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(L. M. Schwarcz; H.M. Starling. Brasil: uma biografia, p. 222. Adaptado)
O movimento em referência teve como parte de suas causas a
Observe a pintura de Victor Meirelles e leia o texto que segue.

Meirelles atingiu a convergência rara de formas, intenções e significados que fazem com que um quadro entre poderosamente dentro de uma cultura. Esta imagem do descobrimento dificilmente poderá vir a ser apagada, ou substituída. Ela é a primeira missa do Brasil. São os poderes da arte fabricando a História.
(Jorge Coli. A pintura e o olhar sobre si [...]. Em: Marcos C. Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, p. 384. Grifo do autor)
Na análise do historiador Jorge Coli, a pintura em referência
(Marcos Napolitano. Pensando a estranha história sem fim. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, p. 164/5. Adaptado)
Marcos Napolitano se refere ao grupo de historiadores
(Rachel Soihet. História das mulheres. Em: Ciro F. Cardoso; R. Vainfas (org.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia, p. 406. Adaptado)
Segundo Rachel Soihet, em resposta ao questionamento feito pelos autores mencionados, houve
(Pedro Paulo Funari e Glaudson J. Silva. Teoria da História, p. 73. Adaptado)
O excerto exemplifica o risco de
Uma questão que tem sido debatida é a possibilidade de introdução do método dialético no ensino de História e das demais disciplinas escolares.
(Circe M. F. Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos, p. 231)
Segundo a autora, o método dialético corresponde
(Circe M. F. Bittencourt. Identidade nacional e ensino de História do Brasil. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, p.188)
De acordo com a historiadora Circe Bittencourt, a análise apresentada pelo excerto é uma decorrência da opção teórica
(Rocha Pombo. História do Brasil para o Ensino Secundário. Apud: Thais N. L. Fonseca. “Ver para compreender”: arte, livro didático e a história da nação. Em: L.M.C. Siman; T.N.L. Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História, p. 96)
Considerando a concepção teórica subjacente ao fragmento, assinale a alternativa que apresenta conteúdos e sequência programática condizentes com o que defende Rocha Pombo.
(Brasil. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. A Etapa do Ensino Fundamental – História, p. 399)
A partir dos pressupostos teóricos que fundamentam a BNCC, identifique atividades relativas à aprendizagem mencionada no fragmento.
(Brasil. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. A Etapa do Ensino Fundamental – História, p. 400-401. Adaptado)
O documento em referência indica como sendo parte das bases epistemológicas mencionadas:
Art. 5o — Todos têm direito à educação.