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O esquema mostrado a seguir representa algumas reações realizadas, nas condições adequadas com o composto 1. O teste de uma amostra do composto 3 isolado e purificado revelou que, sua solução aquosa apresenta pH = 3.

A reação, em condições adequadas, entre o composto 1 e o composto 3 resulta no composto 4, que tem fórmula molecular igual a
O radioisótopo ferro-59 (⁵⁹Fe) é empregado para estudos bioquímicos de células sanguíneas, as hemácias. Esse radioisótopo decai com emissão de partículas beta (
β) e radiação gama (γ), que são detectadas e fornecem informações a respeito do funcionamento dessas células. O decaimento radioativo do ferro-59 é representado por meio da equação:
Fe ⟶
X +
β + γ
A tabela apresenta dados de atividade (em megabecquerel, MBq) de uma amostra de ferro-59.

O elemento que se forma nesse decaimento radioativo e a meia-vida do radioisótopo ferro-59 são:
Para estudar a cinética da reação entre o cloreto de metila (CH₃Cl) e o cloro (Cl₂), representada pela equação:
CH₃Cl(g) + 3Cl₂(g) → CCl₄(g) + 3HCl (g)
foram realizados experimentos, e os dados de concentração e rapidez (velocidade inicial) da reação em relação à formação dos reagentes são mostrados na tabela a seguir:

Considerando 2√2 = 1,4, as ordens de reação para o cloreto de metila e para o cloro são, respectivamente,
Considere a equação 1, que representa a reação de um dos processos de obtenção de ferro (Fe) metálico a partir do óxido de ferro (III) (Fe₂O₃).
Equação 1
Fe₂O₃(s) + 3CO(g) → 2Fe(s) + 3CO₂(g)
A partir do dado de entalpia padrão de formação do óxido de ferro (III), ΔHºformação Fe2O3(s) = – 824 kJ/mol, e da informação da entalpia da reação representada pela equação 2:
Equação 2
CO(g) + ½ O₂(g) → CO₂(g) ΔH°reação = −283 kJ/mol
A entalpia da reação representada pela equação 1 é igual a
A verificação do efeito de diferentes solutos na temperatura de ebulição (TE) de soluções foi feita em um experimento de química com as soluções 1, 2 e 3 mostradas na figura. Utilizou-se água destilada na preparação das soluções e todas foram submetidas ao aquecimento nas mesmas condições. Iniciada a ebulição, anotaram-se os respectivos valores da temperatura de ebulição para a solução 1 (TE1), para a solução 2 (TE2) e para a solução 3 (TE3).

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Ao final do experimento, é possível estabelecer a seguinte relação entre as temperaturas de ebulição das soluções 1, 2 e 3:
A análise elementar é uma técnica empregada para determinação da fórmula empírica de compostos orgânicos e se baseia na reação de combustão de composto, em excesso de oxigênio. Um composto orgânico, que é formado por carbono, oxigênio e hidrogênio foi analisado por meio dessa técnica. Uma amostra com massa correspondente a 0,050 mol do composto foi empregada nessa análise e foram formados 0,80 mol de dióxido de carbono e 0,30 mol de água. O teor de oxigênio da amostra (O) foi calculado e correspondeu a 6,4 g.
A fórmula mínima do composto analisado é:
A substância AyXbZw é um sólido cristalino, e a sua célula unitária está representada na figura.

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
A fórmula unitária da substância AyXbZw é:
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
A concentração de íons nitrato na solução preparada é igual a
A Teoria da Ligação de Valência considera que a ligação covalente resulta da sobreposição de orbitais atômicos semipreenchidos, com formação de pares eletrônicos compartilhados.
Com base nessa teoria, o conjunto de orbitais híbridos do átomo central que participam na formação das ligações químicas nas moléculas BCl3 e PCl5 são, respectivamente,
Um diagrama de célula galvânica elaborado a partir das convenções da IUPAC é representado a seguir:
Sn (s) | Sn²⁺ (aq) || NO (g) | NO₃⁻ (aq), H⁺ (aq) | Pt (s)
As equações das semirreações de redução e os potenciais padrão de redução, E°, referentes a essa célula galvânica, são:
Nas condições padrão, o potencial dessa célula galvânica (ddp) e a espécie que é oxidada sã
Em um experimento de química, uma solução contendo íons oxalato (C2 O4 2– ) em meio ácido foi misturada a uma solução contendo íons permanganato (MnO4 – ) que tem coloração violeta. A interação entre essas duas soluções resultou em desprendimento de gás carbônico (CO2 ) e desaparecimento da cor violeta, com a formação de uma solução incolor contendo íons manganês (II). A reação foi equacionada, empregando-se o método íon-elétron e verificou-se que para cada 2 mol de íons permanganato, _________mol de íons H+ reagiram e foram formados __________ mol de gás carbônico.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
Para um experimento em uma aula prática de química serão usadas as soluções I e II; seus dados de pH estão na tabela.

