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Which language and culture-related skill does this task best develop?

Pickles by Brian Crane for April 21, 2023
The pronoun 'it' in the second strip, refers to:
Calvin and Hobbes by Bill Watterson for August 28, 2014
In the third strip, the line "This should qualify in another 15 minutes" means:
In the context of English language learning, what is the significance of understanding and practicing communication styles used in professional settings?
STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno – tradução Angela Lobo de Andrade. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.
“(...) Arte Rupestre è o nome que se dá ao tipo de arte mais antigo da história, baseado principalmente nas pinturas, desenhos ou representações artísticas gravadas nas paredes e tetos das cavernas. Esse tipo de arte teve seu início no período Paleolítico Superior. (...)
Pichação é o ato de escrever ou rabiscar sobre muros, fachadas de edificações, asfalto de ruas ou monumentos, usando tinta em spray aerosol, dificilmente removível, estêncil ou mesmo rolo de tinta. No geral, são escritas frases de protesto ou insulto, assinaturas pessoais ou mesmo declarações de amor, embora a pichação seja também utilizada como forma de demarcação de territórios entre grupos - às vezes Ganges rival. Já na antiguidade é possível encontrar elementos de pichação. A erupção do vulcão Vesúvio preservou inscrita nos muros da cidade de Pompéia, que continham desde xingamentos até propaganda política e poesias. Na Idade Média, padres pichavam os muros de conventos rivais no intuito de expor sua ideologia, criticar doutrinas contrárias às suas ou mesmo difamar governantes. Com a popularização do aerosol, após a Segunda Guerra Mundial, a pichação ganhou mais agilidade e mobilidade. Na revolta estudantil de 1968, em Paris, o spray foi usado como forma de protesto contra as instituições universitárias e manifestação pela liberdade de expressão. Construído no início da década de 1960, o muro de Berlim ostentou por vários anos um lado oriental limpo e de pintura intacta, controlado pelo regime socialista da União Soviética, enquanto seu lado ocidental, encabeçado pela democracia capitalista dos Estados Unidos, foi tomado por pichações e de protesto contra o muro. (...)”.
ENDO, Tatiana Sechler. A pintura rupestre da pré-história e o grafite dos novos tempos. CELACC / ECA / USP 2009.
A partir da leitura dos textos e da perspectiva das autoras, analise as afirmações a seguir:
( ) Pichação e graffiti são expressões artísticas de menor valor, uma vez que produzidas sem intenção artística propriamente dita, e sim como modo de protesto, violação à propriedade privada e depredação de patrimônio público.
( ) Tanto a arte rupestre quanto as pichações são artes codificadas próprias de cada tribo e evidencia sua época, uma manifestação visual distinta, porém, desenvolvidas com significados simbólicos e culturais para aqueles que faziam ou fazem parte de sua estética e linguagem.
( ) A principal característica das duas manifestações - arte rupestre e pichação - não é a contemplação estética, e sim o fato de que demonstram processos que transmitem mensagens e códigos cifrados para os que fazem parte do mesmo grupo social.
A alternativa que apresenta a sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: ( ) O grafite e a pichação têm características bem definidas. No grafite o desenho é mais elaborado, enquanto que na pichação os desenhos são visualmente mais agressivos, assim também ocorre com o interesse estético onde a estética na pichação tem valor secundário enquanto no grafite há mais interesse estético e por sua vez se torna mais socialmente aceito em contraponto a degradação da paisagem urbana que ocorre com as pichações transgressivas e predatórias.
VIEIRA, Francisco Ponciano. CARVALHO, Carla. Arte Brasileira. UNIASSELVI 2012.
GARCEZ, Lucília e OLIVEIRA, Jô. Explicando a Arte Brasileira. Rio de Janeiro: Ediouro. 2003
A respeito da arte contemporânea, analise as afirmações a seguir:
I - Para começar, a organização prévia do mundo entre capitalismo e socialismo entra em colapso com o fim do regime socialista soviético e a queda do muro de Berlim (1989).
II - As novas realidades políticas provocam um fluxo geográfico internacional, fazendo com que os deslocamentos humanos instaurem uma nova noção de identidade e de nacionalidade.
III - A virtualização produz uma profunda modificação na maneira como as pessoas se relacionam. A relação tempo e espaço, que antes obedecia a uma proporcionalidade, agora é instável. Se os estímulos de informação proliferam sem limites temporais ou espaciais, tornando-se muitas vezes excessivos, a memória torna-se um bem maior.
IV - . A importãncia dada â moda, âs aparências e â “atitude”, aliada a uma tecnologia sofisticada de cirurgias, implantes, aparelhos de ginástica e substâncias químicas, além das possibilidades genéticas que se abrem com os sequenciamentos cromossômicos, fazem do corpo um campo de experimentações futurísticas.
