Questões de Concurso Para prefeitura de lorena - sp

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Q3418285 Raciocínio Lógico

Considere verdadeira a proposição condicional:

“Se João é bom em Estatística, então ele é bom em Matemática.”

A partir dessa proposição, também é verdade que:

Alternativas
Q3418277 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que ocorre(m) elemento(s) de coesão textual referencial anafórica.
Alternativas
Q3418276 Português
Assinale a alternativa em que a sentença dada apresenta uma conjunção coordenativa alternativa.
Alternativas
Q3418275 Português
O maior primata que já viveu foi extinto por causa das mudanças climáticas
Com 3 metros de altura, o Gigantopithecus blacki, que mantinha uma dieta vegetariana, viu seu habitat se tornar escasso em alimentos

Publicada na revista Nature no último dia 10, uma pesquisa sugere que o maior primata que já existiu tenha sido extinto entre 295 mil e 215 mil anos atrás devido a mudanças climáticas. Parecidos com os orangotangos atuais, os Gigantopithecus blacki viveram por cerca de 2 milhões de anos na região de Guangxi, no sul da China, até serem extintos no final do Pleistoceno médio.
Com 3 metros de altura e podendo pesar até 300 quilos, a espécie se alimentava de frutos e flores nas florestas tropicais, até que o ambiente em que viviam começou a mudar. “É um animal enorme – muito, muito grande”, disse Renaud JoannesBoyau, pesquisador da Southern Cross University da Austrália, em comunicado. “Quando a comida começa a ficar escassa, ele fica tão grande que não consegue subir em árvores para explorar novas fontes de alimento.” Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas. Há 2,3 milhões de anos, o ambiente que esses primatas habitavam era um “mosaico de florestas e gramíneas”. Segundo a pesquisa, durante a janela de extinção do G. blacki, o aumento da sazonalidade levou ao aumento da variabilidade ambiental, o que causou uma mudança da comunidade vegetal e o crescimento de ambientes de floresta aberta. Cascas de árvores, juncos, flores e outros alimentos não nutritivos tornaram-se os alimentos dessa espécie que, diferente de outros primatas menores, não conseguia escalar árvores em busca de comida.
“Embora seu parente próximo, o Pongo weidenreichi, tenha conseguido adaptar suas preferências alimentares e seu comportamento a essa variabilidade, o G. blacki apresentou sinais de estresse crônico e populações em declínio”, escrevem os cientistas.
Registros fósseis mostram que, entre cerca de 2 milhões e 22 milhões de anos atrás, dezenas de espécies de grandes primatas habitavam a África, a Europa e a Ásia. Atualmente, restam apenas gorilas, chimpanzés, bonobos, orangotangos e humanos.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meioambiente/noticia/2024/01/o-maior-primata-queja-viveu-foi-extinto-por-causa-das-mudancasclimaticas.ghtml
Registros fósseis mostram que, entre cerca de 2 milhões e 22 milhões de anos atrás, dezenas de espécies de grandes primatas habitavam a África, a Europa e a Ásia. Atualmente, restam apenas gorilas, chimpanzés, bonobos, orangotangos e humanos.

A(s) característica(s) em comum que os verbos “mostram” e “habitavam” apresenta(m), indicada(s) por suas próprias desinências, é (são): 
Alternativas
Q3418274 Português
O maior primata que já viveu foi extinto por causa das mudanças climáticas
Com 3 metros de altura, o Gigantopithecus blacki, que mantinha uma dieta vegetariana, viu seu habitat se tornar escasso em alimentos

Publicada na revista Nature no último dia 10, uma pesquisa sugere que o maior primata que já existiu tenha sido extinto entre 295 mil e 215 mil anos atrás devido a mudanças climáticas. Parecidos com os orangotangos atuais, os Gigantopithecus blacki viveram por cerca de 2 milhões de anos na região de Guangxi, no sul da China, até serem extintos no final do Pleistoceno médio.
Com 3 metros de altura e podendo pesar até 300 quilos, a espécie se alimentava de frutos e flores nas florestas tropicais, até que o ambiente em que viviam começou a mudar. “É um animal enorme – muito, muito grande”, disse Renaud JoannesBoyau, pesquisador da Southern Cross University da Austrália, em comunicado. “Quando a comida começa a ficar escassa, ele fica tão grande que não consegue subir em árvores para explorar novas fontes de alimento.” Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas. Há 2,3 milhões de anos, o ambiente que esses primatas habitavam era um “mosaico de florestas e gramíneas”. Segundo a pesquisa, durante a janela de extinção do G. blacki, o aumento da sazonalidade levou ao aumento da variabilidade ambiental, o que causou uma mudança da comunidade vegetal e o crescimento de ambientes de floresta aberta. Cascas de árvores, juncos, flores e outros alimentos não nutritivos tornaram-se os alimentos dessa espécie que, diferente de outros primatas menores, não conseguia escalar árvores em busca de comida.
“Embora seu parente próximo, o Pongo weidenreichi, tenha conseguido adaptar suas preferências alimentares e seu comportamento a essa variabilidade, o G. blacki apresentou sinais de estresse crônico e populações em declínio”, escrevem os cientistas.
Registros fósseis mostram que, entre cerca de 2 milhões e 22 milhões de anos atrás, dezenas de espécies de grandes primatas habitavam a África, a Europa e a Ásia. Atualmente, restam apenas gorilas, chimpanzés, bonobos, orangotangos e humanos.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meioambiente/noticia/2024/01/o-maior-primata-queja-viveu-foi-extinto-por-causa-das-mudancasclimaticas.ghtml
Registros fósseis mostram que, entre cerca de 2 milhões e 22 milhões de anos atrás, dezenas de espécies de grandes primatas habitavam a África, a Europa e a Ásia. Atualmente, restam apenas gorilas, chimpanzés, bonobos, orangotangos e humanos.


Considere os substantivos I. dezenas, II. primatas e III. humanos. A(s) palavra(s) que apresenta(m) simultaneamente um morfema flexional de gênero e outro de número é (são):


Alternativas
Q3418273 Português
O maior primata que já viveu foi extinto por causa das mudanças climáticas
Com 3 metros de altura, o Gigantopithecus blacki, que mantinha uma dieta vegetariana, viu seu habitat se tornar escasso em alimentos

Publicada na revista Nature no último dia 10, uma pesquisa sugere que o maior primata que já existiu tenha sido extinto entre 295 mil e 215 mil anos atrás devido a mudanças climáticas. Parecidos com os orangotangos atuais, os Gigantopithecus blacki viveram por cerca de 2 milhões de anos na região de Guangxi, no sul da China, até serem extintos no final do Pleistoceno médio.
Com 3 metros de altura e podendo pesar até 300 quilos, a espécie se alimentava de frutos e flores nas florestas tropicais, até que o ambiente em que viviam começou a mudar. “É um animal enorme – muito, muito grande”, disse Renaud JoannesBoyau, pesquisador da Southern Cross University da Austrália, em comunicado. “Quando a comida começa a ficar escassa, ele fica tão grande que não consegue subir em árvores para explorar novas fontes de alimento.” Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas. Há 2,3 milhões de anos, o ambiente que esses primatas habitavam era um “mosaico de florestas e gramíneas”. Segundo a pesquisa, durante a janela de extinção do G. blacki, o aumento da sazonalidade levou ao aumento da variabilidade ambiental, o que causou uma mudança da comunidade vegetal e o crescimento de ambientes de floresta aberta. Cascas de árvores, juncos, flores e outros alimentos não nutritivos tornaram-se os alimentos dessa espécie que, diferente de outros primatas menores, não conseguia escalar árvores em busca de comida.
“Embora seu parente próximo, o Pongo weidenreichi, tenha conseguido adaptar suas preferências alimentares e seu comportamento a essa variabilidade, o G. blacki apresentou sinais de estresse crônico e populações em declínio”, escrevem os cientistas.
Registros fósseis mostram que, entre cerca de 2 milhões e 22 milhões de anos atrás, dezenas de espécies de grandes primatas habitavam a África, a Europa e a Ásia. Atualmente, restam apenas gorilas, chimpanzés, bonobos, orangotangos e humanos.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meioambiente/noticia/2024/01/o-maior-primata-queja-viveu-foi-extinto-por-causa-das-mudancasclimaticas.ghtml
Registros fósseis mostram que, entre cerca de 2 milhões e 22 milhões de anos atrás, dezenas de espécies de grandes primatas habitavam a África, a Europa e a Ásia. Atualmente, restam apenas gorilas, chimpanzés, bonobos, orangotangos e humanos.

Os advérbios e locuções adverbiais que ocorrem no excerto apresentado exprimem noções de:
Alternativas
Q3418272 Português
O maior primata que já viveu foi extinto por causa das mudanças climáticas
Com 3 metros de altura, o Gigantopithecus blacki, que mantinha uma dieta vegetariana, viu seu habitat se tornar escasso em alimentos

Publicada na revista Nature no último dia 10, uma pesquisa sugere que o maior primata que já existiu tenha sido extinto entre 295 mil e 215 mil anos atrás devido a mudanças climáticas. Parecidos com os orangotangos atuais, os Gigantopithecus blacki viveram por cerca de 2 milhões de anos na região de Guangxi, no sul da China, até serem extintos no final do Pleistoceno médio.
Com 3 metros de altura e podendo pesar até 300 quilos, a espécie se alimentava de frutos e flores nas florestas tropicais, até que o ambiente em que viviam começou a mudar. “É um animal enorme – muito, muito grande”, disse Renaud JoannesBoyau, pesquisador da Southern Cross University da Austrália, em comunicado. “Quando a comida começa a ficar escassa, ele fica tão grande que não consegue subir em árvores para explorar novas fontes de alimento.” Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas. Há 2,3 milhões de anos, o ambiente que esses primatas habitavam era um “mosaico de florestas e gramíneas”. Segundo a pesquisa, durante a janela de extinção do G. blacki, o aumento da sazonalidade levou ao aumento da variabilidade ambiental, o que causou uma mudança da comunidade vegetal e o crescimento de ambientes de floresta aberta. Cascas de árvores, juncos, flores e outros alimentos não nutritivos tornaram-se os alimentos dessa espécie que, diferente de outros primatas menores, não conseguia escalar árvores em busca de comida.
“Embora seu parente próximo, o Pongo weidenreichi, tenha conseguido adaptar suas preferências alimentares e seu comportamento a essa variabilidade, o G. blacki apresentou sinais de estresse crônico e populações em declínio”, escrevem os cientistas.
Registros fósseis mostram que, entre cerca de 2 milhões e 22 milhões de anos atrás, dezenas de espécies de grandes primatas habitavam a África, a Europa e a Ásia. Atualmente, restam apenas gorilas, chimpanzés, bonobos, orangotangos e humanos.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meioambiente/noticia/2024/01/o-maior-primata-queja-viveu-foi-extinto-por-causa-das-mudancasclimaticas.ghtml
Considere o excerto: “Publicada na revista Nature no último dia 10, uma pesquisa sugere que o maior primata que já existiu tenha sido extinto entre 295 mil e 215 mil anos atrás devido a mudanças climáticas.” Quanto à regência, o verbo “sugerir” se classifica como: 
Alternativas
Q3418271 Português
O maior primata que já viveu foi extinto por causa das mudanças climáticas
Com 3 metros de altura, o Gigantopithecus blacki, que mantinha uma dieta vegetariana, viu seu habitat se tornar escasso em alimentos

Publicada na revista Nature no último dia 10, uma pesquisa sugere que o maior primata que já existiu tenha sido extinto entre 295 mil e 215 mil anos atrás devido a mudanças climáticas. Parecidos com os orangotangos atuais, os Gigantopithecus blacki viveram por cerca de 2 milhões de anos na região de Guangxi, no sul da China, até serem extintos no final do Pleistoceno médio.
Com 3 metros de altura e podendo pesar até 300 quilos, a espécie se alimentava de frutos e flores nas florestas tropicais, até que o ambiente em que viviam começou a mudar. “É um animal enorme – muito, muito grande”, disse Renaud JoannesBoyau, pesquisador da Southern Cross University da Austrália, em comunicado. “Quando a comida começa a ficar escassa, ele fica tão grande que não consegue subir em árvores para explorar novas fontes de alimento.” Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas. Há 2,3 milhões de anos, o ambiente que esses primatas habitavam era um “mosaico de florestas e gramíneas”. Segundo a pesquisa, durante a janela de extinção do G. blacki, o aumento da sazonalidade levou ao aumento da variabilidade ambiental, o que causou uma mudança da comunidade vegetal e o crescimento de ambientes de floresta aberta. Cascas de árvores, juncos, flores e outros alimentos não nutritivos tornaram-se os alimentos dessa espécie que, diferente de outros primatas menores, não conseguia escalar árvores em busca de comida.
“Embora seu parente próximo, o Pongo weidenreichi, tenha conseguido adaptar suas preferências alimentares e seu comportamento a essa variabilidade, o G. blacki apresentou sinais de estresse crônico e populações em declínio”, escrevem os cientistas.
Registros fósseis mostram que, entre cerca de 2 milhões e 22 milhões de anos atrás, dezenas de espécies de grandes primatas habitavam a África, a Europa e a Ásia. Atualmente, restam apenas gorilas, chimpanzés, bonobos, orangotangos e humanos.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meioambiente/noticia/2024/01/o-maior-primata-queja-viveu-foi-extinto-por-causa-das-mudancasclimaticas.ghtml
Analise o excerto a seguir quanto à concordância verbal e nominal: “Cascas de árvores, juncos, flores e outros alimentos não nutritivos tornaram-se os alimentos dessa espécie que, diferente de outros primatas menores, não conseguia escalar árvores em busca de comida.” Pode-se dizer que o(s) elemento(s) que concorda(m) com o verbo “tornaram-se” e, portanto, constituem o sujeito oracional é (são):
Alternativas
Q3418270 Português
O maior primata que já viveu foi extinto por causa das mudanças climáticas
Com 3 metros de altura, o Gigantopithecus blacki, que mantinha uma dieta vegetariana, viu seu habitat se tornar escasso em alimentos

Publicada na revista Nature no último dia 10, uma pesquisa sugere que o maior primata que já existiu tenha sido extinto entre 295 mil e 215 mil anos atrás devido a mudanças climáticas. Parecidos com os orangotangos atuais, os Gigantopithecus blacki viveram por cerca de 2 milhões de anos na região de Guangxi, no sul da China, até serem extintos no final do Pleistoceno médio.
Com 3 metros de altura e podendo pesar até 300 quilos, a espécie se alimentava de frutos e flores nas florestas tropicais, até que o ambiente em que viviam começou a mudar. “É um animal enorme – muito, muito grande”, disse Renaud JoannesBoyau, pesquisador da Southern Cross University da Austrália, em comunicado. “Quando a comida começa a ficar escassa, ele fica tão grande que não consegue subir em árvores para explorar novas fontes de alimento.” Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas. Há 2,3 milhões de anos, o ambiente que esses primatas habitavam era um “mosaico de florestas e gramíneas”. Segundo a pesquisa, durante a janela de extinção do G. blacki, o aumento da sazonalidade levou ao aumento da variabilidade ambiental, o que causou uma mudança da comunidade vegetal e o crescimento de ambientes de floresta aberta. Cascas de árvores, juncos, flores e outros alimentos não nutritivos tornaram-se os alimentos dessa espécie que, diferente de outros primatas menores, não conseguia escalar árvores em busca de comida.
“Embora seu parente próximo, o Pongo weidenreichi, tenha conseguido adaptar suas preferências alimentares e seu comportamento a essa variabilidade, o G. blacki apresentou sinais de estresse crônico e populações em declínio”, escrevem os cientistas.
Registros fósseis mostram que, entre cerca de 2 milhões e 22 milhões de anos atrás, dezenas de espécies de grandes primatas habitavam a África, a Europa e a Ásia. Atualmente, restam apenas gorilas, chimpanzés, bonobos, orangotangos e humanos.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meioambiente/noticia/2024/01/o-maior-primata-queja-viveu-foi-extinto-por-causa-das-mudancasclimaticas.ghtml
Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas.


Em relação às classes gramaticais, as palavras “nenhum”, “menos”, “mais” e “secas”, no contexto dado, classificam-se, respectivamente, como:
Alternativas
Q3418267 Português
O maior primata que já viveu foi extinto por causa das mudanças climáticas
Com 3 metros de altura, o Gigantopithecus blacki, que mantinha uma dieta vegetariana, viu seu habitat se tornar escasso em alimentos

Publicada na revista Nature no último dia 10, uma pesquisa sugere que o maior primata que já existiu tenha sido extinto entre 295 mil e 215 mil anos atrás devido a mudanças climáticas. Parecidos com os orangotangos atuais, os Gigantopithecus blacki viveram por cerca de 2 milhões de anos na região de Guangxi, no sul da China, até serem extintos no final do Pleistoceno médio.
Com 3 metros de altura e podendo pesar até 300 quilos, a espécie se alimentava de frutos e flores nas florestas tropicais, até que o ambiente em que viviam começou a mudar. “É um animal enorme – muito, muito grande”, disse Renaud JoannesBoyau, pesquisador da Southern Cross University da Austrália, em comunicado. “Quando a comida começa a ficar escassa, ele fica tão grande que não consegue subir em árvores para explorar novas fontes de alimento.” Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas. Há 2,3 milhões de anos, o ambiente que esses primatas habitavam era um “mosaico de florestas e gramíneas”. Segundo a pesquisa, durante a janela de extinção do G. blacki, o aumento da sazonalidade levou ao aumento da variabilidade ambiental, o que causou uma mudança da comunidade vegetal e o crescimento de ambientes de floresta aberta. Cascas de árvores, juncos, flores e outros alimentos não nutritivos tornaram-se os alimentos dessa espécie que, diferente de outros primatas menores, não conseguia escalar árvores em busca de comida.
“Embora seu parente próximo, o Pongo weidenreichi, tenha conseguido adaptar suas preferências alimentares e seu comportamento a essa variabilidade, o G. blacki apresentou sinais de estresse crônico e populações em declínio”, escrevem os cientistas.
Registros fósseis mostram que, entre cerca de 2 milhões e 22 milhões de anos atrás, dezenas de espécies de grandes primatas habitavam a África, a Europa e a Ásia. Atualmente, restam apenas gorilas, chimpanzés, bonobos, orangotangos e humanos.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meioambiente/noticia/2024/01/o-maior-primata-queja-viveu-foi-extinto-por-causa-das-mudancasclimaticas.ghtml
De acordo com o texto, as mudanças climáticas que ocorreram no período de extinção da espécie de primatas G. blacki impactaram principalmente:
Alternativas
Q3418146 Noções de Primeiros Socorros
A fratura exposta acontece quando existe uma ferida associada à fratura, podendo ser possível observar o osso ou não. Nesse tipo de situação, o que não deve ser feito?
Alternativas
Q3418145 Pedagogia
A partir dos parâmetros legais estabelecidos pela LDB, assinale a alternativa que apresenta um erro conceitual, ou seja, que não foi reproduzida fielmente de acordo com a referida Lei. 
Alternativas
Q3418144 Noções de Primeiros Socorros
Apesar de todo aparato de segurança que a creche possa oferecer, não é possível assegurar que algum acidente não veia a acontecer. Nesse sentido, é muito importante que se tenha certas noções de primeiros socorros que devem ser tomadas no intuito de evitar o agravamento da situação. Nesse contexto, algumas medidas são sugeridas como as destacadas a seguir, exceto.
Alternativas
Q3418143 Pedagogia
Sobre os jogos para a Educação Infantil, é falsa a afirmativa:
Alternativas
Q3418142 Pedagogia
Dentro do ambiente que caracteriza as creches, alguns cuidados são importantes para assegurar o desenvolvimento da criança. Sobre tais cuidados específicos para crianças de um a dois anos, é improcedente a afirmativa:
Alternativas
Q3418141 Pedagogia
Organizar todas as variáveis presentes no cotidiano da creche requer uma proposta pedagógica que contemple uma sistemática de ações que não se restringe a um aspecto em si, mas que vê o global da realidade vivenciada. Sobre o referido tema, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3418140 Pedagogia
De acordo com o artigo 3º do Estatuto da Criança e do Adolescente, são definidos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana. A seguir, foram destacados os diversos tipos de desenvolvimento a que se aplica o referido artigo. Destaque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3418139 Pedagogia
Entende-se por motricidade ampla aquela que envolve músculos grandes (correr, pular) e por motricidade fina aquela relacionada aos músculos pequenos como mãos e dedos (escrever, montagem com blocos).
A partir do enunciado anterior, como devem ser trabalhadas as atividades que envolvem motricidade ampla e fina tão necessárias para o desenvolvimento físico e psicomotor da criança?
Alternativas
Q3418138 Pedagogia
Ao analisar o desenvolvimento cognitivo das crianças, principalmente, as menores de três anos, em relação à aprendizagem do conceito e propriedade envolvidos na compreensão de uma palavra, é correto afirmar:
Alternativas
Q3418137 Pedagogia
Ao analisar o contexto das creches, observa-se a necessidade de acolhimento às vivências e aos conhecimentos construídos pelas crianças no ambiente familiar e de sua comunidade e articulá-los nas propostas pedagógicas trabalhadas na creche. Assim, é necessário ampliar o universo de experiências, conhecimento e habilidades dessas crianças, diversificando e consolidando novas aprendizagens. A partir da afirmativa anterior, como deve ser trabalhada a proposta pedagógica em relação à educação familiar, especialmente quando se trata dos bebês e crianças bem pequenas?
Alternativas
Respostas
421: D
422: B
423: C
424: D
425: C
426: D
427: A
428: C
429: E
430: B
431: C
432: E
433: B
434: D
435: E
436: E
437: A
438: D
439: C
440: C