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Q4102295 Não definido
Uma região comercial é delimitada por três torres A, B e C, distantes, uma das outras, por exatamente 100 metros. Um projeto ambicioso pretende triplicar essas distâncias entre as torres, fazendo com que essa região triangular fique muito maior.

Dessa maneira, podemos afirmar que a nova região comercial será, em relação à original:  
Alternativas
Q4102294 Não definido
Em uma empresa, existem 3 tipos de salários: A, B e C, com os valores de R$ 2.500,00, R$ 3.500,00 e R$ 5.000,00, respectivamente. A tabela a seguir relaciona a quantidade de funcionários com seus salários.

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Podemos concluir que a média salarial dessa empresa é de: 
Alternativas
Q4102293 Não definido
A tabela abaixo apresenta a população e a área de alguns países. Observando a tabela, podemos afirmar que o país com a maior densidade demográfica é: 

Captura_de tela 2026-06-10 090015.png (348×137)
Alternativas
Q4102292 Não definido
Sobre o número 44.356, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q4102291 Não definido
Uma das formas de economizar tempo em resoluções matemáticas é utilizar de propriedades numéricas ou algébricas, para obter os resultados de forma mais rápida. Um produto notável que costuma ajudar muito nesses processos é o chamado de “Diferença de dois quadrados”, que pode ser escrito como “um produto da soma pela diferença das raízes dos números”, como podemos ver na descrição abaixo:

A² - B² = (A+B) x (A – B)

Com base nisso, calcule qual o valor de 2019² - 2017²: 
Alternativas
Q4102290 Não definido
A ordem de grandeza de uma medida pode ser determinada pela potência de 10 mais próxima. Por exemplo, a maior velocidade limite nas rodovias brasileiras é de 120 km/h, ou seja, da ordem de grandeza de 10².

Dessa forma, podemos afirmar que a velocidade do som igual a 1234,8 km/h é da ordem de grandeza: 
Alternativas
Q4102289 Não definido
Sabendo que x + 2 = 7, marque a única opção correta. 
Alternativas
Q4102288 Não definido
João e Bruna possuem juntos R$ 21.000,00 para dar entrada na compra de um automóvel. A razão entre o que Bruna e João possuem é de 2/3. Quanto Bruna possui? 
Alternativas
Q4102287 Não definido
Para representar algebricamente um número par, podemos utilizar a expressão 2x, pois para qualquer valor inteiro de x, obteremos um múltiplo de 2 e, portanto, um número par como valor numérico. Da mesma forma, podemos escrever a expressão algébrica 2x + 1 para representar um número ímpar, pois se 2x é par, seu sucessor 2x + 1 deverá ser ímpar. Dessa forma, considerando que o dobro de um número ímpar somado com o seu triplo é igual a 35, podemos determinar esse número ímpar utilizando a seguinte equação de 1º grau:
Alternativas
Q4102286 Não definido
É muito comum se reaproveitar as garrafas de plástico para construir pufes para se sentar ou apoiar os pés. A produção é realizada ao juntar garrafas de mesmo formato e tamanho a fim de deixá-las firmes e, então, cobri-las com papelão para dar o formato de um bloco retangular. Por último, forra-se o retângulo com algum tecido a ser escolhido. Na figura a seguir temos a representação de uma visão inferior das garrafas formando a parte interna do pufe.

Sabendo que o fundo de cada garrafa tem formato circular de raio 5 cm, que a altura padrão dessas garrafas é de 40 cm e que, ao colocar o papelão e forrá-lo, as dimensões do pufe não se alteram de forma significativa, qual é o volume do pufe?

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Alternativas
Q4102285 Não definido
Captura_de tela 2026-06-10 085626.png (322×420)

WATTERSON, Bill.

Disponível em: <https://i.pinimg.com/originals/a5/e5/a5/a5e5a59eb68c9e945b0d07c3ac 88ab9c.jpg>. Acesso em 10 jul. 2021. 

Observe a fala do último quadrinho do personagem Calvin. “Por que ela iria querer outra criança? Ela já tem a mim!”. O pronome destacado pode ser classificado como: 
Alternativas
Q4102284 Não definido
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SARAMAGO, José.