Na perspectiva dos autores, estão corretas as afirmações:
(GARCEZ; OLIVEIRA, 2006, p. 141). (...)”
VIEIRA, Francisco Ponciano. CARVALHO, Carla. Arte Brasileira. UNIASSELVI 2012.
GARCEZ, Lucília e OLIVEIRA, Jô. Explicando a Arte Brasileira. Rio de Janeiro: Ediouro. 2003.
A partir da análise do texto base, atente-se ao trecho a seguir:
O termo _______________ encontra-se ligado à significação de ___________ até por que não faria sentido ser “pós” alguma coisa que não se sabe o que è. O _________ representa alguma espècie de reação ou afastamento do___________. Contudo, não basta apenas a análise do conceito de _________ pois o próprio prefixo “pós” articula problemáticas situadas em diversas áreas. Krishan Kumar chama â atenção que o prefixo “pós” è ambíguo: pode significar um novo estado de coisas, no sentido do que vem depois; ou pode ser usado como o post de post-mortem, sugerindo fim, término.
As palavras que preenchem adequadamente as lacunas é:
PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ática, 2011
“O movimento da poesia concreta surgiu na cidade de São Paulo, em meados da dècada de 1950. Em seu programa, os concretistas sustentaram os postulados modernistas durante mais de uma década, até que o ciclo modernista se encerrou - e com ele as práticas de vanguarda - no final dos anos 1960. As experimentações com a forma artística, tal como as vanguardas conceberam, foram restringindo-se cada vez mais, à medida que essas renovações formais eram velozmente apropriadas pelos meios de comunicação em massa (embora o fossem com um nível de densidade mais baixo) e que as possibilidades de uma transformação social integral ou revolucionária se encerravam. No Brasil, isso ocorreu aproximadamente no final de 1969, quando o regime militar instituiu os atos repressivos que frustraram toda possibilidade de mudança. Isso explica a afirmação de Andreas Huyssen de que o concretismo foi o öltimo movimento modernista. …)”
AGUILAR, Gonzalo Moisés. Poesia concreta brasileira: as vanguardas na encruzilhada modernista. EdUSP, 2005.
A respeito concretismo brasileiro, nas artes plásticas e na poesia, assinale alternativa que apresenta a afirmação incorreta.
MARTINS, Miriam Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha. Didática do Ensino da Arte – A Língua do Mundo. Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.
De acordo com as autoras, a respeito da arte a pré-histórica, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir:
( ) As obras dos artistas pré-históricos manifestam a vocação inventiva do homem e de sua mente criadora para interpretar a realidade. O desejo de compreender e apropriar-se dela leva o homem a tentativas de interpretação através da capacidade mental de simbolizar.
( ) A construção desse conhecimento, que é estético, mesmo nos parecendo hoje tão natural, só foi possível após o surgimento da palavra.
( ) As imagens pintadas se referiam somente ao que era visível naquele mundo, não ao invisível, como instrumento de magia.
( ) Desde as pinturas nas cavernas e as palavras do homem primitivo, até as fórmulas e equações que levaram o homem moderno a visitar a lua e hoje navegar na internet, há um percurso de invenções que o ser humano fez e faz por meio de signos, sistemas simbólicos que se articulam em linguagens.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
MARTINS, Miriam Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha. Didática do Ensino da Arte – A Língua do Mundo. Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.
Com base no texto, analise as afirmações a seguir:
I - O mímico imita os gestos, evidenciando signos que chegam à nossa imaginação, sentimentos e pensamentos carregados de significados.
II - O caráter da mimese, é analogia e não duplicação de objetos. O ritmo das canções guerreiras, por exemplo, não reproduz diretamente o som das ações bélicas, mas lembra o caráter - o ethos - , a atitude psicológica e moral dos soldados em luta que se fazem presentes pela techné e pela poiesis de um artista.
III - A mimese é uma operação idêntica para todos os povos, em todas as épocas, para todas as idades do homem. O signo criado é o mesmo apesar da ênfase e a exclusão que cada criador seleciona em sua ação de interpretar, expressar, comunicar.
IV - O conceito de reprodução, perigosamente, pode nos levar a reduzir a produção artística a uma relação direta com algo da realidade, como uma tradução do mundo real.
V - A arte não imita objetos, ideias ou conceitos. Ela cria algo novo, porque não é cópia ou pura reprodução, mas cria signos presentificados em uma nova realidade, sob um outro ponto de vista.
Na perspectiva das autoras, estão corretas as afirmações: