Pedagogia
Paulo Freire (2000), na obra “A Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa”, abordando temas como o ensinar, o aprender, o pesquisar e o debater propostas, tece o seguinte comentário: “Fala-se hoje, com insistência, no professor pesquisador. No meu entender o que há de pesquisador no professor não é uma qualidade ou uma forma de ser ou de atuar que se acrescente à de ensinar. Faz parte da natureza da prática docente a indagação, a busca, a pesquisa. O de que se precisa é que, em sua formação permanente, o professor
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Q1076597 Pedagogia
Na obra “A formação do professor e outros escritos” (2006), Azanha comenta que a formação do professor, principalmente do licenciado, precisa ser reexaminada a fim de adequar-se a uma concepção do trabalho docente em conformidade com uma legislação que destaca a autonomia da escola e a elaboração de sua própria proposta pedagógica. Azanha ressalta, também, a importância da formação continuada dos docentes, e pergunta: “O que há de comum entre os professores de uma mesma disciplina, mas de diferentes escolas, que são reunidos em dezenas ou centenas para serem aperfeiçoados?” E, a seguir, ele próprio responde: “O simples fato de que lecionem a mesma disciplina, não significa que tenham as mesmas dificuldades e que enfrentem os mesmos problemas. Na verdade, os esforços de aperfeiçoamento do magistério usualmente repetem e eventualmente agravam os equívocos já presentes na formação acadêmica, ignorando que a entidade que deve ser visada é
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Q1076596 Pedagogia
Broitman e Itzcovich (In PANIZZA, 2006) comentam que “muitas propostas didáticas apresentam, a partir de seus fundamentos, a ideia de que ensinar matemática deve servir para a vida cotidiana ou para aprender a se desenvolver melhor o espaço físico. Essas ideias põem em jogo o debate sobre a finalidade do ensino da geometria. Adotam, na nossa perspectiva, uma concepção instrumentalista do ensino da matemática (...) que faz perder de vista a matemática como produto cultural”. Para Broitman e Itzcovich, a motivação principal do ensino da geometria não deveria ser a ‘utilidade prática’, mas
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Q1076595 Pedagogia
Sobre o ensino do número e do sistema de numeração na educação infantil e na 1ª série, Moreno (In PANIZZA, 2006) afirma que “na matemática, um mesmo problema pode ser resolvido com diferentes conhecimentos e um mesmo conhecimento pode resolver diversos problemas”. São os problemas e a reflexão em torno destes que permitem a esses conhecimentos ganharem sentido. Para tanto, é preciso “propor aos alunos situações didáticas nas quais
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Q1076594 Pedagogia
DOLZ e SCHNEUWLY (2004) afirmam que “na sua missão de ensinar os alunos a escrever, a ler e a falar, a escola, forçosamente, sempre trabalhou com os gêneros, pois toda forma de comunicação – portanto, também aquela centrada na aprendizagem – cristaliza-se em formas de linguagem específicas”. LERNER, no capítulo 3 da obra “Ler e escrever na escola – o real, o possível e o necessário” (2002), analisa que “definir como objeto de ensino as práticas sociais de leitura e de escrita supõe dar ênfase aos propósitos de leitura e da escrita em distintas situações – quer dizer, às razões que levam as pessoas a ler e escrever -, às maneiras de ler, a tudo o que fazem os leitores e escritores, às relações que leitores e escritores sustentam entre si em relação aos textos. Estes, os textos, naturalmente, estão incluídos também nessas práticas e portanto são pertinentes todos os saberes vinculados a eles, que a linguística textual nos proporcionou,(...)”. E a autora acrescenta: “sustentar que o objeto de ensino se constrói tomando como referência fundamental a prática social da leitura e da escrita supõe, então,
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Q1076593 Pedagogia
Para Teberosky e Colomer (2003), “A leitura e a escrita existem fora da sala de aula, e as crianças não são aprendizes passivos, não copiam os modelos adultos que estão ao seu redor, nem esperam ir à escola para começar o processo de aprendizagem da leitura”. As autoras explicam que “as crianças que já começaram o processo de compreensão da escrita precisam entender para aprender a ler e escrever: entender como funciona o sistema alfabético, entender a relação entre a linguagem oral e linguagem escrita, entendendo quais são as unidades específicas do texto escrito”. E alertam a escola de que “esse começo precoce e essa atitude ativa diante da leitura e da escrita, não obstante, necessitam de
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Q1076592 Pedagogia
Conforme La Taille (in Aquino, 1997), “Piaget escreveu (...) que um erro pode ser mais profícuo do que um êxito precoce. A razão de tal afirmação é simples de ser entendida (...) Se [o aluno] acertar, sua tendência será, sem maiores reflexões, repetir suas ações num momento posterior, ao passo que, se errar, sua tendência será refletir mais sobre o problema e sobre as ações que empregou para resolvê-lo. (...) Em uma palavra, o erro pode ser fonte de tomada de consciência.” Essa é uma conclusão que, de acordo com La Taille, se apoia no “construtivismo piagetiano, com seus conceitos de assimilação, equilibração e regulação”. “Daí o redimensionamento pedagógico do lugar do erro nos processos de aprendizagem e desenvolvimento: de vilão (...) pode tornar-se valioso aliado da pedagogia.” Entretanto, segundo o autor, essa afirmação somente terá valor se forem levadas em conta certas ponderações, das quais podem ser citadas a referente à relação entre erro e regulação, e a de que o erro
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Q1076591 Pedagogia
Na obra “Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Séries Iniciais” (Panizza e cols, 2006), encontram-se reflexões gerais sobre o ensino da matemática. Segundo Panizza, a educação matemática na formação docente deve se estruturar em saberes relativos ao edifício matemático, saberes relativos à aprendizagem e saberes didáticos. Esses saberes “são recursos para escolher as situações adequadas ao saber matemático para o qual se aponte em um dado momento do ensino e para fazer uma gestão de classe que facilite
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Q1076590 Pedagogia
Carvalho & Ivanoff (2009) observam que “as tecnologias estão à disposição de todos e os alunos cada vez mais se apropriam delas, o que cria grandes oportunidades para o professor. Esse é o grande desafio dos processos educativos contemporâneos.” O trabalho dos professores, em cada escola, tem a mediação do projeto educacional e da proposta pedagógica, assim como da atuação do coordenador pedagógico. Orsolon (in: Almeida & Placco, 2005) apresenta algumas ações/atitudes do coordenador desencadeadoras de um processo de mudanças nas práticas dos professores, como a de
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Q1076589 Pedagogia
Na obra “O Ingresso na Escrita e Nas Culturas do Escrito – Seleção de Textos de Pesquisa” (2012), Ferreiro reúne artigos que debatem questões como a consciência fonológica, o processo de conceituação das crianças, o sentido do conhecimento ortográfico e as importantes novidades que a era digital traz para a escrita. Em um dos textos dessa obra, a autora comenta que, com o advento da internet, a sociedade passou e passa por profundas transformações e, por isso, não se pode deixar de lado sua influência na educação. Para ela, “O espaço da internet não é um espaço para analfabetos. Ao contrário, a internet exige (…) competências adicionais às que estávamos acostumados no caso dos livros”. Seguindo esse raciocínio, Ferreiro afirma que a definição de analfabetismo é
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Q1076588 Pedagogia
Leia o texto a seguir para responder a questão.

    Mariana, estudando para o concurso de Coordenador Pedagógico, verificou que dentre as atribuições desse profissional está a de colaborar para a efetivação da gestão democrática do planejamento curricular. Para melhor compreender essa atribuição, leu a obra Coordenação do Trabalho Pedagógico – do projeto político pedagógico ao cotidiano da sala de aula, de Vasconcellos (2013).
Outro ponto relevante que Mariana identificou na obra de Vasconcellos (2013) é de que “O coordenador deve ser mais educador, menos burocrata, controlador. Não adianta querer resolver os conflitos na base do poder autoritário: educação é antes de tudo envolvimento, compromisso. Ninguém tem condições de (...) controlar o que o professor faz em sala de aula”. Assim sendo, “há que se ganhar o professor para a proposta. Um caminho bem concreto e adequado de realizar isto é através da
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Q1076587 Pedagogia
Leia o texto a seguir para responder a questão.

    Mariana, estudando para o concurso de Coordenador Pedagógico, verificou que dentre as atribuições desse profissional está a de colaborar para a efetivação da gestão democrática do planejamento curricular. Para melhor compreender essa atribuição, leu a obra Coordenação do Trabalho Pedagógico – do projeto político pedagógico ao cotidiano da sala de aula, de Vasconcellos (2013).
Lendo a referida obra, Mariana verificou que cabe à equipe diretiva da escola, da qual o Coordenador faz parte, favorecer práticas emancipatórias, criando “um clima de confiança, pautado numa ética libertadora e no diálogo autêntico”. Segundo Vasconcellos, isso se reflete em algumas práticas, entre elas, a de
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Q1076586 Pedagogia
Veiga (2010), em seu artigo “O projeto político-pedagógico da escola: uma construção coletiva”, destaca que o currículo é um importante elemento constitutivo da organização escolar, pois é uma construção social do conhecimento. Ressalta ainda, que o conhecimento escolar é dinâmico, sendo necessário promover na escola, uma reflexão aprofundada sobre o processo de construção desse conhecimento. Para a referida autora, na organização curricular é preciso considerar alguns pontos básicos, tais como: os componentes ideológicos do conhecimento escolar, a não separação entre currículo e contexto cultural e histórico-social, a integração sem hierarquizar e sem fragmentar e, também, o controle social, que é instrumentalizado pelo currículo oculto, controle esse que, em uma perspectiva crítica, segundo Veiga, pode ser orientado para
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Q1076585 Pedagogia
Sonia, ao estudar sobre currículo, multiculturalismo, diversidade e igualdade étnico racial, reportou-se inicialmente à Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN), artigos 26 e 26-A. No § 4º do art. 26, estabelece-se que o ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e europeia. De acordo com essa legislação, os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras.
O art. 26-A destaca que se torna obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena, nos estabelecimentos de
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Q1076584 Pedagogia
Arroyo (2013) tece várias críticas ao currículo, tais como sua rigidez, se impondo sobre nossa criatividade, os conteúdos, as avaliações, o ordenamento dos conhecimentos em disciplinas, níveis, sequências caindo sobre os docentes e gestões “como um peso”. Analisa, ainda, a relação tensa entre docentes e currículos, destacando, nessa sua obra, além de outras propostas, algumas com vistas a um trabalho mais autônomo, a outras políticas de currículo e avaliação, bem como ao reconhecimento da diversidade.
De acordo com o pensamento de Arroyo, é correto afirmar que há necessidade de
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Q1076583 Pedagogia
Um dos propósitos de Placco, na obra “O coordenador pedagógico e o cotidiano da escola” (Almeida & Placco, 2003), é o de examinar como trabalhar o planejamento em desenvolvimento no cotidiano, de modo que os rompimentos e movimentos deste não impeçam ou dificultem a concretização do projeto político pedagógico da escola. Nesse sentido, ela afirma: “Urge que o (a) coordenador(a) pedagógico educacional _______________ os educadores da escola – professores e funcionários – nos processos de análise e diagnóstico da realidade escolar, assim como no planejamento e na proposição de projetos para atender às necessidades diagnosticadas e aos objetivos da escola, de modo que o projeto político pedagógico proponha ações de importância em torno das quais todos se empenhem, não permitindo resistências e adiamentos, em função de ações rotineiras ou emergenciais.”
Assinale a alternativa que completa corretamente o texto apresentado.
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Q1076582 Pedagogia
Para estudar o capítulo: Planejamento e avaliação na Escola: articulação e necessária determinação ideológica, Luckesi (1999) recorre, inicialmente, a Engels. A seguir, ao analisar “o que pode ser o planejamento escolar”, o autor afirma: “Importa que a prática de planejar em todos os seus níveis – educacional, curricular e ensino – ganhe a dimensão de uma decisão política, cientifica e técnica”. Nesse sentido, é preciso, na perspectiva de Luckesi, “ultrapassar a dimensão técnica, integrando-a em uma dimensão político-social. O ato de planejar, assim assumido, deixará de ser um simples estruturar de meios para tornar-se
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Q1076581 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e os currículos têm papéis complementares para assegurar as aprendizagens essenciais definidas para cada etapa da Educação Básica, sendo que tais aprendizagens só se materializam mediante o conjunto de decisões que caracterizam o currículo em ação. São essas decisões que vão adequar as proposições da BNCC à realidade local, considerando a autonomia dos sistemas ou das redes de ensino e das instituições escolares, como também o contexto e as características dos alunos. Essas decisões, que resultam de um processo de envolvimento e participação das famílias e da comunidade referem-se, entre outras ações, à de contextualizar os conteúdos dos componentes curriculares, identificando estratégias para apresentá-los, representá-los, exemplificá-los, conectá-los e torná-los _______________, com base na realidade do lugar e do tempo nos quais as aprendizagens estão situadas.
Assinale a alternativa que completa corretamente o texto.
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Q1076580 Pedagogia
Segundo o art. 13, da Resolução CNE/CEB nº 4/2010, o currículo configura-se como o conjunto de valores e práticas que proporcionam a produção e a socialização de significados no espaço social e que contribuem intensamente para a construção de identidades socioculturais dos educandos. O parágrafo 3º do mesmo artigo destaca que a organização do percurso formativo, aberto e contextualizado, deve ser construída em função das peculiaridades do meio e das características, interesses e necessidades dos estudantes, incluindo os componentes curriculares centrais obrigatórios, previstos na legislação e nas normas educacionais, além de outros, de modo flexível e variável, conforme
Alternativas
Respostas
2361: A
2362: D
2363: B
2364: C
2365: E
2366: D
2367: E
2368: A
2369: C
2370: B
2371: C
2372: D
2373: A
2374: E
2375: B
2376: D
2377: C
2378: A
2379: E
2380: C