Disponível em: <https://www.escritas.org/pt/t/2043/intimidade>. Acesso em: 10/09/20. 

Mediante a leitura atenta e reflexiva do verso “ ...decifro a causa”, ao analisar a sua estrutura gramatical e sintática, é possível afirmar que, quanto à sua predicação: 
Alternativas
Q4102283 Não definido
No fragmento a seguir, o verbo destacado indica:

"Iker Casillas¹ protagonizou na noite de segunda-feira um autêntico debate no Twitter sobre a chegada, ou não, do Homem à Lua. O jogador do F. C. Porto não acredita nesta teoria e até a National Geographic lhe quis responder.”

¹ Jogador de futebol . SILVA, Dúlio. Iker Casillas abre debate no Twitter sobre chegada do Homem à Lua. JN, 24 jul. 2018. 

Disponível em: <https://www.jn.pt/pessoas/in/interior/ikercasillas-abre-debate-no-twitter-sobre-chegada-dohomem-a-lua-9630509.html> Acesso em: 23 jul. 2018. 
Alternativas
Q4102282 Não definido
Lucíola
I
     A senhora estranhou, na última vez que estivemos juntos, a minha excessiva indulgência pelas criaturas infelizes, que escandalizam a sociedade com a ostentação do seu luxo e extravagâncias.
     Quis responder-lhe imediatamente, tanto é o apreço em que tenho o tato sutil e esquisito da mulher superior para julgar de uma questão de sentimento. Não o fiz, porque vi sentada no sofá, do outro lado do salão, sua neta, gentil menina de 16 anos, flor cândida e suave, que mal desabrocha à sombra materna. Embora não pudesse ouvir-nos, a minha história seria uma profanação na atmosfera que ela purificava com os perfumes da sua inocência; e — quem sabe? — talvez por ignota repercussão o melindre de seu pudor se arrufasse unicamente com os palpites de emoções que iam acordar em minha alma. 
    Receei também que a palavra viva, rápida e impressionável não pudesse, como a pena calma e refletida, perscrutar os mistérios que desejava desvendar-lhe, sem romper alguns fios da tênue gaza com que a fina educação envolve certas ideias, como envolve a moda em rendas e tecidos diáfanos os mais sedutores encantos da mulher. -se tudo; mas furta-se aos olhos a indecente nudez.
    Calando-me naquela ocasião, prometi dar-lhe a razão que a senhora exigia; e cumpro o meu propósito mais cedo do que pensava. Trouxe no desejo de agradarlhe a inspiração; e achei voltando a insônia de recordações que despertara a nossa conversa. Escrevi as páginas que lhe envio, as quais a senhora dará um título e o destino que merecerem. É um perfil de mulher apenas esboçado. 
   Desculpe, se alguma vez a fizer corar sob os seus cabelos brancos, pura e santa coroa de uma virtude que eu respeito. O rubor vexa em face de um homem; mas em face do papel, muda e impassível testemunha, ele deve ser para aquelas que imolaram à velhice os últimos desejos, uma como essência de gozos extintos, ou extremo perfume que deixam nos espinhos as desfolhadas rosas.
     De resto, a senhora sabe que não é possível pintar sem que a luz projete claros e escuros. Às sombras do meu quadro se esfumam traços carregados, contrastam debuxando o relevo colorido de límpidos contornos. 
ALENCAR, José de. Lucíola. Ministério da Cultura, Fundação Biblioteca Nacional - Departamento Nacional do Livro.

Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000035.pdf>. Acesso em: 04 jun 2021. 

As palavras em destaque no primeiro capítulo da obra Lucíola, de José de Alencar, possuem uma característica em comum: todas elas são acentuadas. Considerando a regra de acentuação que determina que todas as proparoxítonas são acentuadas, assinale a alternativa que apresenta apenas palavras do texto que pertencem a esse grupo.
Alternativas
Q4102281 Não definido
No que se refere ao uso do acento indicativo de crase, temos:

I. Em: “A sua nota foi igual à do João.” o uso da crase está incorreto, pois não se usa crase antes de palavras masculinas.
II. Em: “Leve esse presente à sua mãe.” o uso da crase é facultativo.
III. Em: “Após às 22h horas é proibido ouvir música alta.” o uso da crase está incorreto, pois a indicação da hora está acompanhada da preposição “após”. 
Alternativas
Q4102280 Não definido
Assinale a alternativa em que NÃO há erro de regência nominal: 
Alternativas
Q4102279 Não definido
Analise o trecho do poema “Contemplo o que não vejo”, de Fernando Pessoa, e, em seguida, responda à questão: 

Contemplo o que não vejo.
É tarde, é quase escuro.
E quanto em mim desejo
Está parado ante o muro.
Por cima o céu é grande;
Sinto árvores além;
Embora o vento abrande,
Há folhas em vaivém.
Tudo é do outro lado,
No que há e no que
penso.
Nem há ramo agitado
Que o céu não seja
imenso.

No que tange ao excerto destacado, trata-se de uma: 
Alternativas
Q4102278 Não definido
Em: “Todas as tarefas foram cumpridas, por conseguinte o patrão deu um longo intervalo para os empregados descansarem.” a conjunção que substitui o termo sublinhado, sem alterar o sentido da frase, é: 
Alternativas
Q4102277 Não definido
Sobre as regras de acentuação gráfica, analise os excertos abaixo:

I – Paroxítonas terminadas em r, l, n, x, ps são acentuadas.
II – Todas as palavras proparoxítonas são acentuadas.
III – Ditongos abertos em oi e ei, em palavras paroxítonas, não são acentuados.
IV – Vogais tônicas i e u precedidas de ditongo decrescente, em paroxítonas, são acentuadas.
Alternativas
Q4102276 Não definido
O 20 de novembro e o negro no Brasil de hoje

De todos os africanos transportados para as Américas através do tráfico atlântico entre os séculos XVI e XIX, cerca de 40% deles tiveram o Brasil como país de destinação. De acordo com os resultados do último censo populacional realizado pelo IBGE em 2010, a população negra, isto é, preta e parda, constitui hoje cerca de 51% da população total, ou seja, 100 milhões de brasileiros e brasileiras em termos absolutos. O que faz do Brasil o maior país da população negra das Américas, e mesmo em relação à África dita Negra, o Brasil só perde da Nigéria, que é o país mais populoso da África Subsaariana.

Mas qual é o lugar que essa população negra ocupa no Brasil de hoje depois de 130 anos da abolição da escravatura? Responderia que este lugar entrou no processo afirmativo de sua construção somente a partir dos últimos vinte anos no máximo. Se depois da assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, o Brasil oficial tivesse desde já iniciado o processo de inclusão dos ex-escravizados africanos e seus descendentes no mundo livre e no mercado de trabalho capitalista nascente, a situação do negro no Brasil de 2018 seria certamente diferente em termos de inclusão social. Nada foi feito, pois o negro liberto foi abandonado à sua própria sorte e as desigualdades herdadas da escravidão se aprofundaram diante de um racismo sui generis encoberto pela ideologia de democracia racial. Trata-se de um quadro de desigualdades raciais acumuladas nos últimos mais de trezentos anos que nenhuma política seria capaz de aniquilar em apenas duas ou três décadas de experiência de políticas afirmativas. Por isso, a invisibilidade do negro, ou melhor, sua sub-representação em diversos setores da vida nacional que exigem comando e responsabilidade vinculados a uma formação superior, ou universitária e técnica, de boa qualidade é ainda patente. 