A concentração de íons H+ em mol/L na solução de I é _________ do que a concentração de íons H+ da solução de II.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização
O gás 1 e o gás 2 são, respectivamente,
Considere as substâncias da tabela a seguir

Dentre essas substâncias, aquelas que apresentam geometria molecular piramidal trigonal são as de números
2Al + Mg + 4C2H5Br ⭢ 2Al (C2H5)2Br + MgBr2
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Indiscutivelmente, o mais significativo da obra reside no idílio entre a campônia e ingênua Joaninha e o inglesado e conflitivo Carlos. Nele, percebe-se a projeção confessional da própria vida interior de Garrett: Carlos é talvez o mais autêntico de seus alter egos. Em Joaninha e no cenário natural que serve de palco aos acontecimentos, circula o ar de melancólico saudosismo que já vimos na Menina e Moça, de Bernardim Ribeiro. Situa-se precisamente aqui – neste sopro de pureza e inocência, de alada fantasia a envolver a história duma jovem que perece de amor, pois ama um homem tolhido noutras malhas sentimentais –, o mais tocante desse episódio emocional.
(Massaud Moisés. A Literatura Portuguesa, 1997)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Indiscutivelmente, o mais significativo da obra reside no idílio entre a campônia e ingênua Joaninha e o inglesado e conflitivo Carlos. Nele, percebe-se a projeção confessional da própria vida interior de Garrett: Carlos é talvez o mais autêntico de seus alter egos. Em Joaninha e no cenário natural que serve de palco aos acontecimentos, circula o ar de melancólico saudosismo que já vimos na Menina e Moça, de Bernardim Ribeiro. Situa-se precisamente aqui – neste sopro de pureza e inocência, de alada fantasia a envolver a história duma jovem que perece de amor, pois ama um homem tolhido noutras malhas sentimentais –, o mais tocante desse episódio emocional.
(Massaud Moisés. A Literatura Portuguesa, 1997)
Leia os versos de Cecília Meireles para responder à questão.
Quando meu rosto contemplo,
o espelho se despedaça:
por ver como passa o tempo
e o meu desgosto não passa.
Amargo campo da vida,
quem te semeou com dureza,
que os que não se matam de ira
morrem de pura tristeza?
(Cecília Meireles. Canções.
Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)
Leia os versos de Cecília Meireles para responder à questão.
Quando meu rosto contemplo,
o espelho se despedaça:
por ver como passa o tempo
e o meu desgosto não passa.
Amargo campo da vida,
quem te semeou com dureza,
que os que não se matam de ira
morrem de pura tristeza?
(Cecília Meireles. Canções.
Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A proeza do caçador contra o curupira
Lá no coração da floresta amazônica, os velhos do povo Tukano contam a história de um caçador que saiu para caçar porque sua família estava com muita fome e não tinha nada para comer.
O caçador saiu bem cedinho e andou o dia inteiro e só havia matado um único macaco. Mas era tão pequeno que não seria suficiente para alimentar sua família.
O dia foi passando bem rapidinho e quando o caçador se deu conta já estava anoitecendo. Ele ficou aflito, pois sabia que passar a noite na mata é sempre muito perigoso. Além dos animais noturnos, há os espíritos da floresta que habitam o lugar. Ficou especialmente com medo do espírito protetor dos animais: o curupira.
Ele já havia ouvido falar demais desse espírito que, segundo os velhos, enlouquecem os caçadores desavisados que teimam pernoitar no mato.
A noite já havia caído por completo e nada mais ele podia fazer para encontrar o caminho de volta. De repente ouve um farfalhar de folhas secas e uma batida: tum, tum, tum. Era a bati da do curupira. Na aldeia diziam que ele fazia isso para verificar quais as árvores estariam abaladas pelo vento ou pela idade já que seu trabalho é zelar pela segurança de toda a natureza.
O som da batida estava bem próximo do caçador. Um vulto se aproximou da árvore em que ele estava e sentou-se na raiz. Como estava muito escuro o curupira não conseguia vê-lo nem mesmo usando sua vasta cabeleira cor de fogo.
(Daniel Munduruku. Contos Indígenas Brasileiros, 2021. Adaptado)
Considere as passagens do texto:
• “O caçador saiu bem cedinho e andou o dia inteiro e só havia matado um único macaco.” (2o parágrafo)
• “Além dos animais noturnos, há os espíritos da floresta que habitam o lugar.” (3o parágrafo)
• “… segundo os velhos, enlouquecem os caçadores desavisados que teimam pernoitar no mato.” (4o parágrafo)
• “Como estava muito escuro o curupira não conseguia vê-lo…” (6o parágrafo)
No contexto em que estão empregados e em conformidade com a norma-padrão, as expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por