Era preciso começar a partir de algum momento, em vez de ficar eternamente preso ao mito de democracia racial que congelou a mobilidade social do negro nesses 130 anos da abolição. O início é como todos os inícios, geralmente lento, pois encontra em seu caminho hesitações, resistências e inércia das ideologias anteriores. Mas, de qualquer modo, se começou sem recuo, como se pode perceber hoje em algumas áreas como a Educação. As universidades que adotaram políticas de cotas para ingresso de negros e indígenas tiveram nos últimos dez anos um número de alunos negros e indígenas proporcionalmente superior ao de todos os negros que ingressaram em suas escolas durante quase um século da criação da universidade brasileira. Dizer que essas políticas são paliativas, como ouvi tantas vezes, não condiz com o progresso de inclusão observável e inegável. Certo, concordamos todos que é preciso melhorar o nível da escola pública, realidade à qual ninguém se contrapõe, apesar da consciência de que a escola pública não melhorará amanhã diante dos lobbys dos donos das escolas privadas e da falta da mobilização da sociedade civil brasileira em todas as suas classes sociais para mudá-la. A data de 13 de maio é sem dúvida uma data histórica importante, pois milhares de pessoas morreram para conseguir essa abolição jurídica, que não se concretizou em abolição material, o que faz dela uma data ambígua. Na versão oficial da abolição, coloca-se o acento sobre o abolicionismo, mas se apaga ao mesmo tempo a memória do que veio antes e depois. Nesse sentido, a abolição está inscrita, mas esvaziada de sentido. A Lei Áurea de 13 de maio de 1888 é apresentada como grandeza da nação, mas a realidade social dos negros depois desta lei fica desconhecida. Visto deste ponto de vista, o discurso abolicionista tem um conteúdo paternalista. A questão do negro tal como colocada hoje se apoia sobre uma constatação: o tráfico e a escravidão ocupam uma posição marginal na história nacional. No entanto, a história e a cultura dos escravizados são constitutivas da história coletiva como o são o tráfico e a escravidão. Ora, a história nacional não integra ou pouco integra os relatos de sofrimento, da resistência, do silêncio e participação.

A abolição da escravatura é apresentada como um evento do qual a República pode legitimamente se orgulhar. Mas a celebração da data até hoje tenta fazer esquecer a longa história do tráfico e da escravidão para insistir apenas sobre a ação de certos abolicionistas e marginalizar as resistências dos escravizados. A mim me parece que a celebração acompanha-se de uma oposição sempre atualizada de duas memórias: memória da escravidão negativamente associada aos escravistas e a memória da abolição positivamente associada à nação brasileira. No entanto, as duas memórias deveriam dialogar para se projetar no presente e no futuro do negro, ou se constituindo numa única memória partilhada. A proposta de transformar 20 de novembro em data da consciência negra partiu da iniciativa do saudoso poeta Oliveira Silveira, do Grupo Palmares, do Rio Grande do Sul, e virou uma iniciativa do Movimento Negro como um todo a partir do início da década de 70. Através do trabalho das entidades negras, essa proposta ganhou força em todo o País, e gradativamente passou a ser reconhecida pela mídia e pela sociedade em geral. Zumbi dos Palmares foi reconhecido oficialmente, a partir do governo Fernando Henrique Cardoso, como herói negro dos brasileiros. Hoje, o dia 20 de novembro é comemorado universalmente em todo o País, sendo considerado feriado oficial em vários estados e dezenas de municípios. Em vez de comemorar 13 de maio, data em que a princesa Izabel assinou a Lei Áurea, que aboliu a escravatura, o Movimento Negro prefere simbolicamente se concentrar na data de 20 de novembro, que tem a ver com a luta para a segunda e verdadeira abolição da escravatura. Por isso, novembro se transformou nacionalmente em mês da Consciência Negra. Ninguém se ilude ao acreditar que todos os problemas da população negra se resolvem em 20 de novembro, mas trata-se de um mês que tem um profundo sentido simbólico e político no processo de sensibilização, politização e conscientização sobre as práticas racistas e as consequentes desigualdades que dificultam a plena inclusão do Segmento Negro na sociedade brasileira.

MUNANGA, Kabengele. Jornal da USP, 14 nov. 2018.


Disponível em: <https://jornal.usp.br/artigos/o-20-denovembro-e-o-negro-no-brasil-de-hoje/>. Acesso em: 20 dez. 2018. 
Observe a seguinte frase: "A mim me parece que a celebração acompanha-se de uma oposição sempre atualizada de duas memórias: memória da escravidão negativamente associada aos escravistas e a memória da abolição positivamente associada à nação brasileira." A respeito desse trecho, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
21: C
22: C
23: D
24: B
25: A
26: B
27: D
28: C
29: D
30: C
31: D
32: A
33: C
34: D
35: D
36: C
37: A
38: C
39: B
40: B